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Manchester United

Um crime contra o futebol… Strongest: nem tão fraco assim

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 31 comentários

Blog de volta ao normal! Quantidade de textos, de atualizações, velocidade da aprovação dos comentários, respostas ao maior número de comentários possível… Enfim, as férias acabaram! Bem-vindos!

Tática tem importância, mas é preciso tomar cuidado com certos excessos. A figura do Professor Pardal existe, sim. Ou, ao menos, aparições dignas dele.

Um crime contra o futebol

Conversando sobre futebol com torcedores, vejo muita gente que, à sua maneira, ainda rotula as questões táticas de “bobagem”. Para estes indivíduos, todo o papo em torno de 4-3-3, 4-2-3-1, enfim, de qualquer formação, é “furado”, assim como seriam “enrolação” os debates acerca da “cobertura das subidas do lateral”. Besteira. É claro que a tática possui papel vital no esporte mais popular do mundo, e os fatos evidenciam isso de modo enfático, cristalino.

Por outro lado, no mundo do futebol – incluo aqui os fãs e certas pessoas que trabalham no meio -, há aqueles que carregam consigo a mania de superestimar, de determinada forma, a função da estratégia, colocando-a frequentemente à frente do talento – ainda mais decisivo, em geral – e, por vias tortas, pecam até em termos táticos. Nesse imbróglio, chega-se à chamada inversão de valores, a qual já abordei aqui.

Na terça, o quase intocável Sir Alex Ferguson cometeu um crime contra o futebol. Usando a justificativa de que precisava de alguém para marcar o volante adversário – Xabi Alonso, para ser preciso – sacou Rooney do time. O melhor atleta do elenco, ao lado de Van Persie. Um dos 10 melhores jogadores do mundo, seguramente. Jogando em casa. Estava ali, diante de nós, um exemplar para anotar na caderneta, que evidencia, escancara sem o menor pudor, uma tremenda inversão de valores.

Há muitas maneiras de embasar, sem deixar dúvidas, o erro da legenda escocesa. Com Rooney em campo, indiretamente, ele já ajudaria a neutralizar, segurar os jogadores com obrigações defensivas do oponente (e nisso, poderíamos incluir Xabi Alonso). Afinal, o astro da seleção inglesa traria muito mais dor de cabeça para o rival do que Welbeck, atacante que esteve em seu lugar por supostamente marcar melhor. Outra: por mais que a atenção com Alonso fosse necessária, havia mil outras maneiras de fazer isso sem sacrificar um dos craques do time. Lembremos que o volante espanhol nem é um homem de frente, que obriga o cuidado por participações ofensivas o tempo todo, e com zagueiros, volantes, laterais, por zona, havia muita gente de defesa no United que poderia encarregar-se da tarefa. Noves fora a perda do ataque sem Rooney, imensurável, que por si só deixa a relação custo-benefício da troca lá embaixo.

Por fim: o fato de ter o mérito de enxergar que é importante marcar o volante adversário, não implica que a melhor decisão a ser tomada passa por uma mudança tão substancial no time. Deixar um marcador do meio sem um perseguidor tão implacável por um ou outro momento é possível, dificilmente seria letal, cercá-lo com homens de defesa, marcação, ou mesmo com Rooney, pode ser suficiente, enfim, dá para se ajeitar sem prejudicar o talento, sem prejudicar aquele que, justamente, deveria ser sua arma para mexer com a cabeça do treinador adversário. Faltou bom-senso, percepção, sensibilidade, saber dar a medida certa para cada coisa.

O exemplo pode parecer distante, mas episódios análogos já aconteceram e podem ocorrer no futebol mineiro – inclusive em jogos que foram decisivos para a desclassificação de times daqui – e brasileiro. Depois falo mais sobre isso.

Strongest: nem tão fraco assim

Na quinta, o Galo é amplamente favorito. Pelo time que tem, por possuir mais qualidade técnica, jogadores mais decisivos, pela fase favorável. Contudo, é preciso tomar cuidado para não tirar o crédito do Strongest em excesso. Esse raciocínio vale para a partida de quinta, para a da semana que vem, e mesmo na maneira de considerá-lo adversário para a classificação no grupo, em geral. Os bolivianos mostraram-se extremamente organizados no Morumbi diante do São Paulo. Quando o confronto marcava 1 a 1, quase o desempataram antes do tricolor por duas oportunidades, em contra-ataques. O clima no estádio paulista era de tensão. Portanto, não é correto repetir expediente comum no Brasil e em Minas de achar que qualquer time na Libertadores que não é brasileiro, nem o Boca, nem o River, não vale nada. Não é por aí.

Já era o melhor do mundo. Agora, então… Pontos positivos e negativos do Galo; concorra: camisa oficial do América

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 40 comentários

OBS: Muitos me perguntaram: os comentários do post dessa quinta foram respondidos hoje, na sexta. É só dar uma olhada que o retorno para a mensagem de vocês está lá. Abraço a todos!!!

Nem vale entrar tanto em questões um tanto batidas: os gramados perfeitos, os estádios belíssimos – sempre lotados -, as transmissões caprichadas… Isso quase todos já sabem.

Já era o melhor do mundo. Agora, então…

Nos últimos anos, o Campeonato Inglês se solidificou como o melhor nacional do mundo. Se a Premier League ocupa lugar especial no coração de 9 entre 10 amantes – antenados – do futebol, na temporada 2012-2013, o fascínio alastrado pela competição, quase perfeita, tende a aumentar. Em campo, o certame promete como sempre – e, ao mesmo tempo, como nunca. Qualidade superior, equilíbrio maior, conjuntos ofensivos: esse é o cenário no horizonte.

O Chelsea, rotulado de chato e retranqueiro, não atua mais assim. Tudo mudou com as novas aquisições. Num 4-2-3-1 que privilegia o ataque, tem, do meio para frente, uma espinha com Mikel, Ramires, Lampard, Hazard, Oscar, Mata e Torres. Desses, um costuma ficar no banco, e apenas o primeiro é volante realmente de contenção.

Por sua vez, o City, atual campeão, possui Tevez, curiosamente, como reforço, já que, na Premier passada, ele voltou a integrar o elenco apenas no fim, depois de resolver entreveros com Mancini, o técnico dos Citizens.

Insinuantes e sólidos, os antigos primos pobres de Manchester às vezes desfilam com um quarteto ofensivo de dar inveja: David Silva, Nasri, Aguero e Tevez (apesar de o comandante “vacilar” ao deixar o ex-corintiano no banco com frequência, optando por Dzeko). Só gente que sabe realmente decidir, com talento, “bola”, “drible”. Para completar, Touré é letal em suas investidas à frente. Marcador nos azuis, poderia ser armador tranquilamente, se o elenco não fosse tão privilegiado.

Finalizando o trio de favoritos, vem o United. “Cascudo”, com mania “irritante” de mostrar-se poderoso mesmo quando está atrás, em termos técnicos, de rivais domésticos ou europeus, a trupe de Ferguson aparece fortalecida. Van Persie e Kagawa chegaram para fornecer aos “Diabos Vermelhos” o que faltava: uma dose extra de habilidade genuína para fazer companhia a Rooney, casar bem com a experiência e a consistência que já vigoravam.

Arsenal, Tottenham, Everton e Newcastle pintam como os candidatos à quarta vaga na Champions. Apenas o Liverpool aparenta fraqueza pouco condizente com sua grandeza.

Nem vale entrar tanto em questões um tanto batidas: os gramados perfeitos, os estádios belíssimos – sempre lotados -, as transmissões caprichadas… Isso quase todos já sabem.

Galo e Fla: tática, arbitragem, e sua opinião. Como fica agora a luta pelo título?

- Complicado falar de tática em um jogo no qual, após a expulsão, aconteceu um cenário típico para as circunstâncias: ataque contra defesa. Antes disso, o Galo vinha no seu 4-2-3-1 original, e o Fla num 4-3-1-2, naquele formato de losango.

- Com um a mais, Rocha virou meia/atacante de vez, pela direita, Bernard manteve-se aberto pela esquerda, dois centroavantes ficavam enfiados, e R49 “flutuava” pelo meio, em muitos momentos voltando bem atrás para lançar, organizar, e dar qualidade à saída de bola.

- Réver muito bem. Guilherme (que não combina com a posição na qual está jogando, muito aberto pela direita,  e, independentemente disso, não vem bem) e Berola mal. Rocha com bons lampejos, mas, digamos, “confuso” em passes, cruzamentos e no momento de decidir. Aliás, falando em cruzamentos, impressionante como Bernard é eficiente nessas jogadas pela esquerda, com as duas pernas. Reparem o número de jogos que ele decidiu, ou nos quais contribuiu com assitências desse tipo.

- Arbitragem típica daquelas que mostram como é preciso resolver o problema nesse setor no Brasil: muito fraca, totalmente perdida! Não marcou pênalti para o Galo e, após esse lance crucial, errou para todos os lados, em jogadas de falta e afins. Na bola que acertou a trave, de R49, por exemplo, deu infração totalmente inexistente, algo que se repetiu em oportunidade na qual Renato Abreu levou amarelo por reclamar de marcação equivocada contra o rubro-negro. Pelos tipos e pela quantidade de equívocos, pela distribuição deles, evidenciava-se a “pouca inspiração” do juiz, e notava-se, na minha visão, que não era má-fé, era ruindade.

- No fim das contas, sobretudo pelo pênalti, o Galo foi mais atrapalhado pelo apito. Destaque também para o vermelho pra lá de estranho dado à Carlos César. PORÉM, sinceramente, tenho minhas dúvidas quanto à expulsão do lateral do Flamengo, e, nesse aspecto, poderíamos ter um erro parecido, em termos de capacidade de decidir, ao pênalti não marcado. Fiquei com a impressão de que o primeiro amarelo para Wellington Silva foi rigoroso. Mas, confesso, achei jogada duvidosa, complicada. Com tantos erros e lances polêmicos, acho exagero, nesse jogo, especificamente, falar em “vergonha”. O juiz pode até ter prejudicado mais o alvinegro, mas não penso que se quisesse atrapalhar os mineiros deliberadamente, expulsaria Wellington daquela forma, raciocínio que vale mesmo para quem acha que o vermelho foi merecido, pelo fato de se tratar de um conjunto de lances no qual um árbitro com más intenções dificilmente mandaria para o chuveiro.

- Assunto para ser destacado com calma depois: como jogadores e técnicos reclamam no Brasil, meu Deus?! Luis Roberto, da TV Globo, estava certo ao abordar o tema. Qualquer discussão, sei lá, sobre um lateral aqui, é pior do que a que acontece nos mais crassos, evidentes e decisivos erros na Europa. Jogador brasileiro, em sua maioria, anda muito chato, em todos os times, essa é a verdade.

- Para quem gosta de campeonato inglês: peguem a reação dos atletas no confronto dessa quarta, em qualquer lance “besta”, e compare com à dos jogadores de Chelsea e Man. United no clássico de domingo, quando a arbitragem decidiu o jogo. Love, Renato Abreu, e companhia, em qualquer falta não marcada no meio-campo, sem perigo, faziam escândalo pior do que o realizado por Fernando Torres, quando foi expulso em decisão pra lá de questionável, num duelo decisivo (aliás, diga-se, o espanhol não fez escândalo nenhum).

- Para vocês, o campeonato está decidido? Como ficou a disputa agora? E do jogo, o que acharam?

Analises do Cruzeiro no post abaixo!

Sorteio da semana: concorra à camisa oficial do América! ATENÇÃO: NOVAS REGRAS

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Cruzeiro, bom 2013! Mas dignidade é preciso… Dinamismo tático do Galo, jogo contra o Fla e luta pelo título; concorra: camisa do Coelho!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 123 comentários

Se o Cruzeiro não tem objetivos em termos de classificação, e já se prepara para 2013, o momento é de mudar o time, dar chances para alguns nomes.

Cruzeiro, bom 2013! Mas dignidade é preciso…

Pode parecer exemplar típico do mais enfadonho politicamente correto, ou papo de “especial para crianças”, na TV aberta. Mas quando vejo discussões sobre um possível corpo mole do Cruzeiro nessa reta final de Série A, pela falta simultânea de objetivos e riscos, não deixo de pensar no quão absurdo seria se isso acontecesse.

Amor pela profissão, pela própria carreira, aliado à consciência de que a trajetória de um futebolista é curta, e qualquer intervalo de meses pode ser decisivo para alavancar um salto no mercado de atletas; o fato de se estar em um clube grande, com milhões de adeptos, e de se ter um ótimo emprego, no qual as condições são tão excelentes quanto os vencimentos: tudo isso, e mais, há de entrar nessa equação.

Já deixando claro que não acredito em uma displicência proposital e/ou deliberada, é quase inegável que, em um tempo contra o Palmeiras (o segundo), e em outro diante da Ponte (o primeiro), a Raposa teve raça, interesse, digamos, abaixo do que seria rotulado como normal – contudo, insuficiente para insinuações graves, hei de apontar.

É óbvio que, aí sim, seria exagerar no politicamente correto exigir que uma equipe tenha, sempre, entrega próxima à de um adversário que postula o título ou a permanência na Série A. Determinada discrepância de “sangue nos olhos” é normal. Entretanto, mesmo dando margem para alguma queda no ímpeto, regada pelo bom-senso, há um limite para tal redução, o qual também precisa ser regido pela sensatez. Esperemos para ver em qual patamar, nessa seara, se enquadrará o Cruzeiro.

A Raposa passa por momento de transição, quase todo o plantel está “em prova”, e, nesse ponto, eis novo fator que deveria motivar. Tem muita gente que necessita mostrar capacidade de prosseguir no elenco, ou de nele aparecer, em 2013, com cotação superior à atual, passando mais confiança para a torcida.

E, considerando que arrumar a casa para a próxima temporada é o objetivo primordial nesse instante, a hora é de mudar o time, dar chances para nomes como Lucas e Élber, que carecem de testes e sequência.

Galo e Fla: se empatar ou perder, fica muito complicado… Dinamismo tático do Galo

- Galo e Flamengo fazem hoje mais tarde o jogo da rodada. O Independência vai ferver, a expectativa é total. Confronto imperdível!!! Se ganhar, para mim, o alvinegro continua TOTALMENTE na briga pelo título. Caso perca, ou empate, aí sim, dá para colocar o Flu com a mão na taça. Ou seja: decisão (sei que é clichê classificar o jogo assim, mas enfim…).

- O Atlético, diante do Flu, fez seu melhor jogo no certame. Na oportunidade, utilizou o 4-2-3-1 usual, mas, em um momento ou outro, atuou no 3-4-3, esquema que Cuca utilizou no Botafogo. Essa variação tem lados positivos e negativos. A equipe, com essa fluência, esse dinamismo, ganha poder ofensivo muito interessante, mas, às vezes, deixa a zaga demasiadamente exposta, sobretudo do lado direito. Nessa noite, penso que a filosofia da partida contra o Fluminense deve ser mantida; alguns contra-ataques podem até assustar, porém, atacar é preciso, e Cuca sabe armar esquadrões que privilegiam a ofensividade.

- Sobre essas questões táticas levantadas acima, falarei com mais “calma” e profundidade depois.

Sorteio da semana: concorra à camisa oficial do América! ATENÇÃO: NOVAS REGRAS

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Confira o vencedor da camisa do Cruzeiro! Crise de talento consolidado no nosso futebol; olha a fama que o Brasil pega no exterior por causa de alguns; qual a camisa mais bonita da Europa?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 70 comentários

Crise de talento consolidado no nosso futebol

Nossa seleção vive situação estranha. O time Olímpico, formado basicamente por nomes de até 23 anos, é praticamente o principal, o que disputaria o Mundial, se ele fosse hoje. Passamos por um período de entressafra, é verdade. Isso contribui para esse cenário. Contudo, não dá para deixar de notar que ele acontece, especialmente, em função da falta de jogadores brasileiros de real qualidade, consolidados, e um pouco mais velhos, sobretudo do meio para frente.

Não me refiro somente aos veteranos. Trato aqui, principalmente, daquela faixa que vai dos 25 aos 30, tida por muita gente como o período áureo de boa parte dos atletas. Nesse estágio, o vigor da considerável juventude se aliaria ao total desenvolvimento do corpo, levando a uma capacidade física privilegiada. Para completar, já teriam respeitável bagagem, experiência.

Um exemplo muito útil para refletirmos acerca da nossa geração atual. Gosto de Hulk. Acho-o bom jogador. Tem imenso valor para clubes, e até na seleção, pode agregar, fazer parte do elenco. Porém, não o levaria para Londres como um dos três acima dos 23 anos. Me parece não ter talento, qualidade suficiente para adentrar em um grupo que aparenta – e a princípio, deveria ser – tão seleto.

Ao mesmo tempo, perguntei-me quem ocuparia a vaga do atacante. Fiquei entre Daniel Alves e David Luiz. Um lateral direito e um zagueiro. Daí, para a conclusão central a que quero chegar, foi um passo: numa lista, essencialmente, sub-23, de apenas 18 nomes, não ficou simplesmente nenhum jogador, de ataque ou criação – contando todas as idades – altamente qualificado, estabelecido, e em ótima fase, de fora da convocação. Nenhum “crime” cometeu-se na opção pelos três “vovôs”.

Se, nesses setores, nossa turma Olímpica fosse totalmente confiável, o papo seria outro. A tranquilidade reinaria. Afinal, estaríamos, no presente e – provavelmente – no futuro, bem servidos. Mas a realidade não é essa. A camisa 9 é uma incógnita. Pato, envolto em eternas contusões, não se firma nem quando está livre delas. Damião, excelente para clubes brasileiros, até agora, não dá a segurança de que tem nível internacional, de Copa do Mundo. Ganso, então, nem se fala.

Para a Olimpíada, devido aos adversários, esse time de Mano é pra lá de competitivo, favorito. Já para a Copa…

Qual a camisa mais bonita da Europa?

Para colecionadores, ou apenas amantes de camisas de futebol, vale conferir aqui as novas “vestimentas” dos principais clubes europeus, para a próxima temporada. Gostaram mais de qual? Achei que as duas do City ficaram legais, bem como a segunda do Chelsea, que lembra a do Vasco. Já o United, que normalmente tem belas camisas, na próxima temporada, digamos, não estará, para mim, tão bem vestido assim. Enfim, dê sua opinião.

Olha a fama que o Brasil pega no exterior por causa de alguns…

Comentando no Bastidores, na quarta, sobre o último escândalo no qual estão supostamente envolvidos Havelange e Teixeira, disse que um dos pontos negativos de episódios como esse está na fama terrível que o Brasil ganha no cenário do futebol mundial – mas não somente nele. Dito e feito. Leiam essa notícia. Chega a ser incrível a “defesa” da FIFA. Reparem que, generalizando, dizem que o suborno é algo comum no “nosso povo”, algo da nossa cultura. Lamentável. Algum preconceito nas palavras dos representantes da entidade maior do futebol? Até que ponto a existência de pessoas que, de fato, mancham a imagem do país, justificam visões como essa?

“(…) pagamentos de subornos pertencem ao salário recorrente da MAIORIA da população”, diz – segundo a reportagem do link -, trecho de um documento, referindo-se ao Brasil.

Confira o vencedor da camisa do Cruzeiro!!

Quem ganhou a camisa do Cruzeiro foi o Luciano Eduardo de Jesus, com o comentário do dia 12 de Julho.

Luciano, meus parabéns!! Você pode passar na Itatiaia nessa segunda ou na terça, no horário comercial. Caso não busque o prêmio até esse prazo, sortearei novo vencedor. O contemplado será avisado no e-mail cadastrado no comentário. E fiquem ligados! Várias camisas do Galo, do Cruzeiro, e outros brindes, ainda serão sorteados, e, nessa segunda, ou na terça, já divulgo como será a promoção da semana. Abraço a todos e obrigado pelo carinho nessa promoção!

Endereço Itatiaia: Rua Itatiaia, 117 – Bonfim

Os méritos do América, os vários problemas do Cruzeiro, e mais uma má atuação do Galo; jogo imperdível na Europa

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 66 comentários

América

- Primeiramente, vamos aos méritos do vencedor, o América – que, com certeza, serão esquecidos por muitos, que apenas criticarão o Cruzeiro (que, de fato, anda mal…). Gosto do elenco que o Coelho possui para esse ano. No meio-campo, tem Moisés, dono de considerável qualidade, e capaz de dar opções ao treinador, já que pode atuar como segundo ou terceiro homem do setor. Dinâmico, com ótima chegada à frente, de uma forma ou de outra, auxilia bastante em termos ofensivos e criativos, e, dependendo das circunstâncias, pode preencher o meio, ajudar os volantes mais marcadores, sem que o time fique carente de armas de criação. A título de comparação, ainda que não tenha mantido tanta regularidade em 2012 – creio que deve crescer -, provavelmente seria titular na Raposa, na minha visão. Rodriguinho, Kaio e Luciano – que parece estar de saída – são alternativas interessantes para a armação, tendo em vista a realidade da série B e as possibilidades financeiras do América, é bom ressaltar. Com esses 4 nomes mencionados, a construção das jogadas dos comandados de Givanildo tende a se dar majoritariamente no meio, ao contrário do que acontecia no ano passado, quando a equipe dependia demais do apoio dos alas – Marcos Rocha e Gílson. A nova forma de atuar, a meu ver, propicia dinâmica mais interessante, maior variedade e eficiência.

- Como meu colega Bruno Azevedo destacou há algum tempo, o que faltava no Coelho era um pouco mais de pegada no meio, na marcação. Esse defeito, parece, foi dirimido. Dudu, longe de ser um virtuose da bola, “bem ou mal”, corrigiu parcialmente esse falha – na realidade, a mudança no sistema do meio como um todo, com o deslocamento de Moisés para a função de terceiro homem, também ajudou nesse aspecto tratado.

Cruzeiro

- O que dizer da Raposa de diferente do que venho tratando aqui há algum tempo? As deficiências são muitas, e todas elas já foram abordadas. A defesa falha muito; os laterais são pouco eficientes defensivamente, e, digamos, não compensam esse defeito com grande talento ofensivo; Montillo, “vira e mexe”, fica sozinho na armação, na criação; no ataque, para mim, ainda falta mais habilidade, leveza, dinamismo e capacidade de drible. Alex Silva e Souza me parecem boas contratações; são nomes que, se conseguirem render perto do que mostraram em suas melhores fases, têm condições de diminuir parte dos problemas listados. Porém, ainda assim, para um clube da grandeza do Cruzeiro, num campeonato tão difícil como o Brasileirão da série A, me parece pouco.

- Mancini não passa a confiança para a torcida, e para a impressa, que é peculiar aos grandes treinadores. Ele ainda não está nesse rol. Porém, fica complicado saber até que ponto ele tem “culpa no cartório”, já que, conforme assinalado, o elenco está longe de ser dos melhores. Além do mais, outro ponto que deve ser contextualizado nessas análises é o seguinte: o mercado de treinadores no Brasil anda muito fraco, como já apreciei aqui e no Bastidores.

Atlético

- Contra o Tupi, nesse fim de semana, outra fraca atuação; a queda continua. Alguns vêm dizendo que a retranca da equipe do interior – nem tão “acima do normal” assim, diga-se de passagem, longe disso – serve como uma espécie de desculpa para o mau desempenho Atleticano. O discurso é o mesmo daquele apresentado, por exemplo, pela seleção brasileira naquelas costumeiras más atuações contra adversários fracos. Time grande tem de saber se impor nessas situações, tem de dotar-se de armas contra essa estratégia. Há alguma surpresa no fato de o time menor, mais fraco, jogar atrás? Alguma novidade nisso? Será que para o Galo foi um grande choque ver o Tupi quase todo atrás da linha da bola em muitos momentos? Sinceramente, a retranca, como parte do jogo, deve ser contextualizada nas análises sobre ele, e dela, algumas dificuldades e situações podem surgir. Porém, utilizá-la como desculpa para má atuação não dá. Até porque - no caso aqui discutido -, não se viu o Galo criando com tanta consciência e qualidade assim no duelo contra o clube de Juiz de Fora. Faltou técnica, qualidade, criatividade no meio, capacidade de trocar bons passes e evolver o oponente.

- Se o nível do desempenho se mantiver assim, fraco, o Atlético terá enormes dificuldades contra o América, e a perda do título não me surpreenderia em nada – não que o Coelho tenha uma excelente equipe, nem que seja favorito, vejam bem.

Jogo Imperdível na Europa

- No estádio do Manchester City, os azuis da cidade duelam contra o rival United nessa segunda. Só os dois continuam na briga pelo título. A vantagem dos “Diabos Vermelhos” na liderança é de 3 pontos. O City tem mais saldo – primeiro critério de desempate. Depois do confronto, restarão duas rodadas. No primeiro turno, o famoso 6 a 1. Nessa segunda teremos, portanto, simplesmente, o maior duelo entre os dois em todos os tempos. Com o fracasso de ambos nas Copas e na Europa, a temporada estará em jogo. Quem puder acompanhar, não perca.