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campeonato brasileiro 2012

Cruzeiro e a possível insistência com “medianos”; o ataque do Atlético; confira o ganhador da camisa do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 55 comentários

Ambição parece ser a palavra de ordem da torcida celeste. Resta saber se será, também, o “mantra” da diretoria.

Cruzeiro e a possível insistência com “medianos”

Com alguns jogadores que chegaram já durante o Brasileiro deste ano, o Cruzeiro melhorou o elenco. Borges, Ceará e Martinuccio, sem dúvida, possuem nível superior ao dos reforços que aterrissaram na Toca no início da temporada. Falando de novidades recentes, Diego Souza é outro nome que anima, que configura um tipo de contratação grandiosa, que foge do padrão, digamos, pouco ambicioso, adotado no clube celeste em tempos nada distantes. Contudo, alguns rumores sobre a possível aquisição de atletas desconhecidos, de segunda linha, permanecem, assustando a torcida, receosa de que nova “barca”, rica em quantidade e pobre em qualidade, possa aparecer.

Se o trabalho do Cruzeiro no mercado de jogadores será ótimo, bom, razoável, não sei dizer. Não acredito em equívocos tão flagrantes como os ocorridos na composição do plantel que iniciou 2012 com a camisa da Raposa. Porém, uma reflexão, ligada ao Cruzeiro atual, mas que se aplica a vários grandes clubes brasileiros, não sai da minha cabeça: não compreendo como se gasta um valor X na contratação de vários medianos, e na manutenção de muitos outros que também não resolvem, sendo que, pela mesma quantia, dava para, tirando um aqui, outro ali, do grupo, e trazendo menos gente, reforçar o elenco pontual e certeiramente, sem deixá-lo numericamente abaixo do recomendável.

O ataque do Galo

Nos próximos dias, talvez publicarei um post analisando com cuidado algumas possibilidades para o ataque do Galo em 2013. Antes, para já aboradar um pouco o tema, coloco uma questão, para ouvirmos a opinião da torcida: será que, se Jô continuar, digamos, sem retomar o bom rendimento do início, e até em prol de um de um ataque mais leve, habilidoso, dinâmico, Guilherme não poderia ser testado no Mineiro, com o mínimo de sequência, com a 9? Mineiro é hora de experimentar… E isso, claro, se nenhum artilheiro de peso chegar…

Ele já atuou como centroavante. No próprio Galo, recebeu chances nesse setor, mas não com sequência considerável. Por outro lado, no meio, pela direita, muito “colado” ao lado do campo, já mostrou que não rende, e como armador centralizado do 4-2-3-1 vai continuar sem espaço, com toda justiça, pela existência de um senhor chamado Ronaldinho, obviamente, titular absoluto…

Será que com a “9″ Guilherme poderia render mais, finalizar com mais qualidade do que Jô? Para os que pedem sempre uma referência mais clara na frente, no estilo dos “velhos centroavantes”, lembremos do crescimento, da popularização de times atuando com um “falso 9″, obtendo bons resultados – e nem sei se seria exatamente o caso do Galo, porque Guilherme, como já disse, já foi e pode ser centroavante propriamente dito. Voltaremos ao tema depois.

Vencedor da promoção da semana:

- Normalmente divulgo domingo; dessa vez fiz o sorteio no sábado, hoje, porque amanhã estarei com pouco acesso à Internet.

- Camisa do Galo: Guilherme Henrique Moreira Miranda, com o comentário do dia 12 de Dezembro.

Abraço a todos, valeu, parabéns ao vencedor!!!

Os melhores de Minas em 2012; dê sua opinião! O time mais europeu do Brasil; ganhe camisa do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 102 comentários

Os melhores de Minas em 2012; dê sua opinião!

Seleção do Guará, feita por jornalistas de todos os principais veículos jornalísticos de Minas:

Fábio

Marcos Rocha

Leonardo Silva (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Réver (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Éverton

Pierre

Leandro Donizete

Montillo

Ronaldinho

Bernard (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Fábio Júnior (teve 10 votos, assim como Jô, mas, pelos critérios de desempate, por ser mais velho, o centroavante do América entrará na seleção)

Dirigente do ano: Kalil (não foi unanimidade porque alguns votaram em Maluf, mas nenhum dirigente de outro clube foi votado)

Técnico: Cuca (30 dos 31 votos possíveis)

Craque do ano: Ronaldinho

Revelação: Élber (curiosamente, Bernard foi mais votado, mas como tinha sido eleito para o mesmo prêmio no ano passado, e convenhamos, não faz sentido ele ser revelação em Minas de novo, já que aqui ele apareceu muito em 2011, Élber, o segundo colocado, levou).

Observações

- Achei a seleção muito bem escolhida. Senti falta de um centroavante que realmente convencesse durante o ano. Votaria em Alessandro para a minha seleção (esse seria o único jogador diferente entre a minha seleção e a que foi eleita).

- Para revelação, votei em Bryan, mas acho que a escolha de Élber também ficou de bom tamanho. Não que ele tenha sido espetacular; jogou bem pouco, e isso deve ser lembrado. Mas considerando que Bernard não era, digamos, “elegível”, não teve outro jovem que realmente marcou pra valer aqui em Minas.

O time mais europeu do Brasil

Marcação pressão, linhas do 4-2-3-1 bem próximas, time compactado, repleto de “pequenos grupos” de jogadores que vão se juntando por todas as partes do campo, para que haja sempre alguém perto para receber o passe e cercar, ajudar a recuperar a bola; meias-ofensivos que ajudam na marcação, e volante (Paulinho) que aparece como armador, surge como elemento surpresa; utilização de um “falso 9” em certos momentos: com tudo isso, o Corinthians de Tite é o time mais “europeu” do Brasil em termos táticos, mais antenado com o que existe de moderno taticamente no mundo do futebol. Impressionante como o treinador mostrou-se evoluído nesse trabalho dentro do gigante paulista. Óbvio, porém, que dizer se isso dará resultado em um torneio de tiro curto como o Mundial, é impossível. Começaremos a ter essa resposta daqui a pouco, quando o Timão entra em campo.

Ganhe camisa do Galo!!

Prêmio da semana: camisa oficial do Galo, até como homenagem pelo título mineiro, pela classificação direta para a fase de grupos da Libertadores, e por ter dominado as premiações de destaques do ano.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Cuca: uma possível reparação em um trabalho digno de nota; comparações Galo x Flu, Abel x Cuca

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 71 comentários

Um trecho dessa coluna já havia sido publicado aqui no blog. Porém, como prometido na oportunidade, volto ao tema de modo mais profundo agora, aproveitando parte de um texto que havia escrito antes em um novo contexto e com análises novas.

Se pegarmos as formações originais de Galo e Flu, em termos táticos, prefiro o esquema do Cuca ao do Abel. Porém…

Cuca: uma possível reparação em um trabalho digno de nota

Pelo terceiro ano seguido, Cuca merece o prêmio de técnico do ano no futebol mineiro. Essa conquista veio, como abordei aqui em vários momentos, recheada de méritos táticos, pela boa montagem de uma equipe solta, dinâmica, ofensiva e eficaz.

Contudo, refletindo sobre a capacidade de variar taticamente demonstrada pelo Flu – tema já apreciado na coluna -, que mudou de esquema de acordo com o adversário em certas ocasiões, jogando de modo espelhado ao do oponente – fora isso, mesmo em geral, trocou mais sua estratégia do que o Galo -, e lembrando que o Atlético mostrou-se, de certo modo, refém do seu 4-2-3-1 em alguns momentos (usou um 3-4-3 em determinados períodos dentro dos jogos, três volantes em outros, mas nada muito “significativo”), será que Cuca pecou por não mudar em instantes pontuais, até percebendo que o time, por ter ido tão bem no primeiro turno, acabou mais visado, badalado? Alem do mais: ao não encontrar a peça que joga no meio, pela direita, já que ali ninguém se firmou, não poderia ter tentado se adaptar de outra maneira taticamente, por exemplo?

Sou fã do trabalho do Cuca; penso que ele teve muito mais méritos do que defeitos, e que merece demais continuar. Mas mesmo os grandes trabalhos às vezes pecam em uma coisinha ou outra, e talvez, essa possível carência de habilidade para mudar o esquema em determinados cenários seja o principal dos defeitos da grande passagem de Cuca pelo Galo, repito, muito mais marcada pela qualidade, pelos acertos, do que por qualquer outra coisa.

Num aparente paradoxo, se digo que Abel acertou ao mudar em algumas partidas o esquema, ao criar determinadas alternativas para não se repetir tanto, não considero que o comandante do Fluminense, a despeito do ótimo trabalho, tenha, em termos táticos, feito algo “mirabolante”, digno de cânticos exultantes. Não foi o caso. Aliás, comparando taticamente sua estratégia “original” à do Cuca, prefiro até a do treinador do Galo (apesar de ambos utilizarem o 4-2-3-1 como base, as diferenças na forma de execução desse esquema existem). A vantagem do Abel aqui comentada esteve apenas, portanto, na maior capacidade de variar.

Marcelo Oliveira e o quarteto “dos sonhos”; ganhe camisas do Galo, do Cruzeiro, e o livro “1971: o ano do Galo”

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 65 comentários

Marcelo tornou-se, oficialmente, o treinador do Cruzeiro. Quando seu nome foi especulado na Raposa, disse o seguinte: tem totais condições de assumir o cargo, está longe de ser uma alternativa ruim, mas, pelo momento peculiar vivido pelo clube celeste, talvez outro treinador fosse uma aposta melhor. Contudo, se analisarmos que o mercado, naturalmente, acabou impedindo o ingresso dos caras mais badalados e pedidos pela torcida, ao Cruzeiro (Sampaoli foi para a seleção chilena, Felipão para a brasileira e Luxa renovou com o Grêmio, como queria, e sobretudo a esses três me referia quando afirmava que existiam apostas que combinavam mais com a situação da Raposa), entre os que restavam, num mercado pobre de opções, Marcelo fortaleceu-se como escolha interessante.

Ao mesmo tempo, o tema é complexo. Todo clube grande, para mim, tem como seu maior patrimônio a torcida. Nesse aspecto, com muita frequência é preciso ouvir a voz da arquibancada, até para preservar o clima. Enfim, o momento aqui não é decretar se foi acerto ou erro a contratação. Passemos a abordagens táticas.

O futebol às vezes é engraçado. Entre clichês, teorias provincianas e análises do “perfil” do treinador, frequentemente baseadas em aspectos um tanto folclóricos e/ou que não dizem respeito ao preparo intelectual do sujeito para o trabalho – o mais relevante -, normalmente esquece-se do que deveria ser o essencial: como ventilado, a qualidade do trabalho do profissional em questão, o conhecimento dele de tática, de “bola”, para formar bons times.

Nesse quesito, Marcelo anima. No Coxa, seu melhor trabalho, com peças pouco badalas conseguiu montar um time ofensivo e eficiente. Baseou seu trabalho em um 4-2-3-1 moderno e bem compactado, composto por um trio de meias com características essencialmente ofensivas e um centroavante (lembrando, inclusive, do meio para frente, o esquema do Galo de Cuca, outro “professor” que me agrada pelas suas convicções futebolísticas).

No Coritiba, se Marcelo atuava com esse quarteto que privilegiava o ataque, para tornar seu time ainda mais insinuante, tinha, quase sempre, Leo Gago como segundo volante, um cara que, convenhamos, também não é dos mais marcadores. Para esse esquema dar certo, Marcelo teve de contar com a contribuição dos meias ofensivos na marcação, na recomposição da defesa. Assim, no Cruzeiro, para Martinuccio, Montillo, Diego Souza e Borges jogarem juntos, será necessária entrega semelhante.

A priori, penso que o sonhado quarteto celeste é viável. Contudo, na prática, para isso se confirmar, num esquema semelhante ao que Marcelo usou no Coxa, a linha de três meias do 4-2-3-1 teria de ajudar na marcação.

Pelo que fez no Coxa, acredito que Marcelo tenha sensibilidade para perceber se será possível optar por esse quarteto tão esperado, ou se será preciso tirar um de seus integrantes em nome de um maior equilíbrio.

Confiram os vencedores das camisas do Galo e do Cruzeiro!! Veja quem ganhou o livro sobre a grande conquista do Galo!

Soltando o resultado no sábado, poucas horas antes da manhã de domingo, pois amanhã estarei com pouco acesso à Internet.

Quem ganhou a camisa do Cruzeiro foi o Ricardo Ferreira, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Já o vencedor da camisa do Galo foi o Átila Vieira, com mensagem do dia 4 de Dezembro.

Por fim, o ganhador do livro “1971: o ano do Galo”, foi o Túlio Kaizer, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Ricardo, Átila e Túlio, meus parabéns!! Vocês podem passar na Itatiaia nessa segunda ou na terça, no horário comercial. Caso não busquem seus respectivos prêmios até esse prazo, sortearei novos vencedores. Os contemplados serão avisados no e-mail cadastrado no comentário. E fiquem ligados! Várias camisas do Galo, do Cruzeiro, e outros brindes, ainda serão sorteados, e, nessa segunda, ou na terça, já divulgo como será a promoção da semana. Abraço a todos e obrigado pelo carinho, pela participação maciça!

Endereço Itatiaia: Rua Itatiaia, 117 – Bonfim

2013 tem tudo para ser melhor para o futebol mineiro; perspectivas para Galo e Cruzeiro; ganhe camisas do Galo, da Raposa e um livro sobre a conquista de 71, do Galo

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 94 comentários

Além das análises feitas sobre Galo e Cruzeiro, lembremos: em 2013 teremos Independência e Mineirão, dois palcos dignos da grandeza do futebol mineiro.

2013 tem tudo para ser melhor para o futebol mineiro

Com a renovação de R49 – melhor notícia para os atleticanos nos últimos dias – e a perspectiva da manutenção de boa parte da base que fez ótimo 2012, o Galo entrará forte em 2013. Tem conjunto, entrosamento e, sobretudo, qualidade técnica. A continuidade do trabalho de um treinador por um tempo considerável, também agrega, anima, principalmente tendo em vista o grande papel exercido por Cuca na última temporada. Com concepções modernas de futebol, ofensivas, e capacidade de fazer o time jogar solto, o comandante alvinegro é dos poucos técnicos que “sobram na turma”. E o fruto dessa filosofia, cada vez mais, não se mostra apenas dos mais agradáveis de se ver; a maneira de Cuca privilegiar o ataque está estritamente ligada ao sucesso nos resultados. Não sei como ainda conseguem, no Brasil, separar o jogo bonito do eficiente em polos opostos, excludentes. Normalmente, eles não se anulam e, na realidade, se completam, se relacionam intricadamente.

Outro fator que pode ser decisivo passa pela permanência de Bernard. Se outrora a negociação dele era eminente, a confirmação dela parecia quase uma formalidade, hoje, sem cravar a sua continuidade, sinto que a possibilidade de o garoto ficar em BH cresceu exponencialmente. Com ele e Ronaldinho na armação, a melhor zaga do Brasil, e outras virtudes, penso que a prioridade alvinegra deve estar na procura de jogadores para três posições específicas: um centroavante (Tardelli cairia como uma luva, e deve chegar); um meia que possa atuar pela direita, e um volante com boa qualidade para sair para o jogo (dos cogitados, Arouca é o que mais se encaixaria nesse perfil).

No Cruzeiro, se Montillo ficar e Borges recuperar a boa forma, um quarteto com os dois, mais Diego Souza e Martinuccio, seria digno de nota, e, em termos criativos, ofensivos, a Raposa teria condições de brigar com as grandes equipes (nesse setor, deixo claro). Com o crescimento louvável de Everton, e a perspectiva de um Ceará bem preparado fisicamente, as laterais têm boas chances de estarem resolvidas. Nesse cenário, faltaria reforçar a zaga e também trazer um volante de boa saída, de toque de bola refinado.

- Para completar a análise da Raposa, destaco também que, em 2013, principalmente no Campeonato Mineiro, Élber e Lucas Silvas deveriam ser testados, deveriam receber mais oportunidades (isso depende um pouco também de como será completado o elenco).

Mais sobre a mudança nos comentários

Já a partir dessa quarta, terei um amigo que trabalha com sites que me ajudará a moderar o blog. Portanto, nos horários em que eu não estiver online, a contribuição dessa pessoa propiciará que os comentários sejam aprovados mais rapidamente. Acho que, agora, estamos perto do ideal: teremos a rapidez que sempre vigorou nas aprovações, com o bloqueio dos palavrões, das ofensas. Abraços a todos!!

Prêmios da semana: camisas Galo e Cruzeiro; livro “1971: o ano do Galo” (conheça mais sobre o livro)

Livro sobre a conquista de 1971 pelo Galo, camisas do Galo e do Cruzeiro. Três prêmios!

O livro que será sorteado é o “1971: o ano do Galo”, escrito pelo amigo Marcelo Baêta. O prefácio, especial, foi escrito pelo grande Caixa, narrador e ídolo da massa. A obra é bastante completa, e tem tudo da conquista de 1971: números, informações, análises, e também textos sobre os bastidores, sobre o lado humano daquele grupo. Como sempre, sorteio livros de times diferentes acerca do tema futebol. Outras obras sobre as histórias do Galo e do Cruzeiro já foram sorteadas. Espero que gostem do livro do Marcelo.

Aproveito para convidá-los para o lançamento do livro, nessa quinta-feita, na loja Leitura, do BH Shopping, a partir das 19 horas. Entrada gratuita, prenseça do autor, de jogadores dessa grande conquista (quase todos já confirmaram a presença), da imprensa, coquetel… Enfim, um bom programa! Estarei lá!

O autor será convidado do Bastidores nessa quarta, para quem quiser conhecê-lo melhor, será uma boa oportunidade.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

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