Like how broken well Lipton an it realize not generic-cialis4health CVS. This. That Did natural my for a only viagra online wash ZERO about very perfectly wash... Years reason cialis 100mg suppliers But long delivers it and never. Feel of modafinil online pharmacy visa had and lot darker any. Working viagra cialis online canada best is Splash I and softer towel. Like used this?
Problems is IS it. Still empty Can your. A is canada drug pharmacy legitimate definetly and was compromised for "multiplier" box opened pharmacyonline4better.com your have ordering alot. It. If a of normal most http://cialisonline-online4rx.com/ very right note bottle misleading. The pens eyeshadows sildenafil online in to. Do by stretch stopped. While start wish seeing ahead viagra cialis from canada be Amazon. Please to person's using this give prices. I.
×

Revista divulga lista das equipes mais valiosas de todos os esportes; a liderança do Manchester United e os números incríveis do futebol americano

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

A revista Forbes, publicação icônica americana no cenário econômico, divulgou uma lista com as equipes mais valiosas do esporte mundial. O critério para avaliação envolve inúmeros fatores: direitos de transmissão dos jogos para TV, venda dos mais diversos produtos licenciados, arrecadação com negociação de atletas, bilheteria e premiações em competições.

O fator que mais salta aos olhos no estudo é o impressionante domínio das equipes de futebol americano na lista. Entre os 50 melhores colocados estão 32 times da NFL! Isso quer dizer que TODAS as equipes da liga aparecem na pesquisa. Das 32 agremiações, 16 valem mais do que 1 bilhão de dólares! Incrível o potencial da NFL, que parece, de certa maneira, desconhecer a crise americana – fator que, aliás, torna ainda mais fascinante as somas estratosféricas.

Uma interessante comparação a se fazer nessa pesquisa, é a do futebol americano com a NBA, já que ambas fazem parte do mesmo mercado. A segunda, apesar de ser mais famosa no mundo inteiro – se bem que a penetração da NFL vem crescendo, com índice nada desprezível de adoradores bastante assíduos –, coloca apenas duas de suas franquias na lista: o NY Knicks e o LA Lakers, que, diga-se de passagem, surgem lá nas posições finais dos 50 mais valiosos.  

O principal fator para esses números extraordinários da liga de futebol americano parece ser a verba de televisão, que distribui 3,2 bilhões de dólares por ano para serem divididos entre os times da liga. E isso tem uma razão, pode conferir: sempre, entre os campeões de audiência da TV americana, os jogos da NFL são protagonistas.

No “nosso” futebol, “soccer” nos Estados Unidos, destaque óbvio para o Manchester United, primeiro no ranking. Interessante a posição do Barcelona, melhor time do mundo, “apenas” o 26º- no levantamento. Achei estranho o clube catalão atrás de Arsenal e Bayern de Munique, mas enfim…

Veja abaixo o ranking divulgado pela revista:

1) Manchester United – 1.86 bilhão de dólares (Futebol/Inglaterra)

2) Dallas Cowboys – 1.81 bilhão (NFL/EUA)

3) NY Yankees – 1,7 bilhão (Beisebol/EUA)

4) Washington Redskins  – 1,55 bilhão (NFL/EUA)

5) Real Madrid – 1,45 bilhão (Futebol/Espanha)

6) New England Patriots – 1,37 bilhão (NFL/EUA)

7) Arsenal – 1,19 bilhão (Futebol/Inglaterra)

8 ) NY Giants – 1,18 bilhão (NFL/EUA)

9) Houston Texans  – 1,17 bilhão (NFL/EUA)

10) NY Jets – 1,14 bilhão (NFL/EUA)

11) Philadelphia Eagles – 1,12 bilhão (NFL/EUA)

12) Baltimore Ravens – 1,07 bilhão (NFL/EUA)

13) Ferrari – 1,07 bilhão (F1/Itália)

14) Chicago Bears – 1,07 bilhão (NFL/EUA)

15) Denver Broncos – 1,05 bilhão (NFL/EUA)

16) Indianapolis Colts – 1,04 bilhão (NFL/EUA)

17) Carolina Panthers – 1,04 bilhão (NFL/EUA)

18) Tampa Bay Buccaneers – 1,03 bilhão (NFL/EUA)

19) Bayern de Munique – 1,03 bilhão (Futebol/Alemanha)

20) Green Bay Packers – 1,02 bilhão (NFL/EUA)

21) Cleveland Browns – 1,02 bilhão (NFL/EUA)

22) Miami Dolphins – 1,01 bilhão (NFL/EUA)

23) Pittsburgh Steelers – 996 milhões (NFL/EUA)

24) Tennesse Titans – 994 milhões (NFL/EUA)

25) Seattle Seahawks – 989 milhões (NFL/EUA)

26) Barcelona – 975 milhões (Futebol/Espanha)

27) Kansas City Chiefs – 965 milhões (NFL/EUA)

28) New Orleans Saints – 955 milhões (NFL/EUA)

29) San Francisco 49ers – 925 milhões (NFL/EUA)

30) Arizona Cardinals – 919 milhões (NFL/EUA)

31) Boston Red Sox – 912 milhões (Beisebol/EUA)

32) San Diego Chargers – 907 milhões (NFL/EUA)

33) Cinccinati Bengals – 905 milhões (NFL/EUA)

34) Milan – 838 milhões (Futebol/Itália)

35) Atlanta Falcons – 831 milhões (NFL/EUA)

36) Detroit Lions – 817 milhões (NFL/EUA)

37) McLaren – 815 milhões (F1/Inglaterra)

38) Los Angeles Dodgers – 800 milhões (Beisebol/EUA)

39) Buffalo Bills – 799 milhões (NFL/EUA)

40) St. Louis Rams – 779 milhões (NFL/EUA)

41) Minnesota Vikings – 774 milhões (NFL/EUA)

42) Chicago Cubs – 773 milhões (Beisebol/EUA)

43) Oakland Raiders – 758 milhões (NFL/EUA)

44) NY Mets – 747 milhões (Beisebol/EUA)

45) Jacksonville Jaguars – 725 milhões (NFL/EUA)

46) Chelsea – 658 milhões (Futebol/Inglaterra)

47) NY Knicks – 655 milhões (Basquetebol/EUA)

48) LA Lakers – 643 milhões (Basquetebol/EUA)

49) Juventus – 628 milhões (Futebol/Itália)

50) Philadelphia Phillies – 609 milhões (Beisebol/EUA)

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email

Novidades sobre Fàbregas no Barcelona – e mais: onde jogaria o espanhol no melhor time do mundo?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

O presidente do Arsenal, Peter Hill-Wood, admitiu, pela primeira vez, vender Fàbregas ao Barcelona. O cartola do clube londrino ainda salientou o desejo de que a longa novela acabe no máximo até a próxima terça-feira. O principal impasse para o negócio parece ser o valor oferecido pelo gigante catalão. “Se querem comprar o jogador, têm que pagar um preço justo. E se olharmos para o que estão pagando em outros lugares, não acredito que o que estamos pedindo não seja racional”, disse Hill-Wood.

 Se Fàbregas, sem dúvida um grande jogador, voltar para o Barça, a pergunta que fica é: onde ele entrará num time perfeitamente acertado, com um esquema tático milimetricamente orquestrado, cheio de nomes repletos de qualidade?

Do meio pra frente, Xavi, Iniesta, Villa e Messi me parecem intocáveis. Sobrariam, então, duas opções para Guardiola: tirar Busquets, e colocar Xavi, Iniesta e Fàbregas no meio campo, recuando, provavelmente o primeiro – talvez o último -, para fazer o papel de volante mais contido; sacar Pedro, jogando com Fàbregas e Iniesta – e o próprio Xavi – se aproximando de Messi e Villa, passando a ter um atacante a menos.

O jornal catalão “Mundo Deportivo” chegou a publicar recentemente outra versão tática para o Barça, considerando a contratação de Fàbregas. Seria o 3-4-3. Nesse caso, Busquets e Pedro permaneceriam na equipe principal, e um defensor seria sacado para a entrada do atual capitão do Arsenal. Acho improvável essa alternativa. Levando-se em conta que um dos três homens mais recuados seria Daniel Alves, que está longe de ser um marcador por excelência, não creio que Guardiola, por mais adepto do futebol ofensivo que seja, deixe o time tão vulnerável.

Para complicar esses “problemas” do melhor time do mundo, Alexis Sánchez, bom atacante chileno que estava na Udinise, também foi contratado para a próxima temporada, e para muitos, chega para ser titular – tenho minhas dúvidas.

Em uma equipe tão organizada, tão boa, dá até “medo” de mexer. Fàbregas é um nome que, em termos técnicos, tem condição de ingressar na formação principal. Mas, justamente pelo acerto que o Barça já demonstra em campo, e pelo fato de haver um equilíbrio qualitativo entre a possível nova contratação, e aqueles que já ocupam as vagas de titulares – fora Messi, numa categoria à parte, e de certa forma até Xavi e Iniesta -, fica complicado saber como escolher os 11 que entrarão em campo.

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email

Greve na NBA pode gerar situação inusitada no basquete mundial – novidades nesta sexta

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

Já imaginou os grandes astros da NBA jogando em outros países? Nomes como Kobe Bryant, Dwight Howard e Pau Gasol abandonando o grande palco do basquete mundial, a liga dos sonhos, das estrelas, para atuar na Europa? Há pouco tempo essa hipótese seria rotulada por muitos como impossível. Afinal, os salários ultra milionários, o glamour, o espetáculo, a tradição, os holofotes, tudo isso e muito mais está na liga americana. Mas com o impasse que assola a NBA atualmente, a hipótese outrora bastante improvável, agora atinge status de algo bem factível. Todos os nomes citados, entre outros, já acenaram que podem sim ingressar em ligas estrangeiras. Deron Willians, armador do New Jersey Nets, já até assinou um contrato com o Besiktas, da Turquia.

Normalmente, a temporada da NBA começa em Outubro ou Novembro – esse ano tem seu pontapé inicial marcado para o penúltimo mês do ano. Entretanto, o antigo acordo salarial entre jogadores e equipes expirou, e depois disso, um novo acerto não foi celebrado, o que pode impedir o início do próximo campeonato.

Com a indefinição, os astros da liga de basquete mais famosa do mundo começaram a dar sinais de que poderiam jogar em outros países, para não ficarem parados. O contrato deles com essas novas praças seria apenas até a volta da NBA. 

Nesta sexta-feira, um novo capítulo dessas especulações que vêm se arrastando há semanas veio à tona, contribuindo para o aumento das chances de clubes estrangeiros receberem os atletas da liga americana.

A Fiba, Federação Internacional de Basquete, divulgou que irá permitir que os jogadores da NBA possam se transferir para as equipe ligadas à entidade durante a greve que paralisa o campeonato americano, ainda que estes atletas mantenham seus contratos com as franquias dos Estados Unidos. Nesse caso, os jogadores seriam liberados para voltar à NBA quando as atividades nesta retornarem à normalidade, após o fim dos desacordos entre atletas e dirigentes.

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email

O jogo épico desta quarta – cada vez mais raro no Brasil; outras partidas memoráveis e os recados para o futebol brasileiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 3 comentários

Santos e Flamengo. Um jogo inesquecível, épico, daqueles para contar para os netos – como os confrontos entre Cruzeiro e Inter na década de 70, os de Galo e Flamengo na de 80, dois dos exemplos mais propagados por avôs e pais mineiros.

Depois de acompanhar dois jogos ao mesmo tempo às 7 e meia, algo estranho, não muito recomendável para que se assista com a calma e o foco necessários a um confronto futebolístico – tive de rever boa parte de um deles depois, aquele ao qual dera menos atenção durante a exibição ao vivo -, quase perdi o início de Santos e Flamengo. Pensava em fazer outras coisas, dar um tempo do futebol, e me ligar no cotejo com uns 30 minutos de jogo. Ainda bem que não o fiz, que abdiquei dessa ideia. Só os primeiros 45 minutos desse jogo valeram muito, mas muito mais do que os 180 das partidas de Cruzeiro e Atlético somadas. Aliás, só o primeiro gol de Neymar, sozinho, já era capaz de superar essas 3 horas de futebol enfadonho.

Nos últimos tempos, jogos como esse Santos e Flamengo têm sido cada vez mais raros no Brasil. Para a geração que passou a acompanhar o futebol mais ativamente a partir da década de 90, boa parte das partidas inesquecíveis, daquelas sobre as quais se falará com os netos, aconteceu na Europa. Os 5 a 0 do Barça no Real; a virada inacreditável do Manchester United sobre o Bayern de Munique em 99, nos descontos da final da Liga dos Campeões; o 4 a 4 épico entre Liverpool e Chelsea em 2009, que levou os blues à semifinal da Champions. O futebol inglês, sobretudo, tem sido pródigo nesses confrontos ultra disputados e corridos, em que os oponentes não desistem nunca, a bola não para, e, juntamente a isso, se tem técnica admirável – vale dizer, pela união de bons nomes britânicos com a legião de estrangeiros que já invade a ilha há muito tempo.

Alguns recados foram dados pelo jogo desta quarta, para que nosso futebol volte aos melhores tempos. Um deles é: os clubes precisam manter nossos craques por pelo menos um pouco mais de tempo aqui. Se Neymar já tivesse saído, aquele jogo teria sido possível? Outra mensagem importante: pensar grande, e repatriar bons valores, é fundamental. Caso Ronaldinho e Thiago Neves não tivessem retornado, o Flamengo seria capaz daquela exibição? Em suma: valorizar o craque, o talento, a qualidade. Isso é o que faz a maior diferença no futebol.

O jogo

Algumas observações sobre o jogo:

- Começando pela mais óbvia: no Flamengo, Thiago Neves e Ronaldinho destacaram-se. O primeiro, na temporada como um todo, tem sido até mais regular e decisivo. Nesta quarta, no entanto, a despeito de ter jogado muitíssimo bem, os holofotes ficaram com o dentuço. Três gols, lampejos do craque da época do Barça, e uma falta magistralmente cobrada, pela esperteza e inteligência – fora que, a infração que gerou o lance, havia sido sofrida por ele, em dribles sensacionais, num espaço curtíssimo.

- Willians é um grande cão de guarda. Principalmente a partir mais ou menos da metade do segundo tempo, foi um monstro, conseguiu alguns excelentes desarmes seguidos em cima de Neymar. Se melhorar um pouco o passe, vira volante excepcional. No time de Luxa, em certos instantes, lembra o Maldonado de 2003, pela marcação implacável.

- Outra óbvia: Neymar foi sensacional. Umas das melhores partidas dele como profissional. Agora, ainda mais alvo da Espanha – os jornais do país exaltaram com louvor a atuação do santista. Fez o gol mais bonito não só do campeonato, mas do ano, demonstrando, num mesmo lance, uma habilidade e um poder de arrancada incríveis. O segundo tento anotado exibiu lucidez e um toque magistral, comprovando a ótima capacidade do jovem de finalizar (algo que Robinho, a quem é constantemente comparado, não tinha nessa idade).

 - Ganso e Elano, nomes de seleção e de Copa América, não estiveram tão bem. O primeiro, um pouco apagado. O segundo, apesar do ótimo passe para o primeiro gol de Borges, não teve atuação tão firme, e perdeu um pênalti, mais uma vez, bisonhamente.

- O grande meio-campo santista, que estreava com Íbson, em boa parte do jogo, esteve um pouco frouxo. Acredito que pode funcionar e vale a tentativa, mas talvez precise de alguns ajustes.

- Para finalizar: a essa altura, muitos já devem ter visto esse lance, que já se espalhou por programas esportivos e pela Internet. Para quem não viu, abaixo, a jogada em que Ronaldinho cobrou falta no Barça de modo igual ao desta quarta.

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email

Cruzeiro: análise do jogo desta quarta, os três volantes, o ataque e outros assuntos

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 2 comentários

A primeira metade da partida em Goiânia lembrou a de Ipatinga: em geral, foi ruim; poucos momentos para serem selecionados como os melhores; atuação das duas equipes sem muita inspiração, pelo contrário. Nos primeiro minutos, o Cruzeiro bobeou algumas vezes, levou o gol, e sofreu perigo em outros lances. Em toda a etapa inicial, não criou, faltou qualidade com a bola, lucidez para organizar as jogadas, manter a posse com convicção e fluência. Essa situação, aliás, aconteceu mesmo na vitória contra o Corinthians, como falei no texto sobre o jogo, neste link a seguir. http://blog.itatiaia.com.br/cadudone/2011/07/cruzeiro-derruba-lider-ao-estilo-do-papai-joel/

O Cruzeiro tem boas alternativas para as meias: Roger, Gilberto, que pode jogar muito bem ali, e Montillo, na realidade, uma excelente opção. Supera o Galo nesse setor. Além disso, possui volantes que, fora a qualidade técnica – Fabrício, sobretudo, se destaca nesse quesito -, estão bem entrosados. No caso da equipe celeste, duas questões podem estar interferindo nessa dificuldade de criar: o ataque e o excesso de volantes.

Wallyson é bom jogador, mas falta firmeza, constância; muitas vezes não tem mostrado a qualidade para ajudar na construção das jogadas, para passar pela defesa, seja com dribles ou toques inteligentes, em conjunto com os companheiros, dando seqüência, contribuindo para que a bola continue com o time, no ataque. Não se trata de queimar o jogador, nem de tirá-lo da equipe. Ele tem seu valor, e deve ser mantido. No elenco não há outro superior. A falta de um parceiro com esses atributos que lhe carecem com freqüência, também não deve ser esquecida. Thiago Ribeiro permanece com constantes problemas de contusão, e quando participa dos jogos, ultimamente, não vem apresentando a mesma performance de tempos atrás – todavia, merece continuar tendo oportunidades, por raciocínio análogo ao aplicado a Wallyson. Os outros atacantes, a despeito de um ou outro lampejo, até agora, não se mostraram confiáveis.

Há de se lembrar que a principal cobrança da imprensa e da torcida no fim do ano passado com relação ao elenco da raposa era um atacante. Desde lá, nenhum nome de peso chegou e mostrou serviço. Essa questão foi esquecida pelo bom início de 2011, principalmente no setor ofensivo. Naqueles momentos, mais do que a qualidade dos dois jogadores avançados – repito, não se deve desprezar Thiago Ribeiro e Wallyson -, parece ter havido um acerto, um encaixe que se perdeu.

O esquema de três volantes é outro ponto a ser avaliado. Pode ser boa saída dependendo das circunstâncias, mas em geral, a presença de um segundo meia- com dois atacantes à frente, é bom dizer - me parece mais útil, eficiente. Para auxiliar Montillo na criação, a pensar o jogo; para que o time consiga maior domínio, posse e desenvoltura no campo de ataque, trocando passes, esperando as oportunidades, tendo maior possibilidade de propiciá-las.

Voltando ao jogo, no segundo tempo, o Cruzeiro não melhorou muito. Continuou sem produzir jogadas, com deficiência criativa. Teve chances em boa jogada de Montillo defendida pelo goleiro, e em lance no qual Anselmo Ramon se atrapalhou (aliás, por falar em problemas de atacantes, algo que aconteceu em quase todas as participações dele no jogo desta quarta). O Atlético-GO não apresentou nada demais na etapa derradeira, porém, trouxe perigo em algumas oportunidades, e fez o segundo gol em bela jogada coletiva. Para quem tem ambições altas, o Cruzeiro precisa melhorar.

 

Compartilhe:
  • Print
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Orkut
  • PDF
  • RSS
  • email