Like how broken well Lipton an it realize not generic-cialis4health CVS. This. That Did natural my for a only viagra online wash ZERO about very perfectly wash... Years reason cialis 100mg suppliers But long delivers it and never. Feel of modafinil online pharmacy visa had and lot darker any. Working viagra cialis online canada best is Splash I and softer towel. Like used this?
Problems is IS it. Still empty Can your. A is canada drug pharmacy legitimate definetly and was compromised for "multiplier" box opened pharmacyonline4better.com your have ordering alot. It. If a of normal most http://cialisonline-online4rx.com/ very right note bottle misleading. The pens eyeshadows sildenafil online in to. Do by stretch stopped. While start wish seeing ahead viagra cialis from canada be Amazon. Please to person's using this give prices. I.
×

Celso Roth

Marcelo Oliveira e o quarteto “dos sonhos”; ganhe camisas do Galo, do Cruzeiro, e o livro “1971: o ano do Galo”

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 65 comentários

Marcelo tornou-se, oficialmente, o treinador do Cruzeiro. Quando seu nome foi especulado na Raposa, disse o seguinte: tem totais condições de assumir o cargo, está longe de ser uma alternativa ruim, mas, pelo momento peculiar vivido pelo clube celeste, talvez outro treinador fosse uma aposta melhor. Contudo, se analisarmos que o mercado, naturalmente, acabou impedindo o ingresso dos caras mais badalados e pedidos pela torcida, ao Cruzeiro (Sampaoli foi para a seleção chilena, Felipão para a brasileira e Luxa renovou com o Grêmio, como queria, e sobretudo a esses três me referia quando afirmava que existiam apostas que combinavam mais com a situação da Raposa), entre os que restavam, num mercado pobre de opções, Marcelo fortaleceu-se como escolha interessante.

Ao mesmo tempo, o tema é complexo. Todo clube grande, para mim, tem como seu maior patrimônio a torcida. Nesse aspecto, com muita frequência é preciso ouvir a voz da arquibancada, até para preservar o clima. Enfim, o momento aqui não é decretar se foi acerto ou erro a contratação. Passemos a abordagens táticas.

O futebol às vezes é engraçado. Entre clichês, teorias provincianas e análises do “perfil” do treinador, frequentemente baseadas em aspectos um tanto folclóricos e/ou que não dizem respeito ao preparo intelectual do sujeito para o trabalho – o mais relevante -, normalmente esquece-se do que deveria ser o essencial: como ventilado, a qualidade do trabalho do profissional em questão, o conhecimento dele de tática, de “bola”, para formar bons times.

Nesse quesito, Marcelo anima. No Coxa, seu melhor trabalho, com peças pouco badalas conseguiu montar um time ofensivo e eficiente. Baseou seu trabalho em um 4-2-3-1 moderno e bem compactado, composto por um trio de meias com características essencialmente ofensivas e um centroavante (lembrando, inclusive, do meio para frente, o esquema do Galo de Cuca, outro “professor” que me agrada pelas suas convicções futebolísticas).

No Coritiba, se Marcelo atuava com esse quarteto que privilegiava o ataque, para tornar seu time ainda mais insinuante, tinha, quase sempre, Leo Gago como segundo volante, um cara que, convenhamos, também não é dos mais marcadores. Para esse esquema dar certo, Marcelo teve de contar com a contribuição dos meias ofensivos na marcação, na recomposição da defesa. Assim, no Cruzeiro, para Martinuccio, Montillo, Diego Souza e Borges jogarem juntos, será necessária entrega semelhante.

A priori, penso que o sonhado quarteto celeste é viável. Contudo, na prática, para isso se confirmar, num esquema semelhante ao que Marcelo usou no Coxa, a linha de três meias do 4-2-3-1 teria de ajudar na marcação.

Pelo que fez no Coxa, acredito que Marcelo tenha sensibilidade para perceber se será possível optar por esse quarteto tão esperado, ou se será preciso tirar um de seus integrantes em nome de um maior equilíbrio.

Confiram os vencedores das camisas do Galo e do Cruzeiro!! Veja quem ganhou o livro sobre a grande conquista do Galo!

Soltando o resultado no sábado, poucas horas antes da manhã de domingo, pois amanhã estarei com pouco acesso à Internet.

Quem ganhou a camisa do Cruzeiro foi o Ricardo Ferreira, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Já o vencedor da camisa do Galo foi o Átila Vieira, com mensagem do dia 4 de Dezembro.

Por fim, o ganhador do livro “1971: o ano do Galo”, foi o Túlio Kaizer, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Ricardo, Átila e Túlio, meus parabéns!! Vocês podem passar na Itatiaia nessa segunda ou na terça, no horário comercial. Caso não busquem seus respectivos prêmios até esse prazo, sortearei novos vencedores. Os contemplados serão avisados no e-mail cadastrado no comentário. E fiquem ligados! Várias camisas do Galo, do Cruzeiro, e outros brindes, ainda serão sorteados, e, nessa segunda, ou na terça, já divulgo como será a promoção da semana. Abraço a todos e obrigado pelo carinho, pela participação maciça!

Endereço Itatiaia: Rua Itatiaia, 117 – Bonfim

2013 tem tudo para ser melhor para o futebol mineiro; perspectivas para Galo e Cruzeiro; ganhe camisas do Galo, da Raposa e um livro sobre a conquista de 71, do Galo

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 94 comentários

Além das análises feitas sobre Galo e Cruzeiro, lembremos: em 2013 teremos Independência e Mineirão, dois palcos dignos da grandeza do futebol mineiro.

2013 tem tudo para ser melhor para o futebol mineiro

Com a renovação de R49 – melhor notícia para os atleticanos nos últimos dias – e a perspectiva da manutenção de boa parte da base que fez ótimo 2012, o Galo entrará forte em 2013. Tem conjunto, entrosamento e, sobretudo, qualidade técnica. A continuidade do trabalho de um treinador por um tempo considerável, também agrega, anima, principalmente tendo em vista o grande papel exercido por Cuca na última temporada. Com concepções modernas de futebol, ofensivas, e capacidade de fazer o time jogar solto, o comandante alvinegro é dos poucos técnicos que “sobram na turma”. E o fruto dessa filosofia, cada vez mais, não se mostra apenas dos mais agradáveis de se ver; a maneira de Cuca privilegiar o ataque está estritamente ligada ao sucesso nos resultados. Não sei como ainda conseguem, no Brasil, separar o jogo bonito do eficiente em polos opostos, excludentes. Normalmente, eles não se anulam e, na realidade, se completam, se relacionam intricadamente.

Outro fator que pode ser decisivo passa pela permanência de Bernard. Se outrora a negociação dele era eminente, a confirmação dela parecia quase uma formalidade, hoje, sem cravar a sua continuidade, sinto que a possibilidade de o garoto ficar em BH cresceu exponencialmente. Com ele e Ronaldinho na armação, a melhor zaga do Brasil, e outras virtudes, penso que a prioridade alvinegra deve estar na procura de jogadores para três posições específicas: um centroavante (Tardelli cairia como uma luva, e deve chegar); um meia que possa atuar pela direita, e um volante com boa qualidade para sair para o jogo (dos cogitados, Arouca é o que mais se encaixaria nesse perfil).

No Cruzeiro, se Montillo ficar e Borges recuperar a boa forma, um quarteto com os dois, mais Diego Souza e Martinuccio, seria digno de nota, e, em termos criativos, ofensivos, a Raposa teria condições de brigar com as grandes equipes (nesse setor, deixo claro). Com o crescimento louvável de Everton, e a perspectiva de um Ceará bem preparado fisicamente, as laterais têm boas chances de estarem resolvidas. Nesse cenário, faltaria reforçar a zaga e também trazer um volante de boa saída, de toque de bola refinado.

- Para completar a análise da Raposa, destaco também que, em 2013, principalmente no Campeonato Mineiro, Élber e Lucas Silvas deveriam ser testados, deveriam receber mais oportunidades (isso depende um pouco também de como será completado o elenco).

Mais sobre a mudança nos comentários

Já a partir dessa quarta, terei um amigo que trabalha com sites que me ajudará a moderar o blog. Portanto, nos horários em que eu não estiver online, a contribuição dessa pessoa propiciará que os comentários sejam aprovados mais rapidamente. Acho que, agora, estamos perto do ideal: teremos a rapidez que sempre vigorou nas aprovações, com o bloqueio dos palavrões, das ofensas. Abraços a todos!!

Prêmios da semana: camisas Galo e Cruzeiro; livro “1971: o ano do Galo” (conheça mais sobre o livro)

Livro sobre a conquista de 1971 pelo Galo, camisas do Galo e do Cruzeiro. Três prêmios!

O livro que será sorteado é o “1971: o ano do Galo”, escrito pelo amigo Marcelo Baêta. O prefácio, especial, foi escrito pelo grande Caixa, narrador e ídolo da massa. A obra é bastante completa, e tem tudo da conquista de 1971: números, informações, análises, e também textos sobre os bastidores, sobre o lado humano daquele grupo. Como sempre, sorteio livros de times diferentes acerca do tema futebol. Outras obras sobre as histórias do Galo e do Cruzeiro já foram sorteadas. Espero que gostem do livro do Marcelo.

Aproveito para convidá-los para o lançamento do livro, nessa quinta-feita, na loja Leitura, do BH Shopping, a partir das 19 horas. Entrada gratuita, prenseça do autor, de jogadores dessa grande conquista (quase todos já confirmaram a presença), da imprensa, coquetel… Enfim, um bom programa! Estarei lá!

O autor será convidado do Bastidores nessa quarta, para quem quiser conhecê-lo melhor, será uma boa oportunidade.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Análise do Superclássico: equilíbrio, grande jogo, táticas e destaques positivos e negativos

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 163 comentários

Clássico sensacional, emocionante, muito gostoso de se acompanhar. Abaixo, faço sobre ele algumas considerações, em forma de tópicos, sem a pretensão de esgotar todos os temas da ótima partida. Ao longo da semana novas análises serão agregadas as deste post, e, desde já, digo que gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre o jogão de domingo.

Equilíbrio, expulsões, e boas atuações

- A partida foi equilibrada. Ambos os times tiveram “blocos” de domínio, ou seja, tanto Galo quanto Raposa estiveram melhores em determinados períodos, houve oscilação nesse aspecto.

- Antes da expulsão de Donizete e Tinga, o Cruzeiro passava por um período de domínio seu, parecia com boas perspectivas no clássico. Após os dois vermelhos, parece que as expulsões (justas) atrapalharam mais a Raposa.

- Apesar da derrota cruzeirense, vi coisas interessantes na equipe celeste e, sinceramente, em geral, gostei da atuação do time (assim como gostei da performance do Galo). Nesse sentido, levando-se em conta volume de jogo, chances criadas, o empate não teria sido injusto.

Destaques positivos e negativos do Galo e do Cruzeiro

- Éverton, Fábio e Montillo, principalmente os dois primeiros, me agradaram muito na Raposa. Como o lateral esquerdo celeste cresceu. Tem um estilo de jogo que aprecio bastante: aquela capacidade de ser vertical, agudo, de conduzir, aproveitar os espaços por meio de ações individuais. Soma-se a essas qualidades a personalidade que mostra: não “afina” nos momentos decisivos, sabe manter a calma para fazer o que deve ser feito. Por outro lado, Anselmo Ramon, na minha visão, foi muito mal. Não ganhou quase nenhuma, aproveitamento baixíssimo. Marcelo Oliveira também não me convence. Não digo que seja um mal jogador, pode compor elenco de alguns bons clubes, mas não me parece à altura do Cruzeiro.

- No Galo, gostei bastante do Pierre – mas não seria meu voto para melhor em campo. Assustou com o cartão no início (para mim, deveria ter sido expulso, assim como o Charles, mais no final da partida), mas depois, conseguiu unir a calma de sequer correr riscos de levar um segundo amarelo, com a manutenção da pegada e da firmeza na marcação. A zaga alvinegra, como de costume, foi bem. Impressionante o desempenho da dupla Réver e Leonardo Silva na bola aérea. R49, mesmo sem o brilhantismo de várias rodadas, e apesar do pênalti perdido (penalidade bem marcada, na minha visão), em algumas jogadas, com toda sua qualidade, mostrou sua importância, sua qualidade nos passes.

- No lado direito da defesa, o Galo continua dando bastante espaço. Muitas jogadas do Cruzeiro aconteceram por ali. Guilherme não foi exatamente bem, mas não fez nada tão ruim para merecer críticas duras; esteve razoável.

Bola aérea: vacilo do Cruzeiro e mérito do Galo

- Já que falei da bola aérea: é claro que o Galo tem seus méritos; porém, se elogiei a atuação cruzeirense, ressalto que achei um erro crasso a liberdade que deram ao Réver no gol da vitória do Galo. Todos sabem da força dessa jogada. É o tipo de coisa que o treinador tem de orientar com muita ênfase: “gente, nos escanteios, fique sempre um no Leo Silva e outro no Réver, é preciso que um defensor fique grudado em cada um deles o tempo todo”. É claro que, pela qualidade desses homens do Galo, não seria garantia de sucesso. Mas no gol do Réver não vimos uma marcação tão firme do Cruzeiro.

Esquemas táticos e substituições equivocadas de Roth

- Tática: Galo no 4-2-3-1 usual. Cruzeiro começando em um 4-3-1-2 com losango no meio, e oscilando esse esquema, ainda no início, com um 4-4-2 no qual Tinga jogava adiantado ao lado de Montillo. Durante boa parte do jogo, Tinga não foi volante. Depois, passou ao 4-2-3-1 (por pouco tempo, não jogou assim por um longo período, diga-se), atuando de modo espelhado ao Galo (Martinuccio na esquerda, Montillo pela direta e Tinga centralizado na linha de meias). Com essa mudança tática feita ainda no primeiro tempo, a equipe melhorou; mérito de Celso Roth. Como essa mudança aconteceu mais na parte final da primeira etapa e, na segunda, razoavelmente no início, houve as 2 expulsões, o Cruzeiro não ficou muito tempo no 4-2-3-1.

Na segunda etapa, o treinador gaúcho errou ao não tirar o “inofensivo” Anselmo Ramon, e ao substituir Montillo e Martinuccio. Sinceramente, não deu para entender essas mudanças de Roth e a manutenção de Anselmo em campo.

Novidades nos comentários

Pessoal, está feita a mudança nos comentários, de acordo com o pedido feito pela esmagadora maioria de leitores. A partir de agora, qualquer mensagem entrará para moderação antes de ser publicada. Peço paciência, aos que mandarem mensagens não ofensivas, no seguinte sentido: se o comentário chegar enquanto eu não estiver online no sistema, só posso aprová-lo na primeira vez que entrar no mesmo, ou seja, a mensagem com certeza entrará e tentarei respondê-la com prazer, mas pode apenas coincidir de ela não entrar imediatamente. Combinado?

Estou combinando de um amigo me ajudar a moderar enquanto eu estiver fora do sistema do blog, mas enquanto isso não é resolvido, pode haver esse “atraso” na publicação do comentário, repito, somente pelo fato de que eu ainda não o terei visto.

Outra coisa: ninguém será bloqueado pelo nome, nenhum usuário está banido. Se a mesma pessoa mandar uma mensagem sem ofensas a outros torcedores, e outra xingando outro participante, a primeira entra, a segunda não.

Brincadeiras (bobas ou não, mas sem ofensas aos outros leitores) serão permitidas. Palavrões, ameaças e coisas na linha, não.

Abraço a todos!!

Prêmios da semana

Livro sobre a conquista de 1971 pelo Galo, camisas do Galo e do Cruzeiro. Três prêmios!

No próximo post, falo com mais detalhes do livro que será sorteado; trata-se de obra das mais interessantes sobre o Galo, que será lançada na Leitura do BH Shopping, nessa quinta-feira. Todos os leitores estão convidados para o evento, inclusive. É gratutito.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!


Algumas “chaves” do clássico, para os dois lados (versão segundo turno); análises técnicas, táticas e individuais dos dois times…

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 113 comentários

Antes do clássico do primeiro turno, publiquei um texto com “as chaves para o clássico”, tratando dos elementos de diferentes ordens que poderiam fazer a diferença para um lado ou outro. Publico agora o mesmo texto, e, abaixo de cada tópico, faço uma observação em negrito sobre o que mudou no item específico de lá para cá. Acho que, dessa forma, temos o lado curioso de ver qual era o panorama antes, o que mudou, o que continua igual e, com as atualizações, chegamos, ao mesmo tempo, a uma visão momentânea do que se espera do clássico mineiro.

Repito: os textos abaixo na cor “normal”, ou seja, que não estão em negrito, são de outra época do campeonato, e aqueles em negrito, esses sim são atualizados, comentários sobre o que mudou com relação ao que se tinha antes, na véspera do clássico anterior.

Cruzeiro

- A Raposa, inferior tecnicamente e em termos de entrosamento, não deve, inicialmente, cair no erro de se retrancar demais, chamando em excesso o adversário para o seu campo, como fez contra o Bahia, na segunda etapa. Por outro lado, tem sim de se cuidar defensivamente, encarar a realidade, reconhecer o momento próprio e do oponente. Aí entra o velho equilíbrio: a trupe de Roth há de jogar bem postada, com marcação forte, mas com alguma saída para o ataque, com opções nesse sentido, sem abdicar da ambição de chegar ao gol.

Acho que ainda dá para colocar o Cruzeiro um pouco abaixo em termos técnicos, mas a melhora nos últimos jogos dá um animo diferente para a torcida celeste. Além do mais, o Galo, lembremos, caiu no segundo turno. Hoje, jogador por jogador, o alvinegro ainda possui mais qualidade. Mas, quanto ao segundo turno, e aos últimos jogos, em particular, com relação ao apresentado em campo, a diferença entre as equipes diminuiu, não é tão grande assim, e, na teoria, a promessa de equilíbrio, comparando-se as vésperas de cada clássico desse campeonato, é maior no caso desse de domingo.

- A retaguarda azul, que anda falhando já há algum tempo, é outro fator que pode ser determinante. Contra um dos times mais poderosos ofensivamente, qualquer bobeira tem possibilidade superior de resolver o confronto.

O poder de fogo do Galo diminuiu – mas pode voltar, pela qualidade de alguns jogadores que estão no elenco alvinegro. A defesa do Cruzeiro continuou fraca no segundo turno. Nos últimos jogos, Guerreiro foi bem no setor, e trouxe novo ânimo.

- Ficar de olho em Bernard, R49 e nas subidas de Rocha mostra-se imprescindível. Se o rival, como um todo, está bem, no que se refere à criação de jogadas, à iniciativa, ao toque diferenciado, essas peças vêm se destacando.

Interessante esse ponto. Rocha caiu de produção recentemente. A cobertura às subidas dele, no segundo turno, também piorou. Porém, ainda pode ser importante para o Galo, e o Cruzeiro deve ficar de olho nesse aspecto.

Por outro lado, a Raposa, hoje, tem Martinuccio, grande nome que cai bem pela esquerda, ou seja, Rocha, ou quem for fazer a cobertura do lateral, tem de ficar de olho nisso. O Cruzeiro deve buscar aproveitar as lacunas no lado direito da defesa atleticana, sobretudo por ter ótimo jogador que atua por ali, explorando as costas do lateral direito.

Atlético

- O Galo não pode cair em qualquer espécie de soberba, apesar de ser, sim, favorito. Porém, em clássicos, é comum o esquadrão que está em um momento pior triunfar, e, no fim das contas, com a equipe praticamente completa, o Cruzeiro possui peças importantes, com capacidade de decidir, não é tão fraco como foi no fim de semana. A saída de um ou outro jogador, como Montillo, faz muita diferença com relação às chances celestes. Portanto, o alvinegro não deve se dispersar, tem de buscar o ataque, com confiança, procurar se impor, mas não há de, por exemplo, afrouxar a marcação.

Pelo clima, pelo rendimento das duas equipes, sinceramente, não vejo favorito para o clássico de domingo. O papo da soberba não vale aqui, para esse jogo, pois a situação mudou; não é que o Galo esteja mal, mas é que não está mais absoluto no campeonato como antes (fator que, à época do clássico do primeiro turno, poderia causar a mencionada soberba).

- Já que falei no argentino, parece óbvio: para os comandados de Cuca, marcá-lo é fundamental, não só pela qualidade do meia, mas pela própria ausência de outro criador cruzeirense, o que acaba acentuando a importância desse atleta.

Montillo não fez um ano tão bom, não cresceu no segundo turno. Mas ainda joga muito, é o destaque da Raposa, e merece atenção especial. Sobre a ausência de outro criador, a chegada de Martinuccio amenizou essa situação: mesmo sendo um atacante, o “segundo gringo” da Toca é daqueles que se movimenta e ajuda, sim, a criar situações.

- Por fim: explorar as laterais da Raposa, também pode ser um caminho para o Galo. Na esquerda, todos os escolhidos recentemente têm mostrado pouca capacidade defensiva. Na direita, o ótimo Ceará foi, contra o Flu, em muitos instantes, uma avenida.

Relativo. As laterais do Cruzeiro não são fonte de total segurança, sobretudo pelas questões físicas de Ceará, mas creio que, nesse quesito, houve melhora na Toca, ou seja, as laterais não têm sido avenidas tão “vazias” nos últimos jogos.

Confiram os vencedores das camisas do Galo e do Cruzeiro!!

Quem ganhou a camisa do Cruzeiro foi o Tiago Maia de Oliveira, com o comentário do dia 27 de Novembro.

Já o vencedor da camisa do Galo foi o Guilherme R. Durval, com mensagem do dia 28 de Novembro.

Tiago e Guilherme, meus parabéns!! Vocês podem passar na Itatiaia nessa segunda ou na terça, no horário comercial. Caso não busquem seus respectivos prêmios até esse prazo, sortearei novos vencedores. Os contemplados serão avisados no e-mail cadastrado no comentário. E fiquem ligados! Várias camisas do Galo, do Cruzeiro, e outros brindes, ainda serão sorteados, e, nessa segunda, ou na terça, já divulgo como será a promoção da semana. Abraço a todos e obrigado pelo carinho, pela participação maciça!

Endereço Itatiaia: Rua Itatiaia, 117 – Bonfim

Cruzeiro e a escolha dos “vilões”; diretoria errou muito, mas Roth também tem equívocos; semana especial Superclássico; ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 127 comentários

Resumo da ópera: os principais culpados pelo fraco 2012 foram os responsáveis pela montagem do elenco; Roth, porém, depois de começar bem, teve uma quantidade não tão desprezível assim de equívocos. Simples. Não se trata, portanto, de “escolher” um lado, achar que só dirigentes ou o treinador são os vilões da história.

Roth X Gilvan

Nos últimos tempos, os embates e as críticas via imprensa, os “tiros trocados” entre Gilvan e Roth, se tornaram comuns. No início deste duelo verbal, indiretas pipocavam aqui e ali, salientes, matreiras. No fim dele, a “compostura”, em certo sentido, foi perdida no caminho, e as palavras pouco amigáveis trocadas entre empregado e empregador ficaram, digamos, “mais objetivas”, cristalinas em seu significado; a essa altura, quase não mais era preciso confabular sobre algo dito nas entrelinhas; as indiretas deram lugar às diretas mesmo. Se não dá para pinçar uma opinião bastante perto da unanimidade dentro do universo dos torcedores celestes, sobre os erros de cada um desses personagens, pode-se afirmar com alguma segurança que o “Cruzeirense médio” provavelmente terá duras reservas ao trabalho de ambos.

A visão dos cruzeirenses

E, ao assim pensar, o torcedor está correto. Sim, o maior equívoco do Cruzeiro para a temporada ocorreu no início do ano, quando incontáveis contratações infelizes foram feitas, quando foi montado um plantel indigno da grandeza de um clube tão acostumado ao topo. Nesse aspecto, o atual presidente, e o ex-diretor de futebol, Dimas Fonseca, donos do maior poder de decisão, na época referida, no que se refere à escolha dos atletas que vestiriam a camisa cinco estrelas, são os responsáveis mais diretos pelo 2012 pouco produtivo.

Roth também errou

Assim, se é quase unanime que o erro na construção do elenco aconteceu, pela lógica, podemos apontar que, basicamente, as críticas de Roth ligadas a essa esfera são verdadeiras – se ele deveria expô-las em público, é outra coisa. Contudo, isentar o treinador gaúcho, também não dá. No início, ótimo trabalho. No começo da piora do rendimento do time, continuidade quase total desse labor bem realizado pelo treinador; ali, dava para dizer que a limitação do elenco ocasionava a queda quase natural. Contudo, com o passar do tempo, em termos de escalação, evidenciava-se um cenário no qual algumas novidades deveriam ser tentadas, algo que ele não fez; taticamente, seu time apresentava-se excessivamente preso, faltava soltar um pouco a equipe, faltava mais iniciativa dentro das partidas. Ademais, no trato com o grupo, mais bom-senso, “jogo de cintura” e sensibilidade teriam sido bem-vindos. Resumo da ópera: os principais culpados pelo fraco 2012 foram os responsáveis pela montagem do elenco; Roth, porém, depois de começar bem, teve uma quantidade não tão desprezível assim de equívocos. Simples. Não se trata, portanto, de “escolher” um lado, achar que só dirigentes ou o treinador são os vilões da história.

Semana do clássico

Pelo clamor causado pelas palavras de Roth no Bastidores de sábado, começo a semana falando do tema, mas abordaremos bastante os assuntos do Galo e do superclássico de domingo nos próximos posts.

Prêmios na semana especial do clássico; ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro!!!

Nesta semana, serão sorteadas uma camisa do Galo e uma do Cruzeiro. Mesmo esquema de sempre, resultado será divulgado no domingo. Boa sorte!!

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!