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Marcelo Oliveira

Como ficará o Cruzeiro?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 121 comentários

No fim das contas, provavelmente, o time titular terá: Éverton Ribeiro, Dagoberto, Júlio Baptista e Vinícius Araújo. Ou então, Júlio de centroavante e algum meia no lugar de Vinícius.

Como ficará o Cruzeiro?

 

No início do ano, após a movimentação do famoso mercado da bola, escrevi sobre certo congestionamento que o Cruzeiro teria em determinadas posições, do meio para frente. Aquele “fatídico”, “surrado”, problema “positivo”, que “todo treinador quer”, ameaçava dar as caras na Toca. Hoje, passados alguns meses, com o bom rendimento apresentado por muitos dos nomes que chegaram, e pela concretização de outras contratações, dá para afirmar: a “dor de cabeça” de Marcelo Oliveira há de crescer.

Vejamos. Diego Souza saiu. Nos últimos jogos, o quarteto ofensivo tem sido formado por Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart, Luan e Vinícius Araújo. Dagoberto, Élber e Borges vinham ficando de fora por contusões, mas estarão totalmente prontos em breve. Martinuccio e Lucca entraram com bola rolando, por exemplo, no passeio em cima do São Paulo. E foram bem. Willian fez sua estreia no clássico. Júlio Baptista é daqueles que sobem no ônibus para sentar na janela, direto. Afinal, não parece contratação para compor o grupo. Mas e aí? Como ficará o time titular? Quem Marcelo escolherá? Aliás, talvez, mesmo com a nova regra que permite mais substitutos no banco, ficará difícil para compô-lo. Afinal, ao menos algumas peças defensivas lá deverão estar…

Luan, a despeito do “hat-trick” recente, não terá vida fácil. Na Raposa, tem jogado na faixa esquerda do trio que compõe o 4-2-3-1, posição ocupada, antes da contusão, por Dagoberto. Este, se tudo correr bem, deve voltar para ser titular. Além dele, Matinuccio também gosta de atuar exatamente por este setor do campo. Para mim, o gringo tem mais bola do que o ex-palmeirense para ser o reserva imediato nesta função. Julio Baptista, provavelmente, será a peça centralizada do trio de meias, local ocupado por Diego Souza há pouco tempo – nos últimos cotejos, Goulart o assumiu. No flanco direito da armação, Éverton tem sido o do dono do pedaço. Com tanta concorrência, continuará assim? Willian e Élber, por exemplo, gostam de jogar por ali. Acho que, no fim das contas, Marcelo optará, inicialmente, pelo seu colega desde os tempos de Coxa. Tal escolha, para mim, não configuraria um erro, embora ache esse lado direito a posição mais complicada a ser decidida no quarteto ofensivo azul.

Vinícius, creio, com o bom rendimento, a aceitação da imprensa, da torcida, deve seguir como o centroavante titular mesmo com a volta de Borges. Ainda que aprecie bastante as formações com um falso “9” – Goulart poderia ser esta peça na Raposa -, que privilegiam a técnica, a habilidade e a mobilidade, em detrimento de um homem de referência estático, penso que o goleador formado em casa, pela qualidade que possui, pelo poder de ajudar além da definição das jogadas, merece, com louvor, o voto de confiança.

No frigir dos ovos, com todos os nomes disponíveis, apostaria, Marcelo escalará o quarteto com Éverton Ribeiro, Júlio Baptista, Dagoberto e Vinícius Araújo. E não seria uma escalação ruim, muitíssimo pelo contrário. Com ela, o Cruzeiro, pelo menos na teoria, estará credenciado a lutar, sim, pelo título.

Cruzeiro no caminho certo. Bolão da Libertadores: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 278 comentários

ATUALIZAÇÃO: comentários de QUARTA respondidos na madrugada de QUARTA para QUINTA!

Não há motivos para a tristeza dos cruzeirenses transcender o natural, quase o “mínimo possível” para um torcedor que vê um rival ganhar um título em cima do seu time de coração.

Cruzeiro no caminho certo

Independentemente do valor que se dá para os estaduais, e do nível técnico dessas competições, o fim delas marca uma fase da temporada. Passados alguns meses de jogos oficiais, parâmetros podem ser estabelecidos, reflexões hão de ser feitas.

Ainda que o Cruzeiro perdesse a segunda “perna” da final, e não fizesse uma partida com alguns momentos tão bons como ocorreu no domingo, provavelmente, a não ser que algo extraordinariamente ruim e específico para o lado celeste tivesse ocorrido, o tom dessa coluna seria o mesmo.

E, em resumo, o principal sentido desse texto é pontuar que o trabalho que vem sendo realizado na Toca, sem dúvida, merece ganhar votos de confiança, merece continuidade. Não há causas para procurar bodes expiatórios, para um clima de “terra arrasada”, devido unicamente à queda diante do maior rival. Muito pelo contrário. E a outra boa notícia para a Raposa é que, felizmente, pelo apoio demonstrado pela China Azul no domingo, parece que a torcida percebe isso.

Razões para embasar essa teoria quase óbvia da coluna não faltam. Cada vez mais, no futebol, brasileiro ou internacional, salvo exceções, os fato comprovam que a sequência, a ponderação e o tempo para o desenvolvimento de um trabalho são diferenciais. São decisivos. Dão títulos. Geram os times mais fortes. Corinthians com Tite. Galo com Cuca. Até Fluminense com Abel. Por que não, o grande Boca de Bianchi, do início desse século, para citar um exemplo de sucesso na competição mais cobiçada pelos brasileiros hoje. Outros casos não faltam.  

Além disso, a Raposa, no fim das contas, caiu de forma digna para um rival que, atualmente, joga o melhor futebol no continente, que exala, exibe e encanta por suas qualidades. E sim, descontadas as devidas circunstâncias, bem ou mal, venceu-o duas vezes em três jogos. Para completar, esse mesmo adversário encontra-se em estágios bem mais avançados em termos de trabalho, entrosamento. Vem fazendo o dever de casa certinho por um período mais longo – me refiro ao presente e ao passado não muito remoto que fez com que os respectivos times atuais fossem construídos.

Gilvan acertou bastante para essa temporada, e hoje, faz trabalho digno de nota. Alexandre Mattos tem contribuído positivamente para o clube. Marcelo é uma das melhores opções de treinador no mercado. O elenco é forte e o time titular ficará ainda melhor com a entrada de Dedé. Por essas e outras, não há motivos para a tristeza dos cruzeirenses transcender o natural, quase o “mínimo possível” para um torcedor que vê um rival ganhar um título em cima do seu time de coração.

OBS: Como a maioria dos últimos textos foi sobre o Galo, algumas palavras a respeito do Cruzeiro. Ainda essa semana, mais sobre a trupe de Cuca, que tem partida decisiva pela Libertadores.

Bolão da Libertadores: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo!

Voltamos com a promoção da semana. Dessa vez, porém, ao invés do sorteio, achei bacana fazer uma brincadeira entre os participantes do blog. Para concorrer às camisas do Galo, arrisque um placar para o jogão de quinta, pela Libertadores. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o resultado (portanto, se mais de 2 pessoas cravarem o placar correto, não é garantia que você leve o prêmio mesmo que acerte o palpite). O resultado será divulgado na sexta-feira aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

O futebol da seleção parece outro esporte… Cruzeiro voa no Mineiro, e o jogão do Galo pela Libertadores

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 82 comentários

Comentários dos últimos dias, em sua maioria, respondidos nessa madrugada, de segunda para terça. Basta dar uma olhada no post em que comentou para ver o retorno dado a sua participação. Grande abraço a todos, obrigado!!

Seleção tão mal e previsível que facilita a vida até do comentarista (a não ser daqueles apavorados de medo de criticar qualquer coisa ligada ao escrete canarinho). 

O futebol da seleção parece outro esporte…

Contra o Chile, o Brasil foi muito mal. Péssimo. Se apresentasse o mesmo desempenho diante de um adversário mais qualificado, seguramente, o final seria desastroso. É claro que, sem o pessoal que atua na Europa, Felipão colocou em campo um time muito distante daquele que nos representará nas grandes competições. Além do mais, independentemente disso, normalmente não convém, não é correto julgar, de modo taxativo, em função de 90 minutos. Contudo, o que direi aqui engloba não só todos os cotejos disputados pela trupe de Scolari – incluídos aqueles nos quais a equipe completa se fez presente. Na análise, direta e indiretamente, entra a situação geral do nosso futebol, comparada ao que há de melhor no mundo hoje, e, por que não, o perfil do treinador tupiniquim, velho conhecido.

Entre os quase incontáveis defeitos que temos visto no esquadrão nacional, desde que Felipão assumiu para o atual revival , o que propiciaria passes curtos, rápidos, um bom toque de bola; nessa linha, mas não só por isso, dificuldade assustadora de trocar quatro, cinco passes com frequência, do meio para frente; muita ligação direta; pouca mobilidade do esquema tático, equipe demasiadamente estática, com os jogadores “guardando em excesso” seus posicionamentos (Neymar, por exemplo, fica muito preso à esquerda)…

Esse último fator não só facilita a marcação dos rivais, como deixa a vida do comentarista assaz tranquila: afinal, não há lá muita dificuldade para decretar qual é o esquema adotado. E não paro por aí. A intensidade brasileira – ou melhor, a falta dela – dá a impressão de que nosso escrete está participando de uma partida de outro esporte, se comparamos as atuais performances da “amarelinha” com o que se tem passado de bom na Europa. Quem vem acompanhando Borussia e Bayern nessa temporada – e não digo somente pelas semifinais da Champions quase ganhas desde o primeiro jogo, até porque, já vinha escrevendo sobre esses dois gigantes há meses -, e lembra que eles formam a base da Alemanha, se realmente torce para o Brasil, já tem calafrios. Aqui, aquela história do “imagina da Copa” tem outro sentido. E se poucos estão perto dos germânicos em excelência, não são raros aqueles que, ao menos, estão deles menos distantes do que nós, em termos de certo desenvolvimento, de alguma modernidade. Felipão tem muitas qualidades. Taticamente, entretanto, é ultrapassado.

Cruzeiro voa no Mineiro, e o jogão do Galo pela Libertadores

No Mineiro, o Cruzeiro sobra. Diego Souza fez grande partida, a marcação no meio funcionou e a equipe não deixou o Villa respirar. Taticamente, o esquema de Marcelo, cada vez mais, ganha liga. Destaque para a boa movimentação dos 4 homens da frente. Esse assunto será melhor desenvolvido, em breve, no blog.

Já o Galo faz, na quinta, contra o São Paulo, o jogo do ano no Brasil até aqui. Pela tradição dos dois clubes, a importância, pela rivalidade acumulada do confronto recente, pelos bons valores individuais dos dois lados, pela expectativa que a trupe de Cuca gerou em função da ótima primeira fase… O tricolor, cada vez mais tem, em Osvaldo, seu nome mais constante e perigoso.

Para vocês, como estão os times mineiros? Quais as principais virtudes do Cruzeiro? e o palpite para o jogão do Galo? Deixe o seu recado nos comentários…

O Cruzeiro em 2013; bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo, e 2 do América

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 86 comentários

Respostas dos post anterior todas dadas, basta dar uma conferida nele. Abs!!!

Dentro do 4-2-3-1, penso que o mencionado trio de “virtuosos” deve ser composto, inicialmente, por Diego Souza, Dagoberto e Éverton Ribeiro.

O Cruzeiro em 2013

O Cruzeiro faz boa campanha no Mineiro. Tranquilo, depois da ótima atuação que teve contra o Galo, seguiu na liderança, onde permanece. Contudo, alguns jornalistas e torcedores andam dizendo que a trupe de Marcelo Oliveira não convenceu após a estreia impactante. De fato, a Raposa não vem encantando. Futebol bonito e imensa facilidade nos triunfos não têm sido comuns. Entretanto, não vejo que, a partir dessa constatação, deva ser feita uma leitura negativa da fase celeste.

Ainda que diante de oponentes modestos, longe da sua própria realidade, é natural que o Cruzeiro, em fase de montagem da equipe titular, de alguns testes, não “nade de braçadas”. Certo revezamento das peças disponíveis no plantel vem acontecendo, sendo realizado, com critério e qualidade, por Marcelo Oliveira. O momento é o ideal para isso. O comandante está mais do que correto. As transformações no grupo foram grandes demais para que ele tivesse uma espinha dorsal pronta, e, se há um instante para que se adquira uma “cara de time”, um aspecto coletivo bem desenvolvido, é agora, quando o tempo para os treinos durante a semana é superior, e os adversários encontrados são mais fracos do que aqueles que virão no restante da temporada. E sem o tão mencionado conjunto, sem o mínimo de entrosamento, de sequência para um esquadrão principal já escolhido, é quase impossível arrebatar com atuações memoráveis corriqueiramente. Além disso tudo, feito todo o exposto, vale dizer que, se não está brilhando, a Raposa também não está jogando exatamente mal, longe disso.

No fim das contas, o início da era Marcelo Oliveira, na minha visão, tem se mostrado assaz positivo. Taticamente, seu esquema me parece uma escolha adequada ao elenco. Ofensivo, privilegiando a qualidade técnica – sobretudo por unir três jogadores de alta habilidade municiando o avante centralizado -, mantém bom equilíbrio e não esquece a parte defensiva. Tem o mérito de contemplar “o maior número de atletas habilidosos possível dentro do grupo”, o que se mostra interessante na medida que a diretoria trouxe muitos meias e atacantes “de lado”, capazes de driblar, ter velocidade.

Dentro do 4-2-3-1 atual, penso que o mencionado trio de “virtuosos” deve ser composto, inicialmente, por Diego Souza, Dagoberto e Éverton Ribeiro. E se um desses não render bem, a boa notícia é que são muitas as boas opções para o setor. Élber, Alisson, Lucca, Ricardo Goulart, Luan, quem sabe Martinuccio…

Bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo, e 2 do América

Voltamos com a promoção da semana. Dessa vez, porém, ao invés do velho sorteio, achei bacana fazer uma brincadeira entre os participantes do blog. Para concorrer à camisa do seu time (serão sorteadas duas do América, e duas do Galo), arrisque um placar para o jogo de domingo. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o placar. O resultado será divulgado após o duelo, no domingo à noite ou na segunda pela manhã, aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto, cidade e a camisa desejada (já que alguns têm apostado “contra” o time do coração). Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos! Lembro, mais uma vez que, em caso de mais de dois acertadores do resultado, querendo a mesma camisa, haverá sorteio entre estes que acertaram.

Superclássico: análises de Galo e Cruzeiro, dos dois times… Vencedores do bolão!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 162 comentários

Superclássico: análises de Galo e Cruzeiro, dos dois times… Vencedores do bolão!

 

Clássico equilibrado, Cruzeiro um pouco superior, resultado justo. Abaixo, análises dos dois times. Dê sua opinião! Quem se destacou, quem decepcionou… Enfim, ao longo da semana, continuaremos repercutindo o futebol mineiro e o maior clássico do estado. E fique ligado: ainda hoje, ou na terça, a nova promoção da semana!

Galo

- Um defeito que o time apresentou em certos momentos de 2012 reapareceu no clássico de domingo: o excesso de “chutões”, a tentativa exagerada de utilizar a ligação direta, acionando o ataque sem passar com consciência pelo meio, revelando uma carência de capacidade para colocar a bola no chão, ter posse com qualidade e paciência, para ir envolvendo o adversário.

- Outro aspecto que chegou a surgir como problema na temporada passada, também deu as caras: Pierre e Donizete são bons, e ainda têm muito valor para o elenco. Porém, em diversas circunstâncias, atuar com os dois juntos, não parece a melhor solução. O Galo precisa, sim, ter, em várias ocasiões, um segundo homem no meio que, além de marcar, possua mais qualidade no passe. Um Arouca, um Elias (agora, no Fla)…

- Ronaldinho não esteve nada bem, pouco participou do jogo e se limitou bastante a alçar bolas na área.

- Victor mostrou-se importante e seguro.

- Jô continua perdendo muitos gols, além de, não raramente, dar a impressão de estar em outra sintonia, meio “mole” demais – o primeiro problema, contudo, me parece mais corriqueiro e grave. No estádio, senti que boa parte da massa alvinegra perdeu a paciência com ele. Gosto de Tardelli como centroavante e, portanto, esse setor, na minha visão, está resolvido. Realmente, centroavante, ainda que seja importante no pivô em alguns momentos, não pode ter aproveitamento nas finalizações tão baixo como o de Jô. Além do mais, quem sabe com um “9” mais técnico, o Galo não diminua a quantidade de “chuveirinhos”. Afinal, Tardelli não combina com essa estratégia, está, digamos, “acima” dela, pela habilidade e velocidade que tem. Será o momento de Ronaldinho voltar aos belos lançamentos, às grandes enfiadas para o novo avante ganhar dos zagueiros oponentes na rapidez.

 

Cruzeiro

 

- Éverton Ribeiro esteve muito bem. Habilidade para passar e driblar, personalidade para não sentir o peso do jogo. Ótima contratação, já deu excelente cartão de visitas. Marcelo já acertou bastante aqui, ao incentivar a aquisição do seu ex-comandado.

- Na zaga, Bruno Rodrigo deu ótimos sinais. Dos zagueiros que o Cruzeiro trouxe, já havia dito aqui, é o que mais me agrada. Conseguiu aliar firmeza, força física para o choque com os homens mais altos e fortes do Galo, a alguma qualidade técnica, não apelando para faltas, para a violência e para a grosseria, mesmo não sendo um ás da habilidade.

- “Caveirão”, apesar de, pelo apelido, chegar com um ar um tanto folclórico, não foi mal. Já apresentou seu cartão de visitas, já deu para ver “qual é a dele”: força, “bola pro mato que o jogo é de campeonato”. Contudo, se não exagerar na falta de técnica, pela firmeza, e até pela consciência que tem da sua limitação, mostrou que pode ser importante. É preciso muita cautela, porém, com defensores de pouca técnica, não dá para o cruzeirense ficar eufórico com ele ainda, é preciso esperar. No clássico, a seu modo, foi bem.

- Há jogadores que, mesmo jogando pouco tempo, sem participar de lances capitais, agradam. Foi o caso de Alisson: impressionou-me a desenvoltura, o modo como o jovem não sentiu o jogo, teve personalidade. Foi prejudicado pela expulsão de Guerreiro, já que, um cara da posição da prata da casa, quando o time está com 10, deixa de ter a liberdade que é a ideal para seu tipo de jogo, precisa sacrificar-se na marcação. Mesmo assim, o jeito de ele bater na bola, de correr, driblar… Olha… Está aí um nome para a Raposa e a China Azul ficarem de olho, apoiarem.

- Nilton: atuação muito boa. Firme e aparecendo à frente. Perdeu dois gols em jogadas nas quais teve o mérito de participar como um dos criadores, o que é natural pela falta de “cacoete” de atacante. Deixou, contudo, impressão muito positiva.

- Anselmo Ramon: com o gol, e o cruzamento para Dagoberto, foi muito bem. Importante também para o confronto físico com a forte e excelente zaga do Galo. Em um ou outro lance, mostrou pouca habilidade, escolhendo a jogada errada. Ainda assim, repito, foi bem demais, um dos melhores em campo, talvez “o”, melhor.

- Marcelo Oliveira: muito bem. Claro que, em termos táticos, o fato de estarmos no primeiro jogo do ano para os grandes de Minas pesa ainda mais. Porém, sem excesso na precipitação, como impressão mesmo, dá para dizer que o professor montou um time bem mais dinâmico, leve, atraente, equilibrado e bem armado do que o de Celso Roth – que, convenhamos, merece o desconto por não ter tido, no ano passado, as mesmas peças, embora, no fim de seu trabalho, tenha errado bastante.

 

Vencedores do bolão!

Ganharam as camisas do Cruzeiro:  Vander Justino e André Santos Barbosa. Entre os que acertaram o placar, foram sorteados e levaram.

Ganharam as camisas do Galo: Julio Cesar da Silva Teles e Alex de S. Siqueira. Como nenhum atleticano apostou na vitória do rival, esses dois foram contemplados por sorteio.

Aos contemplados, meus parabéns! Vocês podem passar na Itatiaia nessa segunda ou na terça, no horário comercial. Caso não busquem seus respectivos prêmios até esse prazo, sortearei novos vencedores. Os contemplados serão avisados no e-mail cadastrado no comentário. E fiquem ligados! Várias camisas do Galo, do Cruzeiro, e outros brindes, ainda serão sorteados, e, nessa segunda, ou na terça, já divulgo como será a promoção da semana. Abraço a todos e obrigado pelo carinho, pela participação maciça!

Endereço Itatiaia: Rua Itatiaia, 117 – Bonfim