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Galo: reflexões sobre o jogo contra o Flu, o problema na criação e outros assuntos

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

No primeiro tempo o jogo foi ruim dos dois lados. Qualidade técnica, de criação, bom toque de bola, jogadas trabalhadas, conscientes, lucidez, nada disso deu as caras no Ipatingão nos primeiros 45 minutos. O Fluminense ainda não se acertou desde a volta de Abel. Não apresenta padrão, não atua como quem consegue manter a posse de bola com alguma qualidade, como time capaz de criar chances de modo consciente, consistente, com o mínimo de naturalidade, com razoáveis méritos ofensivos.

O Galo, por sua vez, também compartilha desse problema. A principal carência da equipe é um meia dotado da capacidade de fazer a ligação com a linha ofensiva, de aparecer para dialogar com os atacantes, para ajudar a desestabilizar e abrir a defesa adversária, construir jogadas. Muitas vezes, quando times não possuem jogadores desse tipo, os laterais amenizam a falta de esclarecimento criativo com boas subidas e participações no ataque. O São Paulo, no recente tricampeonato, jogou assim, até utilizando o 3-5-2 para dar maior tranqüilidade e possibilidade para os alas – em geral, não sou fã desse esquema, mas em algumas circunstâncias, dependendo do grupo de atletas que se tem, ele pode funcionar. Entretanto, como quase todos sabem, o Galo não possui laterais capazes de fazerem esse papel com maestria – vale ressaltar que acho um erro, um exagero as vaias aos ocupantes dessa posição, o que passa por certa mania de todas as torcidas brasileiras de “eleger” culpados de modo desmedido e injusto, esquecendo de outros problemas mais graves e reais.

No segundo tempo, o Atlético voltou melhor. Na base do ímpeto, de uma espécie de “vamo lá”, e aproveitando a dificuldade do Fluminense para ficar com a bola, teve oportunidades, exerceu até alguma pressão, ainda que ela não tenha sido fruto de grandes méritos técnicos. Bolas paradas, chutes de longe foram boas armas utilizadas, e trouxeram perigo para os cariocas. 

Já no finalzinho da partida, o Flu pressionou, teve duas boas chances – uma com Rafael Moura, outra com Fred. No fim das contas, o resultado foi justo, ficou de bom tamanho. O fato de André ter marcado na estréia pode ser muito bom para o Galo. Sempre quando um centroavante chega, com grande destaque, trazendo esperanças, se ele demora para anotar gols, a pressão começa a surgir, mídia e torcida iniciam aquele carnaval de críticas, questionamentos, e tudo vai crescendo como uma bola de neve, costumeiramente levando o jogador em questão a ser limado sem o crivo do bom senso, sem ter as chances merecidas. Num momento difícil, então, essa equação recebe um considerável agravante.

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Se o Galo perder nesta quarta, será que Dorival cai? Mais: a estupidez dos complôs e a imprensa leviana

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 1 comentário

Parte da imprensa já começa a especular se Dorival continua no Galo caso o time perca na noite desta quarta. Kalil tem demonstrado total apoio ao treinador, dando sinais de que pretende mantê-lo no comando. Essa mentalidade do presidente, na minha opinião, se mostra um acerto. É preciso acabar com a cultura brasileira de troca frenética de treinadores. Na teoria, e na prática, em geral, esse costume pouco beneficia os clubes.

Quando uma equipe se encontra em má fase, possui um bom treinador e, para complementar, não há nomes melhores no mercado – todos esses elementos configuram o atual quadro do Galo -, a demissão só se justifica caso a diretoria observe, no dia-a-dia do clube, um clima desfavorável, circunstâncias que, no fim das contas, tornam a mudança de ares a melhor saída. Por esse, e por outros motivos, é fundamental que os dirigentes estejam sempre em contato com cada aspecto da realidade de todo o setor de futebol.

Para chegar a esse diagnóstico de que a situação entre técnico e elenco sugere a saída do primeiro como melhor opção, é preciso viver, acompanhar de perto tudo o que cerca o cotidiano desses profissionais; ter bom senso, percepção e sensibilidade. Entretanto, parte da imprensa parece ter o hábito de, levianamente, fazer afirmações fortes decretando, por exemplo, “que há complô de jogadores contra o treinador”, entre outras nessa linha, sem compromisso com a informação, com os indivíduos envolvidos diretamente, com o público. Pessoalmente, não estou apto para dar opiniões nesse sentido. Não vivo o dia-a-dia de nenhum clube. Sei que alguns poucos jornalistas fazem esse papel muito bem, mas outros, que não entram nesse rol de profissionais assíduos no cotidiano de alguma equipe, continuam disseminando “informações” como se a ele pertencesse.

Não duvido de que possam ser realizados, por grupos de atletas, expedientes como os mencionados “complôs”, simplesmente no sentido de admitir a possibilidade. Não sei se ele acontece, se é comum, raro; não o coloco como provável, nem o contrário. Soa extremamente estúpido, todavia, jogadores atuarem mal propositadamente com o objetivo de derrubar um técnico, pois simultaneamente a essa tentativa – à parte a injustiça que podem estar cometendo, e os dilemas éticos -, os atletas mancham seus nomes com desempenhos ruins, atrapalham suas carreiras – que, vale lembrar, são curtas, e dentro das quais cada temporada, geralmente, pode ter papel decisivo -, perdem valor no mercado.

Mesmo com o apoio de Kalil, talvez, caso o Galo perca, Dorival pode optar por pedir demissão, já que a maré realmente está péssima. Não que ele tenha o perfil de técnico que “abandone o barco” diante de dificuldades, ou deixe de cumprir seus compromissos, muito pelo contrário. Pode sair por achar, simplesmente, que é o momento.

Não é demais lembrar, porém, que o comandante do Galo tem mercado. Está sempre cotado quando um grande está atrás de técnico. Esse é o caso do Inter, nesse instante. Para muitos, o clube de Porto Alegre estaria preparado para convidar Dorival para assumir o posto de Falcão, se o primeiro sair do Atlético.   

 

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Novidades no futebol inglês: a segunda maior contratação da história da Premier League, o calcanhar polêmico e mais

públicado em by Cadu Doné em Esportes | Deixe um Comentário  

- O argentino Agüero, do Atlético de Madrid, deve assinar com o Manchester City ainda nesta quarta-feira, de acordo com o jornal britânico The Guardian. O valor pago pelo time inglês, ainda segundo a publicação, será 38 milhões de libras, o que colocaria a contratação de Agüero como a segunda mais cara da história da Premier League, atrás somente da soma paga pelo Chelsea por Fernando Torres (aproximadamente 50 milhões de libras), no início desse ano. Alguns veículos ingleses já especulam quem será titular no ataque do City, que terá, além de Agüero, Tevez – se este não sair para a Inter -, Balottelli e Dzeko. Para mim, Agüero tem lugar na equipe principal, ao lado de Tevez e, talvez, de Balottelli, se este se acertar psicologicamente e Mancini fizer o esquema com três atacantes – algo improvável para este treinador demasiadamente “cauteloso”, para não dizer outra coisa. Dzeko é bom jogador, mas está abaixo dos demais.

- Falando ainda de Manchester City, o calcanhar de Balottelli dado em jogo amistoso nos Estados Unidos continua gerando polêmica. Nesta terça, foi a vez de De Jong dar declarações fortes sobre o companheiro de equipe.  “Já joguei com algumas pessoas de caráter estranho, mas esta foi a primeira vez que vi uma coisa desta. É frustrante e se ele continuar com estas atitudes será um desperdício de talento”. Essas foram apenas algumas das palavras do holandês sobre Balotelli, que já havia sido repreendido por Mancini, técnico do City, tanto no momento do lance controverso – quando substituiu e chamou a atenção do jogador -, quanto em declarações nos últimos dias . Vale lembrar que, se o italiano de fato é um dos jogadores mais, digamos, “problemáticos” do mundo, De Jong também já foi protagonista de polêmicas. Com fama de violento, na final da Copa do Mundo do ano passado deu uma voadora em Xabi Alonso, não sendo expulso apenas pelo incrível erro de Howard Webb. Se você não viu ainda o lance de Balotelli, confira no vídeo abaixo.

- Já no rival da cidade, Alex Ferguson, técnico do Manchester United, disse que não deve contratar mais ninguém para a próxima temporada. Na janela de transferências, o escocês trouxe três jogadores: Ashley Young – o principal deles, meia que chegou do Aston Villa, vem tendo destaque nos últimos anos, e é constantemente convocado para o “English Team” -, Phil Jones – jovem zagueiro do Blackburn e da seleção inglesa sub-21 – e David de Gea – goleiro que veio do Atlético de Madrid. Os investimentos são interessantes, e valem para rejuvenescer um elenco que vem perdendo nomes em função da aposentadoria, como Gary Neville e Paul Scholes, que penduraram as chuteiras nessa temporada. Giggs, outro pilar do United, deve terminar a carreira em breve. Entretanto, não são suficientes para elevar o patamar do Manchester consideravelmente. Continuará brigando por títulos, mas não sobe o degrau para se equiparar ao Barcelona, como era o objetivo declarado após a derrota na final da Champions.

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Santos volta com força total contra o Flamengo nesta quarta. O melhor elenco do Brasil ainda pode se recuperar no campeonato?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 2 comentários

 

Com a volta de suas principais estrelas, que estavam na Copa América, e a chegada de excelentes contratações, o Santos joga, nesta quarta-feira, contra o Flamengo, com sua formação mais forte do ano – pelo menos no papel.

O time que já tinha conquistado o torneio mais cobiçado pelos sul-americanos, agora tem tudo para se tornar ainda melhor. Comparando-se com a equipe que triunfou na Libertadores, o novo Santos têm Borges – que não chegou a tempo de ser inscrito na competição continental – no lugar de Zé Love, sem dúvida um ganho; Alan Kardec, centroavante ex-Vasco e Benfica, que deve ser boa opção para o banco; além disso, Íbson e Henrique, ex-Cruzeiro, dois volantes de alta qualidade, chegam para rechear o elenco. Difícil será encontrar lugar para todo mundo nesse meio de campo.

Nesta quarta, a escalação no jogo contra o Flamengo deve ser: Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Íbson, Elano e Ganso; Neymar e Borges. Se esse time já causa impacto, há de se lembrar que Danilo, lateral-direito, está com a seleção sub-20 para a disputa do mundial da categoria; que Henrique e o volante Adriano, que teve ótima participação no primeiro semestre, sendo fundamental na conquista da América, não estão condições físicas de jogar. Quando Henrique e Adriano voltarem, como ficará o meio de campo? Serão 6 nomes de peso para 4 vagas…

Se não fossem os desfalques da Copa América, e o tempo em que teve de priorizar a Libertadores, o Santos muito provavelmente estaria em condições melhores na tabela. Mas a pergunta que fica é: com esse time, com o melhor elenco do Brasil – na minha opinião -, a equipe da baixada consegue se recuperar e lutar pelo título?

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Galo joga mal, é prejudicado pela arbitragem e perde mais uma

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 5 comentários

Depois da derrota de ontem, o Galo reclamou muito da arbitragem. E com razão. Nenhum dos dois pênaltis marcados contra a equipe foram assinalados corretamente, e o segundo – uma falta fora da área – foi decisivo para o placar final. No entanto, de forma alguma esse equívoco do juiz deve apagar outra má atuação do time.

No segundo tempo, quando voltou mais incisivo e insinuante, o Vasco teve chances e poderia ter matado o jogo. O time atleticano mostrou-se novamente desorganizado – isso não quer dizer que defenda a saída de Dorival, vale dizer, que é bom treinador, e cuja manutenção me parece um acerto da diretoria, entre outras coisas, também pela falta de nomes melhores no mercado -, e com carência de jogadores de qualidade, capazes de decidir a partida. Nessa maré de atuações ruins, em um ou outro momento, isolado, pode ter faltado um pouco mais de empenho; o problema principal, contudo, é falta de “bola” mesmo.

O Galo me parece um apanhado de jogadores fracos e medianos, com um ou outro nome de nível um pouco superior, sendo que mesmo estes últimos, não apresentam solidez, continuidade, uma seqüência de atuações de qualidade capaz de firmá-los seguramente como jogadores realmente bons, de passar confiança para a torcida e para críticos.

Se continuar com esse plantel – já considerando a chegada de André, bom jogador, boa contratação, mas nada espetacular -, não acredito que vá cair, nem brigar com muito desespero para fugir do descenso. É provável que Dorival consiga fazer alguns acertos, que o time melhore, e traga algum alívio contra o fantasma da série B. Mais do que isso, repito, com esse time – é sempre bom dar essa ênfase porque o mercado ainda está aberto, podendo tanto trazer reforços para o Galo quanto tirar nomes de peso de concorrentes, ou fortalecer alguns deles -, é improvável. A vocação é meio da tabela – um pouco abaixo, um pouco acima… -, zona da pasmaceira, da sul-americana. Nada mais. O que não quer dizer, todavia, que uma melhora mais acentuada, um acerto superior do time, não seja possível.

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