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4-2-3-1

Fugindo dos clichês e dos rótulos; nem retranqueiro, nem ofensivo; a tendência do futebol atual

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 56 comentários

A palavra “equilíbrio” virou quase um mantra de treinadores. Lugar-comum citado de modo vazio muitas vezes, sem um conteúdo por trás, e sem aplicação na realidade, aos poucos, ela começa a fazer mais sentido no modo de os times jogarem.

Fugindo dos clichês e dos rótulos

A palavra “equilíbrio” virou quase um mantra de treinadores. Lugar-comum citado de modo vazio muitas vezes, sem um conteúdo por trás, e sem aplicação na realidade, aos poucos, ela começa a fazer mais sentido no modo de os times jogarem.

Entre alguns profissionais do futebol, e na torcida, ainda há certo vício na maneira de qualificar a tática, a postura de muitas equipes como ofensiva ou “retranqueira”. O que vemos na realidade, em muitos times de sucesso, não é algo que combina com nenhuma dessas definições. Cada vez mais, ao avaliar futebol, teremos de fugir desses rótulos, se quisermos ser precisos na apreciação.

No esporte mais popular do mundo, tornou-se mais corriqueiro atacantes e meias-ofensivos ajudando na marcação. Por outro lado, o papel do volante que em muitos momentos arma, e aparece mais à frente do que o próprio camisa 10 da equipe, também ganha força aqui e ali. Em muitas versões do 4-2-3-1, o esquema da moda, enxergamos meias abertos, criativos, ofensivos que, aproveitando o preparo físico privilegiado, atacam e compõem a marcação, acompanhando o lateral adversário.

Nesses exemplos, notamos que nem sempre aspectos como o número de jogadores supostamente com determinadas características revelam se um time é ofensivo ou não. Mais do que isso, percebemos a tendência atual, impulsionada, insisto, pela melhora nas condições físicas: jogadores que fazem um pouco de tudo; sabem jogar, mas contribuem no sistema defensivo como um todo.

Marcação pressão, atuação em blocos, cobertura do lateral feita por um homem mais ofensivo; marcadores que apoiam, apoiadores que marcam: observar esses e outros conceitos tem se tornado mais relevante na análise tática do que o mero rotular um esquadrão de ofensivo ou defensivo.

Apenas um exemplo entre vários possíveis, o Corinthians, apontado por muitos, equivocadamente, como retranqueiro, tampouco pode ser chamado de ofensivo, insinuante. Para dar um diagnostico correto de como o time atua, não temos de definir simploriamente com “conceitos”, de certo modo, retrógrados. O caminho é, simplesmente, compreender, atentar para a movimentação do todo, ir ponderando sobre cada ponto. Afinal, o futebol, hoje, é bem menos estático. Movimentação constante, e em grupos que vão se juntando pelo campo, tornaram-se ainda mais fundamentais.

Exaltando e criticando com exagero – e pouco fundamento; dirigentes de Galo e Cruzeiro no Bastidores; promoção especial Natal: ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 145 comentários

Não é que o futebol passe só pela tática. Pelo contrário. O talento dos jogadores continua soberano como o maior diferencial na maioria dos casos. Ainda assim, salvo exceções, sinto que as estratégias de jogo são pouco exploradas na mídia.

Exaltando e criticando com exagero – e pouco fundamento

Em tempos recentes, a figura do treinador de futebol passou a ser mais valorizada. Bodes expiatórios nos fracassos, gênios da raça nos triunfos, os professores frequentemente tornaram-se o centro das discussões. Os salários totalmente desproporcionais – no Brasil, até com os balanços financeiros dos clubes -, também dão o tom dessa nova forma de ver o treinador.

Contudo, se essa valorização da classe teoricamente poderia indicar que no debate futebolístico – sobretudo na imprensa – a tática estaria na ordem do dia, não é necessariamente o que acontece. Temos sim ótimos especialistas dessa na área na mídia. No todo dela, porém, proporcionalmente, a atenção que se dá para as estratégias não é a merecida. Salvo exceções, sinto que a tática permanece pouco – e mal, superficialmente – explorada no jornalismo – é claro que os excessos e o tom professoral, enfadonho, nessa área, não são legais.

Um dos pontos aos quais quero chegar é: fala-se muito em treinador, condenando-os ou exaltando-os, com exagero, corriqueiramente. Normalmente, porém, ao fazê-lo, falta substância: o conteúdo, a contextualização, o porquê das críticas e dos elogios, são pobres, pouco palpáveis, efetivos, objetivos. Coisas como o “perfil” do técnico – sem maiores explicações -, o fato de fulano ou sicrano ser “para baixo”, “triste”, “pé frio”, entre vários outros exemplos que se poderia dar nessa linha, não raramente são utilizadas como argumentos para, publicamente, falar do trabalho de uma pessoa. Julgar a atividade de alguém desse modo não só costuma ser bobo, como exala leviandade, até por quase sempre não se ter explicações firmes que mostram a participação desses “embasamentos” no resultado do time. Chega a ser, entre outras coisas, injusto assim proceder. Para completar, esses fundamentos quase esotéricos, supersticiosos, folclóricos, nas suas características e na falta de objetividade, somados a outros rótulos que colam nos treinadores, possuem mais espaço nos debates midiáticos do que a qualidade deles para enxergar futebol, do que a capacidade para formar o esquema do time em questão, ou, por outro lado, do que a falta de criatividade mostrada na montagem do quebra-cabeça tático.

Dirigentes de Galo e Cruzeiro no Bastidores

O que acharam da entrevista do Kalil no Bastidores ontem? Na quinta, receberemos Alexandre Mattos, diretor de futebol do Cruzeiro. Quais perguntas vocês fariam para ele?

Promoção especial Natal: ganhe camisas do Galo e do Cruzeiro

Época de Natal. Portanto, promoção especial: sorteio de camisas do Galo e do Cruzeiro, para presentear os leitores ou até mesmo para que os contemplados possam presentear alguém.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Eles não são Deuses. Mas tática ganha jogo (e campeonato)

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 67 comentários

Se o Corinthians não tem craques, qual é o seguredo de tanto sucesso? Entre outras coisas, o melhor trabalho de um treinador no Brasil recentemente. 

Eles não são Deuses. Mas tática ganha jogo (e campeonato)

Paulinho é um dos melhores volantes do Brasil. Danilo, um meia inteligente, experiente. Emerson Sheik, ótimo atacante: decisivo, rápido, cheio de personalidade. Cássio, excelente goleiro. Ralf, exímio marcador, firme, sólido na sua função.

Entretanto, mesmo com essas qualidades, não dá para dizer que o Corinthians é um time de craques, repleto de estrelas, de figurões. No próprio futebol brasileiro temos elencos mais recheados de individualidades badaladas.

Por que então o sucesso recente do Timão, campeão brasileiro, da Libertadores e mundial em um curto espaço?

Simples. Pelo mérito do coletivo. Da equipe. Do grupo. E, sobretudo, no cultivo dessas virtudes, pelo comando de um grande maestro: Tite.

Nos últimos anos, dentro do futebol brasileiro, não lembro de um ciclo vitorioso de um clube tão ligado a um bom trabalho de treinador como no caso da parceria atual entre Tite e Corinthians. Quando menciono um ciclo, falo de um trabalho dono de durabilidade razoável, que não se restringe a apenas uma competição.

Vivemos uma era de superestimação dos técnicos. Eles não são Deuses como tem-se a impressão em certas circunstâncias, ao ouvirmos determinadas análises. Em geral, o talento dos jogadores continua sendo mais importante. Entretanto, treinador às vezes decide jogo e, sobretudo, campeonato, sim. Principalmente tendo o grupo na mão e na parte tática. E méritos nesses dois quesitos não têm faltado a Tite no Timão.

O principal aqui não está nos números. 4-2-3-1, 4-1-4-1… Eles são importantes, servem para ilustrar, dar noção de alguns pontos. O mais preponderante, contudo, na montagem do time de Tite, pode ser percebido apenas vendo os jogos completos, toda a movimentação dos seus comandados. Impressiona a sintonia fina, como está tudo certinho, ajeitadinho, bem organizado – não que haja ali algo sobrenatural, mirabolante e infalível, longe disso.

Dotando-se de percepção, nota-se, sente-se o ensaiado, a consciência que as partes têm de suas funções. Um conjunto, um time, na acepção da palavra.

Se tivesse de escolher a palavra de ordem do Corinthians atual, em termos táticos, seria “aproximação”. Os atletas atuam agrupados, sempre dando opção aos companheiros. O time vai se movimentando em blocos, seguindo tendência dos esquadrões mais avançados taticamente da Europa, e fugindo de uma mesmice que vinha sendo predominante no Brasil recentemente – jogadores com distâncias enormes entre si, às vezes guardando posição em excesso.

Nota importante, passagem pelo Galo: sei que Tite esteve longe de fazer grandíssimo trabalho em Minas. A torcida aqui tem razão para criticar a passagem dele pelo Galo. Mas os profissionais podem mudar, podem evoluir, acertar aqui e errar ali… Simples.

Outra observação: Brucutus no meio, pouca bola no chão e fluência nos passes, tem sido outra tendência brasileira em tempos recentes. Nesses pontos, Tite também tem ido bem, colocando volantes que sabem jogar, embora tenha certos limites até pelo fato de o elenco não ser tão privilegiado assim. Portanto, não diria que o Corinthians chega a ser um exímio exemplar de time capaz de trocar passes com grande beleza e qualidade.

Os melhores de Minas em 2012; dê sua opinião! O time mais europeu do Brasil; ganhe camisa do Galo!

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 102 comentários

Os melhores de Minas em 2012; dê sua opinião!

Seleção do Guará, feita por jornalistas de todos os principais veículos jornalísticos de Minas:

Fábio

Marcos Rocha

Leonardo Silva (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Réver (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Éverton

Pierre

Leandro Donizete

Montillo

Ronaldinho

Bernard (unanimidade, recebeu todos os votos possíveis para estar na seleção)

Fábio Júnior (teve 10 votos, assim como Jô, mas, pelos critérios de desempate, por ser mais velho, o centroavante do América entrará na seleção)

Dirigente do ano: Kalil (não foi unanimidade porque alguns votaram em Maluf, mas nenhum dirigente de outro clube foi votado)

Técnico: Cuca (30 dos 31 votos possíveis)

Craque do ano: Ronaldinho

Revelação: Élber (curiosamente, Bernard foi mais votado, mas como tinha sido eleito para o mesmo prêmio no ano passado, e convenhamos, não faz sentido ele ser revelação em Minas de novo, já que aqui ele apareceu muito em 2011, Élber, o segundo colocado, levou).

Observações

- Achei a seleção muito bem escolhida. Senti falta de um centroavante que realmente convencesse durante o ano. Votaria em Alessandro para a minha seleção (esse seria o único jogador diferente entre a minha seleção e a que foi eleita).

- Para revelação, votei em Bryan, mas acho que a escolha de Élber também ficou de bom tamanho. Não que ele tenha sido espetacular; jogou bem pouco, e isso deve ser lembrado. Mas considerando que Bernard não era, digamos, “elegível”, não teve outro jovem que realmente marcou pra valer aqui em Minas.

O time mais europeu do Brasil

Marcação pressão, linhas do 4-2-3-1 bem próximas, time compactado, repleto de “pequenos grupos” de jogadores que vão se juntando por todas as partes do campo, para que haja sempre alguém perto para receber o passe e cercar, ajudar a recuperar a bola; meias-ofensivos que ajudam na marcação, e volante (Paulinho) que aparece como armador, surge como elemento surpresa; utilização de um “falso 9” em certos momentos: com tudo isso, o Corinthians de Tite é o time mais “europeu” do Brasil em termos táticos, mais antenado com o que existe de moderno taticamente no mundo do futebol. Impressionante como o treinador mostrou-se evoluído nesse trabalho dentro do gigante paulista. Óbvio, porém, que dizer se isso dará resultado em um torneio de tiro curto como o Mundial, é impossível. Começaremos a ter essa resposta daqui a pouco, quando o Timão entra em campo.

Ganhe camisa do Galo!!

Prêmio da semana: camisa oficial do Galo, até como homenagem pelo título mineiro, pela classificação direta para a fase de grupos da Libertadores, e por ter dominado as premiações de destaques do ano.

Para participar, o esquema é o mesmo: basta pedir o prêmio desejado nos comentários desse post e/ou dos outros que vou escrever durante a semana. O vencedor será divulgado no próximo domingo, aqui no blog. Peço para colocarem nome e sobrenome no comentário, bem como endereço de e-mail correto e cidade. Será necessário também apresentar documento de identidade na hora de buscar o prêmio (pedido da rádio, já que alguns tentaram se passar por ganhadores em outras oportunidades). Se a pessoa não puder pegar a camisa, basta passar cópia do documento para quem for recebê-la. E novamente, repito: CIDADE, NOME E E-MAIL CORRETOS SÃO INDISPENSÁVEIS!  Boa sorte a todos!

Cuca: uma possível reparação em um trabalho digno de nota; comparações Galo x Flu, Abel x Cuca

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 71 comentários

Um trecho dessa coluna já havia sido publicado aqui no blog. Porém, como prometido na oportunidade, volto ao tema de modo mais profundo agora, aproveitando parte de um texto que havia escrito antes em um novo contexto e com análises novas.

Se pegarmos as formações originais de Galo e Flu, em termos táticos, prefiro o esquema do Cuca ao do Abel. Porém…

Cuca: uma possível reparação em um trabalho digno de nota

Pelo terceiro ano seguido, Cuca merece o prêmio de técnico do ano no futebol mineiro. Essa conquista veio, como abordei aqui em vários momentos, recheada de méritos táticos, pela boa montagem de uma equipe solta, dinâmica, ofensiva e eficaz.

Contudo, refletindo sobre a capacidade de variar taticamente demonstrada pelo Flu – tema já apreciado na coluna -, que mudou de esquema de acordo com o adversário em certas ocasiões, jogando de modo espelhado ao do oponente – fora isso, mesmo em geral, trocou mais sua estratégia do que o Galo -, e lembrando que o Atlético mostrou-se, de certo modo, refém do seu 4-2-3-1 em alguns momentos (usou um 3-4-3 em determinados períodos dentro dos jogos, três volantes em outros, mas nada muito “significativo”), será que Cuca pecou por não mudar em instantes pontuais, até percebendo que o time, por ter ido tão bem no primeiro turno, acabou mais visado, badalado? Alem do mais: ao não encontrar a peça que joga no meio, pela direita, já que ali ninguém se firmou, não poderia ter tentado se adaptar de outra maneira taticamente, por exemplo?

Sou fã do trabalho do Cuca; penso que ele teve muito mais méritos do que defeitos, e que merece demais continuar. Mas mesmo os grandes trabalhos às vezes pecam em uma coisinha ou outra, e talvez, essa possível carência de habilidade para mudar o esquema em determinados cenários seja o principal dos defeitos da grande passagem de Cuca pelo Galo, repito, muito mais marcada pela qualidade, pelos acertos, do que por qualquer outra coisa.

Num aparente paradoxo, se digo que Abel acertou ao mudar em algumas partidas o esquema, ao criar determinadas alternativas para não se repetir tanto, não considero que o comandante do Fluminense, a despeito do ótimo trabalho, tenha, em termos táticos, feito algo “mirabolante”, digno de cânticos exultantes. Não foi o caso. Aliás, comparando taticamente sua estratégia “original” à do Cuca, prefiro até a do treinador do Galo (apesar de ambos utilizarem o 4-2-3-1 como base, as diferenças na forma de execução desse esquema existem). A vantagem do Abel aqui comentada esteve apenas, portanto, na maior capacidade de variar.