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Bernard

Impressões do jogaço de quarta, no Mineirão

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 50 comentários

Hulk, cada vez mais, confirma: não tem bola para ser titular. Bernard entrou bem. Hernanes pede passagem para solucionar nosso problema crônico.

Impressões do jogaço de quarta, no Mineirão

Fraco tecnicamente, modorrento em certos instantes, permitam-me quase a licença poética de chamar o cotejo do Brasil, pelas semifinais da Copa das Confederações, de um jogaço…

Na coluna da última terça-feira, destaquei que, entre os defeitos da seleção brasileira, estava a frequente perda do meio-campo. Como venho ressaltando, há uma carência crônica no time de capacidade para preencher o decisivo setor, e, aliado a esse aspecto, um distanciamento entre as linhas do 4-2-3-1. Tal cenário se torna ainda mais perigoso quando enfrentamos defesas bem postadas, como a do Uruguai, na partida desta quarta.

Por esse ponto, sobretudo, a vitória diante da Celeste Olímpica foi tão suada. Em um eventual e esperado duelo contra a Espanha, se não corrigirmos esse problema, pode anotar: a derrota no quesito posse de bola tem tudo para ser histórica. Além do mais, os atuais campeões do mundo, conforme também já tratei aqui, nos dão um banho no controle que costuma ter da partida. O escrete canarinho, realmente – e isso fou exemplificado na quarta -, não é dono desse dom de tomar as rédeas dos jogos. E, mais do que formações táticas, esse fator interfere demais no andamento das pelejas, incomoda, torna a dependência do acaso bem acima do recomendável.

O antídoto para essa limitação, me parece – considerando o elenco atual, convocado -, passa pela entrada de Hernanes. Dono de bom passe, capaz de cadenciar, de ajudar o time a manter a posse com mais tranquilidade, ele vem pedindo passagem no time de Felipão. Talvez, até mais pelos defeitos coletivos da equipe que tem entrado em campo do que por suas virtudes individuais, ainda que o “híbrido de meia e volante”, da Lazio, venha atuando bem, seja ótimo jogador.

Para tornar a decisão do nosso professor mais fácil, Hulk, a cada dia, deixa claro: pode ter valor, não é o perna de pau decantado por muitos que pouco acompanham o futebol europeu, mas, convenhamos, para ser titular de uma seleção do porte da nossa, não dá. Falta habilidade, falta “bola”, falta dinamismo. Portanto, eis uma sugestão para Scolari: Hernanes no lugar de Hulk. Uma maneira de, eficientemente, resolver dois problemas em uma ação somente.

E em tempo: caso Oscar continue em baixa – como no jogo de quarta -, Lucas e Bernard podem merecer chances mais concretas, podem ser uma segunda alteração na nossa seleção. O segundo, diga-se, mudou um jogo que se mostrava, antes da sua entrada, pra lá de “encardido”, diante do determinado e defensivamente inspirado Uruguai.

Inversão de valores… Outro tema: Ronaldinho de volta à seleção, primeira convocação de Scolari… Opine!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 138 comentários

OBS: boa parte dos comentários pendentes dos últimos dias (desde o dia 19) foram respondidos. Como estava de folga nos últimos dias, não havia conseguido dar o retorno de sempre, mas agora deu para responder muita gente. Abraços!!!

 

Futebol moderno é uma coisa. Abdicar ou prejudicar o talento, é outra.

Inversão de valores

No futebol atual, com os avanços na preparação física, e o aumento da correria nos jogos, é fundamental ter homens que participam ativamente dos confrontos, de maneira ampla, completa. Nesse sentido, o espaço para volantes que apenas marcam, e principalmente para meias que não ajudam no combate, vem minguando. Salvo raras exceções, que se apoiam normalmente, sobretudo, em um talento mais do que extraordinário – ou em uma eficiência brutal, no que tange à parte defensiva -, tornou-se comum vermos grandes atacantes e armadores, estrelas de diversas companhias, ajudando na tentativa de recuperar a posse.

Não é por acaso que os antigos olham com estranhamento quando homens como Montillo, Dagoberto e Bernard são cobrados pelo acompanhamento do lateral adversário. Esses adeptos de um futebol, digamos, mais clássico, costumam dizer: “não deveria ser o contrário?” E quer saber? Eles não deixam de ter certa razão.

Ser excessivamente saudosista e não acompanhar determinados avanços de ordem tática é, obviamente, pouco inteligente, pragmático. É um retrocesso. Portanto, nessa linha, em geral, enxergo com bons olhos a utilização de atletas essencialmente ofensivos na ajuda no combate, sou favorável ao auxilio que avantes e criadores podem dar nessa seara. Na prática, tornou-se difícil defender aqueles boleiros um tanto “aéreos”, que andam em campo por vários minutos.

Entretanto, vejo que o uso de futebolistas que deveriam ser responsáveis pelo toque diferente em termos ofensivos, na marcação, a cobrança para eles exercerem essa função, tem atingido patamares exagerados, que beiram a inversão de valores. Nem tanto ao céu, nem tanto a terra. Ainda que a parte física tenha evoluído, chega a ser mais eficaz que certos jogadores guardem o fôlego para fazerem o que sabem de melhor, para realizarem o distinto, para resolverem o jogo. A defesa contra o exagero na cobrança para que certos homens marquem, não passa, portanto, por argumentos que esbarram no chamado “futebol romântico”. Pragmaticamente, possuir determinados nomes mais inteiros para dar um drible, colocar a bola na frente, mostra-se melhor em muitos instantes, e até no que se refere ao posicionamento, para um contra-ataque, para surpreender, prender laterais e marcadores adversários – ou simplesmente estar na hora certa, no lugar exato -, essa estratégia é inteligente.

Assim, defendamos o bom-senso, uma espécie de meio-termo: combate, ajuda, marcar, mesmo para os jogadores avançados, é fundamental. Agora, fazer isso de modo a atrapalhar o labor primordial desses privilegiados da técnica, também não dá.

 

Ronaldinho de volta à seleção, primeira convocação de Scolari… Opine!

 

Ronaldinho e Júlio César de volta. Kaká e Réver de fora. Ausência de volantes essencialmente marcadores (melhor notícia), privilégio para aqueles que saem para o jogo – é bom lembrar que David Luiz vem fazendo muitas vezes o papel de primeiro volante, e pode ser adaptado à função. Enfim, tudo isso vai ser mais discutido nos próximos dias. Mas já vou abrindo o espaço: dê sua opinião sobre a volta de R49 à seleção e a respeito da convocação em geral. Participe!

Os melhores de Minas em 2012; dê sua opinião! O time mais europeu do Brasil; ganhe camisa do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 102 comentários

Os melhores de Minas em 2012; dê sua opinião!

Seleção do Guará, feita por jornalistas de todos os principais veículos jornalísticos de Minas:

Fábio

Marcos Rocha

Leonardo Silva (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Réver (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Éverton

Pierre

Leandro Donizete

Montillo

Ronaldinho

Bernard (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Fábio Júnior (teve 10 votos, assim como Jô, mas, pelos critérios de desempate, por ser mais velho, o centroavante do América entrará na seleção)

Dirigente do ano: Kalil (não foi unanimidade porque alguns votaram em Maluf, mas nenhum dirigente de outro clube foi votado)

Técnico: Cuca (30 dos 31 votos possíveis)

Craque do ano: Ronaldinho

Revelação: Élber (curiosamente, Bernard foi mais votado, mas como tinha sido eleito para o mesmo prêmio no ano passado, e convenhamos, não faz sentido ele ser revelação em Minas de novo, já que aqui ele apareceu muito em 2011, Élber, o segundo colocado, levou).

Observações

- Achei a seleção muito bem escolhida. Senti falta de um centroavante que realmente convencesse durante o ano. Votaria em Alessandro para a minha seleção (esse seria o único jogador diferente entre a minha seleção e a que foi eleita).

- Para revelação, votei em Bryan, mas acho que a escolha de Élber também ficou de bom tamanho. Não que ele tenha sido espetacular; jogou bem pouco, e isso deve ser lembrado. Mas considerando que Bernard não era, digamos, “elegível”, não teve outro jovem que realmente marcou pra valer aqui em Minas.

O time mais europeu do Brasil

Marcação pressão, linhas do 4-2-3-1 bem próximas, time compactado, repleto de “pequenos grupos” de jogadores que vão se juntando por todas as partes do campo, para que haja sempre alguém perto para receber o passe e cercar, ajudar a recuperar a bola; meias-ofensivos que ajudam na marcação, e volante (Paulinho) que aparece como armador, surge como elemento surpresa; utilização de um “falso 9” em certos momentos: com tudo isso, o Corinthians de Tite é o time mais “europeu” do Brasil em termos táticos, mais antenado com o que existe de moderno taticamente no mundo do futebol. Impressionante como o treinador mostrou-se evoluído nesse trabalho dentro do gigante paulista. Óbvio, porém, que dizer se isso dará resultado em um torneio de tiro curto como o Mundial, é impossível. Começaremos a ter essa resposta daqui a pouco, quando o Timão entra em campo.

Ganhe camisa do Galo!!

Prêmio da semana: camisa oficial do Galo, até como homenagem pelo título mineiro, pela classificação direta para a fase de grupos da Libertadores, e por ter dominado as premiações de destaques do ano.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Cuca: uma possível reparação em um trabalho digno de nota; comparações Galo x Flu, Abel x Cuca

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 71 comentários

Um trecho dessa coluna já havia sido publicado aqui no blog. Porém, como prometido na oportunidade, volto ao tema de modo mais profundo agora, aproveitando parte de um texto que havia escrito antes em um novo contexto e com análises novas.

Se pegarmos as formações originais de Galo e Flu, em termos táticos, prefiro o esquema do Cuca ao do Abel. Porém…

Cuca: uma possível reparação em um trabalho digno de nota

Pelo terceiro ano seguido, Cuca merece o prêmio de técnico do ano no futebol mineiro. Essa conquista veio, como abordei aqui em vários momentos, recheada de méritos táticos, pela boa montagem de uma equipe solta, dinâmica, ofensiva e eficaz.

Contudo, refletindo sobre a capacidade de variar taticamente demonstrada pelo Flu – tema já apreciado na coluna -, que mudou de esquema de acordo com o adversário em certas ocasiões, jogando de modo espelhado ao do oponente – fora isso, mesmo em geral, trocou mais sua estratégia do que o Galo -, e lembrando que o Atlético mostrou-se, de certo modo, refém do seu 4-2-3-1 em alguns momentos (usou um 3-4-3 em determinados períodos dentro dos jogos, três volantes em outros, mas nada muito “significativo”), será que Cuca pecou por não mudar em instantes pontuais, até percebendo que o time, por ter ido tão bem no primeiro turno, acabou mais visado, badalado? Alem do mais: ao não encontrar a peça que joga no meio, pela direita, já que ali ninguém se firmou, não poderia ter tentado se adaptar de outra maneira taticamente, por exemplo?

Sou fã do trabalho do Cuca; penso que ele teve muito mais méritos do que defeitos, e que merece demais continuar. Mas mesmo os grandes trabalhos às vezes pecam em uma coisinha ou outra, e talvez, essa possível carência de habilidade para mudar o esquema em determinados cenários seja o principal dos defeitos da grande passagem de Cuca pelo Galo, repito, muito mais marcada pela qualidade, pelos acertos, do que por qualquer outra coisa.

Num aparente paradoxo, se digo que Abel acertou ao mudar em algumas partidas o esquema, ao criar determinadas alternativas para não se repetir tanto, não considero que o comandante do Fluminense, a despeito do ótimo trabalho, tenha, em termos táticos, feito algo “mirabolante”, digno de cânticos exultantes. Não foi o caso. Aliás, comparando taticamente sua estratégia “original” à do Cuca, prefiro até a do treinador do Galo (apesar de ambos utilizarem o 4-2-3-1 como base, as diferenças na forma de execução desse esquema existem). A vantagem do Abel aqui comentada esteve apenas, portanto, na maior capacidade de variar.

Marcelo Oliveira e o quarteto “dos sonhos”; ganhe camisas do Galo, do Cruzeiro, e o livro “1971: o ano do Galo”

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 65 comentários

Marcelo tornou-se, oficialmente, o treinador do Cruzeiro. Quando seu nome foi especulado na Raposa, disse o seguinte: tem totais condições de assumir o cargo, está longe de ser uma alternativa ruim, mas, pelo momento peculiar vivido pelo clube celeste, talvez outro treinador fosse uma aposta melhor. Contudo, se analisarmos que o mercado, naturalmente, acabou impedindo o ingresso dos caras mais badalados e pedidos pela torcida, ao Cruzeiro (Sampaoli foi para a seleção chilena, Felipão para a brasileira e Luxa renovou com o Grêmio, como queria, e sobretudo a esses três me referia quando afirmava que existiam apostas que combinavam mais com a situação da Raposa), entre os que restavam, num mercado pobre de opções, Marcelo fortaleceu-se como escolha interessante.

Ao mesmo tempo, o tema é complexo. Todo clube grande, para mim, tem como seu maior patrimônio a torcida. Nesse aspecto, com muita frequência é preciso ouvir a voz da arquibancada, até para preservar o clima. Enfim, o momento aqui não é decretar se foi acerto ou erro a contratação. Passemos a abordagens táticas.

O futebol às vezes é engraçado. Entre clichês, teorias provincianas e análises do “perfil” do treinador, frequentemente baseadas em aspectos um tanto folclóricos e/ou que não dizem respeito ao preparo intelectual do sujeito para o trabalho – o mais relevante -, normalmente esquece-se do que deveria ser o essencial: como ventilado, a qualidade do trabalho do profissional em questão, o conhecimento dele de tática, de “bola”, para formar bons times.

Nesse quesito, Marcelo anima. No Coxa, seu melhor trabalho, com peças pouco badalas conseguiu montar um time ofensivo e eficiente. Baseou seu trabalho em um 4-2-3-1 moderno e bem compactado, composto por um trio de meias com características essencialmente ofensivas e um centroavante (lembrando, inclusive, do meio para frente, o esquema do Galo de Cuca, outro “professor” que me agrada pelas suas convicções futebolísticas).

No Coritiba, se Marcelo atuava com esse quarteto que privilegiava o ataque, para tornar seu time ainda mais insinuante, tinha, quase sempre, Leo Gago como segundo volante, um cara que, convenhamos, também não é dos mais marcadores. Para esse esquema dar certo, Marcelo teve de contar com a contribuição dos meias ofensivos na marcação, na recomposição da defesa. Assim, no Cruzeiro, para Martinuccio, Montillo, Diego Souza e Borges jogarem juntos, será necessária entrega semelhante.

A priori, penso que o sonhado quarteto celeste é viável. Contudo, na prática, para isso se confirmar, num esquema semelhante ao que Marcelo usou no Coxa, a linha de três meias do 4-2-3-1 teria de ajudar na marcação.

Pelo que fez no Coxa, acredito que Marcelo tenha sensibilidade para perceber se será possível optar por esse quarteto tão esperado, ou se será preciso tirar um de seus integrantes em nome de um maior equilíbrio.

Confiram os vencedores das camisas do Galo e do Cruzeiro!! Veja quem ganhou o livro sobre a grande conquista do Galo!

Soltando o resultado no sábado, poucas horas antes da manhã de domingo, pois amanhã estarei com pouco acesso à Internet.

Quem ganhou a camisa do Cruzeiro foi o Ricardo Ferreira, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Já o vencedor da camisa do Galo foi o Átila Vieira, com mensagem do dia 4 de Dezembro.

Por fim, o ganhador do livro “1971: o ano do Galo”, foi o Túlio Kaizer, com o comentário do dia 5 de Dezembro.

Ricardo, Átila e Túlio, meus parabéns!! Vocês podem passar na Itatiaia nessa segunda ou na terça, no horário comercial. Caso não busquem seus respectivos prêmios até esse prazo, sortearei novos vencedores. Os contemplados serão avisados no e-mail cadastrado no comentário. E fiquem ligados! Várias camisas do Galo, do Cruzeiro, e outros brindes, ainda serão sorteados, e, nessa segunda, ou na terça, já divulgo como será a promoção da semana. Abraço a todos e obrigado pelo carinho, pela participação maciça!

Endereço Itatiaia: Rua Itatiaia, 117 – Bonfim