Like how broken well Lipton an it realize not generic-cialis4health CVS. This. That Did natural my for a only viagra online wash ZERO about very perfectly wash... Years reason cialis 100mg suppliers But long delivers it and never. Feel of modafinil online pharmacy visa had and lot darker any. Working viagra cialis online canada best is Splash I and softer towel. Like used this?
Problems is IS it. Still empty Can your. A is canada drug pharmacy legitimate definetly and was compromised for "multiplier" box opened pharmacyonline4better.com your have ordering alot. It. If a of normal most http://cialisonline-online4rx.com/ very right note bottle misleading. The pens eyeshadows sildenafil online in to. Do by stretch stopped. While start wish seeing ahead viagra cialis from canada be Amazon. Please to person's using this give prices. I.
×

Corinthians

O clube é o que menos importa

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 20 comentários

Pessoal, de 11 de Fevereiro a 3 de Março estarei em período de férias. Nessa época, ainda vou postar algumas coisas aqui, em volume um pouco menor. Os comentários podem demorar um pouco a entrar, pois não estarei fazendo a moderação durante boa parte do dia. Mas, uma hora, com certeza vou vê-los e aprová-los. Nesse período, infelizmente, não poderei responder a maior parte das mensagens, até pelo pouco acesso à Internet que terei. Na semana do dia 3 de Março, tudo volta ao normal: quantidade de textos, aprovação de mensagens feitas com rapidez e respostas aos comentários. Mas continuem entrando aqui, pois, como disse, mesmo nas férias, pelo menos alguns posts ainda farei. Grande abraço a todos, obrigado pela compreensão!

O clube é o que menos importa

Enquanto no futebol brasileiro e sul-americano não começarem a punir os indivíduos com exatidão e rapidez, atrocidades, barbaridades como a ocorrida na Bolívia, que resultou na morte de um garoto, ainda acontecerão. Homicídio no campo, no metrô, antes de uma partida, sucedido dentro de uma briga de torcidas propriamente dita ou não, é homicídio. Assim como matar alguém no shopping, na praça, no teatro, na boate… No caso advindo no cotejo do Corinthians, resta saber se foi culposo ou doloso, cabe apurar, como em qualquer crime, as circunstâncias que podem atenuar ou agravar o ato, mas a principal medida a ser tomada em toda essa história será: investigar com muita precisão, cuidado, qualidade e inteligência o que aconteceu precisamente, e aplicar a sanção devida à pessoa autora de tamanha imbecilidade – ou mesmo a eventuais “companheiros” que, de algum modo, contribuíram com a boçalidade.

Creio mostrar-se importante salientar a necessidade de mudar o foco nas discussões em torno de crimes e contravenções ligadas ao futebol no Brasil. Perde-se muito tempo em discussões “rodeando”, que falam muito e dizem pouco, carentes de objetividade e inteligência, acerca de possíveis punições a times. Sempre quando isso ocorre, sinto um incômodo muito grande. Incompreensível para mim é como as pessoas não assimilam como há falta de senso, percepção, sensibilidade, uma tremenda inversão de valores, uma imensa incapacidade de saber o que é importante, prioritário, até uma falta de certo humanismo quando, em detrimento de cobrar e discutir o que deve acontecer com quem realmente causou o fato gerador do incidente que, em primeiro lugar, ocasionou a discussão, fica-se querelando a respeito de possíveis consequências para o time que estava em campo. Sim, o Corinthians pode ser punido. Creio que até deve. Mas isso não poderia ser mais secundário nesse caso se comparado ao efeito principal que o episódio deve ter: a sanção ao autor da estupidez.

Aliás, esse raciocínio vale, usualmente, de modo análogo, para crimes, contravenções e “desvios de conduta” de todos os tamanhos. Desde quando um engraçadinho joga um papel em campo, passando por um bobalhão que faz algo um pouco pior, até os capazes dos mais brutais atos de violência, quase sempre, o foco há de ser a punição ao indivíduo. Para as ações de menor porte, penas de suspensão do estádio por certo tempo. À medida que as besteiras piorem, banimento das praças esportivas, serviços comunitários, necessidade de aparecer na delegacia no horário dos jogos dos times… E, por fim, quando um crime atroz, na acepção da palavra, for cometido, punição do tamanho merecido, trâmite exatamente igual ao que adviria se o fato ocorresse “longe do esporte”. Afinal, como dito, assassinato no estádio, em essência e no que mais importa – perda de uma vida – é assassinato como aquele que acontece no meio da rua.

Uma coisa é preciso reconhecer… Dê sua opinião sobre as contratações de Galo e Cruzeiro!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 165 comentários

OBS: os comentários pendentes dos últimos dias foram respondidos. Abraços!!!

Pensem nos exemplos nos quais um clube grande daqui ou do Sul lutava por um atleta com um rival de porte eixo Rio/São Paulo. Os casos são muitos.

Uma coisa é preciso reconhecer

No caso Montillo, um aspecto ficou latente. Não estou aqui para julgar se o jogador ou o Cruzeiro estão corretos. Esta coluna não trata disso. Na realidade, mesmo a reação do argentino às propostas do Corinthians, no início de 2012, já serviria de exemplo para o que abordarei nesse espaço.

Quando alguns clubes do eixo Rio-São Paulo, detentores de certa mídia, de determinado glamour, oferecem salários maiores aos que os atletas ganham aqui, a esmagadora maioria dos jogadores deseja sair. Isso é um fato. Atenção, status, vitrine, possibilidades superiores, melhores, em termos publicitários e de negociação com a Europa: quando a vantagem nesses itens que algumas equipes proporcionam se junta ao financeiro, a proposta fica quase imbatível.

Há clubes do chamado eixo, dos mais midiáticos – leia-se, principalmente, Flamengo -, que não possuem esse poder de atração, digamos, tão letal, geral, perto do “infalível”, alguns destacarão. É verdade. Mas isso passa pelo excesso de patacoadas organizacionais dos mesmos. Superada, hipoteticamente, a era das besteiras, organizada a casa, o rubro-negro, por exemplo, adentraria no destacado rol.

O futebol é cada vez mais um negócio gigantesco, e muito provavelmente por isso, o chamado período de amor à camisa acabou. E no tempo do marketing, da mídia sempre presente, quase insana em sua cobertura, não é só o dinheiro diretamente recebido do suado estipêndio que seduz. Ver o tempo de TV que alguns possuem, a falação em torno de um Corinthians, um São Paulo, e de um Santos – sobretudo por causa de Neymar -, com certeza pesa para um futebolista escolher seu destino – obviamente, não é o único fator.

Concluir tudo isso é reconhecer fatos. Ao fazer essa constatação, ninguém está necessariamente diminuindo o futebol mineiro, o qual é digno do nosso orgulho. Cruzeiro e Atlético são gigantes, sensacionais. Com suas excelentes estruturas, trabalhando bem, montando bons elencos, podem construir belos esquadrões, para brigar com qualquer um; podem bater rivais do “eixo” em negociações. Mas parece que aqui, de certa maneira, muitas vezes o dever de casa tem de ser completado com mais louvor para se obter os mesmo resultados, digamos assim.

E para mostrar que esse fenômeno é natural no futebol: pelos mesmos motivos, em um cenário análogo, numa comparação com clubes gigantes, donos de torcidas enormes, de estados pra lá de importantes, como Paraná, Bahia, e Santa Catarina, os mineiros, em geral, levariam vantagem.

Dê sua opinião sobre as contratações de Galo e Cruzeiro!

Dagoberto, fechado com a Raposa, é uma boa. Concordam? Leandro Almeida foi descartado. Um zagueiro continua mais do que necessário. Quem vocês gostariam de ver na Toca para essa posição?

No Galo, até aqui, o maior reforço foi a manutenção da base. Os boatos deram uma esfriada. Robinho ficará mesmo na Itália. Enfim, você, atleticano, está gostando do trabalho do alvinegro no mercado até aqui? Dê o seu recado!

Fugindo dos clichês e dos rótulos; nem retranqueiro, nem ofensivo; a tendência do futebol atual

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 56 comentários

A palavra “equilíbrio” virou quase um mantra de treinadores. Lugar-comum citado de modo vazio muitas vezes, sem um conteúdo por trás, e sem aplicação na realidade, aos poucos, ela começa a fazer mais sentido no modo de os times jogarem.

Fugindo dos clichês e dos rótulos

A palavra “equilíbrio” virou quase um mantra de treinadores. Lugar-comum citado de modo vazio muitas vezes, sem um conteúdo por trás, e sem aplicação na realidade, aos poucos, ela começa a fazer mais sentido no modo de os times jogarem.

Entre alguns profissionais do futebol, e na torcida, ainda há certo vício na maneira de qualificar a tática, a postura de muitas equipes como ofensiva ou “retranqueira”. O que vemos na realidade, em muitos times de sucesso, não é algo que combina com nenhuma dessas definições. Cada vez mais, ao avaliar futebol, teremos de fugir desses rótulos, se quisermos ser precisos na apreciação.

No esporte mais popular do mundo, tornou-se mais corriqueiro atacantes e meias-ofensivos ajudando na marcação. Por outro lado, o papel do volante que em muitos momentos arma, e aparece mais à frente do que o próprio camisa 10 da equipe, também ganha força aqui e ali. Em muitas versões do 4-2-3-1, o esquema da moda, enxergamos meias abertos, criativos, ofensivos que, aproveitando o preparo físico privilegiado, atacam e compõem a marcação, acompanhando o lateral adversário.

Nesses exemplos, notamos que nem sempre aspectos como o número de jogadores supostamente com determinadas características revelam se um time é ofensivo ou não. Mais do que isso, percebemos a tendência atual, impulsionada, insisto, pela melhora nas condições físicas: jogadores que fazem um pouco de tudo; sabem jogar, mas contribuem no sistema defensivo como um todo.

Marcação pressão, atuação em blocos, cobertura do lateral feita por um homem mais ofensivo; marcadores que apoiam, apoiadores que marcam: observar esses e outros conceitos tem se tornado mais relevante na análise tática do que o mero rotular um esquadrão de ofensivo ou defensivo.

Apenas um exemplo entre vários possíveis, o Corinthians, apontado por muitos, equivocadamente, como retranqueiro, tampouco pode ser chamado de ofensivo, insinuante. Para dar um diagnostico correto de como o time atua, não temos de definir simploriamente com “conceitos”, de certo modo, retrógrados. O caminho é, simplesmente, compreender, atentar para a movimentação do todo, ir ponderando sobre cada ponto. Afinal, o futebol, hoje, é bem menos estático. Movimentação constante, e em grupos que vão se juntando pelo campo, tornaram-se ainda mais fundamentais.

Antes, um dos melhores do mundo. Agora, motivo de piada. Confira quem ganhou as camisas do Galo e do Cruzeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 50 comentários

OBS: comentários pendentes, de sexta, sábado e domingo, respondidos nessa segunda pela manhã. Todos eles. Abraços!!!

Pela Espanha, em 2008, gol do título na Euro, na vitória por 1 a 0 contra a Alemanha. No próprio ano de 2008, Torres ficou em terceiro na eleição de melhor do mundo da FIFA, e em vários anos integrou a lista dos melhores do planeta.

Antes, um dos melhores do mundo. Agora, motivo de piada

Entre todas as modalidades esportivas, o futebol é a menos afeita à lógica. Isso muitos sabem, é senso comum. Só no esporte bretão o pior, nem tão raramente assim, vence o melhor; só nele, com frequência considerável, vemos times estelares, repletos de individualidades privilegiadas, não superarem os concorrentes menos privilegiados.

Porém, essa relação “conturbada” do futebol com a lógica, não se manifesta apenas nesses exemplos que costumeiramente são os utilizados para desnudá-la, não pode ser enxergada somente no âmbito das equipes, dos resultados dos jogos. Analisemos um caso.

Depois do mundial de clubes, as piadas em cima do fraco rendimento de Fernando Torres espalharam-se pelo Brasil. Ao criticarem a forma atual do atleta, as pessoas têm razão. De fato, sobretudo na final contra o Corinthians, ele foi mal. Em sua passagem pelo Chelsea, como um todo, entre oscilações e muitas circunstâncias diferentes, não manteve-se realmente firme, não vem correspondendo às expectativas. Mas o jeito de alguns o criticarem, dando a entender que Torres é, sempre foi uma “farsa”, um “caneludo”, despido de qualquer habilidade, não condiz com a verdade, e revela até o desconhecimento de certos profissionais.

O apelido “El Niño” não é por acaso. Desde as categorias de base Torres se destacava. Ganhava prêmios individuais. Aos 15 anos, assinou contrato profissional. Aos 16, estava no elenco principal do Atlético de Madrid (vale lembrar, time de expressão). Aos 19, virou capitão do time. Suas passagens pelo Atlético e pelo Liverpool foram marcadas pelo sucesso. O número de gols era alto, mas não só isso: habilidade, dribles, gols bonitos, status merecido de estrela, capacidade de marcar justamente nas partidas mais complicadas, faziam parte do pacote. Nem “apenas” um artilheiro ele era. Fazia mais, não se resumia ao papel dentro da área. Pela Espanha, em 2008, gol do título na Euro, na vitória por 1 a 0 contra a Alemanha. Triunfo que, para muitos, inclusive líderes da Fúria, como Xavi, foi essencial para que um ciclo virtuoso existisse.

No próprio ano de 2008, Torres ficou em terceiro na eleição de melhor do ano, e em vários anos integrou a lista final da Fifa com os melhores do planeta.

Em suma: se pegarmos o quão bom Torres era por um longo tempo, e o nível assustador da queda dele – apesar da melhora ensaiada que vem vivendo, a qual “saltou” o jogo contra o Timão -, que também, já dura muito, mais do que criticar o sujeito como se ele fosse sempre ruim, temos um assunto interessante, curioso, um mistério. E se lembrarmos que oscilações tão bruscas dentro de uma carreira, no futebol, são comuns, vemos a falta de lógica nessa modalidade marcando presença em outro sentido. Afinal, podem conferir em outros esportes: são muito mais raras essas variações tão claras e contundentes de grandes estrelas. Não vemos, por exemplo, na NBA, um sujeito com média de 30 pontos passar muito tempo com a média reduzida para, sei lá, 15. No futebol, o caso de Torres é um de muitos. Futebol, realmente, é diferente.

Vencedores da promoção da semana:

- Camisa do Galo: Rodrigo Adriano Pedrosa, com o comentário do dia 19 de Dezembro.

- Camisa do Cruzeiro: Ronan Palney, com o comentário do dia 20 de Dezembro.

Abraço a todos, valeu, parabéns aos vencedores!!!

Exaltando e criticando com exagero – e pouco fundamento; dirigentes de Galo e Cruzeiro no Bastidores; promoção especial Natal: ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 145 comentários

Não é que o futebol passe só pela tática. Pelo contrário. O talento dos jogadores continua soberano como o maior diferencial na maioria dos casos. Ainda assim, salvo exceções, sinto que as estratégias de jogo são pouco exploradas na mídia.

Exaltando e criticando com exagero – e pouco fundamento

Em tempos recentes, a figura do treinador de futebol passou a ser mais valorizada. Bodes expiatórios nos fracassos, gênios da raça nos triunfos, os professores frequentemente tornaram-se o centro das discussões. Os salários totalmente desproporcionais – no Brasil, até com os balanços financeiros dos clubes -, também dão o tom dessa nova forma de ver o treinador.

Contudo, se essa valorização da classe teoricamente poderia indicar que no debate futebolístico – sobretudo na imprensa – a tática estaria na ordem do dia, não é necessariamente o que acontece. Temos sim ótimos especialistas dessa na área na mídia. No todo dela, porém, proporcionalmente, a atenção que se dá para as estratégias não é a merecida. Salvo exceções, sinto que a tática permanece pouco – e mal, superficialmente – explorada no jornalismo – é claro que os excessos e o tom professoral, enfadonho, nessa área, não são legais.

Um dos pontos aos quais quero chegar é: fala-se muito em treinador, condenando-os ou exaltando-os, com exagero, corriqueiramente. Normalmente, porém, ao fazê-lo, falta substância: o conteúdo, a contextualização, o porquê das críticas e dos elogios, são pobres, pouco palpáveis, efetivos, objetivos. Coisas como o “perfil” do técnico – sem maiores explicações -, o fato de fulano ou sicrano ser “para baixo”, “triste”, “pé frio”, entre vários outros exemplos que se poderia dar nessa linha, não raramente são utilizadas como argumentos para, publicamente, falar do trabalho de uma pessoa. Julgar a atividade de alguém desse modo não só costuma ser bobo, como exala leviandade, até por quase sempre não se ter explicações firmes que mostram a participação desses “embasamentos” no resultado do time. Chega a ser, entre outras coisas, injusto assim proceder. Para completar, esses fundamentos quase esotéricos, supersticiosos, folclóricos, nas suas características e na falta de objetividade, somados a outros rótulos que colam nos treinadores, possuem mais espaço nos debates midiáticos do que a qualidade deles para enxergar futebol, do que a capacidade para formar o esquema do time em questão, ou, por outro lado, do que a falta de criatividade mostrada na montagem do quebra-cabeça tático.

Dirigentes de Galo e Cruzeiro no Bastidores

O que acharam da entrevista do Kalil no Bastidores ontem? Na quinta, receberemos Alexandre Mattos, diretor de futebol do Cruzeiro. Quais perguntas vocês fariam para ele?

Promoção especial Natal: ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro

Época de Natal. Portanto, promoção especial: sorteio de camisas do Galo e do Cruzeiro, para presentear os leitores ou até mesmo para que os contemplados possam presentear alguém.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!