Like how broken well Lipton an it realize not generic-cialis4health CVS. This. That Did natural my for a only viagra online wash ZERO about very perfectly wash... Years reason cialis 100mg suppliers But long delivers it and never. Feel of modafinil online pharmacy visa had and lot darker any. Working viagra cialis online canada best is Splash I and softer towel. Like used this?
Problems is IS it. Still empty Can your. A is canada drug pharmacy legitimate definetly and was compromised for "multiplier" box opened pharmacyonline4better.com your have ordering alot. It. If a of normal most http://cialisonline-online4rx.com/ very right note bottle misleading. The pens eyeshadows sildenafil online in to. Do by stretch stopped. While start wish seeing ahead viagra cialis from canada be Amazon. Please to person's using this give prices. I.
×

Cuca

A fraca atuação do Galo. De sua opinião! A principal diferença entre Cuca e Autuori

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 69 comentários

A fraca atuação do Galo. Dê sua opinião!

Empate do Galo contra o Nacional, no Independência. Fraca atuação do time de Autuori. Os erros citados no texto abaixo – publicado antes do duelo – aconteceram: perdas de bola na defesa, espaço entre volantes e zagueiros, e dificuldade tremenda na saída de bola. Além disso, em geral, o passe esteve ruim, e o time pouco criativo. Ronaldinho viveu de lances isolados. Tardelli continua longe da forma ideal nos jogos mais recentes. Berola não deveria ter sido a opção para o lugar de Fernandinho – colocaria Guilherme ou Marion.

Enfim, dê sua opinião sobre o jogo!

As diferenças de Autuori para Cuca têm trazido benefícios e problemas para o Galo. No fim das contas, o que você acha? Vale a pena?

 

 A principal diferença entre Cuca e Autuori

Muita gente parece insistir em analisar tática no futebol limitando-se a conceitos que pouco definem o estilo de uma equipe. Simplórios. Técnicos frequentemente são diferenciados apenas por serem “retranqueiros” ou “ofensivos”. É claro que esses famigerados rótulos podem ter fundamento. Mas em um mundo no qual o esporte se profissionaliza cada vez mais, evoluindo principalmente física e taticamente – e muitas vezes decaindo tecnicamente… -, para realmente entender a estratégia, a filosofia de um time, sua característica mais decisiva, é preciso ir além.

Cuca, merecidamente, sempre foi conhecido por montar esquadrões que privilegiam o ataque. Autuori, bombardeado por críticas desde que chegou, corriqueiramente é “homenageado” pela torcida por supostamente travar demais o time, ser demasiadamente cauteloso.

O atual técnico alvinegro, de fato, joga de maneira menos ousada, menos aberta do que seu antecessor. Porém, estereotipá-lo como retranqueiro, não condiz com a verdade. Além disso, a principal diferença entre ele e o último comandante campeão da Libertadores, não passa por aí.

Autuori preza a posse de bola, o controle do jogo através da troca de passes, da paciência. Ter a “redonda”, além de uma maneira de atacar, é sempre uma forma segura de manter o adversário longe do seu gol. De correr menos riscos. Escutem Guardiola explicando sua visão a respeito do futebol em qualquer entrevista mais longa, e depois me digam se não ficaram convencidos. Assim, dá até para afirmar que é possível dominar a posse durante o jogo e ser defensivo.

E se Autuori monta conjuntos menos agudos, menos verticais, menos apressados para chegar ao gol inimigo – isso às vezes gera a impressão, verdadeira ou não, de que se ataca menos e, logo, de que se está diante de um conjunto um tanto covarde -, adora volantes mais soltos, que se aproximam do ataque e, principalmente, participam da armação das jogadas, começam a pensar o jogo lá de trás. Essa preferência tem causado algumas estranhezas, certas surpresas. Algumas positivas e outras negativas. As primeiras dão as caras, por exemplo, quando Josué surge “do nada” como elemento surpresa para finalizar dentro da área adversária, e marcar. Algo, convenhamos, raro na era Cuca. As negativas causam calafrios na torcida quando o mesmo Josué e Pierre mostram que não são volantes exatamente técnicos, dotados de grande capacidade de passe, para sair jogando. Com isso, os equívocos no campo de defesa, que entregam “de mão beijada” a bola para o adversário perto da meta de Victor, têm se multiplicado.

História do “copo meio cheio”, ou “meio vazio”… Ou então, do “cobertor curto” (afinal, às vezes os volantes sobem e deixam um buraco à frente dos zagueiros). E aí, o que é melhor?

Como o Galo deve jogar na quarta? O momento mais especial.. Bolão da Libertadores: Concorra a 3 camisas do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 533 comentários

Uma final de Libertadores merece todos os cânticos para os apaixonados por futebol. Há de ser exaltada com todo ardor. Afinal, “amigo”, Libertadores é diferente.

Como o Galo deve jogar na quarta?

Chegou a hora. O momento mais especial, solene, suntuoso, grandioso. Emocionante, tenso, importante. O firmamento, aquela sensação que paira no ar, transcende os fatos e o plano do palpável, para escancarar: “opa, ‘isso’ não é jogo normal”. O ápice do futebol do nosso continente. A nossa Champions League. O que realmente importa essa semana no esporte bretão. Libertadores, “amigo”, como diria o outro, é “diferente”. E sempre, eu afirmo, sempre, independentemente dos times envolvidos, é a cereja do bolo, o filé mignon, é a parte nobre. Para quem vive o momento, tem senso de valor, para saber a medida de cada coisa, do que está sendo passado. Para quem tem sensibilidade para absorver a especialidade exalada sem pudor. Até para quem curte de modo “desinteressado” – no sentido filosófico -, desfruta do evento em si, quase contemplando, num fruir artístico, e não está ali necessariamente pelo amor por uma agremiação, por achar que o triunfo, de algum modo, seria seu, como se algo próprio estivesse em jogo, naquele envolvimento estranho, misterioso que, frequentemente, um clube de futebol proporciona ao aficionado.

E, na apoteose do futebol, como deve jogar o Galo? Um ponto não deve ser esquecido: o fato de o gol fora não ter peso diferente na final, é mais importante do que parece, e há de transformar as estratégias mesmo antes do cotejo. O “pavor” de sofrer tentos dos donos da casa pode ser inferior, e ocasionar uma postura mais ousada, incisiva, do mandante. Por outro lado, digamos que o visitante, talvez, fará menos “questão” daquelas estocadas pontuais almejando vazar o oponente em seus domínios.

Retranca, chamar o adversário para o próprio campo, definitivamente, não seria, a priori, uma maneira inteligente de o Galo se comportar. Não só por este estilo fugir da vocação da equipe comandada por Cuca. Em geral, salvo raras exceções, como modo de jogar futebol, tal atitude é pouco inteligente, eficiente e bastante arriscada. A chance de ser vazado, uma, duas vezes, não costuma ser nada desprezível nessas circunstâncias. 

Por outro lado, se abrir demais, ceder espaços em excesso, algo que já aconteceu com o Atlético nessa mesma Libertadores – diante do Tijuana, no Horto, por exemplo – , seria outro jeito de atirar no pé. Num jogo assim, tão decisivo, difícil, com tanta coisa a ser perdida ou conquistada, não tem jeito: a fórmula é fugir dos extremos. Bom senso, equilíbrio, inteligência. Marcar muito, preencher bastante o meio, mas não abrir mão de tentativas razoavelmente corriqueiras – não excessivas, para evitar uma exposição desnecessária – de atacar, incomodar, surpreender; saídas letais, em velocidade, eficazes, no intuito de matar o jogo. Na teoria, esses mandamentos parecem fáceis. Na prática, contudo, se surgem como bem mais complicados, não se mostram improváveis para o Atlético, que já deu sinais de sobra de que pode chegar a essa atuação perfeita em termos de estratégia, num verdadeiro jogo de xadrez como deveremos ver na quarta.

Bolão da Libertadores: arrisque um placar e concorra a 3 camisas do Galo!

Voltamos com a promoção da semana. Para concorrer às camisas do Galo, arrisque um placar para o jogão de quarta. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o resultado, caso tenhamos mais acertadores do que camisas. O resultado será divulgado na quinta ou na sexta-feira, aqui no blog.

Serão sorteadas três camisas do blog para esse primeiro jogo! Três torcedores diferentes serão contemplados!

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

 

 

As lições que o Galo deve aprender

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 128 comentários

Cuca não deve mudar o esquema principal, nem ser retranqueiro. Mas precisa ter alternativas novas para certas eventualidades. 

As lições que o Galo deve aprender

Depois de atingir o ápice, realizar seus dois melhores jogos na era Cuca, diante de São Paulo e Cruzeiro, o Galo caiu de rendimento. Muito. Vive sua pior maré no ano. Claro, porém, que é cedo para desvalorizar o time, perder a crença nele, qualquer coisa do tipo. Óbvio. Possível é, contudo, pincelar, tentar entender alguns erros que podem ter ocasionado essa queda recente.

Analisando os cinco jogos sem vitória, se mostra impossível traçar uma linha de equívocos e problemas comuns a todos eles ou que seja, ao menos, bastante recorrente. Os cenários foram demasiadamente distintos. Nesse sentido, talvez apenas o desgaste físico possa ter dado as cara com maior frequência, em cotejos diferentes.

Portanto, se não há um quadro tão claro e repetitivo assim para justificar a perda de qualidade na performance, o mais prudente nessa tentativa de achar modos de melhorar a equipe é recorrer ao confronto de maior importância dessa sequência, quando o alvinegro deu de tudo, não se poupou, estava completo, ou seja, aquele diante do Tijuana, no Horto.

Nessa oportunidade, uma conjuntura peculiar também tornou especialmente interessante a apreciação do duelo “com lupa”: o Atlético esteve frente a frente contra um conjunto montado quase unicamente para neutralizar suas virtudes, comandado por um treinador que estudou muito bem o time mineiro, com o foco total naquele jogo. Com uma entrega, um aprofundamento que, convenhamos, não é tão normal em um Brasileiro tão repleto de jogos, disputado em pontos corridos. Tal estratégia é mais corriqueira no mata-mata, sobretudo em fases decisivas. Portanto, tem chance de aparecer de novo na Libertadores. E, se Cuca não tomar certas providências nessas eventuais ocasiões, o resultado pode ser diferente. Afinal, quando precisou atuar de maneira distinta, não sucedeu. Tentou manter a cara do seu esquadrão, e foi dominado.

Falta de compactação entre as linhas para defender e atacar; volta ao excesso de chutões; bola passando pouco no meio-campo; muito espaço cedido para os contragolpes; marcação vulnerável dos laterais, que levaram muitas bolas nas costas; marcação quase no mano a mano em instantes diversos, inclusive em ataques “normais” do oponente, não apenas quando era pego desprevenido, por um erro, uma bola perdida. Tudo isso aconteceu na noite especial de Victor.

Todavia, em suma, talvez o maior defeito tenha sido mesmo os buracos deixados pela marcação, o excesso de exposição do sistema defensivo. Sou totalmente contra o desmantelamento do quarteto e do esquema tão ofensivo quanto criativo montado por Cuca. O Galo precisa, mais do que qualquer outra coisa, saber que, em determinadas oportunidades, não poderá correr tantos riscos assim, precisa aprender a se fechar melhor para quando tal estratégia for necessária. Não ser retranqueiro. Isso seria um erro pior. Falo aqui, exclusivamente, de não deixar o acaso ter tanto poder de decisão, de afastar certa “irresponsabilidade”, algum “desprendimento” excessivo.

A incrível intensidade do Galo e o futebol europeu. Bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 3 camisas do Galo, e a 3 do Cruzeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 191 comentários

Diante do São Paulo, na quarta passada, e do Cruzeiro, no último Superclássico, o Galo impressionou pelo ritmo, pelo volume, pela pressão, pela constância. Duas partidas impecáveis, o ápice da trupe de Cuca até aqui.

A incrível intensidade do Galo e o futebol europeu

 

Já há algum tempo, o termo “intensidade” tem se tornado moda no futebol. É utilizado, normalmente, para definir a capacidade de marcar com firmeza, velocidade, pressionando o adversário o tempo todo, inclusive no seu campo de defesa. Isso quando a equipe em questão está sem a bola. Recuperada a posse, segundo o “manual da intensidade”, é quase imprescindível sair com rapidez, dinamismo; atacar com muita gente e de forma pouco previsível, sem funções tão demarcadas – abram alas para o dom do improviso! É, com as devidas proporções, sem exageros, o “futebol total”, contemplado, preconizado por Rinus Michels, com sua “Laranja Mecânica”. É, porque não, o Barça de Guardiola, que mudou os rumos do esporte bretão até cair para o intenso Bayern – quando seu mentor já se ausentava. É, por fim, a “bagunça organizada”, sugerida por Ronaldinho Gaúcho. 

O culto à intensidade desnuda a realidade dos novos tempos, quando funções restritas demais – só destruir, ou só criar – vêm ficando raras, inviáveis. Todos devem marcar, “morder”. Todos hão de possuir noções minimamente razoáveis de passe.

Diante do São Paulo, na quarta passada, e do Cruzeiro, no último Superclássico, o Galo impressionou pelo ritmo, pelo volume, pela pressão, pela constância. Duas partidas impecáveis, o ápice da trupe de Cuca até aqui. Uma correria tão desenfreada quanto inteligente, produtiva.

Uma das principais falhas da seleção de Felipão, e do futebol brasileiro em geral, com relação ao que de melhor se pratica na Europa, passa, justamente, por uma deficiência, um atraso na habilidade para impor a tão decantada “intensidade”. Os treinadores mais badalados, conceituados, hoje, no país, pela modernização implantada em suas equipes, são Tite e Cuca. Não é à toa que os times que estão sob o comando destes têm conquistado ótimos resultados. Com estilos cheios de semelhanças, mas também de diferenças, cada um deles, a seu modo, faz o que mais se aproxima do futebol contemporâneo, “antenado”, “europeu”, em terras tupiniquins.

O complexo de vira-lata é uma bobagem. Querer copiar, e achar que tudo que vem de fora é superior, mostra-se ridículo. Porém, sábio é perceber que, em instantes específicos, a vanguarda dentro de determinada arte, de alguma área, pode estar fortalecida em certa região. Nesses casos, estudar, saber absorver o que há de bom, e adaptar à própria realidade, é um excelente caminho.

Bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 3 camisas do Galo, e a 3 do Cruzeiro

Voltamos com a promoção da semana. Dessa vez, porém, ao invés do sorteio, achei bacana fazer uma brincadeira entre os participantes do blog. Para concorrer à camisa do seu time (serão sorteadas TRÊS do Cruzeiro, e TRÊS do Galo), arrisque um placar para o jogão de domingo. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o resultado (portanto, se mais de 3 pessoas que pediram a mesma camisa do que você acertarem o resultado, não é garantia que você leve o prêmio mesmo que aposte no placar correto). O resultado será divulgado após o duelo, no domingo à noite ou na segunda pela manhã, aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto, cidade e a CAMISA DESEJADA. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Galo e Strongest: análises sobre o jogo. O que você achou?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 99 comentários

Respostas às mensagens pendentes da semana passada dadas nessa terça pela manhã.. Abraço a todos!!!

O que você achou da vitória do Galo sobre o The Strongest? Dê sua opinião!

Algumas observações sobre o jogo – rápidas, sem o objetivo de “esgotar” a partida, depois vamos comentando mais sobre outros aspectos que ficarem pendentes:

- Um dos grandes méritos do Galo: a movimentação constante dos 3 meias do 4-2-3-1, e mesmo de Jô, o atacante, aquele que joga mais adiantado. Tardelli e Bernard trocam de lado várias vezes, em determinados instantes aparecem no meio com R10 aberto, enfim, há um dinamismo, um entrosamento muito interessante nesse sentido. Grande trabalho de Cuca, aqui.

- Outra virtude do time e do treinador, que também ocorreu no confronto de ontem: a capacidade de sair do 4-2-3-1 e chegar ao 3-4-3, interessante para confundir o adversário, se adaptar à realidade que o jogo pede (quando está no 3-4-3, como já disse, o terceiro zagueiro é o Júnior César, e não o Pierre, normalmente).

- Saber ter paciência, aliada à intensidade, foi muito importante, outro ponto positivo do Galo. Enfrentar uma defesa bem postada, bem fechada, “pede” essa capacidade de ir tocando a bola, colocá-la no chão para ir envolvendo o oponente.

- Antes o time da verticalização, da intensidade, da velocidade, o Galo mostrou que pode ser o time da posse.

- Paciência foi a palavra de ordem, como deveria ser. Nessa toada, colocou a bola no chão, trocou passes, e deixou os chutões de lado. Explorou a boa técnica, o bom toque de bola que pode ter com a equipe que possui. Ótima notícia.

- Sobre o Strongest, para não me chamarem de “profeta do acontecido”, vejam o post abaixo: já vinha salientando que os bolivianos têm uma boa equipe, organizada defensivamente. Sim, não são “nada demais”, não são espetaculares, técnicos, nada disso. Tampouco se mostram a baba que muitos consideram. Puro desconhecimento e preconceito.

- Os bolivianos jogam com duas linhas de 4. Os laterais, até sofrerem o gol, não passavam do meio. A primeira linha é bem estática. A segunda, bem organizada, um pouco mais dinâmica, como destcaquei na transmissão, com o jogador mais próximo de onde está a bola se adiantando, saindo da linha para ir ao combate.

- Defeito do Galo na partida: deu espaço em excesso, ficou exposto demais em alguns contra-ataques e pecou, mais uma vez, em certos instantes, na marcação pelo lado direito da defesa. Contudo, ressalto: pecados ‘leves” – dentro do jogo de ontem, destaco -, que não merecem ser usados para dar um traço negativo à atuação da equipe e de Cuca. Ambos continuam muito bem. Continuo gostando muito e aprovando o trabalho do comandante atleticano.

Enfim, depois falamos mais do Galo…