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Diagnóstico dos nossos problemas

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 189 comentários


Em termos técnicos e de estratégia, assim como aconteceu em 2015, o início do Brasileiro 2016 tem sido desanimador…


Diagnóstico dos nossos problemas


- O principal defeito tático dos times brasileiros: pouca capacidade de controlar o jogo. Isso pode passar em grau considerável pelo pouco tempo dado aos técnicos. Mas o primordial, para mim, é simplesmente a deficiência do trabalho dos comandantes. A incapacidade que eles mostram de, nos treinamentos, deixar o time com compactação e sintonia suficientes para fazer um jogo de posse e proposição com consistência, regularidade.


- O próprio excesso do 4-2-3-1 – sistema mais comum no futebol tupiniquim – contribui um pouco para isso. Claro que isso que vou dizer está longe de ser ciência exata, que é possível fazer jogo de posse e controle neste sistema (o Grêmio talvez tenha sido o exemplo mais emblemático nesse sentido, no Brasileirão 2015, embora também explorasse a transição, os contragolpes, em grande medida), mas, em geral, o 4-2-3-1 funciona melhor para uma proposta de jogo direto, com transição, objetividade, aceleração, verticalidade, intensidade, seja apostando bastante nos contra-ataques (o mais comum) ou não. Para piorar, não dá para dizer que muitos times utilizam aqui esse sistema e contemplam esse estilo, essa filosofia de intensidade e/ou transição, com maestria. Vários treinadores, inclusive, caem numa espécie de contradição ao defenderem, ao se colocarem como adeptos de um jogo que valoriza a posse, o controle e, na prática, escolherem sistemas, jogadores, escalações que pouco condizem com isso, com esse pensamento (Deivid, em 2016, foi exemplo desse tipo).


- Associados a essas questões colocadas nos últimos itens, alguns problemas graves e gerais: muitos times que exageram no chutão, com poucas ideias, pouca capacidade de propor o jogo e sem identidade, sem proposta clara e/ou bem executada de forma geral; pouca organização, pouco controle em diversos sentidos; no futebol brasileiro, o acaso, o errante, o aleatório, hoje, parece ter mais espaço do que em outros centros (Osorio chegou a dizer algo nessa linha; neste ponto, concordo integralmente com ele).


- Muito se falou que, no Brasileirão 2015, foi extremamente comum o time que tinha menos posse ganhar o jogo. Verdade. Esse fato passou, bastante, pelo que coloquei nos itens anteriores. Afinal, poucos times tinham mais posse com qualidade, com consciência, em função de uma filosofia, com consistência, controle. Devemos destacar que o fato em análise se materializou, em larga medida, simplesmente porque, num cenário em que nenhum dos dois times contemplava esse estilo de valorizar a posse, obrigatoriamente, um deles, ainda que não tivesse essa veia, teria de ter mais posse do que o outro. Não vejo, como foi colocado por muitos jornalistas, portanto, que o fato de o time com menos posse vencer indicava “vitória de uma filosofia”. Ora… Raramente alguém estava tentando ter filosofia de posse; quando queria, o fazia, invariavelmente, de forma atabalhoada; e em muitos casos, o que se via, era a ausência de qualquer filosofia – ou uma aplicação mal feita, pouco treinada, pouco consistente, pouco organizada da filosofia “transição, aceleração, jogo vertical”.


- Na linha do item anterior: muitos times jogavam mais em transição e acelerando do que em posse; ainda assim, vi poucas equipes contemplando esse estilo mais vertical com o mínimo de organização, convicção, regularidade, consistência. Poucos casos minimamente similares ao que vimos no Leicester esse ano (time pequeno e muito bem treinado para praticar esse tipo de jogo); exemplos ainda mais escassos de equipes que adotavam esse estilo com organização e de modo letal, altamente qualificado e com boa dose de sofisticação técnica/estratégica como vimos em muitos times de Mourinho e no Borussia de Klopp (óbvio que são necessárias várias relativizações para falarmos dessas comparações; entre elas: força de investimento e tempo de trabalho para o técnico; ainda assim, acho que vale a menção).

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Marcelo no Galo

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 354 comentários


Entenda como foi, em termos táticos, a trajetória de Marcelo em seu último trabalho.


Marcelo no Galo


A contratação de Marcelo Oliveira foi um acerto do Atlético. Aproveitando a chegada do novo treinador, reproduzo abaixo trecho de relatório que estou escrevendo sobre o Brasileirão 2015 – para um projeto sobre o qual falarei em breve. Neste, será possível conhecer melhor como foi a trajetória do mineiro no Palmeiras. Como a passagem de Marcelo pelo Cruzeiro foi bastante comentada aqui em Minas, acho que vale falar um pouco do trabalho mais recente dele. Nem precisaria dizer: o fato de ver defeitos não indica necessariamente pouco apreço e avaliação negativa a respeito da qualidade de um profissional como um todo. Em coluna vindoura explico por que o Atlético acertou na escolha do seu novo treinador. Vamos então a alguns trechos do relatório mencionado:


- Com Marcelo Oliveira, o principal defeito do Palmeiras foi, sem dúvida, o pouco repertório, o excesso de ligações diretas. Tudo era aleatório demais, desorganizado, na maior parte da caminhada dos paulistas no Brasileiro 2015. Pouca capacidade de trocar passes, controlar, envolver o adversário, jogar com consciência e consistência…


- Há uma espécie de consenso na mídia de que o Palmeiras sob o comando de Marcelo Oliveira se limitou demais ao 4-2-3-1 – muitos alegam que esse é um traço que o treinador carrega de maneira geral. Esteve amarrado a esse esquema. Aqui é preciso relativizar. De fato – embora o considere ótimo treinador –, dá para dizer que um dos defeitos que Marcelo tem é possuir um repertório estratégico – no que se refere aos sistemas, mas não somente – um tanto limitado e pouco sofisticado. Isso se viu no Palmeiras, no Brasileiro 2015. Também é possível afirmar que, em muitas oportunidades, ele se apegou ao 4-2-3-1 de modo excessivo; pareceu em alguns instantes sem capacidade de variar, sair dessa forma de jogar. Mas colocar como muitos fazem, de forma exagerada, literalmente – ou algo próximo disso –, que ele não monta esquadrões em outros sistemas, que não tem essa aptidão num sentido amplo, não é verdade.


- No Brasileiro 2015 – e no Palmeiras em geral – Marcelo chegou a sair do 4-2-3-1 em um número considerável de oportunidades para jogar no 4-3-3 (usualmente só com um volante estritamente marcador, e nomes como Robinho, Zé Roberto e Arouca variando nas funções de meio-campistas com mais liberdade), ou no 4-4-2 com losango no meio (4-3-1-2) – com um trio nos moldes assinalados acompanhado de Dudu como o “número um”, o ponta de lança, e com Gabriel Jesus na frente, movimentando-se como segundo atacante, fazendo dupla com um centroavante típico.


- Em alguns momentos, Marcelo mostrou variação até para “espelhar” o adversário, saindo do 4-2-3-1 para o 4-3-3 ou o 4-4-2 com losango no meio quando ia enfrentar um adversário com três volantes. Fez isso no Brasileirão em poucas ocasiões; na Copa do Brasil, no jogo de volta contra o Cruzeiro, no Mineirão, esse artifício deu muito certo; na oportunidade, em função de o conjunto de Luxemburgo jogar com três volantes, Marcelo atuou com Amaral, Zé Roberto e Robinho formando um triângulo, e no primeiro tempo só não conseguiu uma goleada histórica por detalhes (o placar do segundo também foi enganoso; o Palmeiras tirou o pé de maneira totalmente excessiva, quase inacreditável).


- Uma variação interessante do Palmeiras no campeonato foi: Dudu, visto por quase todos como um “homem de beirada”, um ponta, um cara agudo, vertical, para fazer o lado com características de atacante, foi transformado por Marcelo em meia central. O “número um”, o ponta de lança do 4-3-1-2 (losango no meio) ou o armador central do 4-2-3-1. Foi criativo e deu certo em muitos jogos. Saiu do óbvio e utilizou o jogador como poucos imaginavam.


Esclarecimentos importantes:


O blog esteve menos ativo nas últimas semanas pois, junto à equipe de informática da rádio, estou buscando corrigir alguns problemas do sistema. Nos próximos dias, ele voltará ao normal. E, em breve, teremos novidades e um espaço bem mais movimentado, com novos parceiros, mudanças no layout e atualizações mais frequentes.

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A primeira rodada do Brasileiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 366 comentários


O nível técnico da primeira rodada da Série A foi de chorar. E olha que, em geral, os selecionáveis estavam disponíveis em suas respectivas agremiações. O que esperar do período em que nossos melhores sumirem? Desvalorização do próprio produto: isso você vê por aqui.


Sobre nosso momento…


A atual geração brasileira pode não ser pródiga de jogadores que decidem com tanta assiduidade. Somente Neymar o faz. Mas está muitíssimo longe de ser limitada como muitos colocam. Coutinho, pela segunda temporada consecutiva, tem sido o melhor jogador do Liverpool – e foi um dos melhores do inglês. Continuando assim, pelo menos no mundo dos clubes, em breve deverá receber esse status de jogador que decide pra valer, que mencionei anteriormente. Douglas Costa esteve, seguramente, entre os cinco melhores da Bundesliga desta temporada; titular de um elenco tão primoroso quanto recheado, e uma das peças que mais fez a diferença para o Bayern desde que por lá chegou, altamente amparado por Guardiola. Thiago Silva e Marcelo sempre entram nas seleções que fazem por aí de melhores da Europa. E o que dizer de Fernandinho? Até ele, um dos piores do 7 a 1, e tido como brucutu irrecuperável aqui no Brasil, no City, joga bem. De primeiro volante, segundo homem do meio, ou até aberto pela direita. A torcida do time de Manchester o ama. Está aí o Noel Gallagher para não me deixar mentir…


Esclarecimentos importantes:


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O pior do Brasileirão

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 103 comentários


O que parecia impossível aconteceu: nossa pior faceta, este ano, estará ainda mais ridícula, surreal…


O pior do Brasileirão


A primeira divisão tupiniquim começou neste sábado e… Sim: um candidato ao título, como o Santos, pode, por uma canetada mal dada, pela inépcia dos nossos dirigentes – inclusive dos coniventes mandatários do clube da Baixada –, lutar contra o rebaixamento; ou, talvez, destinar-se ao limbo, à sempre esquecível zona da pasmaceira.


Não há nada mais surreal do que o calendário do futebol brasileiro. Num ano que reúne a Copa América caça-níquel, e os jogos do Rio – esportivamente grandiosos, mas pouco afeitos ao mundo do futebol, invariavelmente quase um estranho no ninho olímpico –, o ridículo ganha ares insuperáveis de caricato. No esporte bretão brazuca, repleto de problemas gravíssimos – dirigentes corruptos e mal preparados, jogos fracos, estádios vazios… –, o cronograma de partidas está, sem dúvida,

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entre as principais dificuldades. Perde, provavelmente, apenas para o despreparo e a falta de noção da cartolagem – e com essa realidade se entrelaça, já que são esses Mandachuvas “lunáticos”, disparatados, que o organizam.


Quando se fala em calendário, diz-se que sua principal questão é o acúmulo de jogos. Não é verdade. Por mais que este também seja um ponto importante, um erro até grave, na escala de loucuras do nosso cronograma esta situação esmorece, se perde em insignificância em meio a tantas coisas piores. Sabe aquela história do assassino em série que é preso por “gato” de TV por assinatura? É por aí. Nosso calendário aniquila tanto o espetáculo, a justiça, que o alto número de partidas vira contravenção em meio a crimes hediondos.


Comecemos a enumeração dos erros. Um futebol que não para sua atividade local durante as datas FIFA, só pode estar de brincadeira. O clube contrata, paga horrores, faz ginástica orçamentária, se mata para ter um bom time… Eis que, de repente, suas estrelas são convocadas e… E? Simplesmente ficam fora de jogos importantíssimos, que “apenas” decidirão o destino da equipe na temporada – para a qual, lembremos, o investimento “emprestado” à seleção foi contratado ou mantido como medida central, como maior esperança e estratégia para se obter sucesso justamente nesta mesma temporada. É mais do que bizarro.


Para piorar, nosso calendário e nossa organização permitem que clubes percam também peças-chave para seleções de base. Isso mesmo. Atletas já consolidados no profissional, já conhecidos no futebol mundial, digamos, por vias muito mais sólidas do que as categorias dos jovens, frequentadores de vitrines muito mais reconhecidas do que os torneios de “promessas”, já estabelecidos no mercado, deixam partidas com peso semelhante ao de finais de campeonato em suas agremiações para disputar AMISTOSOS de “juvenis”. É para desistir.


Se todas essas insanidades já são conhecidas, há algum tempo, do grande público, recentemente uma nova mazela do nosso calendário – utilizo aqui o termo em sentido amplo – ganhou a imprensa e a boca do povo. Clubes eliminados de uma competição local recebem, como prêmio, passagem para um torneio continental. Agora conta a do português?! Mas não, é no Brasil que isso acontece mesmo. O principal defeito nesta regra é a evidente falta de lógica, sentido, meritocracia. Uma confusão de valores, onde não se sabe o que é importante, o que deve ser feito. Ademais, tal regulamento dá margem, sim, a especulações em torno de supostas “entregadas”.


Esclarecimentos importantes:


O blog esteve parado nas últimas semanas pois, junto à equipe de informática da rádio, estava buscando corrigir alguns problemas do sistema. Nos próximos dias, ele voltará ao normal. E, em breve, teremos novidades e um espaço bem mais movimentado, com novos parceiros, mudanças no layout e atualizações mais frequentes.


A coluna de hoje é uma versão repaginada, levemente atualizada de um texto publicado há dois anos, aqui e no Hoje em Dia. O que serve também para refletirmos como o deficit de aprendizado reina no reino dos nossos “reis”…

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Brasil Olímpico?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 499 comentários


Ao invés de aparecerem apenas para arrotar sobre previsões de medalhas por aí, nossas “autoridades esportivas” deveriam…


Brasil Olímpico?


Em colunas passadas, abordei quais deveriam ser as prioridades do Ministério do Esporte: enxergar a prática de exercícios físicos num contexto amplo, como mecanismo socializante, de inclusão, civilizatório e educativo, contribuindo na formação de valores e na retirada de crianças e adolescentes do mundo das drogas, do crime; melhorar a qualidade de vida, a saúde da população, o que, além do bem humanitário, propiciaria uma economia inteligente de dinheiro público em gastos com hospitais e tratamentos diversos, entre outras coisas da área médica.


Digamos que, grosso modo, essas duas prioridades citadas surgem como as mais óbvias, notórias. Gostaria de acrescentar uma terceira.


Tendo em vista um Estado que tem como incumbência cuidar, em um grau considerável, do bem estar da população – e isso se aplica, obviamente, ao menos na teoria, a priori, enquanto definição, ao sistema político brasileiro –, é interessante pensar no esporte, em termos sociais, gerais, como um mecanismo, uma arma para a felicidade. Isso mesmo. Há muito a ciência já comprovou que a liberação de endorfina gera prazer, contentamento. Em médio e longo prazo, a prática de exercícios é um dos principais aliados que se pode ter contra a depressão. Logo, em termos biológicos, fisiológicos – além do ganho na prevenção de doenças da população –, a disseminação do acesso ao esporte, o incentivo ao hábito de se exercitar – que poderia se dar por meio das mais diversas campanhas e ações práticas –, contribuiria, diretamente, para deixar o povo mais feliz. É inegável: quem experimenta uma atividade aeróbica – não somente – qualquer, e se propõe a uma autoanálise, percebe que houve sim, após a prática do esporte, um ganho em termos de bem estar.


Num sentido mais filosófico e menos escancarado, o hábito de se exercitar contribui para a felicidade de outras maneiras. Schopenhauer e outros pensadores preconizavam que o tédio é, essencialmente, um dos principais fantasmas da humanidade. A distração de estar em movimento, em um jogo, em um desafio, em si, convenhamos, costuma ser um ótimo antídoto contra o famigerado aborrecimento. Fora que, o simples ato de reunir-se com amigos, preferencialmente ao ar livre, além de ocupar o tempo de maneira saudável, muda o astral, é terapia frequentemente sem igual.


Levando-se em conta que a entrega ao trabalho intelectual e à fruição artística – outro mecanismo para aliviar e sair do tédio, para elevar-se ante as angustias do âmago – é rara para o populacho – aqui no sentido de maioria, independentemente de classes –, a opção pelo esporte como parceiro nessa luta pelo espalhamento da felicidade, do bem estar, da saúde corpórea e mental, se torna ainda mais importante. Óbvio: uma coisa não anula a outra e o Ministério da Educação está aí para trabalhar. Mas que, conhecendo a espécie humana, conclui-se que fica

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mais fácil tirar um indivíduo da inércia corporal do que da intelectual, quanto a isso, não há a menor dúvida. Até porque, entre outros motivos, a segunda depende mais de tendências próprias, de certos predicados não tão comuns assim.


Portanto, nobres integrantes do COB e do Ministério do Esporte, eis mais uma razão para os senhores se preocuparem menos com o vôlei e o futebol de alto rendimento e, enquanto representantes do povo, dentro de suas áreas, trabalharem verdadeiramente para ele. Como prioridade.


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