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clássico mineiro

Análises do Superclássico. Dê sua opinião!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 67 comentários

Análises do Superclássico. Dê sua opinião!

 

- Um Cruzeiro mais uma vez intenso, rápido, rejuvenescido, com muitas trocas de posição, boa correria. Com um Luan novamente tático, eficaz, compondo bem na marcação. Um Éverton Ribeiro mais firme, presente – pela primeira vez, em um clássico; um Goulart que reforça a cada dia que tornou o time melhor ao entrar no lugar de Diego Souza, e, por fim, um Vinícius Araújo que continua se firmando, rendendo bem, correspondendo às expectativas.

- O Galo, por sua vez, completamente desfigurado, conforme era compreensível, não jogou bem. Com tantos desfalques, ficou com um meio-campo pobre, em termos de criação. Faltou luz, habilidade, um toque diferente. Faltou entrosamento. Porém, não há qualquer motivo para críticas a Cuca, ao time. Faz parte do contexto, das circunstâncias.

- E você, o que achou do clássico? Ao longo da semana, textos mais detalhados sobre os dois maiores de Minas, e promoção para a torcida do Cruzeiro!

O melhor clássico dos últimos tempos? Que momento do Galo! Um Cruzeiro de acordo com sua tradição…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 118 comentários

ATUALIZAÇÃO COMENTÁRIOS: Comentários de quarta até sábado respondidos em sua grande maioria. Basta olhar no respectivo post. Grande abraço para vocês!!

O melhor clássico dos últimos tempos? Dê seu palpite! Quem leva?

Galo invicto no Horto, Cruzeiro sem perder em 2013; dois dos melhores treinadores do Brasil; ótimo trabalho de ambas as diretorias; esquemas táticos similares e muito ofensivos; estrelas de nível de seleção dos dois lados; será que teremos, no domingo, o melhor clássico dos últimos tempos? Dê seu palpite! Quem leva?

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Esse discurso das arquibancadas reinou sobretudo na era Celso Roth. E a China Azul, de fato, tinha razão. Porém, com Marcelo Oliveira, e com as ótimas contratações, isso tem mudado.

Um Cruzeiro de acordo com sua tradição

Em anos recentes, noves fora os maus resultados, e o desempenho fraco apresentado em campo, uma reclamação mais específica tornou-se recorrente dentro da torcida celeste: o time não vinha jogando com sua filosofia tradicional. Aquela, que privilegia o toque de bola… Esse discurso das arquibancadas reinou sobretudo na era Celso Roth. E a China Azul, de fato, tinha razão.

Com Marcelo Oliveira, e com as ótimas contratações, isso tem mudado. E para melhorar, se aliando à eficiência dos resultados, não privilegiando apenas o lado “romântico”.

No início do ano, em estágios mais iniciais de entrosamento, a Raposa, naturalmente, pecava na sintonia da movimentação tática. Ou melhor, carecia de um acréscimo de dinamismo, de fluência. O quarteto ofensivo, a despeito de bons lampejos, não poderia, naquele momento, se mexer com a harmonia de quem joga junto há muito tempo.

Aos poucos, porém, Marcelo foi corrigindo isso, dando esse padrão. Hoje, podemos afirmar, Dagoberto, Éverto Ribeiro e Diego Souza, frequentemente, têm se agrupado e se mexido, trocado de posições, de modo assaz funcional e insinuante.

O primeiro, normalmente, parte da esquerda, ora como um meia do 4-2-3-1, ora se adiantando para formar algo mais próximo da “tradicional” dupla de ataque, com Borges. O segundo, usualmente, cria as ações pelo setor direito – e por lá, vem se firmando como o mais regular dos reforços. Diego Souza – principalmente quando tudo funciona bem, como na primeira partida contra o Villa -, guarda menos posição, ronda a área adversária, chega para finalizar, e se necessário, volta um pouco para articular vindo de trás. Às vezes, também cai pelos flancos, confundindo a marcação oponente.

Com tudo isso, se a técnica dá as caras pela presença dos nomes citados, e a tática se mostra tão afinada quanto amiga da movimentação, do futebol bem jogado, aquele estilo de toque de bola acaba consequentemente voltando na vida do Cruzeiro.

Para completar esse funcionamento insinuante do conjunto, Nílton muitas vezes surge com qualidade para auxiliar os arquitetos, não deixando a bola chegar “quadrada” para os mais habilidosos terem a obrigação de consertar, e as subidas dos laterais, costumeiramente, são bem coordenadas, alternadas, para a defesa não ficar demasiadamente exposta (o que, indiretamente, ao mexer com o equilíbrio do todo, poderia atrapalhar até ofensivamente). 

Com o cenário descrito acima, uma zaga que tem melhorado, e que deve crescer ainda mais com Dedé – o escalaria ao lado de Bruno Rodrigo -, a maior dúvida entre os titulares permanece na posição de Leandro Guerreiro. Afinal, o volante raçudo, que segue fazendo jus ao nome, se não anda exatamente em má fase, oscila muito. Pode ser que, em algum momento, torne-se mais útil como opção para a defesa. A observar…

Que momento do Galo!

Na quarta, o Brasil se rendeu. Quanta intensidade, quanta velocidade! Galo no esquama tático mais moderno do país!

Vitória maiúscula do Galo, classificação mais do que incontestável. Jô e R10 dando show. Cuca, para usar o jargão, “calando os críticos”, pela firmeza, pela lucidez, e pela tranquilidade com que comandou o time, que, lembrando, saiu atrás no placar em SP, e lá, se seu treinador merecesse o rótulo injusto de descontrolado, deprimido, que recebe de muitos, poderia ter se perdido.

Sinceramente, a superioridade na segunda partida foi tão grande, que pouco resta para comentar. O São Paulo chegou a estar até “estranho” durante boa parte do duelo. Inferior técnica e taticamente, poderia, pelo menos, ter dado um “sanguinho” a mais aqui e ali, como diria o outro. O Galo, que não tem nado com isso, “passou o trator”.

Enfim, análises técnicas e táticas em breve. Por ora, apenas abro o espaço para ouvir vocês!

Que momento para o futebol mineiro! Dois excelentes times… Final promete demais!

Aliás, que momento para o futebol mineiro: dois times jogando bem, bonito; dois excelentes treinadores; nomes de grande nível em ambos os clubes. Está dando gosto. A final promete como há muito, muito tempo mesmo não se via. Também assunto para os próximos dias!

Messi, Pelé, e o Pacheco… Araújo no Galo e clássico com 2 torcidas

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 115 comentários

OBS: boa parte dos comentários pendentes dos últimos dias foram respondidos. Pela correria dos últimos dias, não havia conseguido dar o retorno de sempre, mas agora deu para responder muita gente. Abraços!!!

Messi, Pelé, e o Pacheco…

Na semana passada, pela quarta vez, Messi foi eleito o melhor do mundo. Prêmio tão óbvio quanto merecido. Na verdade, inquestionável. Qualquer resultado diferente, ouso dizer, se mostraria mais do que injusto. Seria um disparate, um absurdo.

Com o novo recorde do argentino, a semana abrigou velhos debates. Teria Lionel, superado Maradona? Pelé já vê a “pulga” no retrovisor? Confesso que às vezes fico com preguiça dessas discussões, sobretudo pelos clichês que elas costumam suscitar. Contudo, trazendo à mesa justamente um típico lugar-comum (que não deixa de ser verdadeiro), o primeiro ponto a ser abordado há de ser: é difícil demais comparar épocas. Quem não teve a oportunidade de ver os grandes das décadas de 60, 70, e mesmo dos anos 80, pode conferir, assistindo qualquer tape, com generosos trechos de embates desses períodos, como tudo era distinto. Velocidade, estilo, tática, lado físico…

Porém, se as citadas querelas são tediosas aqui e ali, e se é, de fato, assaz complexo e traiçoeiro comparar eras diferentes, outro ponto na repercussão de cada triunfo de Messi incomoda: o exagero no saudosismo, a falta de informação atual, de percepção, de bom senso para ver e apreciar a história sendo escrita. E isso parece acontecer, no Brasil, em uma de suas versões mais graves. Tal fenômeno se manifesta na maneira taxativa, determinista, com a qual alguns supostos donos da verdade colocam como “crime”, como impossível, “indigna de conversa, de debate”, a comparação de Messi com Pelé, Maradona, e outros. Não afirmo que o 10 do Barça é melhor nem pior. Reconheço, simplesmente, a impossibilidade que tenho de responder essa pergunta. Eu, pessoalmente, não sei a resposta. Agora, unicamente, não consigo considerar como uma “blasfêmia”, a mera cogitação de que Messe é dessa estirpe, dessa linhagem, de que está ali, nesse patamar. Que essa, enfim, é a turma dele.

Alguns dirão, sobre a referida “diminuição” de Lionel: trata-se de patriotismo. De proteção a Pelé, nosso maior. Vejo mais como “pachequismo” barato e ignorância na acepção da palavra. Afinal, na Europa, por exemplo, entre povos mais nacionalistas, inclusive, é mais comum vermos pessoas ligadas ao futebol dizendo que Messi é, ao menos, digno da comparação com seus maiores expoentes do esporte bretão. Nessa linha, é mais corriqueiro encontrarmos a humildade, a imparcialidade de um holandês reconhecendo que Messi está no mínimo lado a lado com Cruyff, ou um português defendendo algo análogo ligado a Euzébio – um alemão com Beckenbauer, e por aí vai…

Araújo no Galo e clássico com 2 torcidas

- Assuntos dos últimos dias: chegada de Araújo ao Galo e clássico com duas torcidas. Dê sua opinião sobre esses tópicos que movimentaram o futebol mineiro!

- Sobre Araújo: não contrataria, fiquei supreso com a aquisição. Mas confesso que, mesmo com a discordância, só esse fato isolado não é o suficiente para o “drama” que alguns fizeram.

- Clássico com duas torcidas: bacana, vitória do bom senso, gostei muito.

Marcelo Oliveira e o quarteto “dos sonhos”; ganhe camisas do Galo, do Cruzeiro, e o livro “1971: o ano do Galo”

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 65 comentários

Marcelo tornou-se, oficialmente, o treinador do Cruzeiro. Quando seu nome foi especulado na Raposa, disse o seguinte: tem totais condições de assumir o cargo, está longe de ser uma alternativa ruim, mas, pelo momento peculiar vivido pelo clube celeste, talvez outro treinador fosse uma aposta melhor. Contudo, se analisarmos que o mercado, naturalmente, acabou impedindo o ingresso dos caras mais badalados e pedidos pela torcida, ao Cruzeiro (Sampaoli foi para a seleção chilena, Felipão para a brasileira e Luxa renovou com o Grêmio, como queria, e sobretudo a esses três me referia quando afirmava que existiam apostas que combinavam mais com a situação da Raposa), entre os que restavam, num mercado pobre de opções, Marcelo fortaleceu-se como escolha interessante.

Ao mesmo tempo, o tema é complexo. Todo clube grande, para mim, tem como seu maior patrimônio a torcida. Nesse aspecto, com muita frequência é preciso ouvir a voz da arquibancada, até para preservar o clima. Enfim, o momento aqui não é decretar se foi acerto ou erro a contratação. Passemos a abordagens táticas.

O futebol às vezes é engraçado. Entre clichês, teorias provincianas e análises do “perfil” do treinador, frequentemente baseadas em aspectos um tanto folclóricos e/ou que não dizem respeito ao preparo intelectual do sujeito para o trabalho – o mais relevante -, normalmente esquece-se do que deveria ser o essencial: como ventilado, a qualidade do trabalho do profissional em questão, o conhecimento dele de tática, de “bola”, para formar bons times.

Nesse quesito, Marcelo anima. No Coxa, seu melhor trabalho, com peças pouco badalas conseguiu montar um time ofensivo e eficiente. Baseou seu trabalho em um 4-2-3-1 moderno e bem compactado, composto por um trio de meias com características essencialmente ofensivas e um centroavante (lembrando, inclusive, do meio para frente, o esquema do Galo de Cuca, outro “professor” que me agrada pelas suas convicções futebolísticas).

No Coritiba, se Marcelo atuava com esse quarteto que privilegiava o ataque, para tornar seu time ainda mais insinuante, tinha, quase sempre, Leo Gago como segundo volante, um cara que, convenhamos, também não é dos mais marcadores. Para esse esquema dar certo, Marcelo teve de contar com a contribuição dos meias ofensivos na marcação, na recomposição da defesa. Assim, no Cruzeiro, para Martinuccio, Montillo, Diego Souza e Borges jogarem juntos, será necessária entrega semelhante.

A priori, penso que o sonhado quarteto celeste é viável. Contudo, na prática, para isso se confirmar, num esquema semelhante ao que Marcelo usou no Coxa, a linha de três meias do 4-2-3-1 teria de ajudar na marcação.

Pelo que fez no Coxa, acredito que Marcelo tenha sensibilidade para perceber se será possível optar por esse quarteto tão esperado, ou se será preciso tirar um de seus integrantes em nome de um maior equilíbrio.

Confiram os vencedores das camisas do Galo e do Cruzeiro!! Veja quem ganhou o livro sobre a grande conquista do Galo!

Soltando o resultado no sábado, poucas horas antes da manhã de domingo, pois amanhã estarei com pouco acesso à Internet.

Quem ganhou a camisa do Cruzeiro foi o Ricardo Ferreira, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Já o vencedor da camisa do Galo foi o Átila Vieira, com mensagem do dia 4 de Dezembro.

Por fim, o ganhador do livro “1971: o ano do Galo”, foi o Túlio Kaizer, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Ricardo, Átila e Túlio, meus parabéns!! Vocês podem passar na Itatiaia nessa segunda ou na terça, no horário comercial. Caso não busquem seus respectivos prêmios até esse prazo, sortearei novos vencedores. Os contemplados serão avisados no e-mail cadastrado no comentário. E fiquem ligados! Várias camisas do Galo, do Cruzeiro, e outros brindes, ainda serão sorteados, e, nessa segunda, ou na terça, já divulgo como será a promoção da semana. Abraço a todos e obrigado pelo carinho, pela participação maciça!

Endereço Itatiaia: Rua Itatiaia, 117 – Bonfim

2013 tem tudo para ser melhor para o futebol mineiro; perspectivas para Galo e Cruzeiro; ganhe camisas do Galo, da Raposa e um livro sobre a conquista de 71, do Galo

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 94 comentários

Além das análises feitas sobre Galo e Cruzeiro, lembremos: em 2013 teremos Independência e Mineirão, dois palcos dignos da grandeza do futebol mineiro.

2013 tem tudo para ser melhor para o futebol mineiro

Com a renovação de R49 – melhor notícia para os atleticanos nos últimos dias – e a perspectiva da manutenção de boa parte da base que fez ótimo 2012, o Galo entrará forte em 2013. Tem conjunto, entrosamento e, sobretudo, qualidade técnica. A continuidade do trabalho de um treinador por um tempo considerável, também agrega, anima, principalmente tendo em vista o grande papel exercido por Cuca na última temporada. Com concepções modernas de futebol, ofensivas, e capacidade de fazer o time jogar solto, o comandante alvinegro é dos poucos técnicos que “sobram na turma”. E o fruto dessa filosofia, cada vez mais, não se mostra apenas dos mais agradáveis de se ver; a maneira de Cuca privilegiar o ataque está estritamente ligada ao sucesso nos resultados. Não sei como ainda conseguem, no Brasil, separar o jogo bonito do eficiente em polos opostos, excludentes. Normalmente, eles não se anulam e, na realidade, se completam, se relacionam intricadamente.

Outro fator que pode ser decisivo passa pela permanência de Bernard. Se outrora a negociação dele era eminente, a confirmação dela parecia quase uma formalidade, hoje, sem cravar a sua continuidade, sinto que a possibilidade de o garoto ficar em BH cresceu exponencialmente. Com ele e Ronaldinho na armação, a melhor zaga do Brasil, e outras virtudes, penso que a prioridade alvinegra deve estar na procura de jogadores para três posições específicas: um centroavante (Tardelli cairia como uma luva, e deve chegar); um meia que possa atuar pela direita, e um volante com boa qualidade para sair para o jogo (dos cogitados, Arouca é o que mais se encaixaria nesse perfil).

No Cruzeiro, se Montillo ficar e Borges recuperar a boa forma, um quarteto com os dois, mais Diego Souza e Martinuccio, seria digno de nota, e, em termos criativos, ofensivos, a Raposa teria condições de brigar com as grandes equipes (nesse setor, deixo claro). Com o crescimento louvável de Everton, e a perspectiva de um Ceará bem preparado fisicamente, as laterais têm boas chances de estarem resolvidas. Nesse cenário, faltaria reforçar a zaga e também trazer um volante de boa saída, de toque de bola refinado.

- Para completar a análise da Raposa, destaco também que, em 2013, principalmente no Campeonato Mineiro, Élber e Lucas Silvas deveriam ser testados, deveriam receber mais oportunidades (isso depende um pouco também de como será completado o elenco).

Mais sobre a mudança nos comentários

Já a partir dessa quarta, terei um amigo que trabalha com sites que me ajudará a moderar o blog. Portanto, nos horários em que eu não estiver online, a contribuição dessa pessoa propiciará que os comentários sejam aprovados mais rapidamente. Acho que, agora, estamos perto do ideal: teremos a rapidez que sempre vigorou nas aprovações, com o bloqueio dos palavrões, das ofensas. Abraços a todos!!

Prêmios da semana: camisas Galo e Cruzeiro; livro “1971: o ano do Galo” (conheça mais sobre o livro)

Livro sobre a conquista de 1971 pelo Galo, camisas do Galo e do Cruzeiro. Três prêmios!

O livro que será sorteado é o “1971: o ano do Galo”, escrito pelo amigo Marcelo Baêta. O prefácio, especial, foi escrito pelo grande Caixa, narrador e ídolo da massa. A obra é bastante completa, e tem tudo da conquista de 1971: números, informações, análises, e também textos sobre os bastidores, sobre o lado humano daquele grupo. Como sempre, sorteio livros de times diferentes acerca do tema futebol. Outras obras sobre as histórias do Galo e do Cruzeiro já foram sorteadas. Espero que gostem do livro do Marcelo.

Aproveito para convidá-los para o lançamento do livro, nessa quinta-feita, na loja Leitura, do BH Shopping, a partir das 19 horas. Entrada gratuita, prenseça do autor, de jogadores dessa grande conquista (quase todos já confirmaram a presença), da imprensa, coquetel… Enfim, um bom programa! Estarei lá!

O autor será convidado do Bastidores nessa quarta, para quem quiser conhecê-lo melhor, será uma boa oportunidade.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!