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futebol mineiro

A incrível máquina de criar oportunidades… Cruzeiro: Dedé, Lucas Silva… Galo: Leo Silva, Ronaldinho…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 73 comentários

Se pensarmos que, mesmo tendo o melhor ataque, o Cruzeiro tem chamado atenção pelas chances perdidas, notamos o quão criativo o time consegue ser.

A incrível máquina de criar oportunidades

Sem história de Barcelona das Américas. Deixemos de lado os superlativos, os elogios exagerados. Até porque, a equipe segue em formação. Até porque, a qualidade da performance ainda tem oscilado, e, no todo, não é suficiente para que se declame aos quatro cantos: “eis uma máquina de futebol”. Não se trata disso. Simplesmente, não é para tanto. Ainda é cedo. O bom senso pede cautela. Porém, lembremos, não há no Campeonato Brasileiro, hoje, uma equipe digna de um cântico tão elevado. E, na minha avaliação, dentro de um cenário realista, o Cruzeiro tem sido o melhor esquadrão do certame até aqui. O que mais convence. O mais consistente. O dono do melhor futebol.

Se, nesta avaliação, alguns colocam o Botafogo à frente – o que é legítimo, os cariocas fazem ótima competição, e brigam cabeça a cabeça com a Raposa não só pela liderança, mas também, digamos, por essa soberania “moral” -, em um quesito, até aqui, o Cruzeiro, inegavelmente, tem impressionado, é insuperável: no poder de criação de jogadas, de chances de gol. Nesse aspecto, os números são um espelho fidedigno. Os comandados de Marcelo Oliveira lideram o Nacional em número de finalizações e oportunidades claras de marcar. Ademais, estão na ponta, com certa folga, na tábua dos melhores ataques – balançaram as redes 31 vezes contra 27 do Botafogo, dono do segundo posto.

Em vários jogos do Cruzeiro todos ficaram com a sensação de que a equipe perdeu muitos gols. E quando, ainda assim, este mesmo conjunto é possuidor do melhor ataque, temos um sinal de que a capacidade criativa anda em alta. Até na goleada diante do Vitória, a despeito dos cinco gols mineiros, a percepção foi de que ficou barato para os baianos – e, curiosamente, a Raposa, apesar de ter atuado bem, nem teve jornada tão épica, intocável…

O saldo celeste no Brasileiro, após 15 rodadas, obviamente, é positivo. Considerando que, nas três únicas derrotas do time o resultado poderia ter sido diferente – levando-se em conta volume de jogo, domínio da partida, “merecimento” -, a liderança poderia ser não apenas realidade, mas também um tanto folgada. Diria que, numa conta “justa”, razoável, nesses nove pontos perdidos, o Cruzeiro mereceria ter levado ao menos seis, sete – isso dando margem para que, mesmo com mais controle do jogo do que o oponente, às vezes é normal alguma adversidade.

O alento para a China Azul, que faz contas a cada rodada, pode ser o seguinte: até o fim do primeiro turno, o Cruzeiro não enfrentará nenhum dos times que, com ele, estão entre os mais fortes do país. Já pegou Corinthians, Inter, Botafogo, Atlético… Por outro lado, alguns concorrentes terão confrontos diretos. Pode ser momento de acumular certa “gordurinha”, diria nosso amigo Luxa.

Cruzeiro: Dedé, Lucas Silva… Galo: Leo Silva, Ronaldinho…

- O Cruzeiro, no sábado, goleou, jogou bem e, apesar de ter feito 5 gols, perdeu muitas oportunidades. Para o Vitória, o estrago poderia ter sido ainda pior. Destaque para os meninos da base. Lucas Silva entrou muito bem, foi um dos melhores em campo. Firme, tranquilo, cheio de personalidade. Élber, substituto com a partida em andamento, também teve ótimos minutos. Mayke, além de ter feito gol, mostrou a já costumeira regularidade. E Vinícius, que deu lugar a Borges, o qual fez boa partida, em pouco tempo deixou o seu.

- Fora o quarteto da base, Éverton Ribeiro também se destacou. Dedé, apesar do pênalti, fez boa partida, se mostrou firme em muitos lances. E Martinuccio, que entrou no segundo tempo, foi bem.

- No domingo, o Galo, dentro das circunstâncias, teve ótima atuação. A equipe soube se adaptar bem ao fato de jogar com um a menos. Jogou com consistência, segurança, dentro de que era possível. Victor, mais uma vez, foi sensacional. Leonardo Silva teve atuação impecável, um monstro. Ronaldinho também esteve muito bem. Distribuiu brilhantemente o jogo, prendeu a bola no ataque à espera da chegada dos companheiros, enfim… Apresentou-se como um verdadeiro maestro. Júnior César continua se firmando como dono da lateral esquerda.  

- Destaque também para a boa solução dada por Cuca para a expulsão de Fernandinho. Este último tinha o papel de fechar a marcação pelo lado esquerdo. Com o vermelho recebido, o treinador atleticano pediu a Jô que fizesse esse papel de recomposição pelo lado do campo. Deu certo. A segurança de Júnior Cesar também contribuiu.

- E você, o que achou da rodada dos mineiros? Dê o seu recado! 

Clubismo, regionalismo e verdadeiro amor

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 65 comentários

Boa parte das mensagens dos últimos dias foi respondida. Só ver nos últimos posts. Abraços a todos!!

Regionalismos e clubismos têm dado o tom nos estádios “sem dó nem piedade”, “a torto e a direito”.

Clubismo, regionalismo e verdadeiro amor

 

Os últimos amistosos da seleção, realizados no Brasil e sob a regência do decantado padrão FIFA, serviram de ensaios e como possíveis prévias, em vários aspectos, para vislumbrarmos o que acontecerá na Copa das Confederações e no Mundial. Em termos de logística, de rendimento da trupe de Felipão… E, também, no que tange ao comportamento da torcida. Falando nisso…

Regionalismos e clubismos têm dado o tom nos estádios “sem dó nem piedade”, “a torto e a direito”. Ultrapassando qualquer limite que poderia ser imaginado, qualquer margem que mereceria ser concedida, até mesmo, para a baixeza intelectual. Não haveria problema em gritar o nome de um jogador com mais vigor por ele ser de determinada agremiação; em fazer certas brincadeiras; em mostrar o orgulho por integrar uma parte especifica do “Brasil continental”. Até aí, tudo bem. Concordando ou não, ainda que disparado o alerta da “bobeira”, digamos, dentro de alguns limites, “passaria”. Só que, na prática, o nível das picuinhas, das “brincadeirinhas”, revelou-se bastante elevado, tamanha a pequeneza dos “argumentos”, dos pedidos, das manifestações.

Desde o início do jogo, vaiar um cara como Luiz Gustavo, sem razão, faltando até com o respeito a esse profissional – aconteceu em Porto Alegre… Com qual objetivo? Para “implorar” a presença do “craque”, do “imprescindível”, da “unanimidade” Fernando. Unicamente, óbvio, por ele jogar no Grêmio. Zombarias contra Oscar, um de nossos melhores, antes mesmo de os 90 minutos começarem. Claro, por ele ter passado pelo Inter. Depois, quando foi um dos melhores em campo, e fez um gol, chegou a ser aplaudido. Enfim, outros muitos eventos análogos, na mesma linha, ocorreram no Rio Grande do Sul e no Mineirão, na partida entre Brasil e Chile, repito, desfilando uma repetição, uma insistência, e um grau bem excessivo de coisas que, até certo ponto, seriam normais.

Quase na outra ponta do que seria o manual de como torcer para uma seleção, os ingleses, no Rio, deram mais uma prova do que, para mim, faz jus a um estudo sociológico, antropológico: impressiona como os súditos da rainha viajam para competições esportivas em que uma equipe, de qualquer esporte, representa o país. Mesmo um indivíduo. Na Europa, em partidas do “English Team”, isso sempre foi comum. Amor pelo futebol, bom poder aquisitivo médio, e proximidade dos países no Velho continente, sempre surgiram como explicações para o fenômeno. Mas ele sempre transcendeu as fronteiras europeias, atravessou as crises financeiras, e nunca se restringiu ao esporte bretão. Em lutas de boxe, em Las Vegas, por exemplo, contra lutador americano, eles já vencerão a “luta de gritos”.

Salvando o torcedor do futuro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 74 comentários

É preciso pensar na família, na construção da plateia do futuro. É indispensável, por que não, cultivar o consumidor que tornará tudo possível daqui a alguns anos.

Salvando o torcedor do futuro

 

A paixão por acompanhar o futebol no estádio, via de regra, começa na infância. No máximo, na adolescência. O hábito de ver o time do coração jogando de perto, normalmente, de qualquer maneira, se desenvolve antes da vida adulta, de forma usualmente sutil, o que não significa, pelo contrário, necessariamente pouco arrebatadora. O pai, um tio “bonachão”, amigo, costuma plantar a semente. Aos poucos, quase de modo inconsciente, aquele gosto, uma espécie de impulso, às vezes de “vício” – com o perdão do exagero e sem a conotação negativa -, vai sendo construído. A continuidade e/ou o fortalecimento dessa rotina dependerá de várias coisas. Obviamente, do momento do time, das idiossincrasias do indivíduo, dos rumos de sua existência e, sobretudo, do todo da vivência passada no campo. Afinal, ir ao estádio transcende apenas o resultado, o simples ato de ver uma partida. É uma experiência. É diversão. É um entretenimento escolhido para alegrar, dar prazer; para preencher os raros tempos livres.

Aliás, diga-se, não é só o hábito de ir ao campo de futebol que corriqueiramente se forma cedo. Vários outros, conectados ou não ao entretenimento, também o são. Se não totalmente, ao menos, de determinada maneira, como uma espécie de predisposição, de tendência.

Pois então. Na medida em que os bilhetes encarecem cada vez mais, os jovens costumam formar um dos grupos mais prejudicados com esta elevação dos preços. Afinal, dificilmente, em termos financeiros, “caminham com as próprias pernas”. Se o fazem, normalmente vivem “duros”, e a independência tem limites e/ou é acompanhada de alguma abnegação forçada. O que dizer, então, das crianças? Vale destacar, a meia- entrada não costuma salvar em sentido amplo, principalmente quando falamos de, no mínimo, 50, 60 reais.

Para completar, o pai de família, coitado, que muitas vezes já sofre para pagar o seu ingresso – fora gasolina, lanches absurdamente caros (com criança, que sempre pede algo, então…) -, pena para poder fazer do campo um programa familiar, para realizar aquele ritual tão comum – que usualmente ganha contornos poéticos, lúdicos -, de “iniciar” o filho no mundo do futebol. Assim, com frequência, é obrigado a desistir do passeio considerado, a priori, o ideal, ou o realiza sozinho. Afinal, quem pode pagar, digamos, no mínimo, 90 reais – 60 dele e 30 do filho -, para ver os “clássicos estonteantes” do Mineiro?

Por essas e outras, precisamos repensar os preços das entradas para os jogos, nem que seja para os cotejos menos chamativos. É preciso pensar na família, na construção da plateia do futuro. É necessário manter a roda girando. É indispensável, por que não, cultivar o consumidor que tornará tudo possível daqui a alguns anos.

A importância dos clássicos para o futebol; ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 154 comentários

Os públicos considerados costumeiramente baixos para o futebol – e com razão – seriam verdadeiras bênçãos, grandes sucessos de popularidade em quase qualquer outro segmento.

A importância dos clássicos para o futebol

Em todo o mundo, não há espetáculo que atrai tanta gente como o futebol. Fato. Talvez, pela obviedade dele, no entanto, esquecemos, não percebemos exatamente o quão absoluto o esporte bretão se mostra nesse posto de atração dona da maior popularidade. Uma conta razoavelmente simples evidencia, desnuda essas constatações: somemos o público que as partidas dessa abençoada modalidade levam aos estádios, em suas diversas divisões dentro de cada país, com a audiência que elas obtêm nas rádios e TVs mundo afora. Chega a ser “ridícula” a derrota da “concorrência” quanto ao número de indivíduos que, de uma maneira ou outra, está acompanhando cada tipo de espetáculo. Teatro, música, shows, enfim, nenhum evento “ao vivo”, de qualquer ordem – separando esses setores como “segmentos”, e comparando-os com o futebol -, vence o esporte campeão do planeta no quesito popularidade.

Essa atração causada pelo futebol, a grosso modo, baseia-se em duas coisas não necessariamente excludentes: na paixão clubística, e no entendimento dele como um espetáculo em si, numa relação de certa maneira parecida com a que normalmente se tem, sei lá, com o teatro. Isso quer dizer que parte do público vai movido pelo sentimento por um time, e outra, pelo envolvimento, pelo interesse que tem pelo evento pouco – ou nada – baseado no ato de torcer por uma agremiação. Esse segundo tipo de ligação ocorre cada vez mais no mundo globalizado, por exemplo, quando um jovem brasileiro não deixa de acompanhar o clássico de Manchester sem torcer exatamente por City ou United, fascinado pela beleza do ambiente, do “entorno”, e, claro, do jogo, da disputa.

No Brasil, porém, penso que o “índice” de pessoas que se interessam realmente pelo futebol – ou melhor, que o consome, com ele tem algum vínculo – ainda seja formado com muita folga, majoritariamente, por quem ama um time. Um exemplo disso estaria, de alguma maneira, na diferença abissal da paixão que se costuma ter no país pelo clube de coração e pela seleção – a segunda, em tese, tem tudo para produzir um espetáculo melhor, mas mesmo quando o faz, em geral, não exalta, não envolve como o time que se venera. Na maioria dos outros lugares, essa disparidade é menor. Aqui, comparando-se com a maior parte dos países que gostam do esporte bretão, a proporção dos que por ele são atraídos por “apreciarem o espetáculo”, pela contemplação, numa fruição “desinteressada”, no sentido filosófico, descolada do sentimento de que ali algo “seu” está envolvido, é bem menor.

Em terras tupiniquins, basicamente, o negócio é torcer fervorosamente. Sem isso, sem esse sentimento de tensão, de ansiedade, de que algo “próprio” está em jogo, do torcedor típico, o futebol não seria algo minimamente perto do que se tornou em quase todo mundo. No Brasil, menos ainda – digamos, tendo a “média mundial” como base de comparação. E qual é um dos combustíveis mais vitais para essa paixão, para esse sentimento de torcer? A rivalidade regional, aquele referencial para comparação, aquele alvo para gozação, para a disputa, e até que forma o patamar mínimo que deve ser superado. Como Eurico Miranda dizia – exageros à parte, é claro -, se o Flamengo terminar em último, o Vasco poderia acabar na vice-lanterna. Em 2003, quando o Cruzeiro liderava, os resultados razoavelmente “aceitáveis” do Galo pareciam dignos de rebaixamento; o inverso se deu esse ano. Em suma, sem os clássicos regionais, o futebol não mexeria com o país como mostra conseguir na prática. Simples. Na naturalidade da vida, nos clichês que costumam ser disparados sobre clássicos, às vezes deixamos de lado a real importância que eles têm para a existência do futebol como o conhecemos. Sem eles, o esporte poderia até ser popular. Mas seria menos, em quantidade e “qualidade”, no sentido de importância dada, sentida – afinal, a movimentação por ele causada seria menos “viva”; provavelmente mais educada e “inteligente”. Enfim, seria outro “bicho”.

Prêmios na semana especial do clássico; ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro!!!

Nesta semana, serão sorteadas uma camisa do Galo e uma do Cruzeiro. Mesmo esquema de sempre, resultado será divulgado no domingo. Boa sorte!!

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Cruzeiro e a escolha dos “vilões”; diretoria errou muito, mas Roth também tem equívocos; semana especial Superclássico; ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 127 comentários

Resumo da ópera: os principais culpados pelo fraco 2012 foram os responsáveis pela montagem do elenco; Roth, porém, depois de começar bem, teve uma quantidade não tão desprezível assim de equívocos. Simples. Não se trata, portanto, de “escolher” um lado, achar que só dirigentes ou o treinador são os vilões da história.

Roth X Gilvan

Nos últimos tempos, os embates e as críticas via imprensa, os “tiros trocados” entre Gilvan e Roth, se tornaram comuns. No início deste duelo verbal, indiretas pipocavam aqui e ali, salientes, matreiras. No fim dele, a “compostura”, em certo sentido, foi perdida no caminho, e as palavras pouco amigáveis trocadas entre empregado e empregador ficaram, digamos, “mais objetivas”, cristalinas em seu significado; a essa altura, quase não mais era preciso confabular sobre algo dito nas entrelinhas; as indiretas deram lugar às diretas mesmo. Se não dá para pinçar uma opinião bastante perto da unanimidade dentro do universo dos torcedores celestes, sobre os erros de cada um desses personagens, pode-se afirmar com alguma segurança que o “Cruzeirense médio” provavelmente terá duras reservas ao trabalho de ambos.

A visão dos cruzeirenses

E, ao assim pensar, o torcedor está correto. Sim, o maior equívoco do Cruzeiro para a temporada ocorreu no início do ano, quando incontáveis contratações infelizes foram feitas, quando foi montado um plantel indigno da grandeza de um clube tão acostumado ao topo. Nesse aspecto, o atual presidente, e o ex-diretor de futebol, Dimas Fonseca, donos do maior poder de decisão, na época referida, no que se refere à escolha dos atletas que vestiriam a camisa cinco estrelas, são os responsáveis mais diretos pelo 2012 pouco produtivo.

Roth também errou

Assim, se é quase unanime que o erro na construção do elenco aconteceu, pela lógica, podemos apontar que, basicamente, as críticas de Roth ligadas a essa esfera são verdadeiras – se ele deveria expô-las em público, é outra coisa. Contudo, isentar o treinador gaúcho, também não dá. No início, ótimo trabalho. No começo da piora do rendimento do time, continuidade quase total desse labor bem realizado pelo treinador; ali, dava para dizer que a limitação do elenco ocasionava a queda quase natural. Contudo, com o passar do tempo, em termos de escalação, evidenciava-se um cenário no qual algumas novidades deveriam ser tentadas, algo que ele não fez; taticamente, seu time apresentava-se excessivamente preso, faltava soltar um pouco a equipe, faltava mais iniciativa dentro das partidas. Ademais, no trato com o grupo, mais bom-senso, “jogo de cintura” e sensibilidade teriam sido bem-vindos. Resumo da ópera: os principais culpados pelo fraco 2012 foram os responsáveis pela montagem do elenco; Roth, porém, depois de começar bem, teve uma quantidade não tão desprezível assim de equívocos. Simples. Não se trata, portanto, de “escolher” um lado, achar que só dirigentes ou o treinador são os vilões da história.

Semana do clássico

Pelo clamor causado pelas palavras de Roth no Bastidores de sábado, começo a semana falando do tema, mas abordaremos bastante os assuntos do Galo e do superclássico de domingo nos próximos posts.

Prêmios na semana especial do clássico; ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro!!!

Nesta semana, serão sorteadas uma camisa do Galo e uma do Cruzeiro. Mesmo esquema de sempre, resultado será divulgado no domingo. Boa sorte!!

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

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