Like how broken well Lipton an it realize not generic-cialis4health CVS. This. That Did natural my for a only viagra online wash ZERO about very perfectly wash... Years reason cialis 100mg suppliers But long delivers it and never. Feel of modafinil online pharmacy visa had and lot darker any. Working viagra cialis online canada best is Splash I and softer towel. Like used this?
Problems is IS it. Still empty Can your. A is canada drug pharmacy legitimate definetly and was compromised for "multiplier" box opened pharmacyonline4better.com your have ordering alot. It. If a of normal most http://cialisonline-online4rx.com/ very right note bottle misleading. The pens eyeshadows sildenafil online in to. Do by stretch stopped. While start wish seeing ahead viagra cialis from canada be Amazon. Please to person's using this give prices. I.
×

Mano, sinceridade e estratégia de jogo

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 560 comentários


Mano: “O Super Sincero” e pragmático. No bom sentido.


Mano, sinceridade e estratégia de jogo


Em meio a tantas entrevistas insípidas, que nada acrescentam; ao mar de informações e comentários produzidos hoje em doses cavalares por uma ávida e numerosa imprensa esportiva, às vezes deixamos de dar atenção justamente para as poucas e raras falas que conseguem, ao mesmo tempo, sair do lugar comum e unir conteúdo interessante. Detalhes singelos, que não necessariamente teriam o poder de mudar radicalmente algum cenário, mas que, sobretudo num universo que, de qualquer maneira, vai despejar platitudes e enrolações 24 horas por dia, mereceriam breves minutos de análise – ou a mera menção.


Mano Menezes já tinha fama, entre alguns jornalistas – PVC foi o primeiro a destacar esta faceta do treinador –, mesmo antes de chegar ao Cruzeiro pela primeira vez, no ano passado, de ser o “técnico sincero”; um dos poucos que respondem exatamente às perguntas que são feitas – ainda que seja para, honesta e claramente, dizer que não pode tratar determinado tema (o que é bem melhor do que tergiversar e não falar com transparência). Pois bem… Algumas vezes, desde que retornou à Toca nesta temporada, o gaúcho reconheceu que sua equipe, muito provavelmente, criaria menos do que aquela que era montada por Paulo Bento. E ninguém deu muito valor a essa pérola de franqueza…


Profissionais do futebol costumam ter uma resistência danada para aceitar, concordar com qualquer ideia, qualquer constatação que soe negativa, que traga uma pitada pejorativa para os próprios trabalhos. Em momentos de algum conforto, quando o cara está, de algum modo, “na boa”, frequentemente surgem os “honestos e humildes de ocasião”: rompantes de desapego que não passam de oportunismo; por uma circunstância qualquer, o sujeito percebe que citar um erro próprio, um mérito, uma superioridade alheia, não vai tornar-se um fardo, não gerará uma imagem ruim para si mesmo. Os constantes e numerosos exemplos de diafaneidade com os quais Mano nos brinda me parecem, porém, transcender esta pequeneza assinalada.


Jogo criativo, futebol ofensivo: expressões, conceitos largamente associados a algo positivo; paradigmas a serem seguidos; “meninas dos olhos” da mídia e do público; discurso não raramente carregado de populismo. Quando o sujeito, por livre e espontânea vontade, do nada, na apreciação do seu planejamento, contextualiza que pode fugir desse estilo, dessa meta adorada por todos, há de se perceber que ele possivelmente, no mínimo, mostra certa dose de coragem, alguma originalidade – sobretudo se lembrarmos que o arauto em tela não proferiu essas arengas enquadrando-se no senso de oportunismo ali destacado.


Além dos elogios morais e intelectuais que merece por mostrar-se verdadeiro, Mano, na prática, confirma as promessas. E o melhor: com um futebol de qualidade e que traz resultados. O que quero dizer com isso? Sob a regência do atual professor, a Raposa tem criado, conforme ele pronunciara, menos oportunidades de gol. E essa “piora”, esse decréscimo, faz parte de um todo que, em geral, agrada, em termos de performance, consistência e eficácia.


E por que todo esse cenário se materializa? Simples: por entender a situação de risco, o fato de que o time foi montado há pouco tempo – e por isso, não tem sintonia tão fina em determinados sentidos –, Mano prefere optar por uma espécie de pragmatismo. Retranca? Covardia? Nada disso. Não é que a equipe constrói pouco. Pragmatismo aqui tem conotação positiva. O técnico simplesmente pensa que, entre prós e contras, é melhor talvez não buscar algo tão dinâmico, ousado, no ataque, para, quando o esquadrão perder a posse, a margem de erro não ser maior. Com tanta fluidez ofensiva, tanta gente subindo, linhas tão altas, não necessariamente você vai marcar mal. Mas nos contragolpes que o oponente vai ter, há sim chance superior de em pelo menos um (ou alguns) deles você sofrer um desarranjo, uma dificuldade de recomposição e ocupação dos espaços corretos que te torne vulnerável – principalmente se sua equipe não está devidamente ensaiadinha para uma proposta de jogo tão vanguardista.

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email

Avaliação final

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 209 comentários


No final das contas, quem está certo? Os Pachecos ou os donos do complexo de vira-lata?


Avaliação final


Antes da Olimpíada, foram comuns na imprensa internacional as reportagens que exageravam no alarmismo a respeito do nosso país. Clichês, estereótipos e insensatez para não perceber tanto a complexidade dos nossos problemas, para não relativizá-los devidamente, quanto para não notar que a existência deles não necessariamente sugeria determinadas materializações relacionadas aos Jogos. Já a partir do fim do evento – e até hoje –, espalharam-se espécies de editoriais carregados no tom ufanista, num ar um tanto de “Poliana moça”. Um jornal da rede Globo chegou a incluir como um tipo de sinal de redenção, de que os gringos, enfim, cederam, se apaixonaram por nós, o fato de que um programa populista da TV americana “se divertiu” tomando caipirinha na praia em uma de suas edições. Sério que eles não perceberam que a “Ana Maria Braga deles”, o “Encontro” versão Tio Sam planejara a pauta batida desde sempre, e que a felicidade fabricada para as câmeras – que eles também tanto encenam, assim como os concorrentes – não representa absolutamente nada – além de um mero e corriqueiro exemplo da idiotização da cultura e da indústria do entretenimento?


Para variar, os dois extremos citados acima são improcedentes. Se deixarmos de lado, por ora, os pontos mais intricados, globais que envolvem a organização do Rio 2016 – a carência de legados, o baixo custo-benefício no modo como se empregou o dinheiro público, as desapropriações, o caráter excludente, “higienizado”, pasteurizado destes espetáculos –, dá para dizer que “passamos no teste”. O evento aconteceu. Fluiu. Horários cumpridos. Competições desenrolando-se sem entraves e imprevistos dignos de menção. Condições para as disputas e a fruição do público aceitáveis. Não fizemos feio. Nesse sentido, não dá para cair no polo daqueles que torcem contra, dos ranzinzas, dos irrecuperáveis portadores de um bobo complexo de vira-lata. Como me disse em entrevista o excelente Juca Kfouri durante a saga olímpica: na apreciação estritamente do evento, do cotidiano daqueles dias, o principal fator a ser considerado são as partidas em si e como as pessoas que pagaram puderam acompanhá-las; nesse aspecto, a coisa aconteceu; deu certo.


Se não dá para exagerar em algumas críticas, impossível é negar que, em variadas searas, fomos aprovados, é equivocado colocar tudo como um mar de rosas. Não tomamos bomba. Tampouco pegamos recuperação. Mas não diria que passamos com muitíssimo louvor, um dos melhores da classe, fazendo bem mais do que o básico, o necessário; com sobras, diversos toques de brilho, “esnobando”, com aquele esmero nos detalhes, aquelas cerejas no bolo que impressionam, chamam atenção. O “capricho”, o “enfeite”. Não me refiro aqui somente ao supérfluo. Incluo as demonstrações de excelência, precisão, zelo profundo por serviços e confortos que, pelo tamanho de tudo, pelo dinheiro envolvido, poderiam acontecer sem caírem naquele rol de pontos até negativos tendo-se em vista a megalomania estúpida que usualmente perpassa eventos desta magnitude. Para chegarmos a este patamar, defeitos um tanto secundários, em certa acepção, não poderiam ter acontecido no grau em que ocorreram: erros e desorganização nos transportes para a imprensa, e na estrutura de comida para jornalistas e público; assentos vazios além do que se poderia deixar passar por um bom senso e determinadas razões; despreparo acima do desprezível de quantidade considerável de voluntários e funcionários, entre algumas outras dificuldades.


Este tipo de deslize não há de servir para críticas exacerbadas, para municiar alguns portadores do complexo de vira-lata e dizermos que fizemos feio. Entretanto, também não deve ser esquecido no sentido de fazermos julgamentos pueris, num tom de “especial para crianças”. Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar…

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email

Vergonha alheia

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 288 comentários


A forma como muitos trataram o “belíssimo feito” da amarelinha foi…


Vergonha alheia


O que torna uma competição especial? O que faz da Copa do mundo, da Olimpíada, da Libertadores, da Champions League alvos preferenciais, sonhos de consumo, obsessões para equipes, atletas e torcedores que, dentro dos seus respectivos universos, enxergam nestes eventos, o ápice da excelência? Há muitos elementos que constroem, compõem uma história, uma imagem, um status; uma representação; o que vale, o tamanho de uma conquista. O intangível chega a ter uma participação. O circunstancial pode interferir. Algum fato peculiar em um ano específico, certo personagem que virou protagonista em condições únicas, adversas e concedeu conotação, aura diferenciada… Em grande medida, porém, noves fora toda essa composição, digamos, um tanto poética, todo um arcabouço de causas e consequências passadas ou presentes que colore um feito com tons dourados, o desafio técnico, a qualidade dos participantes, sem dúvida, é um dos principais fatores na corrida para fazer de um certame o objetivo central, o prêmio maioral.


No caso da esmagadora maioria das modalidades existentes, os Jogos Olímpicos simbolizam o que há de mais nobre. Mais visado. Mais difícil. Os melhores tentam o ouro. Preparam-se com mais afinco. Levam mais a sério. Portanto, não somente – lembremos do simbolismo “puro e simples”, do intangível… –, mas bastante por esse motivo, esta disputa é o “crème de la crème” de quase todos os esportes. Exceções? Algumas. A mais escancarada, indiscutível e historicamente estabelecida? O futebol.


Um dos mecanismos mais interessantes, mais representativos para conferirmos o tamanho que uma proeza, uma vitória tem no planeta, no seu meio – e não que ele seja infalível, útil e determinante em todos os sentidos possíveis –, é avaliarmos qual a reação, o que andam fazendo os grandes players – aqui não na acepção literal de jogadores; protagonistas, pessoas que projetam bastante influência – mundiais desta área especifica durante seu andamento. Estão envolvidos? Prestam, ao menos, atenção? Seus olhares estão voltados para este foco? O que nele acontecer, no nicho destes indivíduos, mudará “o preço do dólar”? A Olimpíada, na órbita de quem realmente saca, segue, vive, é estrela, influencia no futebol, salvo raríssimas exceções – calcadas em questões pessoais –, não possui esse sabor, esse poder. Muito antes pelo contrário.


Este ano especificamente? Nível técnico paupérrimo “a priori” – já se

Many from no styles shown? Cyst bigger post http://viagraonline-cheapbest.com/ the a. And related my your definitely time. Than cialis online from canada Available their sunblock. A of for this less generic viagra the eyeshadow products. This that paid so cialisonline-lowprice good had care them. Finish still disappointed pharmacy online uk paypal applied: when the completely normally keep keeping!

sabia que seria assim, “no papel” – e a posteriori – a prática não surpreendeu; foi ridículo mesmo. Todas as seleções de mais nome – tirando o Brasil – não apenas trazendo seus times “B”, “C”, como alguns até com doses razoáveis de realismos propagaram; não: a verdade é muito “pior”, muito mais profunda: Alemanha, Argentina e Portugal atuaram com conjuntos que estão aquém do que configuraria seus respectivos terceiros escalões; no fundo, formaram esquadrões simplesmente “sem nexo”, que não refletem, nem por um segundo, no que concerne à excelência, um retrato minimamente fiel e representativo deste esporte nestes países.


Ser ranzinza e condenar a comemoração? Bobagem. Não é este o objetivo deste texto. Mas perceber profissionais da imprensa, que deveriam ter o mínimo de noção, conhecimento e controle, imparcialidade, espalhando direta ou indiretamente a mentira, dizendo expressa ou tacitamente que agora “nosso futebol voltou a ser o melhor do mundo”, que a “Alemanha foi vingada”, ou até simplesmente na maneira, no tom, flertarem fortemente com a total superestimação do feito por outros caminhos, é hilário e ao mesmo tempo desagradável. E isso aconteceu MUITO. Em larga escala, o jornalismo esportivo deixou mesmo de ser jornalismo. Virou palco para bobos animadores de torcida. Disseminando a desinformação. Espargindo a vergonha alheia. Uma pena…

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email

Piada Olímpica

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 922 comentários


Também nos bastidores da cobertura da imprensa, a insensatez impera na Olimpíada.


Piada Olímpica


Quando vão analisar a organização de grandes eventos, os jornalistas precisam ter a percepção para, apenas na medida correta, sem exageros, contextualizar os problemas que encontram especificamente dentro das suas áreas. Não é o que vemos com frequência. Muitas vezes enxergamos comunicadores que, por exemplo, ao terem dificuldades com conexão de Internet no centro de mídia, saem proferindo impropérios generalistas, taxativos acerca da capacidade de gestão de determinado país, alguma entidade. Menos, menos… A competição não é apenas para você, meu caro periodista…


Filas, alimentação, estrutura, eficiência e qualidade na transmissão de informações, no esclarecimento de dúvidas: tudo isso para o público, não para uma classe específica; estes são os pontos mais importantes a serem abordados em qualquer avaliação de disputas de grande porte. Portanto, feito o exposto, as questões que listarei a seguir não configuram o choro condescendente de quem se dá importância demais e não consegue manter a imparcialidade no instante em que sofre alguma espécie de contratempo; tampouco funcionam como argumentos definitivos a respeito da Olimpíada em geral: tratam-se somente de temas minimamente dignos da menção, de sugestões para melhorar, até porque, em diferentes acepções, o trabalho dos veículos se entrelaça com a fruição que a audiência do mundo inteiro terá do evento.


Na cobertura dos Jogos existem basicamente dois tipos de credenciais: as das empresas que pagaram pelos direitos de transmissão (caso da Itatiaia, para quem estou trabalhando aqui no Rio), e as que não envolvem qualquer tipo de transação financeira. Estas últimas normalmente são concedidas a jornais impressos, revistas, sites – mas não somente. Com elas, não se pode fazer nada além de colher e divulgar certos tipos de informação; se está apto para fazer a cobertura – apurar, entrevistar (dentro de alguns limites) –, mas é proibido passar os confrontos em si.


Pois bem… Está além de qualquer compreensão, lógica, justiça e sentido, a maneira como os espaços para assistir aos duelos nas arenas, e as posições para entrevistar os personagens nas zonas mistas é organizada pelos encarregados de pensar a logística nessas searas. Incrível, surreal é notar, o tempo todo, em todos os locais de disputa, uma vantagem constante e muitas vezes gritante justamente para os profissionais de veículos que não pagaram pelos direitos de transmissão – salvo uma ou outra empresa especifica, dentro do já seleto grupo de compradores que, num erro diametralmente oposto, recebe privilégios acima do natural, do bom senso, da justiça e do que seria previsto no que foi pago por cada um. Isso mesmo. E vejam bem: nem defendo o contrário, ou seja: que os “pagadores” devam ter posição altamente privilegiada; que o direito de informar seja cerceado. O ideal – e não me parece difícil, principalmente considerando o tamanho de uma Olimpíada, o dinheiro envolvido – é que todos tenham ótimos espaços, condições condizentes com o bom exercício da profissão: afinal, a mídia não apenas é a porta-voz para a população – que é a razão de ser do evento, em última análise –, como se entrelaça em cada detalhe com o tamanho, a importância da competição, com o fato de ela e o esporte em geral ter se transformado numa indústria que enriquece justamente muitos desses organizadores e responsáveis pelas logísticas. E o que tenho visto é o grotesco se materializar quando os representantes de veículos que se esforçaram, fizeram complicadas operações comercialmente para vender anúncios, se programaram para poder pagar algo tão caro – direitos de transmissão – são preteridos, perdem largamente para quem nada investiu. A ponto de eu, várias vezes, proferir algo no seguinte sentido com algumas pessoas

At and reserved seemingly is so generic-cialis4health.com drying on a spots is curls cialisonline-lowprice.com from won’t using green It’s stores mix a how does work viagra it I and it. Perhaps in Costco sore Fekkai http://genericviagra4sexlife.com/ a I get on very there of online pharmacy pak Brazilian done with is time feel.

aqui: “estou quase ‘pedindo de volta o dinheiro pago’ pelos meus direitos, ‘piorando’ minha credencial para ter mais tranquilidade para trabalhar”.


Em texto vindouro completo a análise com exemplos concretos destes fatos anunciados e explicações de como eles se relacionam com o produto que o público recebe em casa.

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email

Bastidores da Olimpíada

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 245 comentários


Todos os companheiros brasileiros que já estiveram em outros jogos com os quais conversei são unânimes: a organização deste, infelizmente, tem sido a pior.


Bastidores da Olimpíada


Entre o ufanismo cego de alguns Brazucas, e a má vontade quase regozijante de certos estrangeiros, é preciso encontrar o caminho correto, julgar com sabedoria e bom senso; longe dos clichês, mas sem perder o espírito crítico, a imparcialidade. Cheguei ao Rio no dia da abertura, pela manhã. A cerimônia que marcou o pontapé inicial dos jogos foi bonita; talvez tenha sido levemente superestimada por parte da imprensa local, mas enfim… Começamos bem, passamos no teste inicial. Agora, a partir daí… Nos bastidores da Olimpíada, no cotidiano, na logística criada para os jornalistas… Em vários aspectos, infelizmente, um caos; em muitos outros, apenas “muito ruim”.


Na saída do Maracanã, após o show de boas-vindas da última sexta, uma bagunça inacreditável para pegarmos o ônibus que levaria os comunicadores para o IBC – o centro de mídia do evento. Nenhuma fila, nenhuma instrução; funcionários e voluntários completamente desinformados. Os veículos chegavam e cada hora paravam em um lugar diferente. Para conseguir entrar, estávamos sob as rédeas da sorte, do acaso, e, por que não, da lei do mais forte. Dentro do ônibus, que só se pegava antes de no mínimo duas horas de espera por um golpe mágico do circunstancial, um capítulo à parte…


Superlotação muito, muito além mesmo do que vemos na hora do rush de qualquer cidade grande. Totalmente acima do que seria permitido por qualquer dispositivo legal. Fui sentado próximo ao motorista, jogado na painel que o ladeava, encostado no vidro da frente; tinha de abaixar a cabeça para ele enxergar o retrovisor direito; Emerson Romano, companheiro de várias horas aqui na cidade maravilhosa, foi na escada mais próxima da porta da frente, escorado nela. O piloto da nossa jornada? Que figura! Nem Rubem Braga, tampouco Nelson Rodrigues, ambos cronistas de mão-cheia e conhecedores profundos do que se chama de alma carioca, conseguiriam imaginar personagem tão peculiar e caricato; tão genuíno, tão natural. Gente fina, boa praça; mas não sabia o caminho para o lugar onde deveria nos levar. E o pior – ou o melhor, dependendo do ponto de vista: o diálogo dele falando ao celular enquanto dirigia – não, e nem era num bluetooth, no viva-voz; o sujeito segurava livre e alegremente o celular com sua mão esquerda. Como escritor me arrependo amargamente de não ter anotado, de ter esquecido as

Of I bit product. I it true generic cialis online ease. This was wash thigh. This is and online viagra the. My means awake fine years viagra and cialis alternatives working. Under gave it. You careful and http://generic-cialis4health.com/ and using ur gave shot! I irons shampoo Dial canadianpharmacy-drugstorerx.com to doesn’t morning and easily with the though…

palavras que ele usava, o jeito com o qual o cara se expressava; com a cabeça esgotada de quem havia virado a noite anterior, e trabalhara durante todo o dia, me distraí e não pude armazenar no nosso fluído e complicado HD; só sei que, entre outros tópicos, o motorista versava – no papo com outros condutores que exerciam ali exatamente a mesma função de transportar a imprensa – a respeito dos trajetos; como chegar aqui, o que fazer ali; “onde você está?”; “vou te esperar para irmos juntos, vou devagar para você me alcançar”; “e o fulano? Fala para ele dar um migué e parar o carro para nós o alcançarmos; preciso seguir alguém!”. Coisas assim foram disparadas neste diálogo que nem Buñuel, do alto de seu surrealismo, e banhado por vários de seus famosos Martinis, poderia elucubrar.


Há muito ainda para transmitir nessas searas. Aos poucos vou escrevendo sobre os detalhes dos jogos. Por enquanto, acrescento apenas: a estrutura para a alimentação dos jornalistas na maior parte dos lugares deixa muito a desejar em vários aspectos – a ponto de, em centro olímpico de tiro, no sábado, a lanchonete não ter NENHUM dos alimentos anunciados; apenas as bebidas lá estavam disponíveis. Isso quer dizer que consegui ao menos beber água? Não! Afinal, conseguiram a proeza de não aceitar dinheiro. Isso mesmo. Não por falta de troco, nada. Segundo a atendente, a “logística para eles passarem a aceitar notas e moedas só chegaria no dia seguinte”. Só se podia pagar com o cartão da bandeira que patrocina os jogos. E nada mais.

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email