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campeonato mineiro

Cruzeiro empata com o Cerro – Análise do jogo… A parte “sem polêmica” do clássico

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 50 comentários

Cruzeiro empata com o Cerro – Análise do jogo

Até os 25 minutos do primeiro tempo, só deu Cruzeiro. Partida praticamente impecável. Domínio total de posse de bola, controle das ações, presença marcante no campo de ataque, muitas finalizações e muitas chances criadas. Só que o panorama que tracei em torno do clássico, se repetiu (ver texto abaixo): na hora do passe final, ou do arremate para o gol, a Raposa pecava.

Em lance isolado, e com o erro da arbitragem, o Cruzeiro sofreu o gol. E sentiu o baque.

No segundo tempo, em geral, os comandados de Marcelo Oliveira continuaram no ataque, trocando passes e mais passes ao redor da área inimiga. Porém, sem conseguirem ser incisivos, sem conseguirem penetrar na ótima marcação paraguaia.

Com o gol de Samúdio, entretanto, para mim, o Cruzeiro segue totalmente vivo na disputa, com grandes chances de classificação.

Enfim, dê sua opinião sobre o jogo.

A parte “sem polêmica” do clássico

Deixando de lado as polêmicas de arbitragem, e até o resultado, que tal voltarmos os olhos para o futebol jogado pelas equipes?

Independentemente de polêmicas de arbitragem, do resultado final, de quem ficou com título, de merecimento, o clássico, pela sua importância, pela atmosfera peculiar que o cercou, merece ser alvo da nossa reflexão. Até porque, Atlético e Cruzeiro estão em todas as listas de melhores times do país na atualidade. Logo, as torcidas desses dois clubes puderam, no domingo, avaliar suas equipes do coração diante de um adversário de peso, que realmente conta e exige.

Em termos de performance, rendimento, a Raposa esteve bem no domingo. Entre as principais qualidades do time azul, dá para citar a ótima fase da dupla de volantes que vem sendo titular. Lucas Silva e Henrique, na destruição e na construção, têm jogado muito! Eles foram fundamentais para que o Cruzeiro dominasse o meio-campo, vencesse a maior parte das disputas no setor que, usualmente, decide as partidas de futebol. 

Taticamente, Marcelo Oliveira continua, na maioria dos jogos, apresentando um time compacto, que preenche bem os espaços e consegue cumprir o mantra do futebol atual: ter equilíbrio. A palavra, muito falada, e pouco vista na prática, representa a simples ideia de que uma equipe há de atacar e defender com igual qualidade e entrega. E isso, a Raposa vem conseguindo fazer. Mesmo armadores como Ricardo Goulart e Éverton Ribeiro têm recuperado a bola várias vezes, mostrando disciplina tática e raça dignas de nota. Destaque também para a capacidade do conjunto celeste de fazer a tão badalada marcação pressão. No futebol de hoje, a quantidade de gols que sai de roubadas de bola no campo de ataque é maior do que se imagina.

E se o Cruzeiro apresentou grande poder criativo no domingo, ótimo volume de jogo, é preciso dizer: a turma precisa calibrar a pontaria e melhorar também no momento de dar os passes decisivos. Não adianta chegar o ataque, fazer o mais difícil e, na hora “H”…

Do lado do Galo, passou da hora de Ronaldinho e Tardelli darem uma resposta. O segundo, principalmente, pelo futebol espetacular que apresentou em 2013, me surpreende, pela má fase. No clássico – e isso merece menção especial até por ter aparecido como problema com certa recorrência nessa temporada – a equipe alvinegra não conseguia trocar três, quatro passe com qualidade e no sentido do gol, realmente criando algo, avançando no campo. A posse de bola maior ficou concentrada quase na sua totalidade nos toques totalmente sem eficácia, improdutivos, despidos de qualquer brilho, realizados no setor da defesa. E, como destaquei, essa pobreza criativa vem assolando o Atlético com alguma frequência em 2014 – assim como as constantes “perdas no meio-campo”.

De positivo, na trupe de Autuori, dá para destacar a ótima dupla de zaga. Leonardo Silva segue consistente, um “monstro”, um zagueiro de primeiríssima linha. Otamendi, nos últimos jogos, se firmou de vez. Com estes dois ótimos defensores, Réver, e até Emerson, o Galo pode ficar despreocupado com relação a esse setor.

Por que Willian merece chance de ser titular no Cruzeiro… Deu o óbvio: Cruzeiro e Atlético, mais uma vez, na final

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 45 comentários

Entre os homens de frente, no Cruzeiro, em 2014, Willian tem sido o mais regular, o mais consistente. E taticamente…  

Por que Willian merece chance de ser titular no Cruzeiro

 

Pela segunda vez consecutiva, Willian foi o melhor em campo num jogo do Cruzeiro. E para quem diminui a importância desse feito destacando que ambas as partidas foram contra o Boa Esporte, uma equipe de pouca expressão, é preciso lembrar: em várias oportunidades, neste ano, Willian esteve, no mínimo, entre os três melhores da Raposa dentro de um confronto. Me recordo da vitória em cima do América, por exemplo. De várias pelejas pelo Mineiro. Até de algumas pela Libertadores – aqui faz-se necessário salientar que o “atacante do bigode’’ raramente entra como titular nessa competição, o que, inegavelmente, quase inviabiliza que, nela, ele mostre o mesmo serviço. Para resumir a situação, diria o seguinte: em 2014, analisando regularidade, consistência, e até em termos “proporcionais” – qualidade de rendimento apresentado nos minutos em que esteve em campo, aproveitamento, média -, entre os homens de frente, creio que Willian tem sido o melhor nome da Raposa – voltando à história da proporção, o que teve a menor quantidade de instantes ruins em relação ao volume de oportunidades que possuiu.

Noves fora a questão da fase do atleta analisada, alguns atributos específicos dele depõem favoravelmente à idéia de colocá-lo como titular. Vejamos: Willian é aquele chamado homem de “beirada” de campo, de “lado” – para utilizar os jargões adotados dentro dos clubes hoje, por treinadores e boleiros – que, apesar de ser um meia-atacante aberto, que tem como prioridade o ataque, a construção das jogadas, sabe recompor, voltar para marcar o lateral adversário. E tem vigor para isso. Muito mais, por exemplo, do que Dagoberto – que, diga-se, é superior em outros aspectos e não deve necessariamente sair do time devido à inferioridade mencionada. Essa versatilidade tática, essa disposição para recuar auxiliando a defesa, é fundamental no 4-2-3-1, esquema do Cruzeiro. Na Libertadores, pela dificuldade da competição, por sua importância, e até pelo típico jogo “pegado” que nela costuma acontecer, essas virtudes se tornam ainda mais importantes.

Encerrando o meu caso, a minha defesa, digo que a velocidade, a disposição, a presença desse jogador, a sua raça – que não se limita ao papel tático aqui já descrito, incluindo, por exemplo, a roubada de várias bolas no ataque -, combinam demais com a Libertadores. Claro, são úteis em qualquer competição. Mas nesta última, pelos traços de boa parte dos times gringos que nela estão, se tornam ainda mais decisivas.

Para Willian não há bola perdida, e quase todas as disputas parecem valer aquela coca-cola estupidamente gelada, num dia da mais pura e insuportável seca, de calor escaldante, sufocante, insuportável. Por essas e outras, para mim, já nesta quinta-feira, chegou a hora do “homem do bigode”.  

Deu o óbvio: Cruzeiro e Atlético, mais uma vez, na final

 

Atlético e Cruzeiro, mesmo sem brilhar, neste domingo, confirmaram suas vagas. Merecidamente. Ao longo da semana, mais detalhes e reflexões sobre estas equipes, sobre a final, a Libertadores, e um texto específico a respeito do Galo, como o escrito acima tratando da Raposa…

Por enquanto, pergunto: para você, quem leva o título estadual?

Galo faz melhor partida do ano comandado por Guilherme; Cruzeiro joga bem e vence o Boa com novidades

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 88 comentários

Galo faz melhor partida do ano comandado por Guilherme; Cruzeiro joga bem e vence o Boa com novidades

Bom, as análises táticas mais profundas serão postadas ao longo da semana. Por enquanto, faço só uma geral nas partidas do fim de semana.

Galo x Coelho

- O Atlético fez sua melhor partida em 2014. Jogou MUITO bem. Time solto, dinâmico, mais móvel e mais vertical, objetivo – lembrando, nisso, um pouco o Galo da “era Cuca”.
- Guilherme jogou uma monstruosidade. Berola foi bem demais. Tardelli voltou a agradar. No caso do primeiro, cria-se uma “pulga atrás da orelha” do treinador. Afinal, ele rendeu MUITO bem justamente na posição de R10. Podem ter certeza: esse assunto – fase Ronaldinho x momento Guilherme, como este último poderia entrar na equipe – será bastante discutido na imprensa mineira nos próximos dias.
- O América jogou sem compactação, dando bastante espaço na defesa e sem conseguir criar muito por conta disso – e, claro, pela disparidade técnica.
- Até por ter jogadores inferiores, penso que o Coelho, diante de Atlético e Cruzeiro, se não deve entrar exatamente retrancado, não há de atuar tão de “peito aberto”. Tem de ter cautela, tentar “ensebar” o jogo, ter certa inteligência e “malandragem” para cozinhar o oponente e dar o bote em momentos específicos…

Cruzeiro x Boa

- O placar magro não refletiu o que aconteceu em campo. O Cruzeiro foi bem superior, e teve ótimo volume de jogo durante parte considerável do duelo. A sensação que ficou sobre o time foi razoavelmente positiva, para quem acompanhou a partida. Não foi o ideal, não encantou. Faltou acertar alguns aspectos. Mas não foi ruim, e mostrou certa capacidade de superar a “ressaca” depois de quinta.
- Já no primeiro tempo, só deu Cruzeiro. O Boa se limitava a defender. Willian jogou muito, criou ações interessantíssimas. Merecia ter feito um gol, pelo menos. Éverton Ribeiro também foi bem.
- Na segunda etapa o Cruzeiro continuou melhor, embora em um ritmo bem menos avassalador e com instantes realmente pouco inspirados, em que parecia um tanto perdido. Daí o “razoavelmente” ali no início da análise.
- Dois laterais muito pedidos por boa parte da torcida foram as novidades da escalação e estiveram bem: Mayke, como sempre, fogoso e presente no ataque, correspondeu, embora tenha sido muito marcado e isso tenha limitado um pouco sua atuação; Samúdio foi seguro, consistente, menos brilhante. Porém, “comportado”, esteve bem, foi ok.
- Júlio Baptista, para mim, teve atuação muito boa e se firmou como titular. Deve continuar tendo chances. Como CENTROAVANTE.

Clássico: vitória do Cruzeiro, título do Galo; dê sua opinião! Bolão da Libertadores: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 283 comentários

OBS: Quase todos os comentários de segunda respondidos. Basta olhar no respectivo post. Grande abraço!

Superclássico: vitória do Cruzeiro, título do Galo; análises; dê sua opinião!

Como é de praxe, abro espaço para a discussão, o debate entre os torcedores. O que acharam da final? E do campeonato, como um todo?

Ao longo da semana, postarei análises diversas sobre as duas equipes. Por enquanto, apenas dou o pontapé inicial para a nossa troca de ideias e para algumas reflexões.

- Há motivos para ânimo e orgulho nas duas torcidas. Há muito não vejo o futebol mineiro tão bem.

- No Cruzeiro, Paulão fez seu melhor jogo, foi bem firme. Dagoberto mostrou personalidade, habilidade, presença, e também se destacou. A falha de Egídio chateou bastante, com razão, a torcida. O desempenho do todo, em geral, no segundo jogo, agradou, e a equipe caiu de cabeça erguida, com atuação mais do que digna. Bacana também o grande espetáculo da torcida, que apoiou o tempo todo, inclusive no intervalo e após a perda do título. Ficou comprovado que, nesse instante, a Raposa está no caminho certo, e que nenhum estardalhaço, em função do primeiro duelo, era necessário.

- No Galo, depois de um primeiro tempo fraco, a equipe melhorou. Dá a impressão que a vocação da trupe de Cuca é mesmo atacar, jogar de forma solta. Na etapa derradeira, quando fizeram isso, o desempenho foi bem melhor do que aquele demonstrado nos instantes de mais cautela. A torcida presente no Mineirão também fez seu papel com louvor. O time, como cansamos de falar, tem muitas qualidades. O papo no vestiário, durante o intervalo, com participação de Cuca e de membros da diretoria, foi assaz importante. É indispensável ter comando para acordar os jogadores em horas de desatenção, ou simplesmente decisivas. Nos 180 minutos da final, mereceu o título.

Vencedores do bolão

Antes de mais nada, muito obrigado pela participação maciça! Muitos comentários mesmo, legal demais! Abaixo, os vencedores do bolão. Como era de se esperar, com tantas mensagens, mais de três torcedores de cada time acertaram o placar. Portanto, foi feito um sorteio entre os que cravaram o resultado correto. Todos os contemplados estão sendo avisado nos seus respectivos e-mails sobre a maneira de pegar o prêmio. Aqueles “espertos” que enviaram palpites com o confronto em andamento, ou mesmo após o duelo, obviamente, não entraram no sorteio. Valeu demais, gente, obrigado por tudo!

Camisas do Cruzeiro

- Marcos Grazzioti

- Pablo Souza Martins

- Tales Marko da Silva Dias

Camisas do Atlético

- Ricardo Aparecido

- CHARLES PIERRE SOUZA SIQUEIRA

- Daniel Francisco Silva

Bolão da Libertadores: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo!

Voltamos com a promoção da semana. Dessa vez, porém, ao invés do sorteio, achei bacana fazer uma brincadeira entre os participantes do blog. Para concorrer às camisas do Galo, arrisque um placar para o jogão de quinta, pela Libertadores. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o resultado (portanto, se mais de 2 pessoas cravarem o placar correto, não é garantia que você leve o prêmio mesmo que acerte o palpite). O resultado será divulgado na sexta-feira aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Clássico: rápidas análises; dê sua opinião!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 165 comentários

Respostas aos comentários desta segunda e de domingo já publicadas. Grande abraço!!

Clássico: rápidas análises; dê sua opinião!

 

Rápidas análises. Alguns temas serão aprofundados durante a semana. Dê o seu recado!

 

- O equilíbrio durou somente até os 8, 9 minutos do primeiro tempo. Daí pra frente, só deu Galo.

- Intensidade, movimentação, criatividade tática, um dinamismo, um entrosamento incrível do quarteto alvinegro: as principais virtudes atleticanas, estiveram lá…

- R10 jogando demais, incrível. Tardelli: mostro, correndo muito. Bernard voltando a estar perto do seu melhor, driblando, criando… Marcos Rocha em boa jornada e Donizete, novamente, sendo muito, mas muito útil mesmo. Deste último, falo com mais calma durante a semana.

- Achei a melhor partida do Atlético no ano. Superou a atuação diante do SP em BH, na última quarta.

- Mais observações durante a semana. Como disse, dê sua opinião!

Arbitragem

- Dos três pênaltis pedidos pelos comandados de Cuca, marcaria dois: os sofridos por Réver e R10. Não assinalaria o contestado por Bernard no início do confronto.

- Bruno Rodrigo bem expulso. Réver também deveria ter levado segundo amarelo em lance no finalzinho da partida.