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São Paulo

O melhor clássico dos últimos tempos? Que momento do Galo! Um Cruzeiro de acordo com sua tradição…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 118 comentários

ATUALIZAÇÃO COMENTÁRIOS: Comentários de quarta até sábado respondidos em sua grande maioria. Basta olhar no respectivo post. Grande abraço para vocês!!

O melhor clássico dos últimos tempos? Dê seu palpite! Quem leva?

Galo invicto no Horto, Cruzeiro sem perder em 2013; dois dos melhores treinadores do Brasil; ótimo trabalho de ambas as diretorias; esquemas táticos similares e muito ofensivos; estrelas de nível de seleção dos dois lados; será que teremos, no domingo, o melhor clássico dos últimos tempos? Dê seu palpite! Quem leva?

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Esse discurso das arquibancadas reinou sobretudo na era Celso Roth. E a China Azul, de fato, tinha razão. Porém, com Marcelo Oliveira, e com as ótimas contratações, isso tem mudado.

Um Cruzeiro de acordo com sua tradição

Em anos recentes, noves fora os maus resultados, e o desempenho fraco apresentado em campo, uma reclamação mais específica tornou-se recorrente dentro da torcida celeste: o time não vinha jogando com sua filosofia tradicional. Aquela, que privilegia o toque de bola… Esse discurso das arquibancadas reinou sobretudo na era Celso Roth. E a China Azul, de fato, tinha razão.

Com Marcelo Oliveira, e com as ótimas contratações, isso tem mudado. E para melhorar, se aliando à eficiência dos resultados, não privilegiando apenas o lado “romântico”.

No início do ano, em estágios mais iniciais de entrosamento, a Raposa, naturalmente, pecava na sintonia da movimentação tática. Ou melhor, carecia de um acréscimo de dinamismo, de fluência. O quarteto ofensivo, a despeito de bons lampejos, não poderia, naquele momento, se mexer com a harmonia de quem joga junto há muito tempo.

Aos poucos, porém, Marcelo foi corrigindo isso, dando esse padrão. Hoje, podemos afirmar, Dagoberto, Éverto Ribeiro e Diego Souza, frequentemente, têm se agrupado e se mexido, trocado de posições, de modo assaz funcional e insinuante.

O primeiro, normalmente, parte da esquerda, ora como um meia do 4-2-3-1, ora se adiantando para formar algo mais próximo da “tradicional” dupla de ataque, com Borges. O segundo, usualmente, cria as ações pelo setor direito – e por lá, vem se firmando como o mais regular dos reforços. Diego Souza – principalmente quando tudo funciona bem, como na primeira partida contra o Villa -, guarda menos posição, ronda a área adversária, chega para finalizar, e se necessário, volta um pouco para articular vindo de trás. Às vezes, também cai pelos flancos, confundindo a marcação oponente.

Com tudo isso, se a técnica dá as caras pela presença dos nomes citados, e a tática se mostra tão afinada quanto amiga da movimentação, do futebol bem jogado, aquele estilo de toque de bola acaba consequentemente voltando na vida do Cruzeiro.

Para completar esse funcionamento insinuante do conjunto, Nílton muitas vezes surge com qualidade para auxiliar os arquitetos, não deixando a bola chegar “quadrada” para os mais habilidosos terem a obrigação de consertar, e as subidas dos laterais, costumeiramente, são bem coordenadas, alternadas, para a defesa não ficar demasiadamente exposta (o que, indiretamente, ao mexer com o equilíbrio do todo, poderia atrapalhar até ofensivamente). 

Com o cenário descrito acima, uma zaga que tem melhorado, e que deve crescer ainda mais com Dedé – o escalaria ao lado de Bruno Rodrigo -, a maior dúvida entre os titulares permanece na posição de Leandro Guerreiro. Afinal, o volante raçudo, que segue fazendo jus ao nome, se não anda exatamente em má fase, oscila muito. Pode ser que, em algum momento, torne-se mais útil como opção para a defesa. A observar…

Que momento do Galo!

Na quarta, o Brasil se rendeu. Quanta intensidade, quanta velocidade! Galo no esquama tático mais moderno do país!

Vitória maiúscula do Galo, classificação mais do que incontestável. Jô e R10 dando show. Cuca, para usar o jargão, “calando os críticos”, pela firmeza, pela lucidez, e pela tranquilidade com que comandou o time, que, lembrando, saiu atrás no placar em SP, e lá, se seu treinador merecesse o rótulo injusto de descontrolado, deprimido, que recebe de muitos, poderia ter se perdido.

Sinceramente, a superioridade na segunda partida foi tão grande, que pouco resta para comentar. O São Paulo chegou a estar até “estranho” durante boa parte do duelo. Inferior técnica e taticamente, poderia, pelo menos, ter dado um “sanguinho” a mais aqui e ali, como diria o outro. O Galo, que não tem nado com isso, “passou o trator”.

Enfim, análises técnicas e táticas em breve. Por ora, apenas abro o espaço para ouvir vocês!

Que momento para o futebol mineiro! Dois excelentes times… Final promete demais!

Aliás, que momento para o futebol mineiro: dois times jogando bem, bonito; dois excelentes treinadores; nomes de grande nível em ambos os clubes. Está dando gosto. A final promete como há muito, muito tempo mesmo não se via. Também assunto para os próximos dias!

Aprendendo com os erros… Hoje, a segunda parte do confronto do ano até aqui.

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 41 comentários

O Galo venceu muito bem, de forma mais do que justa. As qualidades sobrepujaram os defeitos. Todavia, mesmo nos momentos favoráveis, é nobre aprender com erros pontuais.

Aprendendo com os erros

Alguns jornalistas de São Paulo, desde que o confronto entre o tricolor e o Galo foi confirmado, esbanjaram desconhecimento e falta de bom senso para avaliar o alvinegro. Bobagem deles, apesar de que muitos também erram aqui ao generalizar sobre a mídia paulista, repleta de grandes profissionais, bem informados a respeito do futebol de outras praças. É clichê, mas não deixa de ser verdade: em Minas, em São Paulo, em qualquer lugar, há a parcela dos bons e dos ruins, em todas as atividades.

Noves fora a curtíssima seção “Observatório da Imprensa” – que terá outros momentos em breve -, na primeira partida das oitavas, os mineiros foram ao Morumbi e venceram de forma justa. Mostraram algumas das qualidades de seu amplo repertório.

Entretanto, inegável é que, durante alguns instantes, o time de Rogério Ceni esteve melhor do que o Atlético. Normal em um duelo de dois gigantes. E se isso, nem de longe, tira os méritos, a justiça da glória obtida pela trupe de Cuca, e tampouco diminui o Galo, acho que vale o papo em torno dos motivos que trouxeram os minutos de superioridade são-paulina. Não para extrair valor da superação alvinegra. Pelo contrário. É para refletir sobre como um conjunto pra lá de afinado pode se fortalecer ainda mais. Vamos lá.  

Para começo de conversa, a Avenida Marcos Rocha continua presente, firme e forte. Sim, o lateral que sonha ser atacante foi importantíssimo no passe para o segundo gol, e já falamos demais de seus defeitos de marcação. Contudo, a dificuldade nesse sentido não apenas continua, como tem se agravado em períodos recentes. Por isso, a necessidade da repetição. Quando jogadores rápidos, habilidosos, caem no seu setor – caso de Osvaldo, no São Paulo, que joga pela esquerda do ataque, mais um motivo para o reforço na lembrança -, tudo se torna grosseiramente nítido. É um Deus nos acuda.

Outro ponto: Ney Franco mostrou-se feliz ao implantar um ritmo assaz intenso no início, pautado sobretudo por uma bem executada “marcação pressão”. Cuca, excelente estrategista, precisa criar alternativas eficientes para se livrar desse tipo de tática. Afinal, o Galo não conseguiu respirar por alguns minutos, nos quais não soube sair bem com a posse da defesa, fazer a transição. Com tudo isso, tome bola pra frente, abram alas para os chutões!

Nesse começo confuso dos mineiros, também faltou compactação, aproximação das linhas. Zagueiros distantes de volantes, que por sua vez estavam longe dos meias, e por aí vai…

O Galo venceu muito bem, de forma mais do que justa. As qualidades sobrepujaram, com folga, os defeitos. Todavia, mesmo nos momentos favoráveis, é legal, é nobre, sábio, continuar buscando a excelência, se aproximar da perfeição. Até porque, em confrontos entre dois grandes, nenhum deles pode dar sopa para o azar. O Atlético merece muito respeito. O São Paulo, também. Nada está decidido.

Hoje, teremos o “segundo tempo” do jogo de 180 minutos que surge, até aqui, como o mais empolgante do calendário brasileiro. E a despeito da ótima atuação na primeira metade do duelo, vale uma última repassada no que há de ser lapidado.

O jogo do ano esta noite e alguns clichês

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 118 comentários

ATUALIZAÇÃO: Comentários dos últimos dias, em sua maioria, respondidos nesta madrugada, de SEXTA PARA SÁBADO. Basta dar uma olhada no post em que comentou para ver o retorno dado a sua participação. Grande abraço a todos, obrigado!!

 

Técnica, talento, qualidade mesmo, pura: ingredientes fundamentais, insubstituíveis, costumeiramente despachados para escanteio, nas avaliações sobre futebol, em detrimento de clichês e certos folclores que cercam o esporte.

O jogo do ano esta noite e alguns clichês

Quando ficou sacramentado que o Atlético enfrentaria o São Paulo nas oitavas de final, para mim, estava evidente que o alvinegro teria, entre todos os cenários possíveis naquela ocasião, o mais complicado. Ainda que a trupe de Ney Franco não esteja afinada, alinhada. Muitos defendem, até hoje, a tese de que duelar contra o Arsenal, encarando um clima pra lá de hostil, bem peculiar, e/ou o The Strongest, reforçado pelo seu eterno principal jogador, a altitude, seria, teoricamente, pior. Para alguns, até a logística de uma viagem mais curta, menos cansativa, colocava o cruzamento diante do São Paulo como o “melhor dos mundos possíveis”.

É preciso parar com alguns clichês no futebol. Por mais que logística, altitude e clima sejam sim, usualmente, fatores preponderantes, que devem certamente, de algum modo, entrar nas avaliações sobre o contexto, a dificuldade de uma partida, costumeiramente falta a muitos o senso para dar a devida importância para cada coisa. Essas questões citadas, ainda que relevantes, não são suficientes, na maioria dos casos, para tornar um duelo frente a um time bem menos qualificado tecnicamente, e com tradição imensamente inferior, mais difícil do que aquele contra um adversário cuja camisa pesa horrores, repleto de bons nomes, individualmente. Mesmo que a viagem, para jogar contra este último, seja curta, a logística melhor, e o clima, digamos, bem mais comum.

A carência de percepção surge também naqueles que colocam a tradição do tricolor paulista como o único ou, ao menos, o mais determinante fator, disparadamente, pela dificuldade “potencial”, “teórica”, da batalha. Sim, aqui estamos falando de algo bastante considerável. Entretanto, sem Jádson, Ceni, Osvaldo, Ganso, entre outros, e com o plantel, sei lá, do Palmeiras, mesmo com o cartel impressionante de títulos continentais do São Paulo, não veria uma perspectiva de um embate – envolvendo o Galo do outro lado -, tão interessante e difícil de prever como enxergo agora.

Técnica, talento, qualidade mesmo, pura: ingredientes fundamentais, insubstituíveis, costumeiramente despachados para escanteio, nas avaliações sobre futebol, em detrimento de clichês e certos folclores que cercam o esporte. Aliás, até pelo papel tão importante desses pontos, o São Paulo, obviamente, tem de tomar cuidado com o Atlético. Neles, o alvinegro, em teoria, na minha visão, é superior. Todavia, o São Paulo também possui um dos melhores plantéis do Brasil – ainda que inferior ao dos mineiros -, e assim, a distância entre os oponentes não é robusta o suficiente para posicionar um deles como favorito absoluto. Pois o talento do tricolor está lá, ainda que não tenha dado liga, coletivamente. Ela, porém, aparece de vez em quando, aqui e ali, pelos lados do Morumbi, e pode resolver dar as caras de novo. Difícil seria, na verdade, se o talento sequer existisse.

Talento, tradição, mata-mata da mais importante competição: nesta quinta, teremos, até aqui, o jogo do ano no futebol brasileiro.

O futebol da seleção parece outro esporte… Cruzeiro voa no Mineiro, e o jogão do Galo pela Libertadores

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 82 comentários

Comentários dos últimos dias, em sua maioria, respondidos nessa madrugada, de segunda para terça. Basta dar uma olhada no post em que comentou para ver o retorno dado a sua participação. Grande abraço a todos, obrigado!!

Seleção tão mal e previsível que facilita a vida até do comentarista (a não ser daqueles apavorados de medo de criticar qualquer coisa ligada ao escrete canarinho). 

O futebol da seleção parece outro esporte…

Contra o Chile, o Brasil foi muito mal. Péssimo. Se apresentasse o mesmo desempenho diante de um adversário mais qualificado, seguramente, o final seria desastroso. É claro que, sem o pessoal que atua na Europa, Felipão colocou em campo um time muito distante daquele que nos representará nas grandes competições. Além do mais, independentemente disso, normalmente não convém, não é correto julgar, de modo taxativo, em função de 90 minutos. Contudo, o que direi aqui engloba não só todos os cotejos disputados pela trupe de Scolari – incluídos aqueles nos quais a equipe completa se fez presente. Na análise, direta e indiretamente, entra a situação geral do nosso futebol, comparada ao que há de melhor no mundo hoje, e, por que não, o perfil do treinador tupiniquim, velho conhecido.

Entre os quase incontáveis defeitos que temos visto no esquadrão nacional, desde que Felipão assumiu para o atual revival , o que propiciaria passes curtos, rápidos, um bom toque de bola; nessa linha, mas não só por isso, dificuldade assustadora de trocar quatro, cinco passes com frequência, do meio para frente; muita ligação direta; pouca mobilidade do esquema tático, equipe demasiadamente estática, com os jogadores “guardando em excesso” seus posicionamentos (Neymar, por exemplo, fica muito preso à esquerda)…

Esse último fator não só facilita a marcação dos rivais, como deixa a vida do comentarista assaz tranquila: afinal, não há lá muita dificuldade para decretar qual é o esquema adotado. E não paro por aí. A intensidade brasileira – ou melhor, a falta dela – dá a impressão de que nosso escrete está participando de uma partida de outro esporte, se comparamos as atuais performances da “amarelinha” com o que se tem passado de bom na Europa. Quem vem acompanhando Borussia e Bayern nessa temporada – e não digo somente pelas semifinais da Champions quase ganhas desde o primeiro jogo, até porque, já vinha escrevendo sobre esses dois gigantes há meses -, e lembra que eles formam a base da Alemanha, se realmente torce para o Brasil, já tem calafrios. Aqui, aquela história do “imagina da Copa” tem outro sentido. E se poucos estão perto dos germânicos em excelência, não são raros aqueles que, ao menos, estão deles menos distantes do que nós, em termos de certo desenvolvimento, de alguma modernidade. Felipão tem muitas qualidades. Taticamente, entretanto, é ultrapassado.

Cruzeiro voa no Mineiro, e o jogão do Galo pela Libertadores

No Mineiro, o Cruzeiro sobra. Diego Souza fez grande partida, a marcação no meio funcionou e a equipe não deixou o Villa respirar. Taticamente, o esquema de Marcelo, cada vez mais, ganha liga. Destaque para a boa movimentação dos 4 homens da frente. Esse assunto será melhor desenvolvido, em breve, no blog.

Já o Galo faz, na quinta, contra o São Paulo, o jogo do ano no Brasil até aqui. Pela tradição dos dois clubes, a importância, pela rivalidade acumulada do confronto recente, pelos bons valores individuais dos dois lados, pela expectativa que a trupe de Cuca gerou em função da ótima primeira fase… O tricolor, cada vez mais tem, em Osvaldo, seu nome mais constante e perigoso.

Para vocês, como estão os times mineiros? Quais as principais virtudes do Cruzeiro? e o palpite para o jogão do Galo? Deixe o seu recado nos comentários…

O difícil desafio do Galo; vencedores da promoção!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 65 comentários

Queridos amigos: os comentários dos dias 8 e 9, todos do post anterior, foram respondidos… Abraços a todos!!!

Pessoal, de 11 de Fevereiro a 3 de Março estarei em período de férias. Nessa época, ainda vou postar algumas coisas aqui, em volume um pouco menor. Os comentários podem demorar um pouco a entrar, pois não estarei fazendo a moderação durante boa parte do dia. Mas, uma hora, com certeza vou vê-los e aprová-los. Nesse período, infelizmente, não poderei responder a maioria das mensagens. Na semana do dia 3 de Março, tudo volta ao normal: quantidade de textos, aprovação de mensagens feitas com rapidez e respostas aos comentários. Mas continuem entrando aqui, pois, como disse, mesmo nas férias, pelo menos alguns posts ainda farei. Grande abraço a todos, obrigado pela compreensão!

Contratado a peso de ouro, mesmo quando livre das constantes limitações físicas, o badalado amigo inseparável de Neymar, para mim, hoje, pode ser uma das maiores decepções do futebol brasileiro nos últimos anos. Não cravo nada, mas tenho esse receio.

O difícil desafio do Galo

Atlético e São Paulo têm tudo para, no Independência e no Morumbi, fazerem dois dos jogos mais sensacionais da fase de grupos da Libertadores. Afinal, tecnicamente, estão no seleto grupo dos seis, sete melhores plantéis do Brasil. Tendo em vista a importância, a representatividade do duelo dessa quarta, mostra-se interessante conhecer o qualificado rival que o alvinegro terá.

Sob o comando de Ney Franco, a palavra de ordem do tricolor paulista parece ser velocidade. A rapidez e o estilo “vertical” de atuar têm dado o tom no Morumbi. Às vezes, falta capacidade de parar a bola, mudar o ritmo, cadenciar mais o jogo, evitando o “bate e volta”, o “perde e ganha” que, corriqueiramente, o excesso na procura da aceleração propicia. Aliás, o próprio Galo sofre com defeito parecido a este frequentemente. Entretanto, o São Paulo, diga-se, não insiste tanto na ligação direta como os comandado de Cuca vêm fazendo.

Vale destacar que, se o atual campeão da Sul-Americana tem essa parte do seu jogo para esmerar, em geral, o time, coletivamente, é ótimo, perigosíssimo. O trabalho de Ney Franco é repleto de méritos, é um sucesso. Com ele, a equipe melhorou, tem sintonia, aparece sempre bastante bem armada.

Dentro de campo, esse ano, o destaque vem sendo Jádson. Em 2012, como armador centralizado no 4-2-3-1, fazendo parceria com Lucas – que atuava pela direita -, e Osvaldo – que ocupava, e ainda joga pelo flanco esquerdo do meio -, já vinha rendendo bem. Na temporada atual, o meia criativo do tricolor cresceu ainda mais, ofuscando o apagado, tímido e pouco participativo Ganso.

A presença do ex-santista, de certa maneira, virou um problema, na medida em que é daqueles jogadores que chegam para serem titulares, mas, ao mesmo tempo, hoje, alia a má fase técnica com a dificuldade de se encaixar em um esquema que muitas vezes parece estar melhor sem ele, tão estelar. Ganso não “combina” com a parte direita do meio, onde seria substituto imediato de Lucas. Escalado centralizado, com Jádson ali, surgia como a solução que todos esperavam. Entretanto, a princípio, entre outros problemas, pode soar um desperdício tirar o último do habitat onde ele está rendendo tão bem, ainda que, na direita, também não vá mal. Principalmente se, Ganso, o “motivo” desse deslocamento, não “justificá-lo” em campo. Contratado a peso de ouro, mesmo quando livre das constantes limitações físicas, o badalado amigo inseparável de Neymar, para mim, hoje, pode ser uma das maiores decepções do futebol brasileiro nos últimos anos. Não cravo nada, mas tenho esse receio.

Confiram, abaixo, os vencedores da promoção da semana, todos já avisados por e-mail:

 

CAMISA DO AMÉRICA


Daniela Menicucci de Faria e Iolanda Ricarti de Barros

CAMISA DO GALO

LUIZ FERNANDO DE BARROS e Guilherme de Mello P.G.Cardoso

CAMISA DO CRUZEIRO
Francilei S.Alves e Elker Barbosa