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Brasileirão

Como Júlio Baptista e Dagoberto jogarão? Confira os ganhadores do bolão!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 188 comentários

Júlio Baptista e Dagoberto, com o tempo, devem ser titulares do Cruzeiro. E merecem. Ambos jogam muito. Mas Marcelo pode ter trabalho para adaptar a equipe taticamente. 

Como Júlio Baptista e Dagoberto jogarão?

Na última terça, refletimos aqui sobre as possibilidades ofensivas que o Cruzeiro tem. Sobre as diversas opções que Marcelo possuirá, em breve, com a volta dos contundidos e a estreia de Baptista, para montar o time titular. Pois então… A verdade é que o número de alternativas é tão grande, as elucubrações em torno de aspectos táticos tão abundantes, os cenários que surgem dependendo de cada escolha tão particulares, merecedores de considerações próprias, que o tema urge por continuação.

Desde que Diego Souza saiu, Dabogerto e Borges se machucaram, e Anselmo Ramon foi finalmente preterido por Vinícius, o estilo do quarteto cruzeirense mudou. Formado apenas por atletas com menos de 25 anos, velocidade, intensidade e movimentação passaram a ser as palavras de ordem. Com o bom trabalho de Marcelo, que munido de peças piores, montou com sucesso uma equipe com essas características em Curitiba, o conjunto celeste ganhou essas virtudes de modo mais claro, enfático. Tornou-se mais moderno, adepto daquele dinamismo tão decantado hoje em dia, com homens ofensivos atacando sem deixar de “morder” na marcação, seja recompondo, ou pressionando a saída de bola adversária.

Feito o exposto, começa a pintar a pergunta: como ficará a realidade celeste quando Júlio Baptista estiver disponível e Dagoberto retornar? Afinal, presume-se, ambos terão espaço entre os titulares. E o motivo da indagação é simples: os dois, grandíssimos jogadores, inquestionáveis em termos de qualidade, ótimas opções, têm estilos diferentes daqueles que ocupam, hoje, suas possíveis funções. No 4-2-3-1 adotado por Marcelo, é fundamental que os dois homens abertos da linha de três meias voltem para recompor. Luan, dono do flanco esquerdo, a despeito de não ser um craque, faz esse trabalho tático muito bem. Dagoberto, que jogava por ali antes de se machucar, até por limitações físicas, não consegue ser tão voluntarioso e ter fôlego para atacar – algo que já evidenciava mesmo na boa fase pela Raposa. Júlio Baptista, que cairia otimamente bem na faixa central do trio de armadores, é mais estático do que Ricardo Goulart, atualmente, encarregado desta incumbência.

É possível que um dos três meias desse esquema tenha mais liberdade para pensar apenas em atacar, criar. Como Ronaldinho, no Galo. Entretanto, com Júlio e Dagoberto juntos, com dois ótimos nomes que “mordem” menos, a coisa pode complicar. Nesse caso, uma possível solução seria colocar Júlio no lugar de Vinícius Araújo, como um centroavante mais móvel, dinâmico, habilidoso, trabalho já realizado por ele, com êxito, no Sevilla. Assim, no trio de meias, Dagoberto poderia ser o mais livre, com Ricardo e Éverton, por exemplo, tendo a incumbência de recompor com mais ênfase.

Ganhadores bolão

 

- Abaixo, os nomes dos dois ganhadores do bolão. Ambos já foram avisados por e-mail. Conforme anunciado, como mais de duas pessoas acertaram o resultado, foi realizado um sorteio entre os participantes que cravaram o placar correto. Obrigado pela grande participação e pelo carinho de sempre!

- Roberto César

- Joaquim Ferreira

Cruzeiro e a possível insistência com “medianos”; o ataque do Atlético; confira o ganhador da camisa do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 55 comentários

Ambição parece ser a palavra de ordem da torcida celeste. Resta saber se será, também, o “mantra” da diretoria.

Cruzeiro e a possível insistência com “medianos”

Com alguns jogadores que chegaram já durante o Brasileiro deste ano, o Cruzeiro melhorou o elenco. Borges, Ceará e Martinuccio, sem dúvida, possuem nível superior ao dos reforços que aterrissaram na Toca no início da temporada. Falando de novidades recentes, Diego Souza é outro nome que anima, que configura um tipo de contratação grandiosa, que foge do padrão, digamos, pouco ambicioso, adotado no clube celeste em tempos nada distantes. Contudo, alguns rumores sobre a possível aquisição de atletas desconhecidos, de segunda linha, permanecem, assustando a torcida, receosa de que nova “barca”, rica em quantidade e pobre em qualidade, possa aparecer.

Se o trabalho do Cruzeiro no mercado de jogadores será ótimo, bom, razoável, não sei dizer. Não acredito em equívocos tão flagrantes como os ocorridos na composição do plantel que iniciou 2012 com a camisa da Raposa. Porém, uma reflexão, ligada ao Cruzeiro atual, mas que se aplica a vários grandes clubes brasileiros, não sai da minha cabeça: não compreendo como se gasta um valor X na contratação de vários medianos, e na manutenção de muitos outros que também não resolvem, sendo que, pela mesma quantia, dava para, tirando um aqui, outro ali, do grupo, e trazendo menos gente, reforçar o elenco pontual e certeiramente, sem deixá-lo numericamente abaixo do recomendável.

O ataque do Galo

Nos próximos dias, talvez publicarei um post analisando com cuidado algumas possibilidades para o ataque do Galo em 2013. Antes, para já aboradar um pouco o tema, coloco uma questão, para ouvirmos a opinião da torcida: será que, se Jô continuar, digamos, sem retomar o bom rendimento do início, e até em prol de um de um ataque mais leve, habilidoso, dinâmico, Guilherme não poderia ser testado no Mineiro, com o mínimo de sequência, com a 9? Mineiro é hora de experimentar… E isso, claro, se nenhum artilheiro de peso chegar…

Ele já atuou como centroavante. No próprio Galo, recebeu chances nesse setor, mas não com sequência considerável. Por outro lado, no meio, pela direita, muito “colado” ao lado do campo, já mostrou que não rende, e como armador centralizado do 4-2-3-1 vai continuar sem espaço, com toda justiça, pela existência de um senhor chamado Ronaldinho, obviamente, titular absoluto…

Será que com a “9″ Guilherme poderia render mais, finalizar com mais qualidade do que Jô? Para os que pedem sempre uma referência mais clara na frente, no estilo dos “velhos centroavantes”, lembremos do crescimento, da popularização de times atuando com um “falso 9″, obtendo bons resultados – e nem sei se seria exatamente o caso do Galo, porque Guilherme, como já disse, já foi e pode ser centroavante propriamente dito. Voltaremos ao tema depois.

Vencedor da promoção da semana:

- Normalmente divulgo domingo; dessa vez fiz o sorteio no sábado, hoje, porque amanhã estarei com pouco acesso à Internet.

- Camisa do Galo: Guilherme Henrique Moreira Miranda, com o comentário do dia 12 de Dezembro.

Abraço a todos, valeu, parabéns ao vencedor!!!

Os melhores de Minas em 2012; dê sua opinião! O time mais europeu do Brasil; ganhe camisa do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 102 comentários

Os melhores de Minas em 2012; dê sua opinião!

Seleção do Guará, feita por jornalistas de todos os principais veículos jornalísticos de Minas:

Fábio

Marcos Rocha

Leonardo Silva (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Réver (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Éverton

Pierre

Leandro Donizete

Montillo

Ronaldinho

Bernard (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Fábio Júnior (teve 10 votos, assim como Jô, mas, pelos critérios de desempate, por ser mais velho, o centroavante do América entrará na seleção)

Dirigente do ano: Kalil (não foi unanimidade porque alguns votaram em Maluf, mas nenhum dirigente de outro clube foi votado)

Técnico: Cuca (30 dos 31 votos possíveis)

Craque do ano: Ronaldinho

Revelação: Élber (curiosamente, Bernard foi mais votado, mas como tinha sido eleito para o mesmo prêmio no ano passado, e convenhamos, não faz sentido ele ser revelação em Minas de novo, já que aqui ele apareceu muito em 2011, Élber, o segundo colocado, levou).

Observações

- Achei a seleção muito bem escolhida. Senti falta de um centroavante que realmente convencesse durante o ano. Votaria em Alessandro para a minha seleção (esse seria o único jogador diferente entre a minha seleção e a que foi eleita).

- Para revelação, votei em Bryan, mas acho que a escolha de Élber também ficou de bom tamanho. Não que ele tenha sido espetacular; jogou bem pouco, e isso deve ser lembrado. Mas considerando que Bernard não era, digamos, “elegível”, não teve outro jovem que realmente marcou pra valer aqui em Minas.

O time mais europeu do Brasil

Marcação pressão, linhas do 4-2-3-1 bem próximas, time compactado, repleto de “pequenos grupos” de jogadores que vão se juntando por todas as partes do campo, para que haja sempre alguém perto para receber o passe e cercar, ajudar a recuperar a bola; meias-ofensivos que ajudam na marcação, e volante (Paulinho) que aparece como armador, surge como elemento surpresa; utilização de um “falso 9” em certos momentos: com tudo isso, o Corinthians de Tite é o time mais “europeu” do Brasil em termos táticos, mais antenado com o que existe de moderno taticamente no mundo do futebol. Impressionante como o treinador mostrou-se evoluído nesse trabalho dentro do gigante paulista. Óbvio, porém, que dizer se isso dará resultado em um torneio de tiro curto como o Mundial, é impossível. Começaremos a ter essa resposta daqui a pouco, quando o Timão entra em campo.

Ganhe camisa do Galo!!

Prêmio da semana: camisa oficial do Galo, até como homenagem pelo título mineiro, pela classificação direta para a fase de grupos da Libertadores, e por ter dominado as premiações de destaques do ano.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Cuca: uma possível reparação em um trabalho digno de nota; comparações Galo x Flu, Abel x Cuca

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 71 comentários

Um trecho dessa coluna já havia sido publicado aqui no blog. Porém, como prometido na oportunidade, volto ao tema de modo mais profundo agora, aproveitando parte de um texto que havia escrito antes em um novo contexto e com análises novas.

Se pegarmos as formações originais de Galo e Flu, em termos táticos, prefiro o esquema do Cuca ao do Abel. Porém…

Cuca: uma possível reparação em um trabalho digno de nota

Pelo terceiro ano seguido, Cuca merece o prêmio de técnico do ano no futebol mineiro. Essa conquista veio, como abordei aqui em vários momentos, recheada de méritos táticos, pela boa montagem de uma equipe solta, dinâmica, ofensiva e eficaz.

Contudo, refletindo sobre a capacidade de variar taticamente demonstrada pelo Flu – tema já apreciado na coluna -, que mudou de esquema de acordo com o adversário em certas ocasiões, jogando de modo espelhado ao do oponente – fora isso, mesmo em geral, trocou mais sua estratégia do que o Galo -, e lembrando que o Atlético mostrou-se, de certo modo, refém do seu 4-2-3-1 em alguns momentos (usou um 3-4-3 em determinados períodos dentro dos jogos, três volantes em outros, mas nada muito “significativo”), será que Cuca pecou por não mudar em instantes pontuais, até percebendo que o time, por ter ido tão bem no primeiro turno, acabou mais visado, badalado? Alem do mais: ao não encontrar a peça que joga no meio, pela direita, já que ali ninguém se firmou, não poderia ter tentado se adaptar de outra maneira taticamente, por exemplo?

Sou fã do trabalho do Cuca; penso que ele teve muito mais méritos do que defeitos, e que merece demais continuar. Mas mesmo os grandes trabalhos às vezes pecam em uma coisinha ou outra, e talvez, essa possível carência de habilidade para mudar o esquema em determinados cenários seja o principal dos defeitos da grande passagem de Cuca pelo Galo, repito, muito mais marcada pela qualidade, pelos acertos, do que por qualquer outra coisa.

Num aparente paradoxo, se digo que Abel acertou ao mudar em algumas partidas o esquema, ao criar determinadas alternativas para não se repetir tanto, não considero que o comandante do Fluminense, a despeito do ótimo trabalho, tenha, em termos táticos, feito algo “mirabolante”, digno de cânticos exultantes. Não foi o caso. Aliás, comparando taticamente sua estratégia “original” à do Cuca, prefiro até a do treinador do Galo (apesar de ambos utilizarem o 4-2-3-1 como base, as diferenças na forma de execução desse esquema existem). A vantagem do Abel aqui comentada esteve apenas, portanto, na maior capacidade de variar.

Marcelo Oliveira e o quarteto “dos sonhos”; ganhe camisas do Galo, do Cruzeiro, e o livro “1971: o ano do Galo”

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 65 comentários

Marcelo tornou-se, oficialmente, o treinador do Cruzeiro. Quando seu nome foi especulado na Raposa, disse o seguinte: tem totais condições de assumir o cargo, está longe de ser uma alternativa ruim, mas, pelo momento peculiar vivido pelo clube celeste, talvez outro treinador fosse uma aposta melhor. Contudo, se analisarmos que o mercado, naturalmente, acabou impedindo o ingresso dos caras mais badalados e pedidos pela torcida, ao Cruzeiro (Sampaoli foi para a seleção chilena, Felipão para a brasileira e Luxa renovou com o Grêmio, como queria, e sobretudo a esses três me referia quando afirmava que existiam apostas que combinavam mais com a situação da Raposa), entre os que restavam, num mercado pobre de opções, Marcelo fortaleceu-se como escolha interessante.

Ao mesmo tempo, o tema é complexo. Todo clube grande, para mim, tem como seu maior patrimônio a torcida. Nesse aspecto, com muita frequência é preciso ouvir a voz da arquibancada, até para preservar o clima. Enfim, o momento aqui não é decretar se foi acerto ou erro a contratação. Passemos a abordagens táticas.

O futebol às vezes é engraçado. Entre clichês, teorias provincianas e análises do “perfil” do treinador, frequentemente baseadas em aspectos um tanto folclóricos e/ou que não dizem respeito ao preparo intelectual do sujeito para o trabalho – o mais relevante -, normalmente esquece-se do que deveria ser o essencial: como ventilado, a qualidade do trabalho do profissional em questão, o conhecimento dele de tática, de “bola”, para formar bons times.

Nesse quesito, Marcelo anima. No Coxa, seu melhor trabalho, com peças pouco badalas conseguiu montar um time ofensivo e eficiente. Baseou seu trabalho em um 4-2-3-1 moderno e bem compactado, composto por um trio de meias com características essencialmente ofensivas e um centroavante (lembrando, inclusive, do meio para frente, o esquema do Galo de Cuca, outro “professor” que me agrada pelas suas convicções futebolísticas).

No Coritiba, se Marcelo atuava com esse quarteto que privilegiava o ataque, para tornar seu time ainda mais insinuante, tinha, quase sempre, Leo Gago como segundo volante, um cara que, convenhamos, também não é dos mais marcadores. Para esse esquema dar certo, Marcelo teve de contar com a contribuição dos meias ofensivos na marcação, na recomposição da defesa. Assim, no Cruzeiro, para Martinuccio, Montillo, Diego Souza e Borges jogarem juntos, será necessária entrega semelhante.

A priori, penso que o sonhado quarteto celeste é viável. Contudo, na prática, para isso se confirmar, num esquema semelhante ao que Marcelo usou no Coxa, a linha de três meias do 4-2-3-1 teria de ajudar na marcação.

Pelo que fez no Coxa, acredito que Marcelo tenha sensibilidade para perceber se será possível optar por esse quarteto tão esperado, ou se será preciso tirar um de seus integrantes em nome de um maior equilíbrio.

Confiram os vencedores das camisas do Galo e do Cruzeiro!! Veja quem ganhou o livro sobre a grande conquista do Galo!

Soltando o resultado no sábado, poucas horas antes da manhã de domingo, pois amanhã estarei com pouco acesso à Internet.

Quem ganhou a camisa do Cruzeiro foi o Ricardo Ferreira, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Já o vencedor da camisa do Galo foi o Átila Vieira, com mensagem do dia 4 de Dezembro.

Por fim, o ganhador do livro “1971: o ano do Galo”, foi o Túlio Kaizer, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Ricardo, Átila e Túlio, meus parabéns!! Vocês podem passar na Itatiaia nessa segunda ou na terça, no horário comercial. Caso não busquem seus respectivos prêmios até esse prazo, sortearei novos vencedores. Os contemplados serão avisados no e-mail cadastrado no comentário. E fiquem ligados! Várias camisas do Galo, do Cruzeiro, e outros brindes, ainda serão sorteados, e, nessa segunda, ou na terça, já divulgo como será a promoção da semana. Abraço a todos e obrigado pelo carinho, pela participação maciça!

Endereço Itatiaia: Rua Itatiaia, 117 – Bonfim

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