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Cruzeiro derruba líder ao estilo do papai Joel

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 3 comentários

O principal mérito do Cruzeiro ontem foi a marcação. A equipe do papai Joel, ao estilo de seu treinador, mostrou-se incansável defensivamente, conseguindo neutralizar as principais peças ofensivas da equipe paulista. Ralf e Paulinho, os volantes que têm sido fundamentais no abastecimento do ataque corinthiano, aparecendo em condições de finalizar e fazendo gols em muitos jogos, foram acompanhados de perto, e tiveram pouco espaço, pouca liberdade. Até os meias, Roger e Montillo, contribuíram nesse combate aos volantes adversários.

Danilo, homem importante na articulação do Corinthians, também foi bem marcado, principalmente por Marquinhos Paraná, o que atrapalhou a construção de jogadas do líder.

Entretanto, mesmo com essas qualidades, o desempenho do Cruzeiro não foi lá essas coisas. Até abrir o placar, quase não ficava com a bola, não criava, tinha pouca lucidez em termos ofensivos, ambição para o gol – esse cenário se manteve depois, com o desconto da expulsão de Gilberto e da própria vitória parcial. Apesar da boa apresentação defensiva, ao se retrair, dar a bola para o adversário, não conseguir razoável controle das ações, tanto no que se refere a lances agudos, quanto no que tange à troca de passes confiante, tranqüila, de qualidade, corria riscos de sofrer o gol.

Fica a sensação de que o golaço de Wallyson teve um caráter de jogada isolada, que poderia muito bem não ter acontecido, no sentido de não ter sido fruto, conseqüência de um time convicto, forte e criativo ofensivamente, que tenha construído chances em número minimamente razoável. A vitória de ontem, em certos aspectos, lembrou aquela contra o Vasco – com a diferença de que os cariocas pressionaram mais, sobretudo no primeiro tempo: postura cautelosa, sucesso na empreitada de impedir o oponente de marcar, e conquista do gol em lance, digamos, “pontual”.

Após o resultado de ontem, não se deve desprezar os méritos da equipe, e apenas criticá-la pela postura cautelosa; tampouco há de se exaltar a vitória cegamente, ainda que ela tenha peso especial, por ter sido sobre um time que não apenas liderava – e lidera -, como o fazia com contornos diferenciados, com aproveitamento de mais de 90% dos pontos. O Cruzeiro deve observar os pontos positivos, mantê-los, aprimorá-los, mas entender que, para a busca do título, talvez seja necessária uma melhora no jogo com a posse da bola, no quesito criação, uma mudança na postura. Pois no campeonato de pontos corridos, empatar quase sempre é péssimo, e jogando dessa maneira que vem fazendo em muitos jogos, os acertos “pontuais” no ataque podem parar de acontecer, assim como a defesa, apesar do bom trabalho, pode não conseguir suportar as investidas adversárias – que têm boas chances de ser insistentes, caso o comportamento retraído, de deixar a bola demais com o adversário permaneça. É preciso criar mais, melhorar o toque de bola, saber trabalhar a posse. Desse modo, não apenas o volume ofensivo e as possibilidades de gol aumentam, como também diminui-se a volúpia do oponente, e os riscos de ter a meta vazada.

 

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Apresentação do blog

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 28 comentários

Olá pessoal! Hoje entra no ar o meu blog, dentro do site da Itatiaia. É com muito prazer que utilizarei este espaço para falar de futebol mineiro, nacional e internacional, além de outros esportes. Com a convicção de que para darmos atenção para nossa realidade local, valorizando-a do modo merecido, não é necessário cair num provincianismo retrógrado e pouco amigo das ideias, da qualidade de conteúdo, buscarei refletir sobre os passos, os acontecimentos referentes aos clubes do nosso estado, ao esporte de Minas, repercutindo também alguns pontos interessantes do que acontece pelo Brasil, pelo mundo, em modalidades diversas, mas principalmente no futebol.

Opinião e crítica se misturarão a notícias, com o objetivo de fazer do blog um local onde análises e pensamentos se somam a novidades do cenário esportivo. Apresentar, filtrar e repercutir o noticiário que se espalha em veículos nacionais e estrangeiros, de mídias distintas: eis outra finalidade deste espaço. Afinal, mesmo com a facilidade de acesso a conteúdos de toda parte do mundo –

e talvez justamente por ela -, é difícil acompanhar, ficar atento ao que é notícia, assunto em diferentes partes do planeta. A pretensão aqui não é esgotar, abordar todos os temas, como um portal de atualização frenética, mas pincelar tópicos, fatos interessantes da nossa realidade local, e daquela que ultrapassa a fronteira do nosso estado.

A atualização do blog será diária, de segunda a sexta, normalmente com não só uma, mas algumas atualizações –

com eventuais postagens também no final de semana, o que não será regra, porém, e usualmente em menor volume, quando acontecer -, e toda vez que escrever um novo post, colocarei uma chamada e um link para este no twitter da Itatiaia. Portanto, para ficarem atento as novidades, sigam-no!

Como é da natureza dos blogs, convido-os a participar dos debates por meio dos comentários, ou do e-mail que aparece na sessão “Contatos”. A opinião, a interação com os leitores é sempre mais do que bem-vinda! Quase todos os dias, uma enquete nova, com o enfoque no futebol mineiro, será lançada, para que os torcedores possam expressar suas visões sobre os tópicos que mexem com seus times –

é interessante ter um termômetro de como a torcida está reagindo diante das atuações de jogadores, comissão técnica e diretoria.

Abaixo, dois post que fiz na fase de testes do blog, que hoje já parecem datados, mas valem para inaugurar o espaço. Abraços a todos!

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Algumas conclusões após a má participação na Copa América

públicado em by luizlima em Esportes | Deixe um Comentário  

- Nas quartas-de-final contra o Paraguai, e em boa parte da competição como um todo, Pato falhou como centroavante, pecou na hora de definir. Concordo com Mano na convocação, na colocação dele no time titular, e na escalação do atacante do Milan como camisa 9, jogador mais enfiado. Acredito que seja cedo para tirá-lo da equipe titular. É o melhor nome que temos na posição. Mas é bom ficar de olho. Tem de melhorar.

- Ganso não foi bem. Teve lampejos, deu – poucos – bons passes, mas não foi incisivo, mostrou-se ausente, apático em vários momentos. Junto com Pato, o pior do quarteto da frente no jogo da eliminação. Outro que merece continuar recebendo chances, pela qualidade que tem.

- André Santos não foi esse “ícone da ruindade” apontado por muitos – sempre há essa tendência de eleger culpados de modo exagerado, até inocente, que deixa de lado outros problemas mais complexos. Porém, não teve boa participação na competição, e, pelo que joga no clube, e na própria seleção, não merece ser titular. Marcelo, do Real Madrid, é o melhor brasileiro na posição disparadamente, o único que destoa positivamente entre todos os concorrentes. Teve problema com Mano, o qual acredito que será resolvido em breve.

- Ramires e Lucas… Uma dupla de volantes que sabe jogar, tem mais mobilidade; um contraponto a era Felipe Melo; a solução para o problema da saída de bola. Não foram mal, mas estiveram longe de se firmarem definitivamente, de jogarem realmente bem, de apresentarem a qualidade com a bola nos pés que já mostraram nas carreiras pelos clubes – se bem que Lucas nunca brilhou pra valer no Liverpool, oscilando maus momentos com fases, digamos, “corretas”, como a que viveu em tempos recentes. Deixam no ar a dúvida sobre qual a melhor opção para o setor. Há outros bons nomes para volantes – Arouca, Hernanes, Henrique, Fabrício, Elias, Anderson, além dos outros convocados, entre outros -, mas nenhum tão claramente acima dos escalados por Mano.

- Neymar não correspondeu às expectativas – e será que estas eram realistas? Teve participação entre razoável e ruim. Não deve ser queimado, alvo de críticas exageradas. Mas precisa receber orientações para ser mais decisivo, não enfeitar e hesitar demais. Além disso, o próprio esquema do ataque deve melhorar, para que os desempenhos individuais também possam crescer.

E para vocês? Quais as impressões que ficam após a má participação na Copa América?
 

 

 

 

 

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Em única boa partida na competição, Brasil é eliminado com atuação pífia na cobrança de pênaltis

públicado em by luizlima em Esportes | Deixe um Comentário  
CBF-NEWSNo jogo contra o Paraguai, pelas quartas-de-final da Copa América, o Brasil fez sua primeira boa partida na competição. A atuação não foi nada espetacular, é importante dizer. Longe disso. Mas pela primeira vez, o time teve mais consistência, fluência no jogo, conseguindo criar chances, envolver o adversário, controlar as ações. Os homens mais avançados estiveram mais próximos uns do outros, movimentaram-se melhor, e conseqüentemente, as jogadas saíram. A defesa sequer foi exigida, e não comprometeu.

Entretanto, pelas falhas nas conclusões, pela falta de poder de decisão, de frieza e categoria para definir, a seleção não conseguiu transformar o domínio em um mísero gol, depois de 120 minutos de futebol. E isso merece crítica. Às vezes parece que, se um time cria, tem mais chances do que o outro, está tudo bem. Por outro lado, para muitos, se o resultado não vem, está tudo errado. Nem uma coisa nem outra. Há de se reconhecer que o desempenho da equipe de Mano no confronto que levou à eliminação foi bom – nada minimamente além, somente isso, sequer muito bom -, sem deixar de considerar que a capacidade de conclusão é um fator primordial, um item da atuação de qualquer time, e que como tal, interfere na avaliação desta, não sendo algo à parte, “menor”.

Termos como “vergonha”, “vexame”, “fiasco” e “humilhação” foram assíduos nas manchetes após a queda na Copa América. Considerando-se o tempo de bola rolando, relativo ao jogo contra o Paraguai, eles são exagerados. Mas eis que veio a disputa de pênaltis… Aí sim, a atuação foi pífia. Não pela derrota, e sim pela forma como ela aconteceu. Com erro de todos os batedores, com pelo menos duas cobranças inacreditavelmente ridículas. O que mais me chamou a atenção, foi o seguinte: se o gramado estava atrapalhando – o que de fato, é verdade, mas vale para as duas equipes -, depois de o primeiro batedor sofrer com ele, os outros não deveriam mudar a maneira de posicionar a bola, de cobrar? Esperar quatro erros para se dizer: “É, o gramado está atrapalhando mesmo”, ao invés de notar rapidamente a situação que se evidenciava claramente, e se prevenir é, para recorrer a um eufemismo não muito sutil, falta de inteligência.

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