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Ronaldinho Gaúcho

Papel tático, time coletivo e falta de um craque

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 52 comentários

Mais do que por individualidades decisivas, o Cruzeiro vem se marcando pelo trabalho coletivo. Um craque mais consistente, pode ser o detalhe final.

Papel tático, time coletivo e falta de um craque

 

Na vida, muitas vezes é necessária a ausência, a perda, para que se dê valor. Deixando de lado o tom dramático e taxativo que essa frase pode ter, foi o que se viu no Cruzeiro, diante do Santos, com o desfalque de Éverton Ribeiro. O jovem meia é ainda bastante irregular. Depois de um início de ano promissor, consistente, passou a oscilar além da conta. Não tem tido atuações de craque. Não há de ser inquestionável. A Raposa tem muitíssimas opções ofensivas, do meio para frente. Porém, mesmo levando em consideração todos esses fatores, o ex-jogador do Coxa possui uma função tática importante. Não entro aqui no mérito se ele é um “10” clássico ou não, se é “o” armador, ou apenas um auxiliar nessa seara. O fato é que o pupilo de Marcelo exerce uma tarefa de “enganche”, de “motorzinho”, de pulmão, termômetro, ligação, elo, entre o meio e o ataque, pelo lado direito, assaz relevante. Aproximação entre setores, preenchimento de espaços, eis outras expressões a serem levantadas para descrever a incumbência deste atleta.

Matinuccio, tecnicamente, não deixa nada a desejar. Ele, Élber, e outros nomes do elenco celeste, podem muito bem ser substitutos de Éverton na equipe em eventualidades (sem falar que, embora pense que o último deva ser titular, com a manutenção do esquema ou não, reafirmo, ele não está num patamar para ser visto como alguém absoluto, no sentido de que sua presença no banco configuraria um crime contra o bom senso). Entretanto, no momento, como alguns jogadores estão voltando de contusão, outros não foram testados no posto de Éverton, e o time vinha ajustadinho com este, creio que sua ausência, um tanto “repentina”, sem tempo para adaptações, acabou mesmo tornando o conjunto órfão de alguém para realizar o mencionado trabalho.

FORTE PELO CONJUNTO

Apesar das colocações já feitas, deixo claro: o empate “xoxo” do Cruzeiro em casa, nem de longe, passou apenas pela ausência destacada. Até porque, a Raposa vem se marcando pelo lado coletivo, pela organização, pelo bom trabalho do treinador. Tanto que, mesmo sendo líder (merecidamente), sendo, na minha avaliação, o time mais consistente do certame, até aqui, não possui destaques absolutos lutando pelo prêmio de craque do campeonato. Ninguém com importância individual no nível de um Seedorf, um Juninho Pernambucano, um Alex…

Vinícius Araújo, por enquanto, ao lado de Vitinho, é uma das revelações. Bruno Rodrigo e Nílton, dois dos mais “sólidos”, são destaques em termos de regularidade, dentro das suas posições. Mas, no todo, repito, a individualidade altamente diferenciada, ainda não surgiu. Quem sabe com Dagoberto, Júlio Baptista? Pode ser o divisor de águas para a equipe deslanchar ainda mais.

Galo, falta de criação e laterais

O Galo segue apresentando rendimento ruim. Diante do Náutico, o principal problema foi a falta de criação. O time se mostrou sem brilho, assaz burocrático. Ronaldinho foi um dos poucos que se salvaram – não que tenha sido espetacular, mas foi o que mais tentou, buscou o jogo.

As laterais também seguem como problema.

E para você, o que tem contribuído, mais diretamente, para a queda de qualidade na performance do Atlético?

O tal camisa 10 e o novo futebol… A rodada dos mineiros, dê sua opinião!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 116 comentários

Muitas vezes, parte da imprensa e da torcida pede jogadores tendo em mente conceitos um tanto ultrapassados.

O tal camisa 10 e o novo futebol

Nos últimos tempos, tenho percebido certo descompasso interessante no mundo do futebol. Entre a forma de muitos analisarem a modalidade e o que vigora, é aplicado na prática. Explico. Não é segredo para ninguém que o esporte bretão passou por mudanças táticas em períodos recentes. Novos esquemas e conceitos existem, viraram mania, se transformaram no padrão. Entretanto, boa parte das pessoas, ao apreciar, comentar, acaba utilizando referenciais de outra era, desnudando determinada desatualização. E configurando, então, a citada falta de sintonia.

Eis um exemplo prático. No momento de cobrar a presença de algum jogador com certa característica em um time qualquer, com frequência tem-se em vista o “velho e bom” 4-4-2 com uma dupla de volantes, uma de meias, e outra de atacantes, sendo que, na realidade, o time em questão joga no 4-2-3-1. A falta de sentido acaba existindo pelo fato de a “cornetada” pedir um tipo de atleta que não necessariamente se encaixa na forma da equipe analisada atuar, ou, no mínimo, não é obrigatório para ela. O caso mais comum nessa linha aparece no seguinte discurso: “o time tal não tem um camisa 10 clássico, um armador de oficio…”. Aí eu pergunto: quem tem? Talvez o São Paulo, com Ganso, que não vem funcionando; o Galo, com R10; o Coxa, com Alex; o Grêmio, com Zé Roberto, e, por fim, o Botafogo, com um Seedorf adaptado, transformado, no fim da carreira (afinal, antes, jogava como uma espécie de volante que saía para o ataque, mais “vertical”). Juninho Pernambucano não é exatamente esse jogador, e D’Alessandro, a despeito de possuir tais características, chega a ocupar os flancos em muitas partidas.

Dito isso, concluo: hoje, sobretudo com o epidêmico 4-2-3-1, não se faz obrigatório esse jogador chamado de “clássico” no meio. Mais do que isso: nessa formação, muitas vezes, atletas totalmente distintos são encarregados da mesma faixa de campo, da armação, tendo incumbências mais do que similares. Assim, da mesma maneira que Ronaldinho, um cara técnico, hoje mais lento, de cadenciar, joga como o homem centralizado do trio de meias desse esquema, Ricardo Goulart, Júlio Batista e, sei lá, um Montillo, todos eles mais de condução, de arrancada, de velocidade, de verticalizar, executam, cada um à sua maneira, a mesma tarefa.

Se um time precisa de alguém para desacelerar porque a correria desenfreada não está dando certo, por outra razão especifica, por um erro de engrenagem qualquer, é outra coisa, tudo bem, cobremos um cara mais “cerebral”. Mas pleitear a presença de um jogador com essas características, sem perceber que a equipe em questão já tem alguém com outros atributos que ocupa bem a posição e pode fazer o time funcionar, simplesmente por um vício de conceito, um costume, sem refletir, não condiz com as novas tendências futebolísticas.   

 A rodada dos mineiros

- Boa vitória do Cruzeiro contra o Criciúma e empate do Galo diante do Botafogo. Dê sua opinião sobre o desempenho das equipes mineiras na rodada!

Imaginando o jogo de quarta… A parte tática da final. Bolão do segundo jogo da final da Libertadores: arrisque um placar e concorra a camisas do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 559 comentários

Bolão da Libertadores: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo!

Mesma história da semana passada. Para concorrer às 2 camisas do Galo, arrisque um placar para o jogão de quarta. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o resultado, caso tenhamos mais acertadores do que camisas. O resultado será divulgado na quinta ou na sexta-feira, aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Imaginando o jogo de quarta

 Na véspera do maior jogo da história de um clube como o Galo, é preciso caprichar para escrever. É preciso ser criativo. Um toque de informação, bem como uma pitadinha de análise, de reflexão, não faz mal a ninguém. Esta é “A” partida para ir. E também, sendo assim, imperdível, trata-se de um confronto sobre o qual não parece fora de lugar, exagero, conjecturar; especular, vislumbrar, traçar quadros plausíveis, seus desdobramentos, e possíveis paliativos para o adversário.

O Olimpia, conforme abordei na coluna de quinta, é um poço de imprevisibilidade, uma caixinha de surpresas. Já quase sucumbiu diante de rivais um tanto mequetrefes, por eles sendo massacrados, mesmo quando, obstinadamente, só queria defender. Nestas oportunidades, abusou da sorte – algo no que, vamos e venhamos, tem em comum com o contendor na final, o que, de modo algum, torna injusta a presença de ambos no olimpo do futebol continental. Em outros instantes, o ferrolho, aliado à disciplina tática, à raça, mostrou-se suficiente para a derrubada de gigantes, superiores tecnicamente.

Porém, ainda assim, mesmo nesse mar atribulado, nessa planície irregular, repleta de percalços, duas coisas são quase certas. A primeira: os paraguaios têm um futebol prático, vertical, que dispensa a posse. Ligações diretas, chuveirinhos, avanços bastante destrambelhados – embora, diga-se, muitas vezes conscientes, intencionais –, que os fazem chegar perto da meta adversária com tanta rapidez que ficamos com aquela sensação: “ué, como eles chegaram ali?”. Segundo ponto recorrente: o “Rei de Copas” adora vencer de pouco em casa – o segundo tento contra o Atlético nem era exatamente alvo de sangria desatada para eles, àquela altura, doidos para dormirem com a vantagem mínima – e se fechar com “dezesseis”, com o presidente, com a Larissa Riquelme, fora de seus domínios, nos jogos decisivos.

Razoáveis méritos táticos, em termos de organização; louváveis e consistentes, acentuadas virtudes no campo da raça: eis as preocupações. Tecnicamente “virtuosos”, no elenco “Olimpiano”, há um ótimo goleiro, uma espécie de segundo volante fogoso e hábil (Alejandro Silva), que deve receber boa liberdade para sair um pouco mais, com o acréscimo de homens defensivos na equipe e, vá lá, o bom meia Salgueiro (um tanto discreto no primeiro jogo).

PARTE TÁTICA DO DUELO

- O confronto tático, de estratégias, entre Cuca e Ever, promete. Um elemento surpresa, um cara que surge detrás para ajudar o quarteto ofensivo, pode ser vital para o Galo.

- Para sair do 4-1-4-1 montado por Ever Almeida, Cuca iniciou o cotejo em Assunção numa espécie de 4-3-1-2, que às vezes parecia um 4-3-3, tendo Luan como um tipo de volante, pela esquerda, situado logo atrás de onde Tardelli caía. Na segunda etapa, voltou ao 4-2-3-1, quando Luan, aí sim, pareceu um substituto de Bernard, em termos de posicionamento.

Apesar dos ótimos 20 minutos iniciais, no frigir dos ovos, me pareceu que o Galo funcionou melhor no seu bom e velho 4-2-3-1. Para sair do provável 5-4-1 que enfrentará no Mineirão, a receita, na minha visão, passa pela manutenção da filosofia com a qual o time está acostumado, talvez apenas com uma pitadinha de algo diferente, como a aparição de um homem surpresa para se somar à “bagunça organizada” do ataque orquestrado por Cuca.
Até porque, como o Olimpia não desejará avançar tanto assim, pode parecer desperdício determinado número de marcadores; o nível de cautela do meio, em algum sentido, poderá ser menor.

Nessa linha – mas não somente por esse motivo, digamos que este apenas agrava a necessidade que será colocada -, o segundo volante precisa melhorar o passe. Josué, nos 90 minutos iniciais do duelo final, deixou a desejar nisso. Enfrentando uma retranca, os marcadores acabam avançando mais e participando de forma ativa do ataque, com a bola no pé. Não dá para destoar demais do resto na troca de passes.

 

 

Ganhadores do Bolão! Dê sua opinião sobre o confronto final da América. Qual é a desse Olimpia?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 49 comentários

Ganhadores do Bolão!

 

Abaixo, as três pessoas que acertaram o resultado da primeira partida da final da Libertadores. Os ganhadores foram avisados em seus e-mails sobre o procedimento de retirada das camisas do Galo na rádio.

 Grande abraço a todos, obrigado pela participação!

 - Rafael Augusto Ramos

 - Moacir Rocha Junior

 - Nilson Rosa

 Dê sua opinião sobre o confronto final da América

 O que acharam da derrota alvinegra no Paraguai? Dê sua opinião!

 Aos poucos, vamos soltando algumas análises do jogo e do confronto comum um todo por aqui.

 De início, alguns breves destaques:

 R10 foi MUITO mal; Richarlyson e Josué também deixaram a desejar, e Tardelli, como quase sempre, se salvou (assim como Leonardo Silva, entre alguns outros).

 Cuca começou come esquema diferente no primeiro, umas espécie de 4-3-3, e voltou ao normal na segunda etapa.

  

OBS: Coluna publicada no jornal “Hoje em Dia” na quinta-feira.

 

Qual é a desse Olimpia?

 

Como é inglória a vida de colunista das quintas-feiras… Ou melhor, “incerta”. Afinal, muitas vezes, “nossa classe” tem o privilégio de escrever sobre um jogaço de quarta em primeira mão, quando tudo está fresquinho na memória. Em outros instantes, pelos horários do fechamento do jornal e do fim da partida sobre a qual todos querem falar não baterem, ficamos mais perdidos que “Adão no dia dos pais”. Logísticas diversas, do próprio autor e/ou do veículo, também chegam a interferir nisso… Enfim, é o caso dessa semana. Que me perdoem os torcedores de outras equipes. Hoje não tem como. É dia de falar da Libertadores. Mas como escrever antes do jogo para quem vai ler a análise após a sua realização?

 Em cena, a criatividade! Permitam-me uma pequena porção de licença poética. Se bem que, as considerações que aqui serão feitas, praticamente transcendem, independem do que pode ter acontecido na quarta, quando estarei no Paraguai, matando a curiosidade, a ansiedade associadas ao duelo decisivo. E, do mesmo modo, a referida apreciação está totalmente vinculada ao embate de 180 minutos (ou mais). Vamos a elas.

 Falemos do Olimpia, acerca de diversos tentáculos que formam o time, o adversário do Galo. Clube conhecido, equipe atual nem tanto. Afinal, qual é a força deles?

 Em dois aspectos, a agremiação paraguaia é inquestionavelmente forte. Tem camisa das mais pesadas do continente. Único time sul-americano a disputar pelo menos uma decisão de Libertadores em todas as décadas, desde que a competição foi criada. Já é dono de três títulos. Chegou, em 2013, à sua sétima final, igualando o Independiente, maior campeão, e ficando atrás apenas de Boca e Peñarol. A atmosfera no “Defensores del Chaco” é impressionante, intimidadora, embora, diga-se, não creia que o Galo, nesse aspecto, tenha sentido. Será que acertei?

 Por fim, psicologicamente, o “Rei das Copas” é bem consistente, não costuma “amarelar”. Agora, em termos de “bola” mesmo, qualidade técnica, eles oscilaram além da conta nessa Libertadores. Por isso era, e provavelmente continua, demasiadamente complicado esbanjar, exercitar os dons premonitórios em torno da final. Dentro da atual Libertadores, o mesmo Olimpia mostrou-se capaz de: golear o Newell’s jogando bonito; eliminar o Fluminense sem um futebol vistoso, mas muito eficiente, competitivo, e , por fim, ser massacrado pelo Santa Fé no segundo jogo da semifinal, a ponto de deixar a classificação com um gostinho “e meio” de injustiça – entre outras variações de “humor”. Assim, essa reflexão vale para o cotejo de ontem e, principalmente, para o próximo. Se os paraguaios brilharam ou fizeram um papelão na quarta, não seria exatamente uma surpresa, por esse traço demonstrado na fase atual. Caso o duelo continue em aberto, é bom ter em vista essa imprevisibilidade do “Decano”.

 

O Olimpia, sem dúvida, é um time meio “doidão”, capaz de “uma no cravo e outra na ferradura”. Se foram bem, ou mal nos primeiros 90 minutos, não se enganem: pode mudar muito, mesmo de um dia para o outro.

Galo e Strongest: análises sobre o jogo. O que você achou?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 99 comentários

Respostas às mensagens pendentes da semana passada dadas nessa terça pela manhã.. Abraço a todos!!!

O que você achou da vitória do Galo sobre o The Strongest? Dê sua opinião!

Algumas observações sobre o jogo – rápidas, sem o objetivo de “esgotar” a partida, depois vamos comentando mais sobre outros aspectos que ficarem pendentes:

- Um dos grandes méritos do Galo: a movimentação constante dos 3 meias do 4-2-3-1, e mesmo de Jô, o atacante, aquele que joga mais adiantado. Tardelli e Bernard trocam de lado várias vezes, em determinados instantes aparecem no meio com R10 aberto, enfim, há um dinamismo, um entrosamento muito interessante nesse sentido. Grande trabalho de Cuca, aqui.

- Outra virtude do time e do treinador, que também ocorreu no confronto de ontem: a capacidade de sair do 4-2-3-1 e chegar ao 3-4-3, interessante para confundir o adversário, se adaptar à realidade que o jogo pede (quando está no 3-4-3, como já disse, o terceiro zagueiro é o Júnior César, e não o Pierre, normalmente).

- Saber ter paciência, aliada à intensidade, foi muito importante, outro ponto positivo do Galo. Enfrentar uma defesa bem postada, bem fechada, “pede” essa capacidade de ir tocando a bola, colocá-la no chão para ir envolvendo o oponente.

- Antes o time da verticalização, da intensidade, da velocidade, o Galo mostrou que pode ser o time da posse.

- Paciência foi a palavra de ordem, como deveria ser. Nessa toada, colocou a bola no chão, trocou passes, e deixou os chutões de lado. Explorou a boa técnica, o bom toque de bola que pode ter com a equipe que possui. Ótima notícia.

- Sobre o Strongest, para não me chamarem de “profeta do acontecido”, vejam o post abaixo: já vinha salientando que os bolivianos têm uma boa equipe, organizada defensivamente. Sim, não são “nada demais”, não são espetaculares, técnicos, nada disso. Tampouco se mostram a baba que muitos consideram. Puro desconhecimento e preconceito.

- Os bolivianos jogam com duas linhas de 4. Os laterais, até sofrerem o gol, não passavam do meio. A primeira linha é bem estática. A segunda, bem organizada, um pouco mais dinâmica, como destcaquei na transmissão, com o jogador mais próximo de onde está a bola se adiantando, saindo da linha para ir ao combate.

- Defeito do Galo na partida: deu espaço em excesso, ficou exposto demais em alguns contra-ataques e pecou, mais uma vez, em certos instantes, na marcação pelo lado direito da defesa. Contudo, ressalto: pecados ‘leves” – dentro do jogo de ontem, destaco -, que não merecem ser usados para dar um traço negativo à atuação da equipe e de Cuca. Ambos continuam muito bem. Continuo gostando muito e aprovando o trabalho do comandante atleticano.

Enfim, depois falamos mais do Galo…