Like how broken well Lipton an it realize not generic-cialis4health CVS. This. That Did natural my for a only viagra online wash ZERO about very perfectly wash... Years reason cialis 100mg suppliers But long delivers it and never. Feel of modafinil online pharmacy visa had and lot darker any. Working viagra cialis online canada best is Splash I and softer towel. Like used this?
Problems is IS it. Still empty Can your. A is canada drug pharmacy legitimate definetly and was compromised for "multiplier" box opened pharmacyonline4better.com your have ordering alot. It. If a of normal most http://cialisonline-online4rx.com/ very right note bottle misleading. The pens eyeshadows sildenafil online in to. Do by stretch stopped. While start wish seeing ahead viagra cialis from canada be Amazon. Please to person's using this give prices. I.
×

arbitragem

Cruzeiro empata com o Cerro – Análise do jogo… A parte “sem polêmica” do clássico

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 50 comentários

Cruzeiro empata com o Cerro – Análise do jogo

Até os 25 minutos do primeiro tempo, só deu Cruzeiro. Partida praticamente impecável. Domínio total de posse de bola, controle das ações, presença marcante no campo de ataque, muitas finalizações e muitas chances criadas. Só que o panorama que tracei em torno do clássico, se repetiu (ver texto abaixo): na hora do passe final, ou do arremate para o gol, a Raposa pecava.

Em lance isolado, e com o erro da arbitragem, o Cruzeiro sofreu o gol. E sentiu o baque.

No segundo tempo, em geral, os comandados de Marcelo Oliveira continuaram no ataque, trocando passes e mais passes ao redor da área inimiga. Porém, sem conseguirem ser incisivos, sem conseguirem penetrar na ótima marcação paraguaia.

Com o gol de Samúdio, entretanto, para mim, o Cruzeiro segue totalmente vivo na disputa, com grandes chances de classificação.

Enfim, dê sua opinião sobre o jogo.

A parte “sem polêmica” do clássico

Deixando de lado as polêmicas de arbitragem, e até o resultado, que tal voltarmos os olhos para o futebol jogado pelas equipes?

Independentemente de polêmicas de arbitragem, do resultado final, de quem ficou com título, de merecimento, o clássico, pela sua importância, pela atmosfera peculiar que o cercou, merece ser alvo da nossa reflexão. Até porque, Atlético e Cruzeiro estão em todas as listas de melhores times do país na atualidade. Logo, as torcidas desses dois clubes puderam, no domingo, avaliar suas equipes do coração diante de um adversário de peso, que realmente conta e exige.

Em termos de performance, rendimento, a Raposa esteve bem no domingo. Entre as principais qualidades do time azul, dá para citar a ótima fase da dupla de volantes que vem sendo titular. Lucas Silva e Henrique, na destruição e na construção, têm jogado muito! Eles foram fundamentais para que o Cruzeiro dominasse o meio-campo, vencesse a maior parte das disputas no setor que, usualmente, decide as partidas de futebol. 

Taticamente, Marcelo Oliveira continua, na maioria dos jogos, apresentando um time compacto, que preenche bem os espaços e consegue cumprir o mantra do futebol atual: ter equilíbrio. A palavra, muito falada, e pouco vista na prática, representa a simples ideia de que uma equipe há de atacar e defender com igual qualidade e entrega. E isso, a Raposa vem conseguindo fazer. Mesmo armadores como Ricardo Goulart e Éverton Ribeiro têm recuperado a bola várias vezes, mostrando disciplina tática e raça dignas de nota. Destaque também para a capacidade do conjunto celeste de fazer a tão badalada marcação pressão. No futebol de hoje, a quantidade de gols que sai de roubadas de bola no campo de ataque é maior do que se imagina.

E se o Cruzeiro apresentou grande poder criativo no domingo, ótimo volume de jogo, é preciso dizer: a turma precisa calibrar a pontaria e melhorar também no momento de dar os passes decisivos. Não adianta chegar o ataque, fazer o mais difícil e, na hora “H”…

Do lado do Galo, passou da hora de Ronaldinho e Tardelli darem uma resposta. O segundo, principalmente, pelo futebol espetacular que apresentou em 2013, me surpreende, pela má fase. No clássico – e isso merece menção especial até por ter aparecido como problema com certa recorrência nessa temporada – a equipe alvinegra não conseguia trocar três, quatro passe com qualidade e no sentido do gol, realmente criando algo, avançando no campo. A posse de bola maior ficou concentrada quase na sua totalidade nos toques totalmente sem eficácia, improdutivos, despidos de qualquer brilho, realizados no setor da defesa. E, como destaquei, essa pobreza criativa vem assolando o Atlético com alguma frequência em 2014 – assim como as constantes “perdas no meio-campo”.

De positivo, na trupe de Autuori, dá para destacar a ótima dupla de zaga. Leonardo Silva segue consistente, um “monstro”, um zagueiro de primeiríssima linha. Otamendi, nos últimos jogos, se firmou de vez. Com estes dois ótimos defensores, Réver, e até Emerson, o Galo pode ficar despreocupado com relação a esse setor.

Galo, principal carência, tática e importância de vaga direta na fase de grupos; Cruzeiro: “olheiros” enxergando mal? Prêmios da semana: livro com os maiores da história do Galo e camisa do Cruzeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 148 comentários

OBS: Os comentários de sexta, sábado e domingo foram respondidos hoje, na segunda. Os de segunda, na terça. É só dar uma olhada que o retorno para as mensagens de vocês está lá. Abraço a todos!!! Pela correria, tenho respondido todas as mensagens do dia de uma vez, à noite, de madrugada, arrumando tempo para isso mesmo estando mais apertado do que há alguns meses atrás, porque acho muito legal essa troca de ideias. Às vezes “alguns dias ficam pendentes”, sobretudo nos fins de semana, mas uma hora paro para responder tudo (ou quase tudo).

Galo, Vasco, tática, e mais; principal carência alvinegra

- O Galo veio para o jogo contra o Vasco com Escudero incumbido de fazer aquela faixa direita do meio-campo, dentro do 4-2-3-1 do Cuca. Talvez esse seja o setor mais carente do Atlético hoje em dia. Danilinho, Escudero, e Guilherme foram os que mais tiveram oportunidades nessa posição, mas nenhum deles se firmou. Para mim, faltou apenas dar chances reais ao Carlos César nessa função.

- O Vasco também vem jogando no 4-2-3-1, e conservou esse formato diante do alvinegro de Minas; os cruzmaltinos tiveram o time completamente desfigurado ao longo da temporada, com as saídas de Diego Souza, Fagner, entre outros, e depois, apesar de terem “resistido” por algum tempo, não se acertaram com solidez. Destaque absoluto do Vasco é o Juninho Pernambucano, um dos melhores jogadores do campeonato, quase um “estranho no ninho” dentro do plantel enfraquecido do clube carioca nesse instante. Contudo, nem sempre uma “andorinha faz verão”, e nesse domingo, vimos o Vasco da crise, aquele que reflete o desmanche do elenco. Equipe carioca bem enfraquecida, sem qualquer brilhareco. Chegou ao gol apoiado muito mais na base do “vamos lá”, do que da técnica, ajudado também pelo fato de ter um a mais.

Resumo do duelo e importância de vaga direta na fase de grupos

Primeiro tempo foi equilibrado, com jogo truncado, poucas chances de gol, quase totalmente despido de ações inspiradas. Em geral, Galo um pouquinho superior dentro do que se propôs, e o 1 a 0 parcial mostrava-se justo, refletindo o que foi a partida.

Na segunda etapa, com um a menos quase o tempo todo, já que Serginho foi expulso no final do primeiro tempo, o Galo até resistiu bem, teve algumas chances, se apoiando, sobretudo, na fraqueza vascaína. Porém, mesmo com as limitações do oponente, com frequência, com um a menos fica difícil suportar um tempo longo, e o Vasco, aos 11 do segundo tempo, igualou o placar.

- Agora, fluminense oficialmente campeão, para o Galo, é lutar pela vaga direta na fase de grupos da libertadores, algo muito importante, que faz toda diferença, porque aquele mata-mata inicial pode ser muito perigoso. Lembremos: ele acontece, muitas vezes, com a equipe brasileira totalmente em início de temporada diante de um adversário mais “adiantado” em termos de preparação física, dependendo do calendário do país desse clube. Ademais, se normalmente a maioria dos possíveis adversários é fraca, isso está longe de ser garantia, e o sorteio pode reservar uma ou outra pedreira – talvez, ao menos, um time daqueles chatos de se enfrentar em confrontos de 180 minutos.

- Serginho vinha marcando bem Juninho antes de ser expulso, vinha cumprindo com qualidade essa função; Bernard ficou devendo; Guilherme teve ótimos lampejos, mas mostrou a velha displicência em certos instantes; Leonardo é bom reserva, não está à altura da “9″ titular do Galo.

Arbitragem

- Fraca, errou para os dois lados. Anulou mal gol do Vasco – para ser sincero, nunca tinha visto aquilo, e imagino parte da mídia mineira, se um equívoco desse naipe fosse contra Galo ou Cruzeiro…

- Pênalti para o Galo foi bem marcado, na minha visão, embora considere lance difícil, discutível, e não daqueles nos quais é “implausível” dizer que não se marcaria. Não era lance (o pênalti) para expulsão do atleta vascaíno (algo que muitos atleticanos vêm reclamando). Se houve o contato suficiente para configurar falta (para mim isso aconteceu), a ação não foi deliberada, intencional, acintosa; foi mais pelo fato de ele ter “perdido o freio” e dado um toque sutil, suficiente para derrubar e atrapalhar o adversário. Penal, sim (apesar de complicado, discutível, duvidoso, e que seja plausível de outra interpretação). Vermelho, não.

- Expulsão de Serginho: a jogada em que recebeu o segundo amarelo, era passível desse tipo de advertência; contudo, o primeiro amarelo foi equivocado; portanto, quando levou o segundo, deveria estar recebendo o primeiro.

Cruzeiro: “olheiros” enxergando mal?

- Bruno Mendes chegou ao Botafogo, vindo do Guarani, e foi a “cereja no bolo” do time carioca, casando bem com o esquema sem um centroavante “trombador”, exageradamente fixo, de Oswaldo de Oliveira. Impressionante como o jovem que chegou do Bugre se acertou no Rio, com firmeza, sem sentir o peso de um time maior. Pergunta: alguma dúvida de que os “olheiros” do Cruzeiro observaram o atacante errado do Guarani, ao trazerem o limitado Fabinho, quando poderiam ter adquirido Bruno?

- Sendo justo, é preciso ponderar que Bruno, antes de sair do Guarani, vinha numa fase ruim, atrapalhado por contusões, sobretudo. Também deve-se lembrar que, enquanto Fabinho é um segundo atacante – faz função que a Raposa precisava com mais urgência, na oportunidade -, Bruno é mais “9”. Contudo, vale a reflexão. A princípio, a despeito das diferenças de estilo entre eles, mesmo dados todos os “descontos” realizados, Bruno me parece reforço bem melhor do que Fabinho, e na época que esse último veio para a Toca, o primeiro era totalmente viável, não era badalado, caro.

Reflexões sobre o título (merecido) do Flu, e volta da seção “sugestões de reforços para Galo e Cruzeiro”, no próximo post; fiquem ligados! Já nessa terça, divulgo prêmios da semana, com surpresa especial e prêmio diferente.

Prêmios da semana: livro com os maiores da história do Galo e camisa do Cruzeiro

Além da camisa do Cruzeiro, o livro Os dez mais do Atlético Mineiro, do grande jornalista Eduardo Murta, será sorteado. Agradeço ao autor pela cortesia, e, já tendo lido parte da obra (lançada no último sábado), digo que é excelente, muito boa mesmo. Essa vale a pena ler e ter na biblioteca pessoal! Entre os que votaram nos maiores da história atleticana estão o chefe Emanuel Carneiro e o companheiro Roberto Abras. O exemplar está autografado!

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Já era o melhor do mundo. Agora, então… Pontos positivos e negativos do Galo; concorra: camisa oficial do América

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 40 comentários

OBS: Muitos me perguntaram: os comentários do post dessa quinta foram respondidos hoje, na sexta. É só dar uma olhada que o retorno para a mensagem de vocês está lá. Abraço a todos!!!

Nem vale entrar tanto em questões um tanto batidas: os gramados perfeitos, os estádios belíssimos – sempre lotados -, as transmissões caprichadas… Isso quase todos já sabem.

Já era o melhor do mundo. Agora, então…

Nos últimos anos, o Campeonato Inglês se solidificou como o melhor nacional do mundo. Se a Premier League ocupa lugar especial no coração de 9 entre 10 amantes – antenados – do futebol, na temporada 2012-2013, o fascínio alastrado pela competição, quase perfeita, tende a aumentar. Em campo, o certame promete como sempre – e, ao mesmo tempo, como nunca. Qualidade superior, equilíbrio maior, conjuntos ofensivos: esse é o cenário no horizonte.

O Chelsea, rotulado de chato e retranqueiro, não atua mais assim. Tudo mudou com as novas aquisições. Num 4-2-3-1 que privilegia o ataque, tem, do meio para frente, uma espinha com Mikel, Ramires, Lampard, Hazard, Oscar, Mata e Torres. Desses, um costuma ficar no banco, e apenas o primeiro é volante realmente de contenção.

Por sua vez, o City, atual campeão, possui Tevez, curiosamente, como reforço, já que, na Premier passada, ele voltou a integrar o elenco apenas no fim, depois de resolver entreveros com Mancini, o técnico dos Citizens.

Insinuantes e sólidos, os antigos primos pobres de Manchester às vezes desfilam com um quarteto ofensivo de dar inveja: David Silva, Nasri, Aguero e Tevez (apesar de o comandante “vacilar” ao deixar o ex-corintiano no banco com frequência, optando por Dzeko). Só gente que sabe realmente decidir, com talento, “bola”, “drible”. Para completar, Touré é letal em suas investidas à frente. Marcador nos azuis, poderia ser armador tranquilamente, se o elenco não fosse tão privilegiado.

Finalizando o trio de favoritos, vem o United. “Cascudo”, com mania “irritante” de mostrar-se poderoso mesmo quando está atrás, em termos técnicos, de rivais domésticos ou europeus, a trupe de Ferguson aparece fortalecida. Van Persie e Kagawa chegaram para fornecer aos “Diabos Vermelhos” o que faltava: uma dose extra de habilidade genuína para fazer companhia a Rooney, casar bem com a experiência e a consistência que já vigoravam.

Arsenal, Tottenham, Everton e Newcastle pintam como os candidatos à quarta vaga na Champions. Apenas o Liverpool aparenta fraqueza pouco condizente com sua grandeza.

Nem vale entrar tanto em questões um tanto batidas: os gramados perfeitos, os estádios belíssimos – sempre lotados -, as transmissões caprichadas… Isso quase todos já sabem.

Galo e Fla: tática, arbitragem, e sua opinião. Como fica agora a luta pelo título?

- Complicado falar de tática em um jogo no qual, após a expulsão, aconteceu um cenário típico para as circunstâncias: ataque contra defesa. Antes disso, o Galo vinha no seu 4-2-3-1 original, e o Fla num 4-3-1-2, naquele formato de losango.

- Com um a mais, Rocha virou meia/atacante de vez, pela direita, Bernard manteve-se aberto pela esquerda, dois centroavantes ficavam enfiados, e R49 “flutuava” pelo meio, em muitos momentos voltando bem atrás para lançar, organizar, e dar qualidade à saída de bola.

- Réver muito bem. Guilherme (que não combina com a posição na qual está jogando, muito aberto pela direita,  e, independentemente disso, não vem bem) e Berola mal. Rocha com bons lampejos, mas, digamos, “confuso” em passes, cruzamentos e no momento de decidir. Aliás, falando em cruzamentos, impressionante como Bernard é eficiente nessas jogadas pela esquerda, com as duas pernas. Reparem o número de jogos que ele decidiu, ou nos quais contribuiu com assitências desse tipo.

- Arbitragem típica daquelas que mostram como é preciso resolver o problema nesse setor no Brasil: muito fraca, totalmente perdida! Não marcou pênalti para o Galo e, após esse lance crucial, errou para todos os lados, em jogadas de falta e afins. Na bola que acertou a trave, de R49, por exemplo, deu infração totalmente inexistente, algo que se repetiu em oportunidade na qual Renato Abreu levou amarelo por reclamar de marcação equivocada contra o rubro-negro. Pelos tipos e pela quantidade de equívocos, pela distribuição deles, evidenciava-se a “pouca inspiração” do juiz, e notava-se, na minha visão, que não era má-fé, era ruindade.

- No fim das contas, sobretudo pelo pênalti, o Galo foi mais atrapalhado pelo apito. Destaque também para o vermelho pra lá de estranho dado à Carlos César. PORÉM, sinceramente, tenho minhas dúvidas quanto à expulsão do lateral do Flamengo, e, nesse aspecto, poderíamos ter um erro parecido, em termos de capacidade de decidir, ao pênalti não marcado. Fiquei com a impressão de que o primeiro amarelo para Wellington Silva foi rigoroso. Mas, confesso, achei jogada duvidosa, complicada. Com tantos erros e lances polêmicos, acho exagero, nesse jogo, especificamente, falar em “vergonha”. O juiz pode até ter prejudicado mais o alvinegro, mas não penso que se quisesse atrapalhar os mineiros deliberadamente, expulsaria Wellington daquela forma, raciocínio que vale mesmo para quem acha que o vermelho foi merecido, pelo fato de se tratar de um conjunto de lances no qual um árbitro com más intenções dificilmente mandaria para o chuveiro.

- Assunto para ser destacado com calma depois: como jogadores e técnicos reclamam no Brasil, meu Deus?! Luis Roberto, da TV Globo, estava certo ao abordar o tema. Qualquer discussão, sei lá, sobre um lateral aqui, é pior do que a que acontece nos mais crassos, evidentes e decisivos erros na Europa. Jogador brasileiro, em sua maioria, anda muito chato, em todos os times, essa é a verdade.

- Para quem gosta de campeonato inglês: peguem a reação dos atletas no confronto dessa quarta, em qualquer lance “besta”, e compare com à dos jogadores de Chelsea e Man. United no clássico de domingo, quando a arbitragem decidiu o jogo. Love, Renato Abreu, e companhia, em qualquer falta não marcada no meio-campo, sem perigo, faziam escândalo pior do que o realizado por Fernando Torres, quando foi expulso em decisão pra lá de questionável, num duelo decisivo (aliás, diga-se, o espanhol não fez escândalo nenhum).

- Para vocês, o campeonato está decidido? Como ficou a disputa agora? E do jogo, o que acharam?

Analises do Cruzeiro no post abaixo!

Sorteio da semana: concorra à camisa oficial do América! ATENÇÃO: NOVAS REGRAS

- Prêmio da semana: camisa oficial do América. Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Cruzeiro, bom 2013! Mas dignidade é preciso… Dinamismo tático do Galo, jogo contra o Fla e luta pelo título; concorra: camisa do Coelho!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 123 comentários

Se o Cruzeiro não tem objetivos em termos de classificação, e já se prepara para 2013, o momento é de mudar o time, dar chances para alguns nomes.

Cruzeiro, bom 2013! Mas dignidade é preciso…

Pode parecer exemplar típico do mais enfadonho politicamente correto, ou papo de “especial para crianças”, na TV aberta. Mas quando vejo discussões sobre um possível corpo mole do Cruzeiro nessa reta final de Série A, pela falta simultânea de objetivos e riscos, não deixo de pensar no quão absurdo seria se isso acontecesse.

Amor pela profissão, pela própria carreira, aliado à consciência de que a trajetória de um futebolista é curta, e qualquer intervalo de meses pode ser decisivo para alavancar um salto no mercado de atletas; o fato de se estar em um clube grande, com milhões de adeptos, e de se ter um ótimo emprego, no qual as condições são tão excelentes quanto os vencimentos: tudo isso, e mais, há de entrar nessa equação.

Já deixando claro que não acredito em uma displicência proposital e/ou deliberada, é quase inegável que, em um tempo contra o Palmeiras (o segundo), e em outro diante da Ponte (o primeiro), a Raposa teve raça, interesse, digamos, abaixo do que seria rotulado como normal – contudo, insuficiente para insinuações graves, hei de apontar.

É óbvio que, aí sim, seria exagerar no politicamente correto exigir que uma equipe tenha, sempre, entrega próxima à de um adversário que postula o título ou a permanência na Série A. Determinada discrepância de “sangue nos olhos” é normal. Entretanto, mesmo dando margem para alguma queda no ímpeto, regada pelo bom-senso, há um limite para tal redução, o qual também precisa ser regido pela sensatez. Esperemos para ver em qual patamar, nessa seara, se enquadrará o Cruzeiro.

A Raposa passa por momento de transição, quase todo o plantel está “em prova”, e, nesse ponto, eis novo fator que deveria motivar. Tem muita gente que necessita mostrar capacidade de prosseguir no elenco, ou de nele aparecer, em 2013, com cotação superior à atual, passando mais confiança para a torcida.

E, considerando que arrumar a casa para a próxima temporada é o objetivo primordial nesse instante, a hora é de mudar o time, dar chances para nomes como Lucas e Élber, que carecem de testes e sequência.

Galo e Fla: se empatar ou perder, fica muito complicado… Dinamismo tático do Galo

- Galo e Flamengo fazem hoje mais tarde o jogo da rodada. O Independência vai ferver, a expectativa é total. Confronto imperdível!!! Se ganhar, para mim, o alvinegro continua TOTALMENTE na briga pelo título. Caso perca, ou empate, aí sim, dá para colocar o Flu com a mão na taça. Ou seja: decisão (sei que é clichê classificar o jogo assim, mas enfim…).

- O Atlético, diante do Flu, fez seu melhor jogo no certame. Na oportunidade, utilizou o 4-2-3-1 usual, mas, em um momento ou outro, atuou no 3-4-3, esquema que Cuca utilizou no Botafogo. Essa variação tem lados positivos e negativos. A equipe, com essa fluência, esse dinamismo, ganha poder ofensivo muito interessante, mas, às vezes, deixa a zaga demasiadamente exposta, sobretudo do lado direito. Nessa noite, penso que a filosofia da partida contra o Fluminense deve ser mantida; alguns contra-ataques podem até assustar, porém, atacar é preciso, e Cuca sabe armar esquadrões que privilegiam a ofensividade.

- Sobre essas questões táticas levantadas acima, falarei com mais “calma” e profundidade depois.

Sorteio da semana: concorra à camisa oficial do América! ATENÇÃO: NOVAS REGRAS

- Prêmio da semana: camisa oficial do América. Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Boas lembranças de leitores do blog; prêmio da semana, concorra! Links para erros dos juízes e velha história sobre arbitragem; Copa do Brasil 2000, título sensacional; concorra: camisa do Coelho!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 117 comentários

- Bom… O assunto arbitragem já está ficando repetitivo demais, assim como as teorias diversas que surgem por aí… Porém, em função principalmente dos pedidos de alguns leitores, de ótimas observações de vários outros – alguns, participantes ilustres desse espaço -, e de certos links interessantes sobre o tema, faço um apanhado geral de aspectos ligados às discussões que, com a ajuda de vocês, vêm sendo feitas aqui recentemente, a respeito dos critérios dos donos do apito, até com o intuito de “arredondar”, pelo menos por ora, esse debate.

- Que os juízes parem de errar tanto, e passemos a falar somente de bola, de tática, de emoção, já no próximo post.

Links e velha história de erros da arbitragem

- Primeiro ponto. Essa parte do post se deu especialmente em função do pedido de alguns participantes, e pelo fato de já ter publicado outro link, da mesma fonte, com os erros favoráveis ao Flu. Desde já, saliento que não analisei cada um dos lances referidos nos links a seguir, não emito aqui opinião sobre eles; coloco-os unicamente como uma curiosidade, devido aos pedidos, e para vocês tirarem suas próprias conclusões. Ao disponibilizá-los, fazendo essa ressalva, não aponto nenhum dos “lados” como verdade.

- Como o leitor Ramon F. Menezes destacou, não dá para divulgar essas coisas sem mostrar o outro “lado” e/ou ressalvar que não se quer, com a publicação de algo isolado, dizer que dá para ter conclusões definitivas do todo, coisa que alguns sites fizeram, dando a impressão de que apenas o Galo ou o Flu é “definitivamente” mais ajudado.

- Em geral, como venho dizendo, sem corroborar com conspirações, sem exagerar, sem descartar erros para o Galo e contra o Flu, penso que o tricolor carioca foi um tanto mais beneficiado pelo apito do que Atlético e Grêmio (citando os concorrentes mais diretos), a despeito dos méritos que possui, de ser impossível dizer como estaria o campeonato depois de tantos erros dos juízes para todos os lados, e de colocar esse pensamento como mera impressão, não uma certeza, pois não fiz avaliação suficiente para tal.

- Nunca disse que há complô no Brasileirão. Para um jornalista afirmar algo do tipo, tem de ter prova, coisa que não possuo – aliás, nem acredito nessa possibilidade de “esquema”, arranjo, não é questão de desconfiar e apenas não possuir evidência. Também nunca afirmei que só o Flu é beneficiado pela arbitragem. Galo e Cruzeiro também são “ajudados”. Contudo, quando citei um post do Mauro Cezar que mostrava alguns equívocos favoráveis ao tricolor carioca, a título de curiosidade, para reflexão, sem cravar nada, muita gente entendeu aquilo como uma afirmação de que só o Fluminense é ajudado.

- Como o Mauro é um cara democrático, sem juízo de valor, e sem dizer se A ou B estava sendo claramente ajudado no certame, colocou no blog dele alguns lances em que o Galo teria sido beneficiado, de acordo com torcedores – atenção a essa palavra… Da mesma forma, como fiz quando o post dele era o “contrário” – ou seja, mostrando lances ajudando o Flu -, coloco aqui link para esse texto também. Sinceramente, não parei para ver quem tem mais lances favoráveis, num estudo realmente profundo acerca da questão, e não quero entrar nisso. Apenas, democraticamente, coloco link para esse post porque tinha disponibilizado um para o outro, para vocês tirarem suas próprias conclusões.

- Confira aqui o post que muitos me pediram para mencionar do Mauro. O pedido foi para que esse link servisse como contraponto para esse outro post do Mauro (aqui), o qual já havia divulgado e comentado nesse espaço.

Copa do Brasil 2000 e boas lembranças dos leitores

- Avaliando critérios para “contatos leves”, o leitor Dolglas Souza, de Contagem, lembrou bem a certa similaridade do que ocorreu no lance de Leo Silva com outro episódio (“certa similaridade”, não foram iguais), apesar de discordar de mim (eu não marcaria falta em nenhum; ele, parece, marcaria em ambos): em outro jogo do Cruzeiro – além do já citado por mim, contra o Corinthians, em 2010 -, na final da Copa do Brasil de 2000, houve um “chega pra lá” parecido ao de Leo Silva na barreira, no lance que deu o título à Raposa (apesar de que o da partida do clube celeste foi ainda mais leve). Para que fique claro, na minha visão, o juiz acertou ao não marcar nada na final diante do São Paulo, ninguém disse nada na época (essa mania de querer assinalar qualquer coisa surgiu há pouco), e o Cruzeiro conquistou, merecida e indiscutivelmente, de forma heroica, épica, sensacional (para repetir os adjetivos que utilizei ao descrever Galo e Flu), um dos títulos mais emocionantes da sua história.

- Outra ponderação interessante, do Guilherme R. Durval, a qual cito integralmente, a seguir, e assino embaixo: “Polêmica ‘Léo Silva’: muito feliz a sua analogia entre o citado lance e a ‘cavada’ de R9, em 2010. Respeito as opiniões contrárias mas, PESSOALMENTE, também entendo que não houve irregularidade em nenhuma das ocasiões. Léo Silva buscava abrir espaços, utilizando-se do corpo sem qualquer nuance de violência ou força desmedida: totalmente lícito dentro de um esporte de contato. Do contrário, TODA cobrança de escanteio resultaria em penalty, Kleber (Grêmio) seria banido do futebol e esportes como o basquete, por exemplo, deveriam ser extintos…

- Por fim, uma feita por muitos: os jogadores do Flu sequer esboçam reclamar no lance de Leo Silva. Isso não deve ser “prova”, “critério”, mas, querendo ou não, é um ponto interessante para entrar na análise.

Belos lances que não aconteceriam com a arbitragem brasileira

- Outro belo comentário do Mauro. O vídeo, aqui, dispensa maiores apresentações, e vale colocá-lo por, nele, Mauro adotar critério que já defendi em textos passados, além de contextualizar, junto ao mesmo, alguns lances legais.

Sorteio da semana: concorra à camisa oficial do América! ATENÇÃO: NOVAS REGRAS

- Prêmio da semana: camisa oficial do América. Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!