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Libertadores

Cruzeiro empata com SP e Galo perde para os reservas do Grêmio. Semana de Libertadores para os mineiros…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 70 comentários

Cruzeiro empata com SP e Galo perde para os reservas do Grêmio. Semana de Libertadores para os mineiros…

 

O Cruzeiro não fez uma partida brilhante. Mas teve rendimento que pode ser classificado como bom. Esteve superior ao São Paulo durante quase todo o jogo e, para mim, merecia um desfecho melhor no duelo. Penso que o 1 a 0, a vitória magra, seria o reflexo mais justo e certeiro do cotejo.

Já o Galo, fez partida fraquíssima diante dos reservas do Grêmio. Mais uma vez, a equipe foi burocrática, pouquíssimo criativa, totalmente despida de brilho, inspiração. Sem jogadas coletivas, e com rendimentos individuais apagados. Óbvio, não dá para cobrar do novo treinador ainda. Porém, nomes como Tardelli e Ronadinho, precisam urgentemente dar uma resposta imediata. Estes sim devem ser – na medida correta – contestados pela torcida. Alex Silva, depois de ótimos primeiros jogos com a camisa alvinegra, caiu demais nos últimos duelos. Não se deve queimar demasiadamente o menino, mas talvez seja o momento de ele passar um período no banco. Marcos Rocha faz muita falta. E não apenas pela fase desfavorável do substituto.

Enfim, dê sua opinião sobre os mineiros na última rodada do Brasileirão. E o que esperar da semana de Libertadores? Será que a dupla de BH passa?

A força do futebol de Minas no Brasil e na América

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 29 comentários

Atleticanos e Cruzeirenses podem estar menos confiantes, menos empolgados do que no ano passado. Porém, se compararmos os dois times com a “turma”…

A força do futebol de Minas no Brasil e na América

No ano passado, cansamos de ouvir sobre a força do futebol mineiro, sintetizada muitas vezes em frases taxativas, do tipo: “os dois melhores times do país estão no nosso estado”. Era verdade. Só que, essas análises, ao serem repetidas tantas vezes, desgastavam. Talvez a insistência esbarrasse na tendência da mídia pelo populismo – muito mais do que pelo clubismo, como muitos colocam -, pelo politicamente correto, pela vontade de agradar a todos, de não se comprometer – dando pinta, para completar, de “coragem para falar o que pensa”. Em um estado com futebol tão polarizado, cravar que os dois gigantes de BH eram os dois principais clubes do Brasil – ainda que fosse verdade, repito – era confortável, tinha forte chance de agradar ambas as partes.

Em 2014, até certo ponto, a euforia com as equipes das bandas daqui continuou. Contudo, com a inesperada dificuldade enfrentada pelo Cruzeiro na Libertadores, e com alguns tropeços do Galo no Mineiro, somados a performances pouco convincentes, à própria resistência à Autuori, o clima esfriou. Passamos a ver insegurança, questionamentos das torcidas, da imprensa, aos dois times. Não digo que eles não procediam. Mas, passado mais algum tempo, com o razoável crescimento do Atlético, a vitória do Cruzeiro no Chile, e a observação do futebol nas outras partes do país e do continente, digo o seguinte: tecnicamente, em termos de “bola”, habilidade dos jogadores, os melhores time da Libertadores e do Brasil, provavelmente, são Cruzeiro e Atlético. No mínimo em uma lista seleta de quatro, cinco destaques, dentro dos dois universos citados, a dupla de BH entra.

Na Libertadores, Grêmio, Vélez e Newell’s têm agradado. Mostrado certa consistência. Esses times são fortíssimos e podem muito bem eliminar qualquer um dos dois mineiros, em eventuais confrontos. Entretanto, novamente, não creio que, no que se refere à qualidade dos jogadores, eles devam intimidar a turma daqui. Podem levar vantagem em aspectos psicológicos, coletivos. Apresentar mais solidez, firmeza, raça, em certos momentos. Inteligência, em outros. Mas dizer que o Grêmio tem poderio ofensivo superior ao da dupla de Minas, não procede. E por isso, por sempre ter o critério “qualidade do elenco e técnica dos jogadores” como o primeiro para realmente confiar em um time, no fundo da alma, ainda não sou totalmente convencido por Grêmio, Vélez e Newell’s. Não no sentido de considerá-los fracos. É apenas por avaliar que, em um duelo de um destes com Galo e Cruzeiro, escolheria qualquer um desses dois últimos como favoritos. Não com folga. Não no patamar de que uma eliminação surpreenderia. Simplesmente, sendo obrigado a apostar em alguém, iria nos mineiros.   

A grande vitória do Cruzeiro contra a La U; Galo começa bem, vai mal no segundo tempo, e se classifica; Superclássico de domingo: quem leva?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 55 comentários

É agora que o bicho tá pegando. Libertadores com jogos decisivos, e Superclássico decidindo título. Finalmente, o ano engrena.

A grande vitória do Cruzeiro contra a La U

O Cruzeiro foi bem contra a La U. De maneira atípica, os destaques foram jogadores não tão badalados – no sentido de não serem as estrelas ofensivas da equipe, aquelas que aparecem mais: Henrique, Samúdio e Lucas Silva, para mim, foram os melhores do time azul.

Inteligência, boa marcação, controle psicológico e saídas em velocidade para o ataque, dando o bote, aproveitando os momentos de abertura da defesa chilena na hora certa: estas foram as principais virtudes da Raposa.

Galo começa bem, vai mal no segundo tempo, e se classifica

Já o Galo, começou bem. Jogo aberto, dinâmico, pegado e com chances para os dois lados até uns 25, 30 minutos do primeiro tempo. Neste contexto, me agradava a movimentação alvinegra. Jô e Guilherme se mostravam bem.

No segundo tempo, porém, o time caiu demais! Altitude e problemas físicos não devem ser esquecidos.

R10 esteve muito mal. Victor, pra variar, foi um monstro. Guilherme, dos homens ofensivos, foi o que me mais agradou.

Superclássico de domingo: quem leva?

Dê sua opinião sobre o clássico de domingo. Quem é o favorito? R10 deve jogar? E Willian, deve entrar no Cruzeiro? Enfim, dê seus pitacos…

Por que Willian merece chance de ser titular no Cruzeiro… Deu o óbvio: Cruzeiro e Atlético, mais uma vez, na final

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 45 comentários

Entre os homens de frente, no Cruzeiro, em 2014, Willian tem sido o mais regular, o mais consistente. E taticamente…  

Por que Willian merece chance de ser titular no Cruzeiro

 

Pela segunda vez consecutiva, Willian foi o melhor em campo num jogo do Cruzeiro. E para quem diminui a importância desse feito destacando que ambas as partidas foram contra o Boa Esporte, uma equipe de pouca expressão, é preciso lembrar: em várias oportunidades, neste ano, Willian esteve, no mínimo, entre os três melhores da Raposa dentro de um confronto. Me recordo da vitória em cima do América, por exemplo. De várias pelejas pelo Mineiro. Até de algumas pela Libertadores – aqui faz-se necessário salientar que o “atacante do bigode’’ raramente entra como titular nessa competição, o que, inegavelmente, quase inviabiliza que, nela, ele mostre o mesmo serviço. Para resumir a situação, diria o seguinte: em 2014, analisando regularidade, consistência, e até em termos “proporcionais” – qualidade de rendimento apresentado nos minutos em que esteve em campo, aproveitamento, média -, entre os homens de frente, creio que Willian tem sido o melhor nome da Raposa – voltando à história da proporção, o que teve a menor quantidade de instantes ruins em relação ao volume de oportunidades que possuiu.

Noves fora a questão da fase do atleta analisada, alguns atributos específicos dele depõem favoravelmente à idéia de colocá-lo como titular. Vejamos: Willian é aquele chamado homem de “beirada” de campo, de “lado” – para utilizar os jargões adotados dentro dos clubes hoje, por treinadores e boleiros – que, apesar de ser um meia-atacante aberto, que tem como prioridade o ataque, a construção das jogadas, sabe recompor, voltar para marcar o lateral adversário. E tem vigor para isso. Muito mais, por exemplo, do que Dagoberto – que, diga-se, é superior em outros aspectos e não deve necessariamente sair do time devido à inferioridade mencionada. Essa versatilidade tática, essa disposição para recuar auxiliando a defesa, é fundamental no 4-2-3-1, esquema do Cruzeiro. Na Libertadores, pela dificuldade da competição, por sua importância, e até pelo típico jogo “pegado” que nela costuma acontecer, essas virtudes se tornam ainda mais importantes.

Encerrando o meu caso, a minha defesa, digo que a velocidade, a disposição, a presença desse jogador, a sua raça – que não se limita ao papel tático aqui já descrito, incluindo, por exemplo, a roubada de várias bolas no ataque -, combinam demais com a Libertadores. Claro, são úteis em qualquer competição. Mas nesta última, pelos traços de boa parte dos times gringos que nela estão, se tornam ainda mais decisivas.

Para Willian não há bola perdida, e quase todas as disputas parecem valer aquela coca-cola estupidamente gelada, num dia da mais pura e insuportável seca, de calor escaldante, sufocante, insuportável. Por essas e outras, para mim, já nesta quinta-feira, chegou a hora do “homem do bigode”.  

Deu o óbvio: Cruzeiro e Atlético, mais uma vez, na final

 

Atlético e Cruzeiro, mesmo sem brilhar, neste domingo, confirmaram suas vagas. Merecidamente. Ao longo da semana, mais detalhes e reflexões sobre estas equipes, sobre a final, a Libertadores, e um texto específico a respeito do Galo, como o escrito acima tratando da Raposa…

Por enquanto, pergunto: para você, quem leva o título estadual?

A fraca atuação do Galo. De sua opinião! A principal diferença entre Cuca e Autuori

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 69 comentários

A fraca atuação do Galo. Dê sua opinião!

Empate do Galo contra o Nacional, no Independência. Fraca atuação do time de Autuori. Os erros citados no texto abaixo – publicado antes do duelo – aconteceram: perdas de bola na defesa, espaço entre volantes e zagueiros, e dificuldade tremenda na saída de bola. Além disso, em geral, o passe esteve ruim, e o time pouco criativo. Ronaldinho viveu de lances isolados. Tardelli continua longe da forma ideal nos jogos mais recentes. Berola não deveria ter sido a opção para o lugar de Fernandinho – colocaria Guilherme ou Marion.

Enfim, dê sua opinião sobre o jogo!

As diferenças de Autuori para Cuca têm trazido benefícios e problemas para o Galo. No fim das contas, o que você acha? Vale a pena?

 

 A principal diferença entre Cuca e Autuori

Muita gente parece insistir em analisar tática no futebol limitando-se a conceitos que pouco definem o estilo de uma equipe. Simplórios. Técnicos frequentemente são diferenciados apenas por serem “retranqueiros” ou “ofensivos”. É claro que esses famigerados rótulos podem ter fundamento. Mas em um mundo no qual o esporte se profissionaliza cada vez mais, evoluindo principalmente física e taticamente – e muitas vezes decaindo tecnicamente… -, para realmente entender a estratégia, a filosofia de um time, sua característica mais decisiva, é preciso ir além.

Cuca, merecidamente, sempre foi conhecido por montar esquadrões que privilegiam o ataque. Autuori, bombardeado por críticas desde que chegou, corriqueiramente é “homenageado” pela torcida por supostamente travar demais o time, ser demasiadamente cauteloso.

O atual técnico alvinegro, de fato, joga de maneira menos ousada, menos aberta do que seu antecessor. Porém, estereotipá-lo como retranqueiro, não condiz com a verdade. Além disso, a principal diferença entre ele e o último comandante campeão da Libertadores, não passa por aí.

Autuori preza a posse de bola, o controle do jogo através da troca de passes, da paciência. Ter a “redonda”, além de uma maneira de atacar, é sempre uma forma segura de manter o adversário longe do seu gol. De correr menos riscos. Escutem Guardiola explicando sua visão a respeito do futebol em qualquer entrevista mais longa, e depois me digam se não ficaram convencidos. Assim, dá até para afirmar que é possível dominar a posse durante o jogo e ser defensivo.

E se Autuori monta conjuntos menos agudos, menos verticais, menos apressados para chegar ao gol inimigo – isso às vezes gera a impressão, verdadeira ou não, de que se ataca menos e, logo, de que se está diante de um conjunto um tanto covarde -, adora volantes mais soltos, que se aproximam do ataque e, principalmente, participam da armação das jogadas, começam a pensar o jogo lá de trás. Essa preferência tem causado algumas estranhezas, certas surpresas. Algumas positivas e outras negativas. As primeiras dão as caras, por exemplo, quando Josué surge “do nada” como elemento surpresa para finalizar dentro da área adversária, e marcar. Algo, convenhamos, raro na era Cuca. As negativas causam calafrios na torcida quando o mesmo Josué e Pierre mostram que não são volantes exatamente técnicos, dotados de grande capacidade de passe, para sair jogando. Com isso, os equívocos no campo de defesa, que entregam “de mão beijada” a bola para o adversário perto da meta de Victor, têm se multiplicado.

História do “copo meio cheio”, ou “meio vazio”… Ou então, do “cobertor curto” (afinal, às vezes os volantes sobem e deixam um buraco à frente dos zagueiros). E aí, o que é melhor?