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esquema tático

Algumas virtudes de Marcelo Oliveira

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 58 comentários

Pessoal, de 11 de Fevereiro a 3 de Março estarei em período de férias. Nessa época, ainda vou postar algumas coisas aqui, em volume um pouco menor. Os comentários podem demorar um pouco a entrar, pois não estarei fazendo a moderação durante boa parte do dia. Mas, uma hora, com certeza vou vê-los e aprová-los. Nesse período, infelizmente, não poderei responder a maioria das mensagens, até pelo pouco acesso à Internet que terei. Na semana do dia 3 de Março, tudo volta ao normal: quantidade de textos, aprovação de mensagens feitas com rapidez e respostas aos comentários. Mas continuem entrando aqui, pois, como disse, mesmo nas férias, pelo menos alguns posts ainda farei. Grande abraço a todos, obrigado pela compreensão!

Marcelo parece um conciliador de marca maior, no melhor dos sentidos. Parece ter sabedoria na gestão de egos, personalidades, no controle do elenco.

Algumas virtudes de Marcelo Oliveira

É claro que, por estarmos no início do ano, indispensável se mostra certa cautela para não cravarmos determinados aspectos com exagero. Ainda é cedo para decretarmos sucessos, fracassos; exaltarmos ou execrarmos em excesso.

Contudo, vendo o time do Cruzeiro jogar nos dois primeiros cotejos oficiais de 2013, e sobretudo lembrando de méritos que Marcelo Oliveira já apresentou em trabalhos anteriores, aí sim, de maneira mais consistente, pela longevidade, podemos fazer algumas reflexões sobre o estilo do comandante azul, e até sobre o efeito deste no elenco.

Em primeiro lugar, Marcelo parece um conciliador de marca maior, no melhor dos sentidos. Parece ter sabedoria na gestão de egos, personalidades, no controle do plantel. Com fala mansa, educada, inteligente, é capaz de ser aquele típico boa praça e ter firmeza, ao mesmo tempo. E os jogadores gostam disso. Conversando com atletas do Cruzeiro atual, e mesmo com outros que já foram chefiados por Marcelo, todos são unânimes em elogiar o trato do treinador com os jogadores, e até com os seres humanos, digamos, “por trás” da figura de atleta. E essa resposta positiva chega, inclusive, de futebolistas que foram colocados na reserva por ele. Com critério, justiça, educação, e um bom papo, normalmente até os preteridos reconhecem as razões daquele que precisa decidir, escolher.

Cada vez mais tenho convicção de que, na era do futebol banhado de marketing, glamour, do jogador celebridade, “pop star”, e mesmo pelo caminho natural das coisas, pelos traços da nossa época, em geral, o tipo de chefe conciliador, sábio, calmo, que sabe dar uma bronca firme com voz mansa, chamar no canto para um papo tranquilo ao invés de gritar na frente de todos, tem mais espaço, mais chance de ser bem sucedido. O sargentão, o que se apoia na gritaria, mais no tom do que no conteúdo e na sabedoria, está em desuso. Os jogadores preferem ter sua atenção chamada de uma maneira mais amigável, e a maioria não gosta de ser exposta na frente do grupo, dentro de um vestiário.

Outra qualidade de Marcelo que vem dando as caras em 2013, a despeito do resultado modesto no domingo, é a aptidão para montar times rápidos, soltos. Sem excesso na precipitação, como impressão mesmo, dá para dizer que, a princípio, Marcelo montou um time bem mais dinâmico, leve, atraente, equilibrado e bem armado do que o de Celso Roth – que, convenhamos, merece o desconto por não ter tido, no ano passado, as mesmas peças, embora, no fim de seu trabalho, tenha errado bastante.

Como há muito não se via… Bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Cruzeiro, e 2 do Galo; depoimentos sobre a venda de ingresso

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 276 comentários

OBS: comentários pendentes desde sexta respondidos!! Abraço a todos!!

Há muito não chegávamos ao principal clássico mineiro com as duas torcidas tão animadas com as perspectivas de seus times. E ambas têm razão para isso.

Como há muito não se via…

Há vários elementos que podem tornar a véspera de certos clássicos especialmente palpitantes. A posição dos clubes na tabela, o que está em jogo com o resultado, a fase das equipes… Recentemente, tivemos alguns confrontos entre Atlético e Cruzeiro que envolviam, digamos, coisas interessantes, no sentido de adicionar uma pimenta, uma tensão a mais aos encontros. Permanência na Série A, classificação direta para a fase de grupos da Libertadores, briga do Galo por liderança no Brasileirão, e por aí vai.

No entanto, num passado realmente recente, não vínhamos enxergando a perspectiva de um choque entre os maiores de Minas com ambos os elencos bem servidos tecnicamente, de modo a aguçar a esperança de que seriamos brindados com um duelo que, além de emocionante, pudesse ser bonito, verdadeiramente bem jogado. Dessa vez, no horizonte, dá para vislumbrar pelo menos uma possibilidade superior de um embate recheado de dribles, passes bonitos, lances inspirados. Afinal, o Galo manteve seus nomes de estirpe privilegiada (Bernard e Ronaldinho, sobretudo), capazes de trazer esse lado diferente para campo, e o Cruzeiro se fortaleceu com atletas donos dessas características (Diego Souza, Dagoberto e Éverton Ribeiro se destacam entre eles).

Por isso, após um 2011 quando a dupla gigante de Minas se apequenou, lutando contra o descenso, e de um 2012 no qual o Cruzeiro não esteve à altura de sua gloriosa história, finalmente chegamos a um domingo de Superclássico com as duas torcidas animadas com o que está por vir (e com razão). Pensando no futebol como espetáculo, no tamanho e na qualidade do evento, confesso que fico ansioso com a chance de vermos o futebol da capital mineira fortalecido tecnicamente.

Pelas circunstâncias, pelo fato de a Raposa ainda estar em formação, e mesmo por algumas de suas novidades não estarem devidamente prontas fisicamente – Dagoberto é um exemplo disso, e não deve ser arma para os 90 minutos -, não veremos ainda o clássico com os dois times completos. Diego Souza dificilmente joga. Assim, a mencionada esperança, pode ser, de algum modo, freada com relação ao primeiro confronto do ano entre Atlético e Cruzeiro. De qualquer maneira, para a temporada como um todo, e para encontros vindouros entre os eternos rivais, a perspectiva positiva, animadora, tem tudo para prosseguir.

 

Depoimentos sobre a venda de ingresso; dê o seu recado!

Abro o espaço para quem tentou comprar ingresso, ou tenha informações, dar depoimentos sobre o assunto. Infelizmente, mais uma vez, vemos uma venda repleta de problemas. Por isso, importante reunir as palavras de você, torcedor, que viveu toda a luta para tentar estar presente no jogo de domingo.

Bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo, e 2 do Cruzeiro

Voltamos com a promoção da semana. Dessa vez, porém, ao invés do velho sorteio, achei bacana fazer uma brincadeira entre os participantes do blog. Para concorrer à camisa do seu time (serão sorteadas duas do Cruzeiro, e duas do Galo), arrisque um placar para o jogão de domingo. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o resultado. O resultado será divulgado após o duelo, no domingo à noite ou na segunda pela manhã, aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Depoimentos sobre a venda de ingresso; bolão do Clássico: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Cruzeiro, e 2 do Galo; Cruzeiro e o “falso 9”

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 565 comentários

Nos exemplos dados, percebe-se que, muitas vezes, os times sem centroavante são os mais ofensivos.

Cruzeiro e o “falso 9”

A melhor seleção, e o time mais espetacular do mundo – Espanha e Barça, respectivamente, para os desavisados -, jogam com ele. O Corinthians de Tite, e o Brasil no fim da era Mano, quando melhorava, chegaram a utilizá-lo. No planeta bola, sobretudo na Europa, a mania do esquema com um “falso 9”, vem ganhando força, embora esteja, ainda, assaz distante de tornar-se uma epidemia.

A ideia dessa filosofia é construir um ataque mais leve, veloz, habilidoso e dinâmico, sem a presença de um centroavante tão fixo, típico, na área. Forma moderna de enxergar o futebol, essa estratégia não chega a ser totalmente nova. A própria seleção de 70 tinha, em Tostão, uma espécie de “falso 9”. A Holanda, quase sempre na vanguarda tática, de uma maneira ou outra, já prescindiu, em determinadas ocasiões, daquele atacante, digamos, mais centralizado, posicionado entre os zagueiros adversários.

Como na maioria dos casos, quando o assunto é esquema tático, não gosto de generalizar a respeito da qualidade, da validade desse tipo de jogo. Depende muito das circunstâncias, dos homens que se possui à disposição. Contudo, mostra-se corriqueiramente ignorante, na acepção da palavra, quem, a priori e de modo generalizante, com tendências exageradamente conservadoras, considera que é um erro abrir mão de um “poste” lá na frente.

O Cruzeiro, com as novas contratações, fortaleceu-se muito em dois setores, especialmente. Está repleto de meias ofensivos e de avantes “de lado de campo”, habilidosos, que saem da área. Entre eles, em uma posição ou outra, Diego Souza, Éverton Ribeiro, Dagoberto e Matinuccio, a princípio, com mais condições de serem titulares, brigando, a meu ver, por três vagas, no 4-2-3-1.

Ao mesmo tempo, em algum sentido, Borges não deixa de ser uma incógnita, Anselmo Ramon nunca convenceu, e Vinícius Araújo, apesar das ótimas perspectivas, é uma promessa. Assim, indago: dependendo da situação de um jogo, do andamento da temporada, não seria o caso de juntar o quarteto citado acima, em primeiro lugar, deixando os centroavantes de fora? Quando, por exemplo – se Vinícius não vingar -, Borges estiver lesionado? Hoje, escalaria o Cruzeiro com três dos homens mais habilidosos mencionados, e um nove típico, “real”, que nada tem de “falso” (Borges, quando tiver condições, seria minha opção). Mas não acho que dá para descartar uma formação com um “falso 9” definitivamente.

* Ainda essa semana, texto sobre o clássico de domingo, a expectativa para a reabertura do Mineirão e o jogo em si. Depois dele, post focado só em aspectos táticos do Galo, para manter o equilíbrio aqui no blog, que tenta sempre abordar igualmente os dois maiores de Minas.

Depoimentos sobre a venda de ingresso; dê o seu recado!

Abro o espaço para quem tentou comprar ingresso, ou tenha informações, dar depoimentos sobre o assunto. Infelizmente, mais uma vez, vemos uma venda repleta de problemas. Por isso, importante reunir as palavras de você, torcedor, que viveu toda a luta para tentar estar presente no jogo de domingo.

Bolão do Clássico: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo, e 2 do Cruzeiro

Voltamos com a promoção da semana. Dessa vez, porém, ao invés do velho sorteio, achei bacana fazer uma brincadeira entre os participantes do blog. Para concorrer à camisa do seu time (serão sorteadas duas do Cruzeiro, e duas do Galo), arrisque um placar para o jogão de domingo. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o resultado. O resultado será divulgado após o duelo, no domingo à noite ou na segunda pela manhã, aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Inversão de valores… Outro tema: Ronaldinho de volta à seleção, primeira convocação de Scolari… Opine!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 138 comentários

OBS: boa parte dos comentários pendentes dos últimos dias (desde o dia 19) foram respondidos. Como estava de folga nos últimos dias, não havia conseguido dar o retorno de sempre, mas agora deu para responder muita gente. Abraços!!!

 

Futebol moderno é uma coisa. Abdicar ou prejudicar o talento, é outra.

Inversão de valores

No futebol atual, com os avanços na preparação física, e o aumento da correria nos jogos, é fundamental ter homens que participam ativamente dos confrontos, de maneira ampla, completa. Nesse sentido, o espaço para volantes que apenas marcam, e principalmente para meias que não ajudam no combate, vem minguando. Salvo raras exceções, que se apoiam normalmente, sobretudo, em um talento mais do que extraordinário – ou em uma eficiência brutal, no que tange à parte defensiva -, tornou-se comum vermos grandes atacantes e armadores, estrelas de diversas companhias, ajudando na tentativa de recuperar a posse.

Não é por acaso que os antigos olham com estranhamento quando homens como Montillo, Dagoberto e Bernard são cobrados pelo acompanhamento do lateral adversário. Esses adeptos de um futebol, digamos, mais clássico, costumam dizer: “não deveria ser o contrário?” E quer saber? Eles não deixam de ter certa razão.

Ser excessivamente saudosista e não acompanhar determinados avanços de ordem tática é, obviamente, pouco inteligente, pragmático. É um retrocesso. Portanto, nessa linha, em geral, enxergo com bons olhos a utilização de atletas essencialmente ofensivos na ajuda no combate, sou favorável ao auxilio que avantes e criadores podem dar nessa seara. Na prática, tornou-se difícil defender aqueles boleiros um tanto “aéreos”, que andam em campo por vários minutos.

Entretanto, vejo que o uso de futebolistas que deveriam ser responsáveis pelo toque diferente em termos ofensivos, na marcação, a cobrança para eles exercerem essa função, tem atingido patamares exagerados, que beiram a inversão de valores. Nem tanto ao céu, nem tanto a terra. Ainda que a parte física tenha evoluído, chega a ser mais eficaz que certos jogadores guardem o fôlego para fazerem o que sabem de melhor, para realizarem o distinto, para resolverem o jogo. A defesa contra o exagero na cobrança para que certos homens marquem, não passa, portanto, por argumentos que esbarram no chamado “futebol romântico”. Pragmaticamente, possuir determinados nomes mais inteiros para dar um drible, colocar a bola na frente, mostra-se melhor em muitos instantes, e até no que se refere ao posicionamento, para um contra-ataque, para surpreender, prender laterais e marcadores adversários – ou simplesmente estar na hora certa, no lugar exato -, essa estratégia é inteligente.

Assim, defendamos o bom-senso, uma espécie de meio-termo: combate, ajuda, marcar, mesmo para os jogadores avançados, é fundamental. Agora, fazer isso de modo a atrapalhar o labor primordial desses privilegiados da técnica, também não dá.

 

Ronaldinho de volta à seleção, primeira convocação de Scolari… Opine!

 

Ronaldinho e Júlio César de volta. Kaká e Réver de fora. Ausência de volantes essencialmente marcadores (melhor notícia), privilégio para aqueles que saem para o jogo – é bom lembrar que David Luiz vem fazendo muitas vezes o papel de primeiro volante, e pode ser adaptado à função. Enfim, tudo isso vai ser mais discutido nos próximos dias. Mas já vou abrindo o espaço: dê sua opinião sobre a volta de R49 à seleção e a respeito da convocação em geral. Participe!

Galo, as especulações e a carência do time; a saída de Montillo; a chegada de Éverton Ribeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 159 comentários

Se um dos grandes atacantes especulados chegar, a prioridade passaria a ser, de vez, alguém para jogar pelo lado direito do meio-campo.

Galo, as especulações e a carência do time

Vágner Love (já acertado com o Flamengo), Tardelli, Robinho, Dagoberto, Emerson Sheik… O maior número de especulações ligadas ao Galo, nessa época em que o mercado ferve, envolve atacantes. Todos esses nomes citados acima, seriam ótimos, e chegariam para jogar, fortalecer o já ótimo time titular do Atlético. Alecsandro, confirmado, é jogador de nível consideravelmente abaixo do patamar desses listados, e a priori, inferior à Jô (claro que isso é relativo, e chega a depender da fase, de outras circunstâncias…). Pode ser que dê certo, pode ser importante para compor elenco. Inicialmente, para mim, porém, não é uma grandíssima contratação. Alecsandro até faz gols em seus bons momentos, mas falta completude ao seu jogo, capacidade de dar um drible, abrir uma defesa quando a situação está difícil, envolver-se no ataque de maneiras distintas, participando das jogadas, ser mais, digamos, “diferente”.

Se uma das estrelas para o ataque realmente aterrissar em Belo Horizonte, dá para dizer que o plantel do Galo coloca-se, pelo menos em teoria, com totais condições de buscar a Libertadores. Na verdade, mesmo sem essa “cereja no bolo”, que seria sim importante para o clube mineiro dar um salto de qualidade, o alvinegro está apto hoje a pleitear a maior glória continental sem soar, digamos, atrevido, “sem noção”.

Conversando com pessoas do Galo, os indícios são de que Cuca deve manter, basicamente, o mesmo esquema tático de 2012. É claro que uma ou outra mudança pode existir, mas a tendência é que o posicionamento, a filosofia, sejam bem similares ao que vimos no ano que passou. Isso posto, a maior prioridade do Atlético passaria a ser um atleta para fazer aquela função de meia pela direita. Um jogador com características de segundo atacante, como um Dagoberto, um Robinho, pode jogar ali, dependendo das circunstâncias. Certo é que com R49 pelo centro, Bernard na esquerda, uma zaga de dar inveja, e bons laterais, entre outras virtudes, essa faixa do meio já ocupada por Danilinho continua como uma lacuna, de determinada maneira. Sem um reforço para ali atuar, poderá deixar de ser um problema. Desde que Cuca mude o esquema.

OBS: Há especulação de que o entrave no acordo de Leonardo com o Vasco pode “melar” a situação de Alecssandro com o Galo. Mas ele continua, por enquanto, confirmado como reforço.

OBS 2: Um pequeno trecho dessa coluna já havia sido publicado aqui no blog. Porém, junto essa parte a muitas novidades, voltando ao tema de modo mais profundo agora, aproveitando parte de um texto que havia escrito antes em um novo contexto e com análises novas.

A saída de Montillo; a chegada de Éverton Ribeiro

Como o assunto continua rendendo, e ainda estou recebendo muitas mensagens sobre isso, o espaço segue aberto para você dar sua opinião sobre o caso Montillo.

Para as meias, Éverton Ribeiro acaba de ser confirmado como novo reforço da Raposa. O que acharam?