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Neymar

Como ficará o Barcelona com Neymar? Onde ele jogará? Cruzeiro perde para o Grêmio e Galo vence o Bahia; opine!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 60 comentários

Será que o xodó do futebol brasileiro chegará para ser titular absoluto? E taticamente, como irá se posicionar?

Como ficará o Barcelona com Neymar? Onde ele jogará?

 

Nos últimos anos, desde o auge da era Guardiola, o Barcelona, do meio para frente, quase sempre, teve quatro titulares absolutos. Busquets, o discreto cão de guarda, o volante com postura de camisa 5 “das antigas”, elegante, “classudo”. Resignado, “tímido”, “low profile”, “profissional padrão”, pouco aparece na constelação barcelonista. É daqueles que pegam a bola e logo passam para os companheiros. Mas o faz com simplicidade, sobriedade e eficiência impressionantes. Os outros três são os xodós, as coqueluches do público, da imprensa, aqueles de sempre: Xavi, Iniesta e Messi. A respeito do trio que dispensa apresentações, já falei demais. Hoje não é o caso, não é o dia deles. Hoje, é dia de falar de como a pérola brasileira recém-chegada na Catalunha há de transformar esse triângulo especial num quadrado mágico.

Noves fora os citados titulares inquestionáveis, o Barça tinha um rodízio repleto de peças de qualidade no seu setor ofensivo. Fàbregas, Villa – já foi titular absoluto durante um período, mas não na temporada mais recente -, Pedro e Alexis Sanchez vinham se revezando, lutando por duas vagas. Até Cuenca, Tello, e alguns outros das “canteras”, tiveram seus momentos. Para a temporada que começa oficialmente neste fim de semana, Villa saiu. E a pergunta que não quer calar é: Neymar entrará como peça de rotação do elenco, ou no rol dos donos de posição inquestionáveis? E taticamente, como será posicionado?

Creio que a o ex-santista será o quinto titular absoluto do setor ofensivo, a priori. Que terão razoável paciência com ele, que só perderá o posto, caso não corresponda reiteradamente. Nesse caso, Fàbregas, Pedro e Sanchez brigarão por uma vaga, nos jogos mais importantes, quando Martino desejará utilizar o que tem de melhor.

Em termos de posicionamento, vejo a formação básica do Barcelona com uma espécie de triângulo compondo o meio. Busquets mais recuado, como primeiro volante. Xavi à sua direita – saindo um pouco mais, como um tipo de segundo marcador – e Iniesta à sua esquerda – podendo atacar com mais ênfase do que Xavi, tendo obrigação menor de guardar posição, de “segurar a onda”. Messi, ao que tudo indica, prosseguirá como “falso 9”, centralizado, adiantado, mas podendo voltar para armar, e, em suma, tendo liberdade quase total.

Assim, nesse desenho, Neymar cairá pela esquerda, ficará aberto, como jogava frequentemente no Santos, e atua na seleção. Na Espanha, claro, até pelo estilo “carrossel” do Barça, ainda que parta da esquerda, e tenha lá sua posição de origem, deverá saber se movimentar, não ficará “colado” ao flanco, o que é bom.

Restará saber quem ocupará o lado direito do campo. Eventualmente, o escolhido por Martino poderá trocar de setor com Messi, atuando como “falso 9” e deixando o argentino aberto.

Cruzeiro perde para o Grêmio e Galo vence o Bahia; opine!

Depois de um ótimo começo de jogo, quando Éverton Ribeiro jogava muito, e o time desperdiçou inúmeras oportunidades, o Cruzeiro não conseguiu se segurar com um a menos.

Já o Galo fez boa partida e mereceu vencer o Bahia. Ronaldinho, Josué e Leonardo Silva foram os destaques. Luan, mais uma vez, teve boa jornada, se destacando, sobretudo, pela luta.

Dê sua opinião sobre os jogos dos mineiros!

A melhor notícia da Copa das Confederações

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

Neymar brilhando, zaga firme e aspectos táticos: todos esses “pontos” estão entre as boas notícias. Mas a melhor delas…

A melhor notícia da Copa das Confederações

 

Não só pelo título, não apenas pela atuação impecável, primorosa, quase perfeita na final, a Copa das Confederações rendeu frutos dos mais distintos, ótimas notícias para a nossa seleção.

Neymar, finalmente, foi muitíssimo bem, decisivo, com a amarelinha. Em jogos de competição, pressionado, numa sequência considerável de oportunidades, contra adversários fortes, médios, e de diferentes formações táticas. Craque do certame, óbvio. Não concordo com quem diz que ele nunca tinha jogado bem pelo país. Não é por aí. Pela primeira vez, contudo, atingiu, no “time de cima”, apreciável nível de solidez e firmeza aliado à ótima regularidade.

 

Fred, após início periclitante, se firmou como o nosso “9”. Nos “jogos grandes”, não foi nada tímido, hesitante, pouco enfático… Não sentiu a pressão, não sucumbiu à marcação de zagueiros mais badalados, melhores, bem cotados no “imponente” futebol europeu. Foi o Fred do Rio, de Minas, o Fred do Fluminense. Aquele que, sempre, tem uma marca: ser letal!

 

A zaga, a despeito dos escorregões e da atuação fraca na semifinal, confirmou a alta expectativa que gerava. É mesmo uma das melhores do mundo. Luiz Gustavo, como primeiro volante, como protetor dos nossos defensores, também esteve firme, sobretudo na final, quando deixou de ser quase um terceiro zagueiro e executou devidamente o papel de “pegador” do meio, preenchendo melhor o setor.

 

Taticamente, dois avanços se destacam nessa nova trupe de Felipão: a constante e efetiva “marcação pressão”, e a variação de repertório. Em alguns instantes, a equipe preferiu valorizar a posse, cadenciar. Em outros, optou pelo contra-ataque, pelo jogo vertical, acelerado. Defensivamente, variou a referida marcação pressão com momentos de algum recuo, de um posicionamento no próprio campo de defesa.

 

Com tantos elogios, pode-se chegar à impressão de que aderi à turma do Pachequismo, do oba-oba, do ufanismo de botequim. Não, senhores. Se a derrota não configuraria o fim do mundo, a vitória na final, mesmo brilhante, não configura o melhor deles. Cautela. Já quebramos a cara antes com campanhas, ou melhor, com momentos favoráveis em competições secundárias como a Copa das Confederações e a Copa América.   

 

Assim, necessário é manter os pés no chão. E, felizmente, Felipão sabe disso. Tem se mostrado tão light, agradável e amigo, quanto realista e humilde. Ponto para Scolari que, confesso, está indo melhor do que imaginava. 

 

Afinal, em pouquíssimo tempo, nos deu, junto ao grupo, a melhor notícia que poderíamos receber nessa Copa das Confederações: nossa equipe ganhou cara, formato, edificou-se. Oscilou, foi mal em certos períodos, mas atingiu determinado patamar de firmeza, competitividade, entrosamento e armação que produz no observador um grau respeitável de confiança que há muito não víamos. Em breve, desenvolvo melhor esse ponto.

Impressões do jogaço de quarta, no Mineirão

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 50 comentários

Hulk, cada vez mais, confirma: não tem bola para ser titular. Bernard entrou bem. Hernanes pede passagem para solucionar nosso problema crônico.

Impressões do jogaço de quarta, no Mineirão

Fraco tecnicamente, modorrento em certos instantes, permitam-me quase a licença poética de chamar o cotejo do Brasil, pelas semifinais da Copa das Confederações, de um jogaço…

Na coluna da última terça-feira, destaquei que, entre os defeitos da seleção brasileira, estava a frequente perda do meio-campo. Como venho ressaltando, há uma carência crônica no time de capacidade para preencher o decisivo setor, e, aliado a esse aspecto, um distanciamento entre as linhas do 4-2-3-1. Tal cenário se torna ainda mais perigoso quando enfrentamos defesas bem postadas, como a do Uruguai, na partida desta quarta.

Por esse ponto, sobretudo, a vitória diante da Celeste Olímpica foi tão suada. Em um eventual e esperado duelo contra a Espanha, se não corrigirmos esse problema, pode anotar: a derrota no quesito posse de bola tem tudo para ser histórica. Além do mais, os atuais campeões do mundo, conforme também já tratei aqui, nos dão um banho no controle que costuma ter da partida. O escrete canarinho, realmente – e isso fou exemplificado na quarta -, não é dono desse dom de tomar as rédeas dos jogos. E, mais do que formações táticas, esse fator interfere demais no andamento das pelejas, incomoda, torna a dependência do acaso bem acima do recomendável.

O antídoto para essa limitação, me parece – considerando o elenco atual, convocado -, passa pela entrada de Hernanes. Dono de bom passe, capaz de cadenciar, de ajudar o time a manter a posse com mais tranquilidade, ele vem pedindo passagem no time de Felipão. Talvez, até mais pelos defeitos coletivos da equipe que tem entrado em campo do que por suas virtudes individuais, ainda que o “híbrido de meia e volante”, da Lazio, venha atuando bem, seja ótimo jogador.

Para tornar a decisão do nosso professor mais fácil, Hulk, a cada dia, deixa claro: pode ter valor, não é o perna de pau decantado por muitos que pouco acompanham o futebol europeu, mas, convenhamos, para ser titular de uma seleção do porte da nossa, não dá. Falta habilidade, falta “bola”, falta dinamismo. Portanto, eis uma sugestão para Scolari: Hernanes no lugar de Hulk. Uma maneira de, eficientemente, resolver dois problemas em uma ação somente.

E em tempo: caso Oscar continue em baixa – como no jogo de quarta -, Lucas e Bernard podem merecer chances mais concretas, podem ser uma segunda alteração na nossa seleção. O segundo, diga-se, mudou um jogo que se mostrava, antes da sua entrada, pra lá de “encardido”, diante do determinado e defensivamente inspirado Uruguai.

Turma do oba-oba ou dos pessimistas?

públicado em by Cadu Doné em Destaque, Esportes, Notícias | 20 comentários

A seleção claramente evoluiu. Mas a existência quase equivalente de defeitos e virtudes mostra que, tanto o pessoal do oba-oba, quanto os demasiadamente pessimistas, estão equivocados.

Turma do oba-oba ou dos pessimistas?

Terminada a primeira fase da Copa das Confederações, podemos fazer um balanço dessa etapa da nova “era Felipão”. Afinal, o gaúcho comandou a seleção, pela primeira vez, nesse seu “revival”, em uma sequência de três jogos oficiais. Em clima “pesado” de competição. Sob pressão. Diante de dois adversários medianos, porém respeitáveis, e de um gigante. Desfalcado, é verdade. Mas, ainda assim, qualificado e dono da uma daquelas camisas que “entortam” o varal.

Enfim, voltando à avaliação do nosso escrete, digamos que, no cenário assinalado, o saldo vem sendo positivo. Sim, houve inegável evolução. Não estamos no ponto ideal, não damos espetáculo e não transmitimos a confiança de uma Espanha. No que se refere à capacidade de controlarmos o jogo, ainda estamos muito atrás dos atuais campeões do mundo. Nossas atuações, mesmo com pontos favoráveis, em instantes felizes, ainda parecem, em variados momentos, “estranha”, muito à mercê do acaso, de detalhes, de pequenas variáveis na partida que fogem da alçada da equipe, do treinador.

Entre atributos louváveis e outros nem tantos, sem delongas, num plano objetivo, citemos, então, quatro qualidades e quatro defeitos dessa seleção atual que, como diz o companheiro colunista PVC, anda “em construção”. Assim, após a exposição, fica a critério do freguês apreciar se estamos “mais para lá”, ou “para cá”.

Me encanta como os comandados do Felipão têm marcado por pressão com qualidade. Estratégia treinada com ardor, recompensa merecidamente colhida nos embates. Para burilar essa questão, só aumentaria o tempo de adoção dessa tática dentro dos jogos – ainda que, óbvio, não seja fisicamente possível “exagerar” na dose nesse quesito. Individualmente, a Copa das Confederações também tem servido para afirmar nossa zaga como uma das melhores do planeta. Thiago Silva: mostro, top três do mundo com toda certeza, provavelmente, encabeçando a lista. David Luiz, diminuindo o índice de insegurança do seu jogo, ganhando em firmeza. Completando essa parte mais “pessoal” de virtudes, de notícias positivas, Neymar faz ótimo torneio. Melhor período dele na seleção em uma sequência minimamente considerável de partidas importantes. Concluindo o rol das coisas boas, a mais evidente delas: estamos ganhando corpo, cara de time.

Do outro lado da moeda, eis os quesitos a serem resolvidos: Oscar ainda não passa “aquela” verdadeira confiança como nosso dez. Tem participado pouco com a posse, e quando o faz, sido demasiadamente burocrático, pouco decisivo. A saída de bola, que melhorou contra a Itália, para mim, ainda permanece “sub judice”. Aqui e ali, exageramos na ligação direta, o que até acrescenta ao acaso, conforme mencionado, boa dose de importância. As costas dos laterais, frequentemente, sobretudo no lado esquerdo, andam exageradamente expostas. Por fim, a compactação do 4-2-3-1 ainda deixa a desejar, e receio por perdas decisivas no meio-campo, por parte da Brasil, em muitos jogos – esse ponto merecerá coluna “exclusiva” em breve.

Barça, Neymar e o futebol “pop star”

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 85 comentários

Pessoal, de 11 de Fevereiro a 3 de Março estarei em período de férias. Nessa época, ainda vou postar algumas coisas aqui, em volume um pouco menor. Os comentários podem demorar um pouco a entrar, pois não estarei fazendo a moderação durante boa parte do dia. Mas, uma hora, com certeza vou vê-los e aprová-los. Nesse período, infelizmente, não poderei responder a maioria das mensagens, até pelo pouco acesso à Internet que terei. Na semana do dia 3 de Março, tudo volta ao normal: quantidade de textos, aprovação de mensagens feitas com rapidez e respostas aos comentários. Mas continuem entrando aqui, pois, como disse, mesmo nas férias, pelo menos alguns posts ainda farei. Grande abraço a todos, obrigado pela compreensão!

À parte os pontos tratados, os argumentos objetivos, no clube, há algo pouco palpável e totalmente diferenciado que paira no ar. Um sentimento, uma identidade única. 

É claro que a atuação fraca, e a derrota merecida para um Milan que teve atuação digna de nota, não mudam nada sobre o texto abaixo.

Barça, Neymar e o futebol “pop star”

De férias em Barcelona, tive a sorte de acompanhar os bastidores do melhor time do mundo. Em conversas com companheiros jornalistas que cobrem o dia-a-dia do Barça de modo quase obsessivo, sobretudo com Xavi Torres, um dos maiores conhecedores da realidade do futebol catalão, uma entidade quando o assunto é a equipe azul-grená – até pela proximidade com figuras históricas da instituição -, tive a convicção de que o slogan que exala confiança, um orgulho quase alvissareiro, sequer flerta com a superestimação: o Barcelona é mesmo mais do que um clube.

Nos últimos anos, focando-se totalmente na base, na era Guardiola, o Barcelona ganhou todos os títulos possíveis. Já imaginou seu time com quase todas as peças criadas em casa se tornar o melhor do mundo, em termos de resultado? Desbancando um rival político, cultural, que gasta muito mais e não consegue ganhar de você? Como se não bastasse, esse mesmo grupo cheio de identificação com a torcida pratica o futebol mais belo e artístico, criou uma maneira única de atuar. Pois, sim, há paralelos entre os pupilos de Guardiola e Tito com outros belos esquadrões históricos. Brasil de 82, 70, Laranja Mecânica… Isso é normal. Todos os escretes podem ser alvo de comparações aqui e ali, e algo integralmente novo, é impossível. Contudo, do mesmo modo, um exemplar minimamente perto da igualdade absoluta com a trupe de Messi nunca existiu – não entro em qualidade, e sim em características, aqui -, a não ser a atual seleção espanhola, que não por acaso, ganha tudo.

Não bastassem todos esses pontos, há uma filosofia de comportamento para os atletas que transcende a parte do jogo em si. É claro que é impossível controlar a todos, e que um ou outro, digamos, sai da linha. Afinal, nós, humanos, não somos máquinas. Inegável, todavia, é notar que dentro da safra atual saída das “canteras”, formada como cidadã dentro da chamada “filosofia Barça”, que contém nomes como Xavi, Messi, Iniesta, Fàbregas, Piqué, Puyol, entre outros, se vê um perfil distinto de jogador fora de campo. Mais foco, menos “popstar” – só Piqué, em função do relacionamento com a cantora Shakira, dá a impressão de fugir um pouco disso, mas até ele, na prática, é bastante “pé no chão”, de acordo com os antenados acerca do que ocorre no clube. O modo de se vestir, se comportar, em cada detalhe, foge do estereótipo da estrela europeia do esporte bretão na era do marketing. Muitos estudam pensando no futuro, e são casados com mulheres que conheceram antes da fama, enquanto outros se juntaram, mesmo após o estrelato, a companheiras “anônimas”, “trabalhadoras”, “normais”. Não é à toa que Ibrahimovic se tornou uma espécie de “estranho no ninho” na Catalunha. Com isso tudo, em 2014, quando Neymar virar companheiro de Messi – algo quase certo para quem acompanha os bastidores do Barça -, como será a realidade do jovem Santista em um lugar onde o individualismo em campo é tão condenado quanto à ostentação fora dele? Acho que deve dar certo, e não julgo qual estilo é o correto, até porque, não há apenas um modo de se portar, e nem acho a estrela da Vila Belmiro dona de um mau comportamento fora das quatro linhas. Entretanto, notório é que o “tipo” Neymar, sua “figura” midiática, marqueteira, foge do padrão Barcelona de hoje.

Este texto é a apenas um mais geral e introdutório sobre o Barça. Ao longo do ano, aos poucos, vou soltando outros com o material que recolhi na Espanha, com aspectos pouco abordados e conhecidos no Brasil, com coisas, digamos, mais específicas e factuais.