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Festival de bizarrices

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 322 comentários


Apenas alguns mililitros do oceano de bizarrices que insiste em engolir a seleção brasileira a cada dia…


Festival de bizarrices


A atuação de David Luiz – o que está longe de ser novidade – e do sistema defensivo brasileiro em geral; a extrema condescendência de quase toda a imprensa em classificar como magnífico um primeiro tempo “ok” – no máximo, já com doses razoáveis de benevolência, “bom” (entre as exceções destaco Mauro Cezar Pereira, da ESPN, brilhante no “Linha de Passe” de sexta); a maioria das perguntas na coletiva do técnico Dunga – e, como não poderia deixar de ser, suas respostas fogem de qualquer ameaça de brilhantismo; o fato de, desde Novembro de 2012, até agora, termos literalmente jogado todo tempo no lixo no que se refere à nossa seleção, primeiro com um treinador totalmente obsoleto, e depois com outro claramente despreparado em termos intelectuais – Mano não está no que chamaria de patamar ideal para o que considero compatível com o tamanho do cargo, mas dá banho, engole, está a anos-luz da dupla de conterrâneos que o sucedeu; a gritante instabilidade emocional de boa parte dos atletas cebeefianos; a ausência de padrão tático, futebol coletivo, capacidade para controlar e se organizar sobretudo em instantes de adversidade; tudo isso, e muito mais, se enquadra no festival de bizarrices que vem cercando o escrete canarinho recentemente. Falta perspectiva. Com o comandante atual, não há luz no fim do túnel. E, por mais que “devamos respeitar todas as opiniões”, observar alguns companheiros praticando quase um contorcionismo retórico na tentativa de defender o indefensável chega a ser comovente…


Dunga segue convocando mal. Negligenciar Lucas, do PSG, das listas, é além de bizarro. Se recordarmos que o professor o preteriu por Kaká no plantel inicial, então… Faltam palavras. O ruído na comunicação com Marcelo se mostra longínquo. Independentemente deste, porém, me parece inquestionável que o lateral tem sido exagerada e equivocadamente desprestigiado pelo chefe. Tirando a parte comportamental, e o fato de que ele foi lembrado no último chamado, tendo em vista o trabalho atual como um todo, raciocínio análogo vale para Philippe Coutinho – jogou bem menos, em termos quantitativos, do que deveria, até aqui. Num caminho exatamente oposto, o burocrata, o esquecido – pensando em status no futebol do dia a dia, dos clubes, enfim, em todo o planeta com exceção dos mais recentes técnicos canarinhos – Luiz Gustavo, segue acima do bem e do mal.


Todos os deslizes arrolados me parecem um tanto incontestáveis. Bem nítidos. Apesar disso, pelo grau de imperícia que denotam, são pouco falados pela mídia numa cobertura que, em geral, definha. Ainda tratando apenas de convocação e escalação, muitos outros existem. Talvez pelo menos um pouquinho mais discutíveis. O que dizer do caso Thiago Silva? Para mim, exemplo clássico de como no Brasil a boleiragem, um lado um tanto intempestivo, irracional, tosco, simplório, quase supersticioso, em determinada acepção, muitas vezes ganha forma enquanto fenômeno social e acaba interferindo e/ou meramente refletido nas decisões dos personagens donos do poder de tomá-las – e não há qualquer desculpa no sentido de aliviar infimamente em função de possível pressão de parte da imprensa e do povo; o treinador precisa ser pragmático, objetivo, especialista.


Poderia listar mais deliberações infelizes no campo eleição do grupo/equipe. Mas paro por aqui. E se a seleção se arrasta também coletivamente, enquanto conceito – inexistente –, por que o foco na escolha das peças? Simples: porque se já não creio tanto na capacidade de Dunga para formar elenco/time apropriadamente, entrego os pontos de vez quanto à aptidão dele para construir um conjunto afinado, na acepção da palavra, minimamente sofisticado taticamente…

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Seleção e rivalidade regional. Amor e ódio.

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 140 comentários


Dizer que o brasileiro amava a seleção e perdeu essa paixão em função dos 7 a 1 e da corrupção na CBF é conto da carochinha…


Seleção e rivalidade regional. Amor e ódio.


A insistência em superestimar o amor do brasileiro por sua seleção durou muitos anos em boa parte da mídia. Em tempos mais recentes, com a força dos 7 a 1, o aumento da publicidade em cima de certos escândalos envolvendo comandantes da CBF, e o crescimento de manifestações das torcidas contra esta entidade – em estádios e nas redes sociais, por exemplo –, passou-se a falar com mais frequência sobre o desinteresse da população pela amarelinha, associando essa queda da paixão ao resultado vexatório que tivemos em campo e à corrupção que assola o esporte bretão tupiniquim – não somente. O interesse pela seleção pode até ter diminuído. E essas duas questões apontadas podem até ter contribuído para este fenômeno – no fundo, têm participação mínima. Mas não da maneira como quase toda a imprensa gosta de apontar…


Para começar, a indiferença pelo escrete hoje comandado por Dunga não é calcada em grande medida por motivos nobres e movimentos psicológicos ocasionados pela reflexão, pela racionalidade. Infelizmente, não há essa politização, essa consciência de que nossa seleção carrega o escudo de uma entidade deplorável e, muitos menos, a partir dela, a ascensão de um asco ou de um desapego pela equipe que enverga essa camiseta no mínimo altamente baseados nesta constatação a respeito das falhas morais na CBF. Os exemplares da raça humana tendem a sentir com firmeza quase unicamente quando eles próprios estão na reta, quando a própria vontade, o âmago particular é atingido de forma direta – não necessariamente apenas com fatos que lesam diretamente o indivíduo; pode ser algo contra um ente, um objeto ao qual ele se apega, pelo qual é apaixonado. No Brasil, esse traço me parece mais presente, em termos proporcionais, do que em boa

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parte do mundo. Senso de justiça “desinteressado” e amor pela verdade, em si? Não muito populares…


Um exemplo bem direto e conectado com o meio aqui destrinchado? Até para protestar contra a CBF, nosso povo, nossas plateias, no calor do estádio ou em manifestações mais afastadas em termos temporais de fatos concretos, são movidos – em frequência e furor – muito mais por erros bobos de arbitragem contra suas equipes de coração – gritando vergonha, esperneando, esmagando o dedo em hashtags às vezes até para lances altamente duvidosos ou que sequer configuraram equívocos –, do que por princípios éticos mais nobres, “desinteressados” – por não serem conectados às paixões e vontades da própria pessoa –, por questões mais profundas, relevantes; por mazelas e deslizes morais verdadeiros, graves. Saber que dirigentes da CBF nada fazem para o bem do futebol, que usam a marca de algo que é patrimônio do país para enriquecimento próprio de formas escusas sem retribuir para a sociedade e se entrelaçando com vários jogos de poder de modo ainda mais comprometedor e prejudicial para a nação, na maioria das acepções, causa menos comoção e revolta genuína do que um árbitro que inverte uma falta num mero jogo de futebol – e o sujeito, completamente aturdido pelo que ocorre em campo grita “vergonha, CBF!” estritamente por essa decisão infeliz do assoprador, se sentindo “o” politizado.


Antes dos 7 a 1 e independentemente de qualquer sentimento político os clubes, desde que me entendo por gente, sempre despertaram as verdadeiras paixões. E a seleção, na maior parte do tempo, lá no fundo, não importou de verdade para a maioria. Afinal, pela sequência de eventos que forma a história, por movimentos sociais, culturais, pelo que vai se passando dentro das pessoas e pelo entrelaçamento disso tudo, a seleção não costuma ser encarada, natural e inconscientemente, pelos indivíduos, como algo “deles”. Não há esse apego. A vontade não está verdadeira e profundamente envolvida. E para isso, até a falta de um rival próximo, de um vizinho para ser odiado ou ao menos em alguma medida, adversário, pesa.

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Clayton, Pratto e o time ideal

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 125 comentários


Neste domingo, pela primeira vez, Clayton entrará em campo com uma equipe ao menos próxima da ideal. E as possibilidades são interessantíssimas…


Clayton, Pratto e o time ideal


Além da qualidade técnica, uma das grandes virtudes de Clayton é a versatilidade. Sabe finalizar, se posicionar na área como bom camisa nove. Ao mesmo tempo, se mostra veloz, habilidoso e extremamente leve; por isso, pode perfeitamente fazer o lado do campo, por exemplo, no trio de meias do 4-2-3-1 que o Galo costuma utilizar. No Figueirense, o reforço alvinegro formava dupla de frente com Dudu, em um 4-4-2 que frequentemente tinha um losango pelo centro. O ataque era o ponto forte da equipe catarinense. Ágeis, dinâmicos, os dois atletas mencionados faziam uma parceria capaz de confundir as defesas inimigas, que unia faro de gol ao dom para se movimentar bastante. Não existia um centroavante “das antigas”, estático.


Lucas Pratto, apesar de ter se acertado desde o início no Atlético, vira e mexe é alvo de debates na imprensa e na torcida. Seria a posição de centroavante a ideal para o argentino? Pelo porte físico e pelo bom número de gols, muitos acreditam que sim. Pela aptidão que mostra para circular, agregar de forma ampla – passando, criando, rompendo… –, se mexer em toda a parte ofensiva do campo, e mesmo pelo fato de a quantidade de tentos não atingir patamares realmente elevadíssimos – o que aconteceu também durante a passagem dele pelo Vélez –, outros tantos defendem que não.


A minha visão sobre o tema? Pratto pode funcionar sim, e muito bem, como centroavante, como o homem mais avançado da equipe. Ainda que não alcance marcas tão expressivas de bolas na rede. Afinal, conforme colocado, sua contribuição ao conjunto transcende aquela típica de um “nove” limitado tecnicamente, paradão. Porém, a despeito da habilidade e da agilidade que demonstra, não creio que o ídolo atleticano tenha as características compatíveis para render seu melhor como um integrante da linha de três meias, seja pelo centro, seja pelo lado. Portanto, para não jogar de centroavante, restaria uma opção, grosso modo: funcionar como uma espécie de segundo atacante num 4-4-2 – ou mesmo compor uma dupla com um parceiro que possibilite uma formação na qual não se tenha de maneira tão definida qual dos dois avantes seria o “nove” mais fixo; poderia haver algo como um revezamento nesse aspecto, num estilo de ataque que, apesar de possuir duas peças capazes de fazer o papel de centroavante, se mostraria extremamente dinâmico, móvel.


Uma grande notícia para a massa alvinegra? Tanto com Robinho, quanto com Clayton, Pratto conseguiria formar uma dupla de ataque nos moldes delineados, caso Aguirre queira variar, mudar o esquema em eventualidades. No momento, até pelos ótimos presságios que o time mostrou quando jogou para valer, manteria o 4-2-3-1 como esquema base e Clayton como uma espécie de 12º- jogador – na verdade, o elenco é tão rico em opções que fica complicado destacar apenas um de seus integrantes como esse reserva especial; Dátolo e Hyuri, por exemplo, a priori, para mim, também surgem como elementos a serem usados com alguma assiduidade; Patric, em vários sentidos, é um caso à parte. Luan pela direita, Cazares pelo centro, Robinho pela esquerda e Pratto na frente: este seria, na minha visão, hoje, o quarteto titular.


Aguirre já confirmou que Clayton e Pratto estarão juntos, neste domingo, no comando do ataque. Resta saber qual vai ser o posicionamento: se o primeiro vai cair por uma das pontas, com a manutenção do 4-2-3-1, ou será um atacante propriamente dito, lado a lado com o gringo.

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Pressão maluca e cegueira

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 92 comentários


No mundo do futebol, a boleiragem e os clichês, algumas lendas, ainda goleiam o intelecto e o conteúdo…


Pressão maluca e cegueira


Apesar do crescimento do número de ilhas de exceção – na mídia, nos clubes, e até em meio aos torcedores – no que se refere à análise séria, profunda, inteligente do futebol, no Brasil, em todos esses setores citados ainda é predominante a presença de uma espécie de “boleiragem” – nas agremiações, proporcionalmente, menos do que nos outros lugares; na imprensa, esse tipo de discurso infelizmente ainda é maioria esmagadora; nas torcidas, então, nem se fala. Esta última revela-se em diversas teses que se aproximam bastante, em determinadas acepções, de lendas, clichês, que chutam para escanteio qualquer centelha de racionalidade e de intelecto em nome de proposições taxativas, deterministas. Quase sempre, o senso comum, a chamada “opinião predominante”, apropria seu argumento definitivo dessa fonte.


Se na esteira dessa linha de comportamento, o imediatismo, a pressão em cima de treinadores, certos atletas, e alguns dirigentes sempre foi grande, esse ano, no futebol tupiniquim, vimos uma concentração maior do que normal de exemplos que comprovam a regra. A temporada mal tinha começado e uma avalanche de situações dessa natureza surgiu.


Fiquemos por ora somente com o caso local. Deivid… A melhor atuação do Cruzeiro sob seu comando veio na última terça, na vitória convincente diante do Uberlândia. Até então, sem dúvida, o time não vinha apresentando consistência e, de fato, merecia críticas. Entretanto, na forma de fazê-lo, no tom das cobranças, nos fundamentos para pedir uma demissão e que calcavam conclusões altamente peremptórias, o nível de pressão, de falta de paciência, a irracionalidade das falas, enfim, tudo isso denotava claro exagero, desmedida implicância e consequente injustiça. Vejam bem… A partir de um número razoável de confrontos, algumas reservas com relação ao que vinha sendo mostrado seriam até corretas. Mas desde que com o mínimo de temperança e com argumentação intelectualmente sólida. Embora eu não pensasse assim, a própria defesa de que o melhor caminho seria a troca do treinador poderia soar plausível. Novamente, desde que bem acompanhada. O que se enxergava, contudo, era um mar de repreensões descontroladas e ancoradas unicamente nos rótulos “sem experiência”, “não parece treinador”, “não fala direito, parece perdido”, e “está jogando mal” – o que até era verdade, mas não num patamar suficiente para, por si só, desistirmos de vez. Passar por algo minimamente embasado, com fatos ligados a comprovada ou provável carência de conteúdo, capacitação? Justificativas mais amplas, complexas, objetivas, racionais, sólidas? Nada disso. No futebol – não somente –, aliás, fico cada vez mais com a convicção de que, para convencer as massas e grande fatia de imprensa, a aparência e a contemplação de determinados clichês costumam ser mais úteis do que o conteúdo.


Um técnico que não tem um passado recebe uma chance em função da crença no seu preparo intelectual, nas suas ideias e na sua

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aptidão para chefiar. Se ele não tem passagens prévias na posição para animar, mas tampouco para desacreditar, e a motivação para a efetivação foi calcada nas causas corretas – o que me parece ser o caso –, como querer chutá-lo do cargo sem que ele tenha o mínimo de tempo para mostrar trabalho, para ser devidamente avaliado? Lembrando o seguinte: além dos termos já colocados, é quase surreal considerarmos que com dois, três jogos, a pressão já estava completamente maluca! Sim! Não estou falando apenas da exacerbação e da falta de substância dos gritos mais recentes. Incluo aqui também a questão temporal, um novo recorde no quesito “menos tempo para perder a paciência com um treinador”.


Para finalizar: quando ponderamos sobre os adeptos, por favor, não venham com a muleta “o torcedor é passional e ‘pode tudo’”. Esse paternalismo vazio não leva a nada e cega para constatações que precisam ser feitas – no mundo da política e da religião acontecem situações análogas. Sim, a torcida é passional e, em algum grau, em determinados sentidos, aceitemos menos objetividade, alguma cegueira, vai… Mas com limites.

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Deivid, Henrique e Marciel

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 92 comentários


Falta de criatividade, problemas na transição entre meio e ataque, pouca intensidade do terço final: eis alguns defeitos do Cruzeiro…


Deivid, Henrique e Marciel


“Aceleração, intensidade, velocidade, criatividade, espaço

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para o improviso, para o drible, o talento no terço final do campo”. Para boa parte dos adeptos de uma filosofia que privilegia a posse de bola, a frase que abre esta coluna funciona como uma espécie de mantra. Guardiola, a principal referência desta escola, compactuaria com esse pensamento. Para o catalão – e sua legião de seguidores – a troca de passes incessante, aquela história de controlar as ações, em suma, o que se entende como a essência do tiki-taka, valeria para sair da defesa, passar pelo meio-campo, dominar esse setor e… A partir da intermediária inimiga, de certa maneira, o trabalho do técnico seria menor; “abram alas para o craque decidir!”.


Sem comparar nomes. A partir do momento em que Deivid deixou claro, em diversos momentos, que deseja ter uma equipe que propõe o jogo, que adota o estilo delineado, vale, até como curiosidade, julgar seu time na prática tendo em mente os preceitos teóricos que supostamente haveria de contemplar. Deixando http://localfarmsfund.com/sample-essay-magnet-school-eeoj claro http://localfarmsfund.com/writing-essay-on-interview-4z46 que considero exagerada a pressão que o comandante celeste tem sofrido desde o início, e que seria correto, até justo, um pouco mais de tempo, de paciência para que ele seja devidamente avaliado, cabe destacar: um dos pontos em que a Raposa vem falhando em 2016 é nessa falta de dinamismo, agilidade na parte mais ofensiva do gramado.


Não é que nos outros quesitos que compõem a cartilha de quem quer ter a posse, o controle, o Cruzeiro tem nadado de braçadas. Também nisso é preciso melhorar. Mas chama atenção: em determinados instantes, na atual temporada, o escrete cinco estrelas até conseguiu se aproximar de um bom nível no que se refere ao domínio do meio-campo, à capacidade de se manter trocando passes, de ter a bola por mais tempo. Nestas oportunidades, porém, faltou o próximo passo, o algo a mais, que seria a aptidão de ser mais agudo, criativo, incisivo. Mesmo quando conseguiu flertar com algum ínfimo sucesso na execução do tiki-taka em parte do campo, a Raposa não mostrou o dom para construir número aceitável de chances de gol, permanecendo naquele universo que muitos chamam de “domínio estéreo”.


Associado a este problema, mas também com vida independente, entra outra questão: a dificuldade que o conjunto azul costuma apresentar para fazer a transição entre meio e ataque. No 4-3-3 – esquema que Deivid passou a escolher nos últimos confrontos – o trabalho dos dois meio-campistas que marcam e saem free essay on management and leadership para o jogo é vital para a dinâmica ofensiva, para que não haja um latifúndio entre eles e os avantes. Desde que Romero se fixou como primeiro volante titular, Henrique passou a ser uma dessas peças. Honestamente, por mais que goste deste jogador, tendo em vista seu passado recente como segundo volante – ou mesmo os poucos jogos deste ano em que exerceu a exata função aqui discutida –, hoje, me parece que ele não combina com esse labor. Pelo que apresentou na última quarta, e pelo que conheço da passagem dele no Corinthians, Marciel, na minha visão, mereceria uma oportunidade concreta para ser essa peça que marca e sai para o ataque um pouco à frente e à direita do primeiro volante – ao lado de Cabral, que faria esse papel caindo um pouco mais pela esquerda.


Para ficar mais seguro de que essa formação daria certo, Marciel e Cabral, “somados”, deveriam ser mais velozes – o argentino international paper for sale pesa mais negativamente nessa equação. Caso essa carência de agilidade dê as caras, óbvio, talvez seja melhor trocar o esquema ou um dos atletas citados. E não necessariamente o jovem que chegou como moeda de troca…

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