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Cruzeiro

Cruzeiro empata com SP e Galo perde para os reservas do Grêmio. Semana de Libertadores para os mineiros…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 70 comentários

Cruzeiro empata com SP e Galo perde para os reservas do Grêmio. Semana de Libertadores para os mineiros…

 

O Cruzeiro não fez uma partida brilhante. Mas teve rendimento que pode ser classificado como bom. Esteve superior ao São Paulo durante quase todo o jogo e, para mim, merecia um desfecho melhor no duelo. Penso que o 1 a 0, a vitória magra, seria o reflexo mais justo e certeiro do cotejo.

Já o Galo, fez partida fraquíssima diante dos reservas do Grêmio. Mais uma vez, a equipe foi burocrática, pouquíssimo criativa, totalmente despida de brilho, inspiração. Sem jogadas coletivas, e com rendimentos individuais apagados. Óbvio, não dá para cobrar do novo treinador ainda. Porém, nomes como Tardelli e Ronadinho, precisam urgentemente dar uma resposta imediata. Estes sim devem ser – na medida correta – contestados pela torcida. Alex Silva, depois de ótimos primeiros jogos com a camisa alvinegra, caiu demais nos últimos duelos. Não se deve queimar demasiadamente o menino, mas talvez seja o momento de ele passar um período no banco. Marcos Rocha faz muita falta. E não apenas pela fase desfavorável do substituto.

Enfim, dê sua opinião sobre os mineiros na última rodada do Brasileirão. E o que esperar da semana de Libertadores? Será que a dupla de BH passa?

Cruzeiro empata com o Cerro – Análise do jogo… A parte “sem polêmica” do clássico

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 50 comentários

Cruzeiro empata com o Cerro – Análise do jogo

Até os 25 minutos do primeiro tempo, só deu Cruzeiro. Partida praticamente impecável. Domínio total de posse de bola, controle das ações, presença marcante no campo de ataque, muitas finalizações e muitas chances criadas. Só que o panorama que tracei em torno do clássico, se repetiu (ver texto abaixo): na hora do passe final, ou do arremate para o gol, a Raposa pecava.

Em lance isolado, e com o erro da arbitragem, o Cruzeiro sofreu o gol. E sentiu o baque.

No segundo tempo, em geral, os comandados de Marcelo Oliveira continuaram no ataque, trocando passes e mais passes ao redor da área inimiga. Porém, sem conseguirem ser incisivos, sem conseguirem penetrar na ótima marcação paraguaia.

Com o gol de Samúdio, entretanto, para mim, o Cruzeiro segue totalmente vivo na disputa, com grandes chances de classificação.

Enfim, dê sua opinião sobre o jogo.

A parte “sem polêmica” do clássico

Deixando de lado as polêmicas de arbitragem, e até o resultado, que tal voltarmos os olhos para o futebol jogado pelas equipes?

Independentemente de polêmicas de arbitragem, do resultado final, de quem ficou com título, de merecimento, o clássico, pela sua importância, pela atmosfera peculiar que o cercou, merece ser alvo da nossa reflexão. Até porque, Atlético e Cruzeiro estão em todas as listas de melhores times do país na atualidade. Logo, as torcidas desses dois clubes puderam, no domingo, avaliar suas equipes do coração diante de um adversário de peso, que realmente conta e exige.

Em termos de performance, rendimento, a Raposa esteve bem no domingo. Entre as principais qualidades do time azul, dá para citar a ótima fase da dupla de volantes que vem sendo titular. Lucas Silva e Henrique, na destruição e na construção, têm jogado muito! Eles foram fundamentais para que o Cruzeiro dominasse o meio-campo, vencesse a maior parte das disputas no setor que, usualmente, decide as partidas de futebol. 

Taticamente, Marcelo Oliveira continua, na maioria dos jogos, apresentando um time compacto, que preenche bem os espaços e consegue cumprir o mantra do futebol atual: ter equilíbrio. A palavra, muito falada, e pouco vista na prática, representa a simples ideia de que uma equipe há de atacar e defender com igual qualidade e entrega. E isso, a Raposa vem conseguindo fazer. Mesmo armadores como Ricardo Goulart e Éverton Ribeiro têm recuperado a bola várias vezes, mostrando disciplina tática e raça dignas de nota. Destaque também para a capacidade do conjunto celeste de fazer a tão badalada marcação pressão. No futebol de hoje, a quantidade de gols que sai de roubadas de bola no campo de ataque é maior do que se imagina.

E se o Cruzeiro apresentou grande poder criativo no domingo, ótimo volume de jogo, é preciso dizer: a turma precisa calibrar a pontaria e melhorar também no momento de dar os passes decisivos. Não adianta chegar o ataque, fazer o mais difícil e, na hora “H”…

Do lado do Galo, passou da hora de Ronaldinho e Tardelli darem uma resposta. O segundo, principalmente, pelo futebol espetacular que apresentou em 2013, me surpreende, pela má fase. No clássico – e isso merece menção especial até por ter aparecido como problema com certa recorrência nessa temporada – a equipe alvinegra não conseguia trocar três, quatro passe com qualidade e no sentido do gol, realmente criando algo, avançando no campo. A posse de bola maior ficou concentrada quase na sua totalidade nos toques totalmente sem eficácia, improdutivos, despidos de qualquer brilho, realizados no setor da defesa. E, como destaquei, essa pobreza criativa vem assolando o Atlético com alguma frequência em 2014 – assim como as constantes “perdas no meio-campo”.

De positivo, na trupe de Autuori, dá para destacar a ótima dupla de zaga. Leonardo Silva segue consistente, um “monstro”, um zagueiro de primeiríssima linha. Otamendi, nos últimos jogos, se firmou de vez. Com estes dois ótimos defensores, Réver, e até Emerson, o Galo pode ficar despreocupado com relação a esse setor.

Impressões sobre o polêmico clássico (atualizado)

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 166 comentários

Impressões sobre o polêmico clássico

 

Análises mais detalhadas sobre o clássico no próximo post. Por enquanto, algumas colocações iniciais e a abertura do espaço para discussão.

- No jogo de domingo, o Cruzeiro foi melhor. Teve mais volume, criou muito mais chances. Dominou o meio-campo, ganhou a maioria das disputas no setor. Individualmente, Henrique e Dagoberto foram os destaques.

- O trio de meias celeste também esteve bem. Éverton Ribeiro, apesar de ter perdido gol feito de forma bisonha, participou bastante do jogo, criou boas jogadas, driblou… Dagoberto começou bem. Depois caiu. Precisa também controlar melhor os nervos. Ricardo Goulart não foi esplendoroso, errou em momentos decisivos – passe final e arremates para o gol -, mas pelo menos participou bastante da partida, correu, não fugiu da responsabilidade, e criou ótimas situações.

- No Galo, a turma do meio para frente não produziu. Otamendi e Leo Silva estiveram bem. Ronaldinho, mais uma vez, bastante apagado.

- A marcação pressão do Cruzeiro funcionou muito bem. A equipe comandada por Marcelo roubou muitas bolas no campo de ataque e no meio-campo, principalmente quando a posse ainda se encontrava com os volantes do Galo – embora Guilherme tenha sido também muito desarmado.

- Em geral, a pegada e o posicionamento certeiro em campo tornaram o Cruzeiro implacável na marcação – não só no que se refere ao ato de pressionar a saída de bola. A distribuição dos atletas em campo esteve muito bem executada.

Lance polêmico

- Lance polêmico: impressão inicial: não houve impedimento e o pênalti aconteceu. Depois, surgiram novas imagens supostamente mostrando que a falta teria sido fora da área. Era preciso, ao menos, analisá-las, pelo compromisso com a informação. O Sportv, no domingo, repleto de recursos de câmera, considerou que Jô estava impedido. Quer dizer: são várias opiniões que se multiplicaram. O lance foi complicado demais. Ciente de que posso mudar de opinião caso uma imagem reveladora apareça, confesso que vi o lance em slow motion mais umas 300 vezes para opinar aqui com a devida convicção. Por enquanto, se tivesse de decidir, ainda ficaria com a impressão inicial: pênalti e sem impedimento.

Totalmente convicto? Não. Agora, tenho convicção de que não estava impedido e de que falta fora da área não houve (falarei isso na TV nesta terça). Permanece a dúvida a respeito do contato entre Dedé e Jô. Teria sido suficiente para configurar o pênalti? Repito: para mim, sim (apesar de achar o lance muito difícil).

O que não pode acontecer: xingamentos de torcedores dos dois lados simplesmente porque não foi dito que “o time deles está certo” com a veemência que eles queriam. Gente: há um mundo de jornalistas que conhecem futebol olhando o lance com lupa, divergindo nas opiniões. Vemos veículos importantíssimos e de credibilidade incontestável discordando da jogada (Sportv e ESPN) e mesmo dentro destes há divergências. Vamos ter calma…

A força do futebol de Minas no Brasil e na América

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 29 comentários

Atleticanos e Cruzeirenses podem estar menos confiantes, menos empolgados do que no ano passado. Porém, se compararmos os dois times com a “turma”…

A força do futebol de Minas no Brasil e na América

No ano passado, cansamos de ouvir sobre a força do futebol mineiro, sintetizada muitas vezes em frases taxativas, do tipo: “os dois melhores times do país estão no nosso estado”. Era verdade. Só que, essas análises, ao serem repetidas tantas vezes, desgastavam. Talvez a insistência esbarrasse na tendência da mídia pelo populismo – muito mais do que pelo clubismo, como muitos colocam -, pelo politicamente correto, pela vontade de agradar a todos, de não se comprometer – dando pinta, para completar, de “coragem para falar o que pensa”. Em um estado com futebol tão polarizado, cravar que os dois gigantes de BH eram os dois principais clubes do Brasil – ainda que fosse verdade, repito – era confortável, tinha forte chance de agradar ambas as partes.

Em 2014, até certo ponto, a euforia com as equipes das bandas daqui continuou. Contudo, com a inesperada dificuldade enfrentada pelo Cruzeiro na Libertadores, e com alguns tropeços do Galo no Mineiro, somados a performances pouco convincentes, à própria resistência à Autuori, o clima esfriou. Passamos a ver insegurança, questionamentos das torcidas, da imprensa, aos dois times. Não digo que eles não procediam. Mas, passado mais algum tempo, com o razoável crescimento do Atlético, a vitória do Cruzeiro no Chile, e a observação do futebol nas outras partes do país e do continente, digo o seguinte: tecnicamente, em termos de “bola”, habilidade dos jogadores, os melhores time da Libertadores e do Brasil, provavelmente, são Cruzeiro e Atlético. No mínimo em uma lista seleta de quatro, cinco destaques, dentro dos dois universos citados, a dupla de BH entra.

Na Libertadores, Grêmio, Vélez e Newell’s têm agradado. Mostrado certa consistência. Esses times são fortíssimos e podem muito bem eliminar qualquer um dos dois mineiros, em eventuais confrontos. Entretanto, novamente, não creio que, no que se refere à qualidade dos jogadores, eles devam intimidar a turma daqui. Podem levar vantagem em aspectos psicológicos, coletivos. Apresentar mais solidez, firmeza, raça, em certos momentos. Inteligência, em outros. Mas dizer que o Grêmio tem poderio ofensivo superior ao da dupla de Minas, não procede. E por isso, por sempre ter o critério “qualidade do elenco e técnica dos jogadores” como o primeiro para realmente confiar em um time, no fundo da alma, ainda não sou totalmente convencido por Grêmio, Vélez e Newell’s. Não no sentido de considerá-los fracos. É apenas por avaliar que, em um duelo de um destes com Galo e Cruzeiro, escolheria qualquer um desses dois últimos como favoritos. Não com folga. Não no patamar de que uma eliminação surpreenderia. Simplesmente, sendo obrigado a apostar em alguém, iria nos mineiros.   

Algumas análises sobre o Superclássico

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 57 comentários

Algumas análises sobre o Superclássico

 

Clássico equilibrado, muito pegado, truncado, restrito excessivamente a disputas no meio-campo. Carência de criatividade e de demonstrações de técnica. Poucas chances de gol.

Ainda assim, pela intensidade da disputa, pela entrega dos jogadores, pela tensão, pelo clima de “jogo diferente”, gostei da partida.

Empate foi justo e refletiu bem o que foi o jogo. Se tivesse de haver um vencedor, para mim, seria o Atlético – ligeiramente melhor no segundo tempo e dono da chance mais incrível da partida, desperdiçada bisonhamente por Tardelli.

Do lado do Galo, destaque para: Otamendi, Leandro Donizete e Guilherme (mesmo muito marcado, em lances pontuais mostrou grande categoria e poder de decisão, e por isso, votei nele como melhor em campo).

Do lado do Cruzeiro, os melhores foram: Bruno Rodrigo, Henrique e Willian (tem de ser titular sem dúvida alguma).

E você, o que achou do jogo? Ao longo da semana, mais análises.  

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