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futebol internacional

Já era o melhor do mundo. Agora, então… Pontos positivos e negativos do Galo; concorra: camisa oficial do América

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 40 comentários

OBS: Muitos me perguntaram: os comentários do post dessa quinta foram respondidos hoje, na sexta. É só dar uma olhada que o retorno para a mensagem de vocês está lá. Abraço a todos!!!

Nem vale entrar tanto em questões um tanto batidas: os gramados perfeitos, os estádios belíssimos – sempre lotados -, as transmissões caprichadas… Isso quase todos já sabem.

Já era o melhor do mundo. Agora, então…

Nos últimos anos, o Campeonato Inglês se solidificou como o melhor nacional do mundo. Se a Premier League ocupa lugar especial no coração de 9 entre 10 amantes – antenados – do futebol, na temporada 2012-2013, o fascínio alastrado pela competição, quase perfeita, tende a aumentar. Em campo, o certame promete como sempre – e, ao mesmo tempo, como nunca. Qualidade superior, equilíbrio maior, conjuntos ofensivos: esse é o cenário no horizonte.

O Chelsea, rotulado de chato e retranqueiro, não atua mais assim. Tudo mudou com as novas aquisições. Num 4-2-3-1 que privilegia o ataque, tem, do meio para frente, uma espinha com Mikel, Ramires, Lampard, Hazard, Oscar, Mata e Torres. Desses, um costuma ficar no banco, e apenas o primeiro é volante realmente de contenção.

Por sua vez, o City, atual campeão, possui Tevez, curiosamente, como reforço, já que, na Premier passada, ele voltou a integrar o elenco apenas no fim, depois de resolver entreveros com Mancini, o técnico dos Citizens.

Insinuantes e sólidos, os antigos primos pobres de Manchester às vezes desfilam com um quarteto ofensivo de dar inveja: David Silva, Nasri, Aguero e Tevez (apesar de o comandante “vacilar” ao deixar o ex-corintiano no banco com frequência, optando por Dzeko). Só gente que sabe realmente decidir, com talento, “bola”, “drible”. Para completar, Touré é letal em suas investidas à frente. Marcador nos azuis, poderia ser armador tranquilamente, se o elenco não fosse tão privilegiado.

Finalizando o trio de favoritos, vem o United. “Cascudo”, com mania “irritante” de mostrar-se poderoso mesmo quando está atrás, em termos técnicos, de rivais domésticos ou europeus, a trupe de Ferguson aparece fortalecida. Van Persie e Kagawa chegaram para fornecer aos “Diabos Vermelhos” o que faltava: uma dose extra de habilidade genuína para fazer companhia a Rooney, casar bem com a experiência e a consistência que já vigoravam.

Arsenal, Tottenham, Everton e Newcastle pintam como os candidatos à quarta vaga na Champions. Apenas o Liverpool aparenta fraqueza pouco condizente com sua grandeza.

Nem vale entrar tanto em questões um tanto batidas: os gramados perfeitos, os estádios belíssimos – sempre lotados -, as transmissões caprichadas… Isso quase todos já sabem.

Galo e Fla: tática, arbitragem, e sua opinião. Como fica agora a luta pelo título?

- Complicado falar de tática em um jogo no qual, após a expulsão, aconteceu um cenário típico para as circunstâncias: ataque contra defesa. Antes disso, o Galo vinha no seu 4-2-3-1 original, e o Fla num 4-3-1-2, naquele formato de losango.

- Com um a mais, Rocha virou meia/atacante de vez, pela direita, Bernard manteve-se aberto pela esquerda, dois centroavantes ficavam enfiados, e R49 “flutuava” pelo meio, em muitos momentos voltando bem atrás para lançar, organizar, e dar qualidade à saída de bola.

- Réver muito bem. Guilherme (que não combina com a posição na qual está jogando, muito aberto pela direita,  e, independentemente disso, não vem bem) e Berola mal. Rocha com bons lampejos, mas, digamos, “confuso” em passes, cruzamentos e no momento de decidir. Aliás, falando em cruzamentos, impressionante como Bernard é eficiente nessas jogadas pela esquerda, com as duas pernas. Reparem o número de jogos que ele decidiu, ou nos quais contribuiu com assitências desse tipo.

- Arbitragem típica daquelas que mostram como é preciso resolver o problema nesse setor no Brasil: muito fraca, totalmente perdida! Não marcou pênalti para o Galo e, após esse lance crucial, errou para todos os lados, em jogadas de falta e afins. Na bola que acertou a trave, de R49, por exemplo, deu infração totalmente inexistente, algo que se repetiu em oportunidade na qual Renato Abreu levou amarelo por reclamar de marcação equivocada contra o rubro-negro. Pelos tipos e pela quantidade de equívocos, pela distribuição deles, evidenciava-se a “pouca inspiração” do juiz, e notava-se, na minha visão, que não era má-fé, era ruindade.

- No fim das contas, sobretudo pelo pênalti, o Galo foi mais atrapalhado pelo apito. Destaque também para o vermelho pra lá de estranho dado à Carlos César. PORÉM, sinceramente, tenho minhas dúvidas quanto à expulsão do lateral do Flamengo, e, nesse aspecto, poderíamos ter um erro parecido, em termos de capacidade de decidir, ao pênalti não marcado. Fiquei com a impressão de que o primeiro amarelo para Wellington Silva foi rigoroso. Mas, confesso, achei jogada duvidosa, complicada. Com tantos erros e lances polêmicos, acho exagero, nesse jogo, especificamente, falar em “vergonha”. O juiz pode até ter prejudicado mais o alvinegro, mas não penso que se quisesse atrapalhar os mineiros deliberadamente, expulsaria Wellington daquela forma, raciocínio que vale mesmo para quem acha que o vermelho foi merecido, pelo fato de se tratar de um conjunto de lances no qual um árbitro com más intenções dificilmente mandaria para o chuveiro.

- Assunto para ser destacado com calma depois: como jogadores e técnicos reclamam no Brasil, meu Deus?! Luis Roberto, da TV Globo, estava certo ao abordar o tema. Qualquer discussão, sei lá, sobre um lateral aqui, é pior do que a que acontece nos mais crassos, evidentes e decisivos erros na Europa. Jogador brasileiro, em sua maioria, anda muito chato, em todos os times, essa é a verdade.

- Para quem gosta de campeonato inglês: peguem a reação dos atletas no confronto dessa quarta, em qualquer lance “besta”, e compare com à dos jogadores de Chelsea e Man. United no clássico de domingo, quando a arbitragem decidiu o jogo. Love, Renato Abreu, e companhia, em qualquer falta não marcada no meio-campo, sem perigo, faziam escândalo pior do que o realizado por Fernando Torres, quando foi expulso em decisão pra lá de questionável, num duelo decisivo (aliás, diga-se, o espanhol não fez escândalo nenhum).

- Para vocês, o campeonato está decidido? Como ficou a disputa agora? E do jogo, o que acharam?

Analises do Cruzeiro no post abaixo!

Sorteio da semana: concorra à camisa oficial do América! ATENÇÃO: NOVAS REGRAS

- Prêmio da semana: camisa oficial do América. Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Cruzeiro, bom 2013! Mas dignidade é preciso… Dinamismo tático do Galo, jogo contra o Fla e luta pelo título; concorra: camisa do Coelho!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 123 comentários

Se o Cruzeiro não tem objetivos em termos de classificação, e já se prepara para 2013, o momento é de mudar o time, dar chances para alguns nomes.

Cruzeiro, bom 2013! Mas dignidade é preciso…

Pode parecer exemplar típico do mais enfadonho politicamente correto, ou papo de “especial para crianças”, na TV aberta. Mas quando vejo discussões sobre um possível corpo mole do Cruzeiro nessa reta final de Série A, pela falta simultânea de objetivos e riscos, não deixo de pensar no quão absurdo seria se isso acontecesse.

Amor pela profissão, pela própria carreira, aliado à consciência de que a trajetória de um futebolista é curta, e qualquer intervalo de meses pode ser decisivo para alavancar um salto no mercado de atletas; o fato de se estar em um clube grande, com milhões de adeptos, e de se ter um ótimo emprego, no qual as condições são tão excelentes quanto os vencimentos: tudo isso, e mais, há de entrar nessa equação.

Já deixando claro que não acredito em uma displicência proposital e/ou deliberada, é quase inegável que, em um tempo contra o Palmeiras (o segundo), e em outro diante da Ponte (o primeiro), a Raposa teve raça, interesse, digamos, abaixo do que seria rotulado como normal – contudo, insuficiente para insinuações graves, hei de apontar.

É óbvio que, aí sim, seria exagerar no politicamente correto exigir que uma equipe tenha, sempre, entrega próxima à de um adversário que postula o título ou a permanência na Série A. Determinada discrepância de “sangue nos olhos” é normal. Entretanto, mesmo dando margem para alguma queda no ímpeto, regada pelo bom-senso, há um limite para tal redução, o qual também precisa ser regido pela sensatez. Esperemos para ver em qual patamar, nessa seara, se enquadrará o Cruzeiro.

A Raposa passa por momento de transição, quase todo o plantel está “em prova”, e, nesse ponto, eis novo fator que deveria motivar. Tem muita gente que necessita mostrar capacidade de prosseguir no elenco, ou de nele aparecer, em 2013, com cotação superior à atual, passando mais confiança para a torcida.

E, considerando que arrumar a casa para a próxima temporada é o objetivo primordial nesse instante, a hora é de mudar o time, dar chances para nomes como Lucas e Élber, que carecem de testes e sequência.

Galo e Fla: se empatar ou perder, fica muito complicado… Dinamismo tático do Galo

- Galo e Flamengo fazem hoje mais tarde o jogo da rodada. O Independência vai ferver, a expectativa é total. Confronto imperdível!!! Se ganhar, para mim, o alvinegro continua TOTALMENTE na briga pelo título. Caso perca, ou empate, aí sim, dá para colocar o Flu com a mão na taça. Ou seja: decisão (sei que é clichê classificar o jogo assim, mas enfim…).

- O Atlético, diante do Flu, fez seu melhor jogo no certame. Na oportunidade, utilizou o 4-2-3-1 usual, mas, em um momento ou outro, atuou no 3-4-3, esquema que Cuca utilizou no Botafogo. Essa variação tem lados positivos e negativos. A equipe, com essa fluência, esse dinamismo, ganha poder ofensivo muito interessante, mas, às vezes, deixa a zaga demasiadamente exposta, sobretudo do lado direito. Nessa noite, penso que a filosofia da partida contra o Fluminense deve ser mantida; alguns contra-ataques podem até assustar, porém, atacar é preciso, e Cuca sabe armar esquadrões que privilegiam a ofensividade.

- Sobre essas questões táticas levantadas acima, falarei com mais “calma” e profundidade depois.

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O jogo do carnaval, o time que, na base da raça, vem superando os endinheirados, e uma das mais apaixonadas torcidas da Europa

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

Quem se desligou do mundo dos esportes nesse carnaval, e gosta de futebol europeu, se tiver oportunidade, provavelmente gostaria de assistir a um VT de Napoli e Chelsea, pela Liga dos Campeões. Num exemplar clássico de como a raça, a paixão, o jogo coletivo, e o apoio de uma torcida apaixonada podem fazer a diferença diante de um adversário endinheirado, consideravelmente mais poderoso, em termos de investimento, os italianos atropelaram os ingleses. Os 3 a 1 ficaram baratos.

É claro que o mau momento do Chelsea – que pode demitir seu técnico, André Villas- Boas, a qualquer instante – contribuiu muito para o baile; e antes que aqueles com visão demasiadamente romântica do futebol venham dizer que só a vontade trouxe o triunfo, é importante lembrar: a despeito dos gastos elevados, os blues não têm tanta qualidade assim, não possuem no elenco tantos craques, e, por outro lado, nomes como o de Cavani e Lavezzi, entre outros, mostram como os Napolitanos, além do ímpeto alardeado, têm, sim, bom nível técnico.

Ainda assim, vale o registro: na partida em questão, pelo menos em certo sentido, e em determinado patamar, vimos como, nem sempre, no esporte, o dinheiro é tudo, e como a raça chega a fazer a diferença. Aliás, o Napoli merece essa lembrança, essa concessão de mérito, pois, nessa temporada, também pela Champions, já havia deixado o ótimo Manchester City – superior ao Chelsea, é bom que se diga, e provavelmente, na Europa, a terceira força nesse instante – pelo caminho na primeira fase, valendo-se dos mesmos atributos aqui abordados, abusando da concentração, da entrega. O confronto continua aberto, e o clube de Londres pode reverter a situação; mas hoje, isso não parece o mais provável.

O Uruguai é outro exemplo que tem ido na mesma linha: com conjunto arrumado, e muita raça, tem vencido, com frequência, seleções com muito mais jogadores badalados.

Abaixo, um vídeo que mostra um pouco de uma das torcidas mais apaixonadas da Europa, em diferentes momentos – também importantíssima nessa fase especial do clube.

 

Acontecimento histórico nesta quarta; recado para os mineiros: nem sempre é preciso vender jogadores; os 5 melhores do mundo

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

- Um momento histórico na última quarta-feira: o anúncio da permanência de Neymar no Brasil até 2014. Pensar que um jogador brasileiro iria resistir ao assédio de um dos três maiores clubes do mundo, a tanto dinheiro, glamour, status, por tanto tempo… À chance mais real e efetiva de ser eleito o melhor do mundo… Mas, sobretudo, pensar no esforço tão forte de um clube nacional para segurar um atleta… Num trabalho de marketing extremamente bem feito, suficiente para propiciar que sua jóia receba aqui valores comparáveis aos pagos para as estrelas de primeira linha na Europa…

- Há muita coisa para se pensar nesse “caso Neymar”, que chama muita atenção, desperta até certa estranheza, chega a intrigar – tornou-se, de fato, um verdadeiro case, uma referência.

- Descontadas as proporções das propostas recebidas pelo atleta, do mercado paulista, do poder de marketing do Santos, da qualidade de jogador e de outros fatores, um recado aos times mineiros, principalmente para o Cruzeiro: trabalhando bem, se planejando, pensando grande, muitas vezes dá para segurar nossos principais jogadores aqui.

- A economia, o mercado, o poder do país mudaram – mais por fatores do cenário internacional favorecerem do que por méritos dos nossos políticos, mas isso é outro assunto… -, e isso se reflete nos valores que cercam o futebol, na verba publicitária que o abastece.

- 5 melhores do mundo atualmente, na ordem: Messi, Cristiano Ronaldo, Iniesta, Xavi, Neymar. Concordam? Qual seria a lista de vocês?

Má fase do futebol brasileiro? – Convocação de Mano, falta de craques, Kaká, Neymar, o país dos defensores…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

Na última convocação de Mano Menezes – a qual incluiu apenas atletas que atuam na Europa -, para amistosos contra Gabão e Egito, algo que vinha me chamando a atenção há algum tempo se tornou mais visível: o Brasil vive certa escassez de craques jogando no velho continente, nas melhores e mais badaladas competições do mundo.  

Do meio para frente, ou seja, nos setores onde tradicionalmente a seleção brasileira tem seus diferenciais, aqueles que criam, decidem, olhem os nomes:

Volantes: Elias (Sporting Lisboa-POR), Fernandinho (Shakhtar Donetsk-UCR), Lucas Leiva (Liverpool-ING), Luiz Gustavo (Bayern de Munique-ALE), Sandro (Tottenham-ING)

Meias: Bruno César (Benfica-POR), Dudu (Dínamo de Kiev-UCR), Hernanes (Lazio-ITA) e Kaká (Real Madrid-ESP)

Atacantes: Hulk (Porto-POR), Jonas (Valência-ESP), Kléber (Porto-POR) e William (Shakhtar Donetsk-UCR)

Kaká é o único entre esses jogadores citados que se pode colocar realmente como uma grande estrela, da primeira linha do futebol mundial; o único detentor de potencial, de talento já demonstrado em níveis suficientes para que o recebimento desse status seja justo. Ainda assim, o craque do Real vive momento de reafirmação, após longo período em que fora atrapalhado por contusões, e não está no seu auge – nessa segunda mesmo, foi anunciado que o meia pode perder os amistosos por ter tido leve problema físico, que não deve preocupar.

Pato e Robinho não foram chamados, alguém vai lembrar. Gosto dos dois, mas dá para dizer que são altamente confiáveis, no que se refere à capacidade de fazer a diferença consideravelmente, em nível mundial? O primeiro foi questionado na Copa América, parece meio aéreo e inconstante frequentemente, e o segundo vem sendo criticado em tempos recentes por boa parte da torcida nacional – acho algumas críticas exageradas, mas, de fato, Robinho não se tornou o jogador que muitos esperavam.

Para piorar – ou não, depende do ponto de vista, já que esse deve ser o treinador para a próxima Copa -, Mano não cometeu nenhum erro grave nessa convocação, ou seja, as opções que vêm da Europa são basicamente essas. Tirando os dois nomes citados, há algum nessas posições mais criativas e ofensivas que foi deixado de fora, num grande disparate? Não.

Marcelo, Daniel Alves, Thiago Silva e Maicon: jogadores brasileiros que atuam em equipes européias e que figuram entre os melhores de suas posições, podendo ser classificados como atletas top, do primeiro time do futebol mundial. Todos defensores. Nenhum Messi, Iniesta, Xavi, David Villa (todos do Barça, os 3 últimos da Espanha, hoje, bem à frente do Brasil), Cristiano Ronaldo, Rooney… Nenhum Di Maria, Tevez, Pastore (todos argentinos, como o melhor do mundo disparado, Messi), por que não? Pastore ainda é promessa, de certa maneira, e Di Maria também tem de se consolidar, mas na Europa, o Brasil não tem uma revelação nessa linha, nesse estilo de atuar, com potencial de ser muito decisivo nos dribles, na construção das jogadas, em competições de primeira grandeza mundial. Nenhum Kaká dos bons tempos. Nenhum com AQUELA característica, AQUELE poder de fazer totalmente a diferença, de ser o grande protagonista.

Não é à toa que todos consideraram a volta de Kaká um acerto, mesmo com ele voltando de contusão, e ainda se estabelecendo no Real. Afinal, se não for Kaká, quem será? Se continuarmos com o quadro atual, a pressão, a responsabilidade cairá muito sobre Neymar, que ainda atua aqui, e é o único que dá pinta de passar verdadeira confiança no sentido, no patamar analisado. Ganso, com tantos problemas, e oscilações mesmo quando jogou esse ano, ainda é, de algum modo, uma incógnita.