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rebaixamento

Cruzeiro: a ruindade alheia ajudou até agora, e pode continuar sendo a salvação; Coxa vai “comer grama” contra rival, e é grande favorito (análise do clássico paranaense)

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 2 comentários

- Apesar do rendimento pífio no segundo turno, período no qual tem a pior campanha, o Cruzeiro pouco frequentou a zona de rebaixamento. Em um primeiro momento, contou com o papel razoável que fez na primeira metade do Brasileirão – terminou-a em 7º-. Depois, “queimada a gordura”, a ruindade alheia, o fato de os concorrentes diretos não conseguirem engrenar, passou a ajudar. Ao fim da última rodada, o desempenho dos adversários na luta contra o descenso pode, mais uma vez, agora de maneira definitiva, “especial”, ser decisivo para o destino celeste.

- Em um campeonato tão equilibrado, e em partidas tão cercadas de tensão, rivalidade, de elementos diversos, como serão quase todas do próximo domingo, fica difícil fazer previsões. Entretanto, quanto a um dos jogos que interessa ao Cruzeiro, é possível afirmar que há um favorito destacado: no duelo contra o Atlético-PR, o Coxa tem, a princípio, e teoricamente, é bom dizer – já que no campo tudo pode mudar -, ampla vantagem. Possui time bem mais entrosado, organizado e qualificado tecnicamente. Teve ótimo ano, desde o primeiro semestre. Está super acertado, em função de um ótimo trabalho de Marcelo Oliveira, que já tem considerável duração. Foi vice da Copa do Brasil, perdendo para o Vasco, que ainda luta pela conquista do Brasileiro; conseguiu longa série de vitórias, que ficou entre as maiores da história do futebol do país; obteve triunfos maiúsculos, como a goleada diante do Palmeiras, em época na qual o Verdão não estava tão fraco como hoje. 

- Para completar, o Coxa depende apenas do seu resultado para assegurar uma Libertadores, o que coroaria a excelente temporada – e é objeto de desejo de todos no Brasil, sobretudo para quem, como o Coritiba, não está acostumado a frequentar a competição, e enxerga diante de si uma oportunidade única de uma vitrine diferenciada -, e vai querer rebaixar o maior rival, em seu próprio estádio, na Arena da Baixada – também só depende de si para isso. Assim, por ter muito mais qualidade como equipe, e por ter muita coisa em jogo – vai entrar “comendo grama” e, ao mesmo tempo, com menos pressão do que o oponente, já que não tem o peso, a obrigação de lutar para salvar a própria pele, para evitar um rebaixamento -, me arriscaria a dizer que dificilmente perde o clássico.

- Com o empate, o Atlético-PR já não alcançaria o Cruzeiro, mesmo com uma eventual derrota para o Galo.

- Portanto, nesse cenário, há chances consideráveis de notícias boas para a Raposa virem do Paraná. Já da possibilidade de algo nessa linha chegar da Bahia, falo em outro post.

Favoritismo do Galo no clássico, que, ainda assim, permanece bem imprevisível; um possível alento para os cruzeirenses: a vantagem do Coxa sobre o rival pode ajudar a salvar a Raposa

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

O clássico de domingo, por ser uma partida com um grau de tensão elevado, por envolver duas equipes que não podem ser consideradas de excelente qualidade técnica, pelo clima que o ronda, pelo o que está em jogo, e por várias outras razões, não é um confronto de alta previsibilidade.

Entretanto, dá para dizer que, a princípio, o Atlético é favorito – o que, de forma alguma, significa que irá ganhar, que tem ampla vantagem teoricamente, já “de véspera”, “de antemão”; nada nessa linha, nada perto disso; não apostaria um centavo no decisivo encontro, é bom deixar claro.

Nesse momento, o Galo se mostra bem mais organizado, entrosado e forte coletivamente; mesmo não sendo brilhante, tem cara de time, razoável consistência; além disso, possui jogadores em fase superior, que estão rendendo melhor tecnicamente, em termos individuais; é dono de uma defesa sólida, segura, e, por fim, até criativa e ofensivamente se encontra à frente do rival. Ademais, há de se lembrar do cenário, do contexto favorável que permeia o espírito da equipe para o embate, conforme analisei em um post um pouco abaixo. Para completar, os desfalques cruzeirenses, sobretudo de Montillo, são preocupantes.

Ainda assim, o lado celeste, obviamente, pode vencer. E se o favoritismo atleticano preocupa, aparece como um mau presságio para a Raposa, um alento: no clássico de Curitiba, entre Coxa e Atlético-PR, a diferença de qualidade, do momento entre os dois times é ainda maior, a favor dos comandados de Marcelo Oliveira. Esse fator pode ser decisivo para salvar o Cruzeiro do rebaixamento. Ao longo da semana falarei mais disso.

A impressionante queda de Diego Renan; o exagero nas críticas; a qualidade por ele já demonstrada

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 4 comentários

- Impressionante a queda de rendimento de Diego Renan. No ano passado, ele esteve entre os 3 melhores da sua posição no prêmio da CBF. Era um jogador que não apenas mostrava-se consideravelmente “correto”, regular, seguro nas suas atuações, sem muitas falhas decisivas; tinha alguns lampejos que iam além disso; instantes de habilidade, que certas vezes chegavam a fazer a diferença. Portanto, além de sólido e confiável, no sentido de não protagonizar patacoadas recorrentes, por driblar, chutar com as duas pernas, ter avanços frequentemente vigorosos no ataque e arriscar jogadas ousadas, ainda que estivesse longe de ser um craque, podia ser considerado uma ótima opção para a lateral – até pela escassez de nomes no setor enfrentada no futebol brasileiro.

- Esse ano, e sobretudo na reta final do campeonato, Diego Renan não apenas “sumiu”, não está em má fase por atuações tímidas, apagadas, mornas, “sem graça”, sem os diferenciais que mostrava algumas vezes. A sua queda vem se mostrando pior do que isso. Além do desaparecimento de suas ótimas descidas ao ataque, do “diferente”, nem o básico ele tem feito. Falhas, atuações atrapalhadas viraram constância. Erros cruciais aconteceram.

Medida certa da crítica; nem passar a mão na cabeça, nem exagerar

- Por isso, pelo jogador que era, e pelo fato de a queda ter ido além do “sumiço”, da “timidez” – oscilação que seria mais natural, constante no futebol -, me chama a atenção o desempenho desse jovem nas partidas recentes. Contudo, é óbvio que, individualmente, ele não deve ser crucificado pela má fase do Cruzeiro, nada perto disso. Falhas pontuais não colocaram o time no buraco. Um contexto muito mais complexo e profundo, o qual envolve inúmeras e diversas coisas, fez isso.

Ademais, de modo geral, é preciso não fazer críticas exageradas e definitivas ao avaliar o atleta, que aumentam sua culpa, seu mau momento, a importância deste, e dão a entender que ele não pode superar essa maré. Já mostrou valor, qualidade, é jovem, e pode se recuperar. Deve ser cobrado, não dá para ficar passando a mão na cabeça. Tampouco há de ser execrado sem medida. Bom-senso…

Mais sobre a polêmica envolvendo Bahia, Cruzeiro e Ceará: Joel Santana, importância da Sul-Americana, mala branca, e manifestações em prol do favorecimento…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 2 comentários

Sobre a polêmica envolvendo a possibilidade de o Bahia facilitar as coisas para o Ceará já dei minha opinião no post abaixo: não acredito nisso – não acho impossível também, o que não envolve qualquer desmerecimento dos clubes e instituições envolvidas, é bom dizer.

Como o tema ainda vem repercutindo muito, faço aqui apenas alguns acréscimos ao debate dele. Vamos lá:

- Sem entrar no mérito da questão, sem julgá-la, é bom lembrar: o Cruzeiro pode mandar a velha mala branca para Salvador, tratando diretamente com os jogadores. Assim, se existir algum movimento para favorecer o Ceará – o que não defendo e não afirmo que vai acontecer, sempre é importante repetir -, esse fator pode, de certo modo, interferir, mudar o cenário e até fazer com que os atletas se esforcem muito para vencer a despeito, por exemplo, de supostas pressões da torcida – entendo que a maioria esmagadora dos torcedores vai preferir chegar à Sul-Americana, é imprescindível deixar claro; não aposto que a mencionada pressão ocorrerá em larga escala.

- A Sul-Americana pode não ser lá essas coisas. Mas para o Bahia, convenhamos, disputar uma competição internacional, mesmo que de relevância secundária, teria valor maior do que para um São Paulo, um Flamengo (entre outros gigantes do nosso futebol)…

O tricolor de Salvador não entra em uma competição internacional desde 1989, quando disputou a Libertadores.

- Muitos colocam como um fator que pode interferir no desejo de facilitar as coisas para o Ceará um possível anseio de Joel Santana de prejudicar o Cruzeiro, por ter saído de MG de um modo que o teria deixado magoado, decepcionado. Também não acredito nisso. Joel deve ambicionar levar o seu elenco, que brigou para não cair, à Sul-Americana, o que seria uma vitória, pelas circunstâncias. Além disso, o treinador também pode ser agraciado com uma mala…

- Para finalizar: me espanta como na Internet, em espaços para comentários de sites e blogs, há manifestações de gente que diz ser torcedora do Bahia e que afirma preferir prejudicar o Cruzeiro, e salvar o Ceará, do que ir para a Sul-Americana – por não gostar do primeiro devido à goleada de 2003, defender o Nordeste, ser contra o Sul e o Sudeste, tudo isso junto…

Ainda considero que esse universo seja minoria no todo que compõe a imensa torcida tricolor. Mas confesso que me assustou o número de manifestações assim. Alguns exemplos delas podem ser vistos no link a seguir, nos comentários do ótimo blog do Leonardo Bertozzi, mineiro que trabalha na ESPN, que também abordou toda essa polêmica: Post de Leonardo Bertozzi

Em estado, a princípio, “ideal”, Galo enfrenta Cruzeiro; cenário ótimo para si e perigoso para o rival

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

Após uma rodada em que o América fez a sua parte, e o Cruzeiro não aproveitou a ajuda, a equipe celeste chega à partida derradeira ainda lutando contra o descenso.

O Galo, por sua vez, com um triunfo contundente, afastou o fantasma da Série B. No último jogo da competição não atuará para salvar a própria pele.

Nesse contexto, dá para dizer o seguinte: a situação na qual o Atlético se encontra, o clima e o contexto vividos agora pelo clube, revelam um cenário que, a princípio, é o “ideal” para a equipe vencer o clássico do próximo domingo, e, portanto, do mesmo modo, é o pior para o rival que o enfrentará.

AVISO: Não faço aqui nenhuma previsão, e o embate, em função de vários fatores, até pela história, por ser um clássico, e pela carga de dramaticidade que envolverá, não é daqueles de fácil prognóstico. Longe disso. Não me atreveria a fazer apostas.

Contudo, por não ter a obrigação de vencer para se salvar, não estar diante dessa carga de pressão, o Galo não entrará com aquele peso imenso nas pernas, e desfrutará, de alguma maneira, de certo alívio, de alguma leveza; esta, por sua vez, ao mesmo tempo, não será acompanhada de descaso, já que, para afundar o rival, se assegurar na Sul-Americana e, talvez – não sei se Kalil utilizará esse expediente -, receber um bicho especial, jogadores e comissão técnica provavelmente estarão assaz concentrados, comprometidos; darão muita raça e sangue no confronto, por ainda possuirem objetivos claros na partida, no campeonato.

Assim, essa união da leveza oriunda da ausência de necessidade alta de vencer – ou empatar – para se salvar ou obter algo muito relevante diretamente para si, com o interesse e a vontade imensa de triunfar formam uma combinação que poder ser ótima para o Galo e ruim para o Cruzeiro. PODE. Nada é garantia, conforme já salientado.