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tática

Um dos esquemas mais ofensivos da história

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 33 comentários

Na semana passada, um louco encantador mostrou ao futebol um dos esquemas mais ousados e criativos da história.  

Um dos esquemas mais ofensivos da história

 

Já escrevi colunas falando de Guardiola algumas vezes. Mas, para quem gosta de pensar o futebol, aprecia esquemas táticos, venera os poucos que saem do “arroz com feijão” em busca da originalidade, da criatividade, é inevitável voltar os olhos para o treinador catalão com recorrência.

Na quarta-feira passada, quando o Bayern de Munique enfrentou o Manchester United, pela Champions League, Guardiola levou a palavra ofensividade a outro patamar. Perto do time que ele colocou em campo, qualquer esquema com três atacantes, ousado, pareceria uma retranca, um ferrolho daqueles. O que se viu foi coisa de maluco, algo muito fora da curva. Fomos brindados com o esquema mais ofensivo, seguramente, dos últimos anos. Muitos anos. Com certeza, um dos mais ousados da história – se formos analisar “proporcionalmente”, no sentido de compararmos a ofensividade demonstrada com o que é padrão na época, pode ser que tenhamos acompanhado “O” esquema mais ofensivo de todos os tempos.

Teoricamente, o Bayern jogaria em um 4-1-4-1 – usualmente, uma formatação que privilegia o ataque, e não tão rara no futebol atual, pelo contrário. O que dava o tom diferencial ao time alemão era a característica dos jogadores escolhidos. Linha de quatro defensiva com Lahm e Alaba, dois laterais técnicos, que avançam MUITO. Na zaga, Dante e Boateng, defensores leves, com boa saída de jogo, rápidos, com mania de subir ao ataque. Ambos, diga-se, longe daquele perfil “zagueiro zagueiro”, no termo eternizado por Luxemburgo para designar aqueles beques de força física, meio grossos. 

No meio, o ÚNICO volante, seria Toni Kross. Que, na realidade, é um meia-atacante! Se jogar com um só volante já é considerado loucura por muitos hoje, imagina se esse cara é, na realidade, um armador, um sujeito com vocação ofensiva?

À frente dele, uma linha de quatro formada apenas por craques, por atletas MUITO ofensivos. Da direita para esquerda: Robben (na origem, um atacante, um ponteiro driblador), Muller (já jogou até de centroavante, é alto, extremamente agudo), Götze (armador clássico, habilidoso, longe de ter traços de marcador) e Ribéry (taticamente, vale a mesma descrição aplicada a Robben).

No comando do ataque, Mandzukic, um camisa 9 típico. E dos bons.

Na prática, para tornar tudo ainda mais vanguardista, Guardiola posicionou o time num pouquíssimo usual 2-3-5. Isso mesmo. Só dois homens na defesa e cinco na frente!

Boateng e Dante atrás. Kross e os dois laterais formando uma linha de três. Os outros cinco homens avançados, pressionando a saída adversária de forma avassaladora.

O segredo? Colocar os habilidosos e ofensivos para marcar no campo todo. Aqui vale o princípio: mais fácil ensinar quem sabe jogar a marcar do que o contrário. O principal, para Guardiola, é ter todos ajudando na defesa e um time que, quando tem a bola, reúne o maior número possível de bons jogadores.

Em uma ou outra oportunidade, Guardiola já tinha colocado esquema parecido em campo – não o 2-3-5, mas um 4-1-4-1 com jogadores donos das características citadas. Poucas vezes. Só que, dessa vez, foi contra o gigante United e, detalhe: sem precisar vencer! Fora de casa, no primeiro jogo do confronto, os alemães tinham conquistado um ótimo 1 a 1.

Fala a verdade: trata-se, ou não, de um louco fascinante, encantador?

A fraca atuação do Galo. De sua opinião! A principal diferença entre Cuca e Autuori

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 69 comentários

A fraca atuação do Galo. Dê sua opinião!

Empate do Galo contra o Nacional, no Independência. Fraca atuação do time de Autuori. Os erros citados no texto abaixo – publicado antes do duelo – aconteceram: perdas de bola na defesa, espaço entre volantes e zagueiros, e dificuldade tremenda na saída de bola. Além disso, em geral, o passe esteve ruim, e o time pouco criativo. Ronaldinho viveu de lances isolados. Tardelli continua longe da forma ideal nos jogos mais recentes. Berola não deveria ter sido a opção para o lugar de Fernandinho – colocaria Guilherme ou Marion.

Enfim, dê sua opinião sobre o jogo!

As diferenças de Autuori para Cuca têm trazido benefícios e problemas para o Galo. No fim das contas, o que você acha? Vale a pena?

 

 A principal diferença entre Cuca e Autuori

Muita gente parece insistir em analisar tática no futebol limitando-se a conceitos que pouco definem o estilo de uma equipe. Simplórios. Técnicos frequentemente são diferenciados apenas por serem “retranqueiros” ou “ofensivos”. É claro que esses famigerados rótulos podem ter fundamento. Mas em um mundo no qual o esporte se profissionaliza cada vez mais, evoluindo principalmente física e taticamente – e muitas vezes decaindo tecnicamente… -, para realmente entender a estratégia, a filosofia de um time, sua característica mais decisiva, é preciso ir além.

Cuca, merecidamente, sempre foi conhecido por montar esquadrões que privilegiam o ataque. Autuori, bombardeado por críticas desde que chegou, corriqueiramente é “homenageado” pela torcida por supostamente travar demais o time, ser demasiadamente cauteloso.

O atual técnico alvinegro, de fato, joga de maneira menos ousada, menos aberta do que seu antecessor. Porém, estereotipá-lo como retranqueiro, não condiz com a verdade. Além disso, a principal diferença entre ele e o último comandante campeão da Libertadores, não passa por aí.

Autuori preza a posse de bola, o controle do jogo através da troca de passes, da paciência. Ter a “redonda”, além de uma maneira de atacar, é sempre uma forma segura de manter o adversário longe do seu gol. De correr menos riscos. Escutem Guardiola explicando sua visão a respeito do futebol em qualquer entrevista mais longa, e depois me digam se não ficaram convencidos. Assim, dá até para afirmar que é possível dominar a posse durante o jogo e ser defensivo.

E se Autuori monta conjuntos menos agudos, menos verticais, menos apressados para chegar ao gol inimigo – isso às vezes gera a impressão, verdadeira ou não, de que se ataca menos e, logo, de que se está diante de um conjunto um tanto covarde -, adora volantes mais soltos, que se aproximam do ataque e, principalmente, participam da armação das jogadas, começam a pensar o jogo lá de trás. Essa preferência tem causado algumas estranhezas, certas surpresas. Algumas positivas e outras negativas. As primeiras dão as caras, por exemplo, quando Josué surge “do nada” como elemento surpresa para finalizar dentro da área adversária, e marcar. Algo, convenhamos, raro na era Cuca. As negativas causam calafrios na torcida quando o mesmo Josué e Pierre mostram que não são volantes exatamente técnicos, dotados de grande capacidade de passe, para sair jogando. Com isso, os equívocos no campo de defesa, que entregam “de mão beijada” a bola para o adversário perto da meta de Victor, têm se multiplicado.

História do “copo meio cheio”, ou “meio vazio”… Ou então, do “cobertor curto” (afinal, às vezes os volantes sobem e deixam um buraco à frente dos zagueiros). E aí, o que é melhor?

Papel tático, time coletivo e falta de um craque

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 52 comentários

Mais do que por individualidades decisivas, o Cruzeiro vem se marcando pelo trabalho coletivo. Um craque mais consistente, pode ser o detalhe final.

Papel tático, time coletivo e falta de um craque

 

Na vida, muitas vezes é necessária a ausência, a perda, para que se dê valor. Deixando de lado o tom dramático e taxativo que essa frase pode ter, foi o que se viu no Cruzeiro, diante do Santos, com o desfalque de Éverton Ribeiro. O jovem meia é ainda bastante irregular. Depois de um início de ano promissor, consistente, passou a oscilar além da conta. Não tem tido atuações de craque. Não há de ser inquestionável. A Raposa tem muitíssimas opções ofensivas, do meio para frente. Porém, mesmo levando em consideração todos esses fatores, o ex-jogador do Coxa possui uma função tática importante. Não entro aqui no mérito se ele é um “10” clássico ou não, se é “o” armador, ou apenas um auxiliar nessa seara. O fato é que o pupilo de Marcelo exerce uma tarefa de “enganche”, de “motorzinho”, de pulmão, termômetro, ligação, elo, entre o meio e o ataque, pelo lado direito, assaz relevante. Aproximação entre setores, preenchimento de espaços, eis outras expressões a serem levantadas para descrever a incumbência deste atleta.

Matinuccio, tecnicamente, não deixa nada a desejar. Ele, Élber, e outros nomes do elenco celeste, podem muito bem ser substitutos de Éverton na equipe em eventualidades (sem falar que, embora pense que o último deva ser titular, com a manutenção do esquema ou não, reafirmo, ele não está num patamar para ser visto como alguém absoluto, no sentido de que sua presença no banco configuraria um crime contra o bom senso). Entretanto, no momento, como alguns jogadores estão voltando de contusão, outros não foram testados no posto de Éverton, e o time vinha ajustadinho com este, creio que sua ausência, um tanto “repentina”, sem tempo para adaptações, acabou mesmo tornando o conjunto órfão de alguém para realizar o mencionado trabalho.

FORTE PELO CONJUNTO

Apesar das colocações já feitas, deixo claro: o empate “xoxo” do Cruzeiro em casa, nem de longe, passou apenas pela ausência destacada. Até porque, a Raposa vem se marcando pelo lado coletivo, pela organização, pelo bom trabalho do treinador. Tanto que, mesmo sendo líder (merecidamente), sendo, na minha avaliação, o time mais consistente do certame, até aqui, não possui destaques absolutos lutando pelo prêmio de craque do campeonato. Ninguém com importância individual no nível de um Seedorf, um Juninho Pernambucano, um Alex…

Vinícius Araújo, por enquanto, ao lado de Vitinho, é uma das revelações. Bruno Rodrigo e Nílton, dois dos mais “sólidos”, são destaques em termos de regularidade, dentro das suas posições. Mas, no todo, repito, a individualidade altamente diferenciada, ainda não surgiu. Quem sabe com Dagoberto, Júlio Baptista? Pode ser o divisor de águas para a equipe deslanchar ainda mais.

Galo, falta de criação e laterais

O Galo segue apresentando rendimento ruim. Diante do Náutico, o principal problema foi a falta de criação. O time se mostrou sem brilho, assaz burocrático. Ronaldinho foi um dos poucos que se salvaram – não que tenha sido espetacular, mas foi o que mais tentou, buscou o jogo.

As laterais também seguem como problema.

E para você, o que tem contribuído, mais diretamente, para a queda de qualidade na performance do Atlético?

O tal camisa 10 e o novo futebol… A rodada dos mineiros, dê sua opinião!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 116 comentários

Muitas vezes, parte da imprensa e da torcida pede jogadores tendo em mente conceitos um tanto ultrapassados.

O tal camisa 10 e o novo futebol

Nos últimos tempos, tenho percebido certo descompasso interessante no mundo do futebol. Entre a forma de muitos analisarem a modalidade e o que vigora, é aplicado na prática. Explico. Não é segredo para ninguém que o esporte bretão passou por mudanças táticas em períodos recentes. Novos esquemas e conceitos existem, viraram mania, se transformaram no padrão. Entretanto, boa parte das pessoas, ao apreciar, comentar, acaba utilizando referenciais de outra era, desnudando determinada desatualização. E configurando, então, a citada falta de sintonia.

Eis um exemplo prático. No momento de cobrar a presença de algum jogador com certa característica em um time qualquer, com frequência tem-se em vista o “velho e bom” 4-4-2 com uma dupla de volantes, uma de meias, e outra de atacantes, sendo que, na realidade, o time em questão joga no 4-2-3-1. A falta de sentido acaba existindo pelo fato de a “cornetada” pedir um tipo de atleta que não necessariamente se encaixa na forma da equipe analisada atuar, ou, no mínimo, não é obrigatório para ela. O caso mais comum nessa linha aparece no seguinte discurso: “o time tal não tem um camisa 10 clássico, um armador de oficio…”. Aí eu pergunto: quem tem? Talvez o São Paulo, com Ganso, que não vem funcionando; o Galo, com R10; o Coxa, com Alex; o Grêmio, com Zé Roberto, e, por fim, o Botafogo, com um Seedorf adaptado, transformado, no fim da carreira (afinal, antes, jogava como uma espécie de volante que saía para o ataque, mais “vertical”). Juninho Pernambucano não é exatamente esse jogador, e D’Alessandro, a despeito de possuir tais características, chega a ocupar os flancos em muitas partidas.

Dito isso, concluo: hoje, sobretudo com o epidêmico 4-2-3-1, não se faz obrigatório esse jogador chamado de “clássico” no meio. Mais do que isso: nessa formação, muitas vezes, atletas totalmente distintos são encarregados da mesma faixa de campo, da armação, tendo incumbências mais do que similares. Assim, da mesma maneira que Ronaldinho, um cara técnico, hoje mais lento, de cadenciar, joga como o homem centralizado do trio de meias desse esquema, Ricardo Goulart, Júlio Batista e, sei lá, um Montillo, todos eles mais de condução, de arrancada, de velocidade, de verticalizar, executam, cada um à sua maneira, a mesma tarefa.

Se um time precisa de alguém para desacelerar porque a correria desenfreada não está dando certo, por outra razão especifica, por um erro de engrenagem qualquer, é outra coisa, tudo bem, cobremos um cara mais “cerebral”. Mas pleitear a presença de um jogador com essas características, sem perceber que a equipe em questão já tem alguém com outros atributos que ocupa bem a posição e pode fazer o time funcionar, simplesmente por um vício de conceito, um costume, sem refletir, não condiz com as novas tendências futebolísticas.   

 A rodada dos mineiros

- Boa vitória do Cruzeiro contra o Criciúma e empate do Galo diante do Botafogo. Dê sua opinião sobre o desempenho das equipes mineiras na rodada!

A incrível intensidade do Galo e o futebol europeu. Bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 3 camisas do Galo, e a 3 do Cruzeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 191 comentários

Diante do São Paulo, na quarta passada, e do Cruzeiro, no último Superclássico, o Galo impressionou pelo ritmo, pelo volume, pela pressão, pela constância. Duas partidas impecáveis, o ápice da trupe de Cuca até aqui.

A incrível intensidade do Galo e o futebol europeu

 

Já há algum tempo, o termo “intensidade” tem se tornado moda no futebol. É utilizado, normalmente, para definir a capacidade de marcar com firmeza, velocidade, pressionando o adversário o tempo todo, inclusive no seu campo de defesa. Isso quando a equipe em questão está sem a bola. Recuperada a posse, segundo o “manual da intensidade”, é quase imprescindível sair com rapidez, dinamismo; atacar com muita gente e de forma pouco previsível, sem funções tão demarcadas – abram alas para o dom do improviso! É, com as devidas proporções, sem exageros, o “futebol total”, contemplado, preconizado por Rinus Michels, com sua “Laranja Mecânica”. É, porque não, o Barça de Guardiola, que mudou os rumos do esporte bretão até cair para o intenso Bayern – quando seu mentor já se ausentava. É, por fim, a “bagunça organizada”, sugerida por Ronaldinho Gaúcho. 

O culto à intensidade desnuda a realidade dos novos tempos, quando funções restritas demais – só destruir, ou só criar – vêm ficando raras, inviáveis. Todos devem marcar, “morder”. Todos hão de possuir noções minimamente razoáveis de passe.

Diante do São Paulo, na quarta passada, e do Cruzeiro, no último Superclássico, o Galo impressionou pelo ritmo, pelo volume, pela pressão, pela constância. Duas partidas impecáveis, o ápice da trupe de Cuca até aqui. Uma correria tão desenfreada quanto inteligente, produtiva.

Uma das principais falhas da seleção de Felipão, e do futebol brasileiro em geral, com relação ao que de melhor se pratica na Europa, passa, justamente, por uma deficiência, um atraso na habilidade para impor a tão decantada “intensidade”. Os treinadores mais badalados, conceituados, hoje, no país, pela modernização implantada em suas equipes, são Tite e Cuca. Não é à toa que os times que estão sob o comando destes têm conquistado ótimos resultados. Com estilos cheios de semelhanças, mas também de diferenças, cada um deles, a seu modo, faz o que mais se aproxima do futebol contemporâneo, “antenado”, “europeu”, em terras tupiniquins.

O complexo de vira-lata é uma bobagem. Querer copiar, e achar que tudo que vem de fora é superior, mostra-se ridículo. Porém, sábio é perceber que, em instantes específicos, a vanguarda dentro de determinada arte, de alguma área, pode estar fortalecida em certa região. Nesses casos, estudar, saber absorver o que há de bom, e adaptar à própria realidade, é um excelente caminho.

Bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 3 camisas do Galo, e a 3 do Cruzeiro

Voltamos com a promoção da semana. Dessa vez, porém, ao invés do sorteio, achei bacana fazer uma brincadeira entre os participantes do blog. Para concorrer à camisa do seu time (serão sorteadas TRÊS do Cruzeiro, e TRÊS do Galo), arrisque um placar para o jogão de domingo. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o resultado (portanto, se mais de 3 pessoas que pediram a mesma camisa do que você acertarem o resultado, não é garantia que você leve o prêmio mesmo que aposte no placar correto). O resultado será divulgado após o duelo, no domingo à noite ou na segunda pela manhã, aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto, cidade e a CAMISA DESEJADA. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

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