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Montillo

Inversão de valores… Outro tema: Ronaldinho de volta à seleção, primeira convocação de Scolari… Opine!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 138 comentários

OBS: boa parte dos comentários pendentes dos últimos dias (desde o dia 19) foram respondidos. Como estava de folga nos últimos dias, não havia conseguido dar o retorno de sempre, mas agora deu para responder muita gente. Abraços!!!

 

Futebol moderno é uma coisa. Abdicar ou prejudicar o talento, é outra.

Inversão de valores

No futebol atual, com os avanços na preparação física, e o aumento da correria nos jogos, é fundamental ter homens que participam ativamente dos confrontos, de maneira ampla, completa. Nesse sentido, o espaço para volantes que apenas marcam, e principalmente para meias que não ajudam no combate, vem minguando. Salvo raras exceções, que se apoiam normalmente, sobretudo, em um talento mais do que extraordinário – ou em uma eficiência brutal, no que tange à parte defensiva -, tornou-se comum vermos grandes atacantes e armadores, estrelas de diversas companhias, ajudando na tentativa de recuperar a posse.

Não é por acaso que os antigos olham com estranhamento quando homens como Montillo, Dagoberto e Bernard são cobrados pelo acompanhamento do lateral adversário. Esses adeptos de um futebol, digamos, mais clássico, costumam dizer: “não deveria ser o contrário?” E quer saber? Eles não deixam de ter certa razão.

Ser excessivamente saudosista e não acompanhar determinados avanços de ordem tática é, obviamente, pouco inteligente, pragmático. É um retrocesso. Portanto, nessa linha, em geral, enxergo com bons olhos a utilização de atletas essencialmente ofensivos na ajuda no combate, sou favorável ao auxilio que avantes e criadores podem dar nessa seara. Na prática, tornou-se difícil defender aqueles boleiros um tanto “aéreos”, que andam em campo por vários minutos.

Entretanto, vejo que o uso de futebolistas que deveriam ser responsáveis pelo toque diferente em termos ofensivos, na marcação, a cobrança para eles exercerem essa função, tem atingido patamares exagerados, que beiram a inversão de valores. Nem tanto ao céu, nem tanto a terra. Ainda que a parte física tenha evoluído, chega a ser mais eficaz que certos jogadores guardem o fôlego para fazerem o que sabem de melhor, para realizarem o distinto, para resolverem o jogo. A defesa contra o exagero na cobrança para que certos homens marquem, não passa, portanto, por argumentos que esbarram no chamado “futebol romântico”. Pragmaticamente, possuir determinados nomes mais inteiros para dar um drible, colocar a bola na frente, mostra-se melhor em muitos instantes, e até no que se refere ao posicionamento, para um contra-ataque, para surpreender, prender laterais e marcadores adversários – ou simplesmente estar na hora certa, no lugar exato -, essa estratégia é inteligente.

Assim, defendamos o bom-senso, uma espécie de meio-termo: combate, ajuda, marcar, mesmo para os jogadores avançados, é fundamental. Agora, fazer isso de modo a atrapalhar o labor primordial desses privilegiados da técnica, também não dá.

 

Ronaldinho de volta à seleção, primeira convocação de Scolari… Opine!

 

Ronaldinho e Júlio César de volta. Kaká e Réver de fora. Ausência de volantes essencialmente marcadores (melhor notícia), privilégio para aqueles que saem para o jogo – é bom lembrar que David Luiz vem fazendo muitas vezes o papel de primeiro volante, e pode ser adaptado à função. Enfim, tudo isso vai ser mais discutido nos próximos dias. Mas já vou abrindo o espaço: dê sua opinião sobre a volta de R49 à seleção e a respeito da convocação em geral. Participe!

Uma coisa é preciso reconhecer… Dê sua opinião sobre as contratações de Galo e Cruzeiro!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 165 comentários

OBS: os comentários pendentes dos últimos dias foram respondidos. Abraços!!!

Pensem nos exemplos nos quais um clube grande daqui ou do Sul lutava por um atleta com um rival de porte eixo Rio/São Paulo. Os casos são muitos.

Uma coisa é preciso reconhecer

No caso Montillo, um aspecto ficou latente. Não estou aqui para julgar se o jogador ou o Cruzeiro estão corretos. Esta coluna não trata disso. Na realidade, mesmo a reação do argentino às propostas do Corinthians, no início de 2012, já serviria de exemplo para o que abordarei nesse espaço.

Quando alguns clubes do eixo Rio-São Paulo, detentores de certa mídia, de determinado glamour, oferecem salários maiores aos que os atletas ganham aqui, a esmagadora maioria dos jogadores deseja sair. Isso é um fato. Atenção, status, vitrine, possibilidades superiores, melhores, em termos publicitários e de negociação com a Europa: quando a vantagem nesses itens que algumas equipes proporcionam se junta ao financeiro, a proposta fica quase imbatível.

Há clubes do chamado eixo, dos mais midiáticos – leia-se, principalmente, Flamengo -, que não possuem esse poder de atração, digamos, tão letal, geral, perto do “infalível”, alguns destacarão. É verdade. Mas isso passa pelo excesso de patacoadas organizacionais dos mesmos. Superada, hipoteticamente, a era das besteiras, organizada a casa, o rubro-negro, por exemplo, adentraria no destacado rol.

O futebol é cada vez mais um negócio gigantesco, e muito provavelmente por isso, o chamado período de amor à camisa acabou. E no tempo do marketing, da mídia sempre presente, quase insana em sua cobertura, não é só o dinheiro diretamente recebido do suado estipêndio que seduz. Ver o tempo de TV que alguns possuem, a falação em torno de um Corinthians, um São Paulo, e de um Santos – sobretudo por causa de Neymar -, com certeza pesa para um futebolista escolher seu destino – obviamente, não é o único fator.

Concluir tudo isso é reconhecer fatos. Ao fazer essa constatação, ninguém está necessariamente diminuindo o futebol mineiro, o qual é digno do nosso orgulho. Cruzeiro e Atlético são gigantes, sensacionais. Com suas excelentes estruturas, trabalhando bem, montando bons elencos, podem construir belos esquadrões, para brigar com qualquer um; podem bater rivais do “eixo” em negociações. Mas parece que aqui, de certa maneira, muitas vezes o dever de casa tem de ser completado com mais louvor para se obter os mesmo resultados, digamos assim.

E para mostrar que esse fenômeno é natural no futebol: pelos mesmos motivos, em um cenário análogo, numa comparação com clubes gigantes, donos de torcidas enormes, de estados pra lá de importantes, como Paraná, Bahia, e Santa Catarina, os mineiros, em geral, levariam vantagem.

Dê sua opinião sobre as contratações de Galo e Cruzeiro!

Dagoberto, fechado com a Raposa, é uma boa. Concordam? Leandro Almeida foi descartado. Um zagueiro continua mais do que necessário. Quem vocês gostariam de ver na Toca para essa posição?

No Galo, até aqui, o maior reforço foi a manutenção da base. Os boatos deram uma esfriada. Robinho ficará mesmo na Itália. Enfim, você, atleticano, está gostando do trabalho do alvinegro no mercado até aqui? Dê o seu recado!

Galo, as especulações e a carência do time; a saída de Montillo; a chegada de Éverton Ribeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 159 comentários

Se um dos grandes atacantes especulados chegar, a prioridade passaria a ser, de vez, alguém para jogar pelo lado direito do meio-campo.

Galo, as especulações e a carência do time

Vágner Love (já acertado com o Flamengo), Tardelli, Robinho, Dagoberto, Emerson Sheik… O maior número de especulações ligadas ao Galo, nessa época em que o mercado ferve, envolve atacantes. Todos esses nomes citados acima, seriam ótimos, e chegariam para jogar, fortalecer o já ótimo time titular do Atlético. Alecsandro, confirmado, é jogador de nível consideravelmente abaixo do patamar desses listados, e a priori, inferior à Jô (claro que isso é relativo, e chega a depender da fase, de outras circunstâncias…). Pode ser que dê certo, pode ser importante para compor elenco. Inicialmente, para mim, porém, não é uma grandíssima contratação. Alecsandro até faz gols em seus bons momentos, mas falta completude ao seu jogo, capacidade de dar um drible, abrir uma defesa quando a situação está difícil, envolver-se no ataque de maneiras distintas, participando das jogadas, ser mais, digamos, “diferente”.

Se uma das estrelas para o ataque realmente aterrissar em Belo Horizonte, dá para dizer que o plantel do Galo coloca-se, pelo menos em teoria, com totais condições de buscar a Libertadores. Na verdade, mesmo sem essa “cereja no bolo”, que seria sim importante para o clube mineiro dar um salto de qualidade, o alvinegro está apto hoje a pleitear a maior glória continental sem soar, digamos, atrevido, “sem noção”.

Conversando com pessoas do Galo, os indícios são de que Cuca deve manter, basicamente, o mesmo esquema tático de 2012. É claro que uma ou outra mudança pode existir, mas a tendência é que o posicionamento, a filosofia, sejam bem similares ao que vimos no ano que passou. Isso posto, a maior prioridade do Atlético passaria a ser um atleta para fazer aquela função de meia pela direita. Um jogador com características de segundo atacante, como um Dagoberto, um Robinho, pode jogar ali, dependendo das circunstâncias. Certo é que com R49 pelo centro, Bernard na esquerda, uma zaga de dar inveja, e bons laterais, entre outras virtudes, essa faixa do meio já ocupada por Danilinho continua como uma lacuna, de determinada maneira. Sem um reforço para ali atuar, poderá deixar de ser um problema. Desde que Cuca mude o esquema.

OBS: Há especulação de que o entrave no acordo de Leonardo com o Vasco pode “melar” a situação de Alecssandro com o Galo. Mas ele continua, por enquanto, confirmado como reforço.

OBS 2: Um pequeno trecho dessa coluna já havia sido publicado aqui no blog. Porém, junto essa parte a muitas novidades, voltando ao tema de modo mais profundo agora, aproveitando parte de um texto que havia escrito antes em um novo contexto e com análises novas.

A saída de Montillo; a chegada de Éverton Ribeiro

Como o assunto continua rendendo, e ainda estou recebendo muitas mensagens sobre isso, o espaço segue aberto para você dar sua opinião sobre o caso Montillo.

Para as meias, Éverton Ribeiro acaba de ser confirmado como novo reforço da Raposa. O que acharam?

Dê sua opinião sobre a saída de Montillo; Cruzeiro, contratações e o time para 2013; Lugano, a zaga, o meio…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 263 comentários

OBS: os comentários pendentes dos últimos dois dias foram respondidos na madrugada de terça para quarta. Todos eles. Abraços!!! Obrigado por tudo!! Feliz 2013 para todos!!

Um trecho dessa coluna já havia sido publicado aqui no blog. Porém, junto essa parte a muitas novidades, voltando ao tema de modo mais profundo agora, aproveitando parte de um texto que havia escrito antes em um novo contexto e com análises novas.

ATUALIZAÇÃO: Dê sua opinião sobre a saída de Montillo

Cruzeiro, contratações e o time para 2013

A prioridade do Cruzeiro é a zaga, no momento. O próprio Alexandre Mattos tem deixado isso claro em suas declarações. E assim deve ser. A falta de opções para a posição no mercado, porém, preocupa. Lugano é um caso peculiar: mesmo sem espaço no PSG, seu salário no clube francês é tão alto que dificulta a negociação, e por isso, desde o início, considerei sua vinda complicada, a despeito das especulações vinculando o uruguaio à Raposa. Agora, essa possibilidade volta a ganhar força. Ainda classifico como difícil, contudo, a concretização do negócio. Lúcio seria uma ótima, mas a oportunidade de disputar uma Libertadores pesou para que o defensor escolhesse o São Paulo (e sinceramente, pelo salário absurdamente alto que ele estaria recebendo no Morumbi, mesmo sendo totalmente favorável à ambição e a grandes investimentos, não penso que valeria a pena).

Nas meias, o elenco celeste parece bem servido. Montillo continua uma incógnita. Se ficar, obviamente, será titular e um grande reforço. Diego Souza chegou. Alisson e Élber podem ajudar. Martinuccio, no 4-2-3-1, esquema que Macelo Oliveira gosta, seria, provavelmente, um dos três armadores. Lucca, nesse instante, está próximo, e caso vier, não configuraria contratação “nível série B”. Trata-se de um cara que se mostrou realmente diferenciado na segunda divisão, tanto que despertou o interesse de grandes clubes da Série A, como o São Paulo. Mesmo raciocínio valeria para Ricardo Goulart, em menor escala, talvez. Temos de ter cuidado em um ponto: o Cruzeiro errou muito recentemente trazendo jogadores de segunda linha, mas nem toda transação envolvendo jogador menos famoso, de time menor, é sinônimo de reforço ruim. Depende do caso. Bom-senso para avaliar é necessário. É preciso ter percepção para apreciar a qualidade do jogo do atleta, o mercado, a necessidade do plantel. E se o Cruzeiro se deu mal com nomes poucos conhecidos em 2012, em tempos nada longínquos se deu bem com aquisições pouco badaladas (Ramires entre elas).

Nilton é uma novidade interessante. Não é um virtuose da bola, não é dos volantes mais criativos. Mas no seu papel de marcação, há de ser muito importante.

Rápidas

- Há poucos dias, Leandro Almeida era dos mais falados na Toca. Hoje, parece quase fechado com o Coxa. Caso o antigo rumor fosse concretizado, na minha visão, o defensor agregaria, ajudaria, é um bom nome, mas está longe do nível dos dois citados anteriormente (Lúcio e Lugano). E você, o que pensa? ATUALIZAÇÃO: parece que a coisa mudou, e Leandro Almeida volta a ser bastante cotato na Toca.

- Lugano: ótimo nome, para mim valeria alto investimento. Mas não ABSURDAMENTE alto. Não deve-se fugir de certo bom-senso. O cara ganha mais de um milhão de reais na França. Teria de baixar muito seus rendimentos para que se tornasse um investimento que valeria a pena para os padrões brasileiros. Repito: vale pagar caro para ele. Ambição é necessária. Acho que o Cruzeiro tem de correr atrás, tentar negociar, viabilizar. Contudo, sem passar dos limites a ponto de cometer verdadeira loucura.

- No próximo post, análise nos moldes da presente neste, só que voltada ao Galo.

- Feliz ano novo a todos!!! Obrigado por tudo!!!

Cruzeiro e a possível insistência com “medianos”; o ataque do Atlético; confira o ganhador da camisa do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 55 comentários

Ambição parece ser a palavra de ordem da torcida celeste. Resta saber se será, também, o “mantra” da diretoria.

Cruzeiro e a possível insistência com “medianos”

Com alguns jogadores que chegaram já durante o Brasileiro deste ano, o Cruzeiro melhorou o elenco. Borges, Ceará e Martinuccio, sem dúvida, possuem nível superior ao dos reforços que aterrissaram na Toca no início da temporada. Falando de novidades recentes, Diego Souza é outro nome que anima, que configura um tipo de contratação grandiosa, que foge do padrão, digamos, pouco ambicioso, adotado no clube celeste em tempos nada distantes. Contudo, alguns rumores sobre a possível aquisição de atletas desconhecidos, de segunda linha, permanecem, assustando a torcida, receosa de que nova “barca”, rica em quantidade e pobre em qualidade, possa aparecer.

Se o trabalho do Cruzeiro no mercado de jogadores será ótimo, bom, razoável, não sei dizer. Não acredito em equívocos tão flagrantes como os ocorridos na composição do plantel que iniciou 2012 com a camisa da Raposa. Porém, uma reflexão, ligada ao Cruzeiro atual, mas que se aplica a vários grandes clubes brasileiros, não sai da minha cabeça: não compreendo como se gasta um valor X na contratação de vários medianos, e na manutenção de muitos outros que também não resolvem, sendo que, pela mesma quantia, dava para, tirando um aqui, outro ali, do grupo, e trazendo menos gente, reforçar o elenco pontual e certeiramente, sem deixá-lo numericamente abaixo do recomendável.

O ataque do Galo

Nos próximos dias, talvez publicarei um post analisando com cuidado algumas possibilidades para o ataque do Galo em 2013. Antes, para já aboradar um pouco o tema, coloco uma questão, para ouvirmos a opinião da torcida: será que, se Jô continuar, digamos, sem retomar o bom rendimento do início, e até em prol de um de um ataque mais leve, habilidoso, dinâmico, Guilherme não poderia ser testado no Mineiro, com o mínimo de sequência, com a 9? Mineiro é hora de experimentar… E isso, claro, se nenhum artilheiro de peso chegar…

Ele já atuou como centroavante. No próprio Galo, recebeu chances nesse setor, mas não com sequência considerável. Por outro lado, no meio, pela direita, muito “colado” ao lado do campo, já mostrou que não rende, e como armador centralizado do 4-2-3-1 vai continuar sem espaço, com toda justiça, pela existência de um senhor chamado Ronaldinho, obviamente, titular absoluto…

Será que com a “9″ Guilherme poderia render mais, finalizar com mais qualidade do que Jô? Para os que pedem sempre uma referência mais clara na frente, no estilo dos “velhos centroavantes”, lembremos do crescimento, da popularização de times atuando com um “falso 9″, obtendo bons resultados – e nem sei se seria exatamente o caso do Galo, porque Guilherme, como já disse, já foi e pode ser centroavante propriamente dito. Voltaremos ao tema depois.

Vencedor da promoção da semana:

- Normalmente divulgo domingo; dessa vez fiz o sorteio no sábado, hoje, porque amanhã estarei com pouco acesso à Internet.

- Camisa do Galo: Guilherme Henrique Moreira Miranda, com o comentário do dia 12 de Dezembro.

Abraço a todos, valeu, parabéns ao vencedor!!!