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Brasil

Passaremos “vergonha” no Mineirão?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 12 comentários

Dentro dos estádios a torcida do Chile tem se mostrado bem mais fanática e participativa do que a brasileira. Pelo fato de a goleada ser em casa, estamos passando vergonha.

Passaremos “vergonha” no Mineirão?

Finalmente, nos últimos dias, algo que já estava escancarado desde o início da Copa, ganhou corpo como assunto a ser discutido: o papel da torcida brasileira nos estádios comparado ao de outras nações.

Tive a sorte de estar em várias partidas in loco. Em partes distintas, observando equipes diferentes. E é notório, é inegável: os fãs da “amarelinha” que têm dado suporte aos comandados de Felipão nas arenas, em termos de emoção, são goleados por muitos grupos rivais. O quadro, na realidade, chega ser tão “vergonhoso” quanto interessante, intrigante, até pelo patamar que atinge. O uso das aspas, digo, vale unicamente pois, filosoficamente falando, penso que as ideias comuns de que o fanatismo, a torcida fervorosa – para clube ou seleção – e o nacionalismo, a história da “pátria de chuteiras” são coisas positivas, paradigmas a serem seguidos, devem ser bem relativizadas. Trata-se de uma discussão profunda, repleta de nuances, que será tratada em outra coluna. O fato objetivo é que, tendo em vista que se considera “legal”, “emocionante”, quando os aficionados apoiam com efervescência, o Brasil tem feito feio demais – levando-se em conta também, óbvio, que estamos em casa, sendo calados aqui por adversários!

Quem acompanha o futebol pelo mundo e imagina uma Copa sendo organizada na Inglaterra, na Argentina, no Uruguai, no Chile, no México – entre outros -, nos dias de hoje, quando o Mundial virou espetáculo, tem status diferenciado, e é martelado pela mídia de todo planeta, tem a certeza de que os representantes desses países, como anfitriões, em termos de paixão demonstrada pela equipe nacional, “engoliriam” o Brasil de maneira vexaminosa.

Sempre me mostrei contra a recente elitização do futebol brasileiro, que tem assolado inclusive o mundo dos clubes. Especialistas diversos consideram que essa seria a maior razão pelo público “coxinha”, “borocochô”, nos estádios da Copa. Há sim alguma correção nessa teoria. Mas penso que ela explica pouco.

De certa maneira passivos ao mundo da publicidade e da imprensa que quase sempre tenta vender nosso povo como fanático pela seleção local, temos dificuldade de reconhecer que, pelo menos nos últimos anos, essa hipótese não se confirma, está longe de ser verdade. O brasileiro, em português claro, não tem o mesmo “tesão” pela equipe que representa o país do que o inglês, o argentino… Isso é indiscutível.

E noves fora a questão do poderio econômico daqueles que frequentam as arenas do mundial, talvez mais importante do que ele como causa do desânimo da nossa torcida, está uma das doenças do nosso tempo: a preferência, o anseio, a loucura para se pintar de feliz nas redes sociais – até numa espécie de autoengano -, para ostentar, “mostrar que foi”, tudo isso em detrimento do real experenciar, do relaxar e curtir o instante. Afinal, o “selfie” não pode esperar nem um minuto…

Receio para o que pode acontecer no Mineirão

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 4 comentários

A baixa estatura dos chilenos pode ser a desculpa perfeita para que Felipão abrace de vez algo que, em outras circunstâncias, pegaria mal.

Muita gente diz que Felipão é ultrapassado. Discordo do termo. Nos seus “melhores tempos”, no auge, não se mostrava grande entendedor de tática. Já era colocado como limitado nessa seara. Bom gestor de grupo, grande motivador, triunfava apesar de pouco brilhante estrategicamente – e na conquista em 2002, que parece abalizar toda sua carreira, tornando-a quase inquestionável para os simplórios de plantão, teve feitos superestimados em um mundial atípico, peculiar. A questão, portanto, não é que o futebol evoluiu e Scolari não acompanhou esse movimento. No passado, mesmo para os padrões de outrora, nosso comandante não convencia como estrategista, não surgia como aquele sujeito que pensa o jogo, o compreende amplamente.

Tendo um Neymar iluminado, espetacular, o Brasil venceu dois jogos. Coletivamente, porém, deixou a desejar. O nível que Paulinho mostrou na Copa até aqui foi pífio. Pela má fase do nosso segundo volante titular, mas principalmente pela carência de senso coletivo do excrete canarinho, por nossa tática pobre, a seleção tem insistido em chutões. Troca de passes, infiltrações, bola passando pelo meio com consciência: nada disso vem dando as caras nas partidas da “amarelinha”.

Com a entrada de Fernandinho na vaga de Paulinho, o Brasil melhorou nesses quesitos. Para mim, essa alteração há de ser mantida para o próximo jogo.

E se Hulk foi destaque nos treinos, no mundial mesmo, não emplacou. Gostaria de ter visto Willian sendo testado com mais afinco, na primeira fase, compondo o trio de meias pela direita, ao lado de Neymar e Oscar. Ainda sem esse experimento, escalaria Willian na vaga de Hulk para a partida contra o Chile. Nessa linha, chega a ser curioso como, o primeiro, tão badalado para virar titular ao longo da Copa, tem ficado tão esquecido por Felipão. Boa parte da imprensa internacional, inclusive, não entende a permanência do jogador do Chelsea no banco.

Agora, mais do que as mexidas nas peças, me preocupa a falta de repertório de Scolari, fraco taticamente. Esses são os termos: “falta de repertório” e “fraco taticamente”. Não “ultrapassado”. A incapacidade que ele demonstra de mudar um jogo é notória. Contra o México, por exemplo, estava nítido que Paulinho deveria sair, e na hora de substituir, ele continuou com o ex-Corinthians.

Para quem não consegue montar um time envolvente, inteligente, que trocando passes supera o adversário, a bola aérea e os chutões costumam ser subterfúgios. Um receio: de que a baixa estatura da defesa Chilena seja a justificativa, a “desculpa” ideal para que Felipão se entregue à ligação direta, tendo um “argumento” para tal, e escondendo, talvez enganando a si mesmo, a respeito da incapacidade de fazer o time jogar.

A melhor notícia da Copa das Confederações

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

Neymar brilhando, zaga firme e aspectos táticos: todos esses “pontos” estão entre as boas notícias. Mas a melhor delas…

A melhor notícia da Copa das Confederações

 

Não só pelo título, não apenas pela atuação impecável, primorosa, quase perfeita na final, a Copa das Confederações rendeu frutos dos mais distintos, ótimas notícias para a nossa seleção.

Neymar, finalmente, foi muitíssimo bem, decisivo, com a amarelinha. Em jogos de competição, pressionado, numa sequência considerável de oportunidades, contra adversários fortes, médios, e de diferentes formações táticas. Craque do certame, óbvio. Não concordo com quem diz que ele nunca tinha jogado bem pelo país. Não é por aí. Pela primeira vez, contudo, atingiu, no “time de cima”, apreciável nível de solidez e firmeza aliado à ótima regularidade.

 

Fred, após início periclitante, se firmou como o nosso “9”. Nos “jogos grandes”, não foi nada tímido, hesitante, pouco enfático… Não sentiu a pressão, não sucumbiu à marcação de zagueiros mais badalados, melhores, bem cotados no “imponente” futebol europeu. Foi o Fred do Rio, de Minas, o Fred do Fluminense. Aquele que, sempre, tem uma marca: ser letal!

 

A zaga, a despeito dos escorregões e da atuação fraca na semifinal, confirmou a alta expectativa que gerava. É mesmo uma das melhores do mundo. Luiz Gustavo, como primeiro volante, como protetor dos nossos defensores, também esteve firme, sobretudo na final, quando deixou de ser quase um terceiro zagueiro e executou devidamente o papel de “pegador” do meio, preenchendo melhor o setor.

 

Taticamente, dois avanços se destacam nessa nova trupe de Felipão: a constante e efetiva “marcação pressão”, e a variação de repertório. Em alguns instantes, a equipe preferiu valorizar a posse, cadenciar. Em outros, optou pelo contra-ataque, pelo jogo vertical, acelerado. Defensivamente, variou a referida marcação pressão com momentos de algum recuo, de um posicionamento no próprio campo de defesa.

 

Com tantos elogios, pode-se chegar à impressão de que aderi à turma do Pachequismo, do oba-oba, do ufanismo de botequim. Não, senhores. Se a derrota não configuraria o fim do mundo, a vitória na final, mesmo brilhante, não configura o melhor deles. Cautela. Já quebramos a cara antes com campanhas, ou melhor, com momentos favoráveis em competições secundárias como a Copa das Confederações e a Copa América.   

 

Assim, necessário é manter os pés no chão. E, felizmente, Felipão sabe disso. Tem se mostrado tão light, agradável e amigo, quanto realista e humilde. Ponto para Scolari que, confesso, está indo melhor do que imaginava. 

 

Afinal, em pouquíssimo tempo, nos deu, junto ao grupo, a melhor notícia que poderíamos receber nessa Copa das Confederações: nossa equipe ganhou cara, formato, edificou-se. Oscilou, foi mal em certos períodos, mas atingiu determinado patamar de firmeza, competitividade, entrosamento e armação que produz no observador um grau respeitável de confiança que há muito não víamos. Em breve, desenvolvo melhor esse ponto.

Impressões do jogaço de quarta, no Mineirão

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 50 comentários

Hulk, cada vez mais, confirma: não tem bola para ser titular. Bernard entrou bem. Hernanes pede passagem para solucionar nosso problema crônico.

Impressões do jogaço de quarta, no Mineirão

Fraco tecnicamente, modorrento em certos instantes, permitam-me quase a licença poética de chamar o cotejo do Brasil, pelas semifinais da Copa das Confederações, de um jogaço…

Na coluna da última terça-feira, destaquei que, entre os defeitos da seleção brasileira, estava a frequente perda do meio-campo. Como venho ressaltando, há uma carência crônica no time de capacidade para preencher o decisivo setor, e, aliado a esse aspecto, um distanciamento entre as linhas do 4-2-3-1. Tal cenário se torna ainda mais perigoso quando enfrentamos defesas bem postadas, como a do Uruguai, na partida desta quarta.

Por esse ponto, sobretudo, a vitória diante da Celeste Olímpica foi tão suada. Em um eventual e esperado duelo contra a Espanha, se não corrigirmos esse problema, pode anotar: a derrota no quesito posse de bola tem tudo para ser histórica. Além do mais, os atuais campeões do mundo, conforme também já tratei aqui, nos dão um banho no controle que costuma ter da partida. O escrete canarinho, realmente – e isso fou exemplificado na quarta -, não é dono desse dom de tomar as rédeas dos jogos. E, mais do que formações táticas, esse fator interfere demais no andamento das pelejas, incomoda, torna a dependência do acaso bem acima do recomendável.

O antídoto para essa limitação, me parece – considerando o elenco atual, convocado -, passa pela entrada de Hernanes. Dono de bom passe, capaz de cadenciar, de ajudar o time a manter a posse com mais tranquilidade, ele vem pedindo passagem no time de Felipão. Talvez, até mais pelos defeitos coletivos da equipe que tem entrado em campo do que por suas virtudes individuais, ainda que o “híbrido de meia e volante”, da Lazio, venha atuando bem, seja ótimo jogador.

Para tornar a decisão do nosso professor mais fácil, Hulk, a cada dia, deixa claro: pode ter valor, não é o perna de pau decantado por muitos que pouco acompanham o futebol europeu, mas, convenhamos, para ser titular de uma seleção do porte da nossa, não dá. Falta habilidade, falta “bola”, falta dinamismo. Portanto, eis uma sugestão para Scolari: Hernanes no lugar de Hulk. Uma maneira de, eficientemente, resolver dois problemas em uma ação somente.

E em tempo: caso Oscar continue em baixa – como no jogo de quarta -, Lucas e Bernard podem merecer chances mais concretas, podem ser uma segunda alteração na nossa seleção. O segundo, diga-se, mudou um jogo que se mostrava, antes da sua entrada, pra lá de “encardido”, diante do determinado e defensivamente inspirado Uruguai.

Turma do oba-oba ou dos pessimistas?

públicado em by Cadu Doné em Destaque, Esportes, Notícias | 20 comentários

A seleção claramente evoluiu. Mas a existência quase equivalente de defeitos e virtudes mostra que, tanto o pessoal do oba-oba, quanto os demasiadamente pessimistas, estão equivocados.

Turma do oba-oba ou dos pessimistas?

Terminada a primeira fase da Copa das Confederações, podemos fazer um balanço dessa etapa da nova “era Felipão”. Afinal, o gaúcho comandou a seleção, pela primeira vez, nesse seu “revival”, em uma sequência de três jogos oficiais. Em clima “pesado” de competição. Sob pressão. Diante de dois adversários medianos, porém respeitáveis, e de um gigante. Desfalcado, é verdade. Mas, ainda assim, qualificado e dono da uma daquelas camisas que “entortam” o varal.

Enfim, voltando à avaliação do nosso escrete, digamos que, no cenário assinalado, o saldo vem sendo positivo. Sim, houve inegável evolução. Não estamos no ponto ideal, não damos espetáculo e não transmitimos a confiança de uma Espanha. No que se refere à capacidade de controlarmos o jogo, ainda estamos muito atrás dos atuais campeões do mundo. Nossas atuações, mesmo com pontos favoráveis, em instantes felizes, ainda parecem, em variados momentos, “estranha”, muito à mercê do acaso, de detalhes, de pequenas variáveis na partida que fogem da alçada da equipe, do treinador.

Entre atributos louváveis e outros nem tantos, sem delongas, num plano objetivo, citemos, então, quatro qualidades e quatro defeitos dessa seleção atual que, como diz o companheiro colunista PVC, anda “em construção”. Assim, após a exposição, fica a critério do freguês apreciar se estamos “mais para lá”, ou “para cá”.

Me encanta como os comandados do Felipão têm marcado por pressão com qualidade. Estratégia treinada com ardor, recompensa merecidamente colhida nos embates. Para burilar essa questão, só aumentaria o tempo de adoção dessa tática dentro dos jogos – ainda que, óbvio, não seja fisicamente possível “exagerar” na dose nesse quesito. Individualmente, a Copa das Confederações também tem servido para afirmar nossa zaga como uma das melhores do planeta. Thiago Silva: mostro, top três do mundo com toda certeza, provavelmente, encabeçando a lista. David Luiz, diminuindo o índice de insegurança do seu jogo, ganhando em firmeza. Completando essa parte mais “pessoal” de virtudes, de notícias positivas, Neymar faz ótimo torneio. Melhor período dele na seleção em uma sequência minimamente considerável de partidas importantes. Concluindo o rol das coisas boas, a mais evidente delas: estamos ganhando corpo, cara de time.

Do outro lado da moeda, eis os quesitos a serem resolvidos: Oscar ainda não passa “aquela” verdadeira confiança como nosso dez. Tem participado pouco com a posse, e quando o faz, sido demasiadamente burocrático, pouco decisivo. A saída de bola, que melhorou contra a Itália, para mim, ainda permanece “sub judice”. Aqui e ali, exageramos na ligação direta, o que até acrescenta ao acaso, conforme mencionado, boa dose de importância. As costas dos laterais, frequentemente, sobretudo no lado esquerdo, andam exageradamente expostas. Por fim, a compactação do 4-2-3-1 ainda deixa a desejar, e receio por perdas decisivas no meio-campo, por parte da Brasil, em muitos jogos – esse ponto merecerá coluna “exclusiva” em breve.