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América

Salvando o torcedor do futuro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 74 comentários

É preciso pensar na família, na construção da plateia do futuro. É indispensável, por que não, cultivar o consumidor que tornará tudo possível daqui a alguns anos.

Salvando o torcedor do futuro

 

A paixão por acompanhar o futebol no estádio, via de regra, começa na infância. No máximo, na adolescência. O hábito de ver o time do coração jogando de perto, normalmente, de qualquer maneira, se desenvolve antes da vida adulta, de forma usualmente sutil, o que não significa, pelo contrário, necessariamente pouco arrebatadora. O pai, um tio “bonachão”, amigo, costuma plantar a semente. Aos poucos, quase de modo inconsciente, aquele gosto, uma espécie de impulso, às vezes de “vício” – com o perdão do exagero e sem a conotação negativa -, vai sendo construído. A continuidade e/ou o fortalecimento dessa rotina dependerá de várias coisas. Obviamente, do momento do time, das idiossincrasias do indivíduo, dos rumos de sua existência e, sobretudo, do todo da vivência passada no campo. Afinal, ir ao estádio transcende apenas o resultado, o simples ato de ver uma partida. É uma experiência. É diversão. É um entretenimento escolhido para alegrar, dar prazer; para preencher os raros tempos livres.

Aliás, diga-se, não é só o hábito de ir ao campo de futebol que corriqueiramente se forma cedo. Vários outros, conectados ou não ao entretenimento, também o são. Se não totalmente, ao menos, de determinada maneira, como uma espécie de predisposição, de tendência.

Pois então. Na medida em que os bilhetes encarecem cada vez mais, os jovens costumam formar um dos grupos mais prejudicados com esta elevação dos preços. Afinal, dificilmente, em termos financeiros, “caminham com as próprias pernas”. Se o fazem, normalmente vivem “duros”, e a independência tem limites e/ou é acompanhada de alguma abnegação forçada. O que dizer, então, das crianças? Vale destacar, a meia- entrada não costuma salvar em sentido amplo, principalmente quando falamos de, no mínimo, 50, 60 reais.

Para completar, o pai de família, coitado, que muitas vezes já sofre para pagar o seu ingresso – fora gasolina, lanches absurdamente caros (com criança, que sempre pede algo, então…) -, pena para poder fazer do campo um programa familiar, para realizar aquele ritual tão comum – que usualmente ganha contornos poéticos, lúdicos -, de “iniciar” o filho no mundo do futebol. Assim, com frequência, é obrigado a desistir do passeio considerado, a priori, o ideal, ou o realiza sozinho. Afinal, quem pode pagar, digamos, no mínimo, 90 reais – 60 dele e 30 do filho -, para ver os “clássicos estonteantes” do Mineiro?

Por essas e outras, precisamos repensar os preços das entradas para os jogos, nem que seja para os cotejos menos chamativos. É preciso pensar na família, na construção da plateia do futuro. É necessário manter a roda girando. É indispensável, por que não, cultivar o consumidor que tornará tudo possível daqui a alguns anos.

O crescimento do Cruzeiro… Vencedores Bolão do clássico entre Galo e Coelho

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 150 comentários

Desde sexta, os comentários estavam pendentes, sem respostas. Respondi a todos, basicamente. Basta olhar nesse post ou no anterior. Grande abraço a todos e obrigado por tudo!!!

Diego Souza e Dagoberto foram os destaques, deixaram ótima impressão. Taticamente, o esquema de Marcelo evoluiu.

O crescimento do Cruzeiro

Antes da rodada do fim de semana, vinha dizendo: “um ponto em que o bom e promissor 4-2-3-1 do Cruzeiro precisa melhorar passa pela maior e melhor movimentação dos três meias que o compõem”. Diante do BOA, no segundo tempo, o crescimento nessa seara aconteceu, ainda que a formação citada se misturasse, se confundisse, de alguma maneira, com o 4-4-2, justamente pela aproximação de Dagoberto ao centroavante, e pela movimentação das peças que estavam em campo. Para esse tipo de esquema dar certo, normalmente é necessário que seus jogadores de habilidade não estejam demasiadamente estáticos em suas posições. Mostra-se imprescindível dar um ar de dinamismo e circulação à disposição da equipe, até para que seus talentos não sejam facilmente anulados por se restringirem, previsivelmente, a uma faixa do gramado. Contudo, a carência nesse aspecto, visível quase sempre na versão 2013 da Raposa – fora o jogo contra o Galo, a exceção apareceu com mais veemência no último domingo -, é normal no atual estágio de desenvolvimento vivido pelo elenco celeste. Com o tempo, o entrosamento, essa questão a ser lapidada tem tudo para chegar, ao menos, perto do ideal. A torcida sentiu um gostinho desse cenário na goleada em Varginha. E há razões para o otimismo em torno do acerto tático continuar. Afinal, Marcelo, no Coxa, mostrou ótima capacidade de montar um esquadrão com as qualidades mencionadas. E na Toca, hoje, tem peças ainda melhores para triunfar nesse sentido.

Vencedores Bolão

Vencedores promoção: ninguém, em mais de 300 mensagens que recebi, acertou o resultado na pinta, hehehe!!! Por isso, fiz um sorteio entre as pessoas que mais se aproximaram, erraram por um gol, ou seja, apostaram 5 a 1 ou 4 a 2 para o Galo, por exemplo. Como só teve uma pessoa que apostou em um placar desse tipo e pediu a camisa do América, para o outro manto do Coelho que “sobrou” tive de fazer um sorteio entre todos os indivíduos que pediram a camisa da equipe do Fábio Júnior. Compreendido?

Abaixo, portanto, os vencedores, todos avisados por e-mail sobre os detalhes de como pegar o prêmio!! Muito obrigado pela participação maciça!! Os bolões e sorteios que contemplam os torcedores dos 3 maiores de BH vão continuar, e, eventualmente, ainda teremos camisas de outras equipes.

 

Ganharam camisas do Galo

 

Mauro de Andrade Assunção, que apostou 5 a 1.

Carlos Eduardo, que apostou 4 a 2.

 

Ganharam camisas do Coelho

Fernando Ferreira Dias, que apostou 4 a 2.

Hebron Dias, que apostou 3 a 2.

Muitas virtudes e alguns “defeitos” no Galo; bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo, e 2 do América; mais análises!!!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 125 comentários

Comentários pendentes de ontem (terça) e da semana passada respondidos. Basta olhar no post anterior.

Rápidas: América acerta, mas precisa mudar mais; Strongest pode roubar vaga do SP

- O América fez boa escolha para treinador, dentro da sua realidade. Também acertou ao sacar Eutrópio. Porém, sem mudanças razoavelmente contundentes no elenco, não deve chegar ao patamar que precisa. Em suma, trocar só o comando do time está longe de ser a solução. Falta qualidade, habilidade, “bola” mesmo, ao todo do plantel, que, obviamente, possui “exceções”, bons nomes. Rodriguinho e Claudinei entre eles (o segundo, grata surpresa para a temporada). Doriva é dono de bom potencial para adentrar nesse rol. Entre outros. Leandro Ferreira, da “velha guarda”, há muito tem se mostrado pouco eficiente. Não vem apresentando firmeza suficiente na marcação. Tampouco tem aparecido com a contundência, a habilidade, a constância e o dinamismo necessários na frente, para armar, driblar, chamar para uma tabela…

- Já havia falado que o The Strongest deveria ser respeitado como concorrente, de maneira geral, na chave do Atlético, e também nos enfrentamentos diretos contra o Galo – antes de o primeiro deles acontecer -, como a equipe organizada que é, longe de ser tão fraca como alguns colocam. Hoje, com a fase atual do São Paulo, e pelos méritos dos próprios bolivianos, não duvido que os últimos terminem com a segunda vaga do grupo. Longe disso.

- O próximo post terá como destaque o Cruzeiro. Os últimos foram focados no Galo pela sequência de jogos na Libertadores em um curto espaço. Mas, como disse, para manter a igualdade no blog, falarei da Raposa no próximo texto.

Bolão do clássico: arrisque um placar e concorra a 2 camisas do Galo, e 2 do América

Voltamos com a promoção da semana. Dessa vez, porém, ao invés do velho sorteio, achei bacana fazer uma brincadeira entre os participantes do blog. Para concorrer à camisa do seu time (serão sorteadas duas do América, e duas do Galo), arrisque um placar para o jogo de domingo. Os prêmios serão sorteados entre aqueles que acertarem o placar. O resultado será divulgado após o duelo, no domingo à noite ou na segunda pela manhã, aqui no blog.

Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto, cidade e a camisa desejada (já que alguns têm apostado “contra” o time do coração). Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos! Lembro, mais uma vez que, em caso de mais de dois acertadores do resultado, querendo a mesma camisa, haverá sorteio entre estes que acertaram.

Abaixo, texto parecido com as anotações “soltas” que fiz sobre o Galo na semana passada, mas com algumas novidades.

Com a chegada de Tardelli, além do óbvio ganho técnico, uma virtude do alvinegro, aí sim, “antiga”, remanescente do ano passado, se fortaleceu. Taticamente, em termos ofensivos, a evolução é nítida.

Muitas virtudes e alguns “defeitos” no Galo

No duelo contra o Strongest, sobretudo, mas também em outros instantes pontuais neste ano, o Galo, antes a equipe da verticalização, da velocidade, mostrou que pode ser o time da posse. Saber ter paciência – aliada à intensidade – foi muito importante diante dos bolivianos. Está aí uma arma que, sem dúvida, deverá ser necessária novamente na Libertadores, repleta de confrontos tensos, quando se encontra defesas organizadas, duras, às vezes quase estoicas, em termos de disciplina e entrega. Enfrentar um esquadrão bem postado, fechado, “pede” essa capacidade de ir tocando a bola, colocá-la no chão para envolver o oponente. Eis, portanto, outra faceta tão nova – por certo prisma – quanto positiva, apresentada pelo Atlético na atual temporada.

Com a chegada de Tardelli, além do óbvio ganho técnico, uma virtude do alvinegro, aí sim, “antiga”, remanescente do ano passado, se fortaleceu: a movimentação constante, intensa e insinuante dos 3 meias do 4-2-3-1. Mesmo Jô, o atacante, aquele que joga mais adiantado, entre nesse ritmo. Tardelli e Bernard trocam de lado várias vezes, em determinados instantes aparecem no meio com Ronaldinho aberto, enfim, há um dinamismo, um entrosamento muito interessante nesse sentido. Grande trabalho de Cuca, nesse fator.

Outro mérito do time e do seu comandante, que também deu as caras na partida de quinta passada, e já virou quase uma marca recente, está na capacidade de sair do 4-2-3-1 e chegar ao 3-4-3, interessante para confundir o adversário, se adaptar à realidade que o jogo pede (quando está no 3-4-3, como já abordei em outra coluna, o terceiro zagueiro é o Júnior César, e não o Pierre, normalmente).

Para não dizer que tudo são flores para os lados do Galo, alguns problemas ainda surgem, aqui e ali. Contra o Strongest, assim como em outras oportunidades na era Cuca, deu espaço em excesso, ficou demasiadamente exposto em alguns contra-ataques e pecou, mais uma vez, em certos instantes, na marcação pelo lado direito da defesa. Contudo, ressalto: defeitos ‘leves” – dentro do todo da favorável fase atual, destaco -, que não merecem ser usados para dar uma conotação negativa ao momento da equipe e de Cuca. Ambos seguem muito bem. Continuo aprovando o trabalho do comandante atleticano.

Três medidas para melhorar nossa – péssima – arbitragem; concorra: camisa do Galo; rodada dos mineiros, análises técnicas e táticas de Galo, Raposa e Coelho (posts anteriores)

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 115 comentários

Se não forem adotadas, que se justifique racionalmente, e não com aquele papo de que o futebol perderia a “magia”. Importante é discutir abertamente essas possibilidades.

Três medidas para melhorar nossa – péssima – arbitragem

A respeito do trabalho dos juízes, já disse em coluna passada que, mais do que nos perdemos em altercações infrutíferas, infinitas e chatíssimas, sobre lances pontuais, devemos abordar algumas possíveis medidas firmes e amplas para melhorarmos nossa arbitragem de modo concreto. Nesse sentido, coloco três pontos como prioritários, ao menos para estudo, análise dos comentaristas e responsáveis por decisões no meio, ainda que esses, ao fim das avaliações, não sejam adotados (de preferência, com a apresentação de justificativas plausíveis): profissionalização dos árbitros, uso da tecnologia, e definição de um critério de arbitragem, sobretudo no que se refere às faltas e aos toques de mão.

Na Inglaterra, onde os juízes são profissionais, os erros ainda continuam, é claro, e estão longe de ser raros. Mas o nível é claramente melhor. Física e mentalmente, a posse de tempo para se dedicar à atividade, se ligar nos meandros dela, estudá-la, discuti-la, obviamente, faz diferença.

Quanto aos aparatos tecnológicos, tênis, NBA e NFL nos mostram as maravilhas das quais são capazes. E há maneira de organizar a utilização dos mesmos, de modo que não se perca tempo, não se pare toda hora (limite de desafios pedidos por técnicos, uso em situações específicas, são alternativas).

Por fim, não dá para ter tanta variação entre apitadores que “deixam o jogo correr” – prefiro esse estilo, sem exageros, claro -, e aqueles que marcam qualquer coisinha. Para torcida, atletas, técnicos e imprensa saberem o que vigora, necessita-se debater o tema entre capacitados para, finalmente, ser decidido qual é “o estilo da arbitragem brasileira”, seja ele qual for. Pois hoje, não o temos. Há tendência forte no nosso país para minar do jogo a possibilidade de “qualquer contato”. Contudo, nem tão raramente assim, surge alguém apitando com concepção distinta, e essas aparições se dão em quantidade suficiente para dizermos, enfim, que não existe um critério bem delineado no Brasil.

- Rodada dos mineiros, análises técnicas e táticas de Galo, Raposa e Coelho, nos posts anteriores

Sorteio da semana: concorra à camisa oficial do Galo! ATENÇÃO: NOVAS REGRAS

- Prêmio da semana: camisa oficial do Galo. Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Cruzeiro: tática pode funcionar, mas precisa de mais qualidade no meio; os erros a favor do Flu; concorra: camisa do Galo; América: tática e problemas que precisam ser corrigidos; mais!!!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 43 comentários

O esquema tático pode até funcionar, mas precisa de peças de mais qualidade no meio. No ataque, porém, tem-se um titular e, sobretudo, uma esperança.

Análises táticas e técnicas do Cruzeiro

Ao longo do Brasileirão, o Cruzeiro mudou muito taticamente. Atuou no 4-2-3-1, no 3-5-2 (até com Leandro Guerreiro na zaga), entre outras variações. Porém, nos últimos cotejos, na Raposa, vem predominando o “bom e velho” 4-3-1-2, pautado naquele já tradicional formato de losango no meio, adorado por Luxa e brindado em todo seu esplendor na equipe de 2003, quando, convenhamos, os tempos não poderiam ser mais diferentes dos atuais para os lados da Toca.

Se o esquema ao qual Roth parece agora se entregar de vez, para o elenco que ele tem na mão, é dos mais compatíveis, alguns problemas permanecem. Nesse formato de jogo, por exemplo, os dois volantes que marcam e saem um pouco para o ataque, cada um majoritariamente de um lado, acabam participando demais das ações, pegando o tempo todo na bola, pelo fato de seus ofícios passarem justamente por um dinamismo peculiar, um “vai e vem”, por serem, em determinado sentido, motores do time. E o que dizer quando, no clube celeste, quem realiza essa primordial tarefa – pegando como referência a última partida, diante do Flamengo – é, Marcelo Oliveira, pela esquerda, e Willian Magrão, pela direita? A eles falta “bola”, presença, aquela capacidade de ser um elemento surpresa, de conduzir e passar com qualidade, enfim, basicamente, quase todos os atributos essenciais para o trabalho citado. Não é que esses nomes não tenham valor, vejam bem. Falo aqui da aptidão para um labor específico.

Observando outras alternativas frequentemente utilizadas no setor, como Charles (que entrou contra o rubro-negro durante o duelo) e Tinga, e refletindo que, nenhum deles, agrada com convicção a torcida, vemos que a dificuldade é complexa. Talvez seja o caso de dar espaço a Arias e Lucas Silva nessas posições, ainda que nenhum deles tenha convencido inteiramente.

Outra carência cruzeirense vinha sendo na função de segundo atacante. Nesse caso, boa notícia: pelo que demonstrou nos dois últimos jogos, Martinuccio parece superior aos que vinham ocupando esse lugar. Merece continuar como titular.

Erros a favor do Flu, mais beneficiado entre os que lutam pelo título

- Muito tem se falado dos erros favorecendo o Flu. Sobre isso, recomendo o ótimo post do Mauro Cezar Pereira, da ESPN, aqui. Ia abordar o assunto mas, essencialmente, concordo com a análise do Mauro que, para completar, ainda disponibilizou vídeos com alguns dos lances polêmicos. Basicamente penso que seria irresponsabilidade da imprensa falar em esquema, por não termos elementos para isso, nada na linha; também não endosso as teorias de complôs para o “eixo” Rio-São Paulo. Porém, ainda que por coincidência mesmo, é inegável que, entre aqueles que estão na luta pelo título, o Fluminense está sendo o mais beneficiado por equívocos dos juízes (é claro, contudo, que tem méritos, ótimos nomes, e muita eficiência).

América: tática e problemas que precisam ser corrigidos

- O América vem jogando em um 4-4-2 com pouquíssima criatividade no meio, não só por ter três marcadores no setor, mas por possuir volantes sem aquela característica de aparecer no ataque com qualidade. No esquema do Mauro Fernandes – tomando como base o jogo de ontem -, Agenor fica mais preso, como primeiro volante típico, bem próximo dos zagueiros; Marquinhos Paraná atua pela direita, marcando e saindo um pouco para o jogo; Leandro Ferreira faz a mesma coisa pela esquerda e, por fim, Rodriguinho é o armador solitário, atuando pelo centro. Esse desenho tático do Coelho, com um losango no meio, é basicamente o mesmo que vem sendo utilizado pelo Cruzeiro, a título de curiosidade.

- É preciso inserir uma dose extra de qualidade nesse meio; não dá para depender apenas dos lampejos do Rodriguinho para criar as jogadas.

- Impressionante como o América tem dificuldade para tocar a bola, trocar passes com qualidade. Na maioria dos últimos jogos do Coelho essa crítica à equipe vem sendo comum, mas o problema, apesar de conhecido, ainda não foi resolvido. Muita gente imaginava que essa deficiência técnica do meio-campo mudaria com a volta do Rodriguinho, mas isso não aconteceu.

- Rodriguinho até tem um lampejo ou outro, consegue dar um enfiada de bola interessante de vez em quando, mas permanece, na maior parte do tempo, devendo demais e muito apagado.

- Em suma: melhorar qualidade do passe, ter maior poder de criação, manter mais a posse, e não recuar demais quando sair à frente no placar, são medidas fundamentais para o Coelho. Buscar inserir mais qualidade no meio, talvez trocando ao menos um dos volantes, também poderia ser útil.

Sorteio da semana: concorra à camisa oficial do Galo! ATENÇÃO: NOVAS REGRAS

- Prêmio da semana: camisa oficial do Galo. Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!