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Esportes

Dê sua opinião sobre os momentos de Atlético e Cruzeiro! Espaço para debate entre os torcedores

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 341 comentários


Dê sua opinião sobre os momentos de Atlético e Cruzeiro! Espaço para debate entre os torcedores


Queridos leitores… O blog entra de férias por alguns dias. Volto a escrever “oficialmente” por aqui no dia 14 de Março – mas claro, posso voltar em edição extraordinária. Neste período continuarei moderando os comentários e respondendo a alguns deles, principalmente por e-mail.


Por ora, deixo algumas perguntas e convido-os à discussão: o que estão achando da temporada dos times mineiros até aqui? O que andam pensando sobre os trabalhos de Mano e Roger? Alguém anda decepcionando no Atlético? E no Cruzeiro? E as surpresas positivas destas equipes?


Galo, Raposa, Palmeiras, Santos e Flamengo começaram o ano com os elencos mais badalados, como os melhores grupos do país para boa parte da mídia, favoritos às grandes conquistas – eu também penso assim; e hoje, para vocês, o panorama é este? Quem deve brigar diretamente por Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil?

Clichês e mentiras sobre os Campeonatos Estaduais

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 389 comentários


Onde estaria o interesse do interior pelos “gigantes da capital”?


Clichês e mentiras sobre os Campeonatos Estaduais


Um dos principais argumentos de quem defende a continuidade dos Campeonatos Estaduais: “é preciso valorizar o futebol do interior!”; “as cidades pequenas hão de ser contempladas com o privilégio de receber partidas dos grandes da capital!”; “quando determinados municípios pequenos, pobres, longínquos teriam a honra de ver de pertinho um Thiago Neves, um Fred, os dois ‘Robinhos’?”. Esse tipo de fala pressupõe que nas cidades do interior de Minas, por exemplo, os habitantes estariam sedentos por cotejos de Cruzeiro e Atlético, que os duelos envolvendo estes gigantes e os representantes locais seriam grandes acontecimentos; que o interesse pelo evento, em si, seria no mínimo considerável, digno de nota. Mas o que pensar quando notamos que os estádios do interior, mesmo nos jogos em que Galo e Raposa estão sendo recebidos, permanecem vazios? Onde estaria o interesse, o alvoroço, o “parar a cidade” então decantado?


Tenho convicção – e já apresentei os motivos para isso em colunas anteriores – de que os altos valores dos ingressos cobrados neste processo injusto e estúpido de “elitização do futebol” são, em vários aspectos, o principal obstáculo para o torcedor comparecer às “Novas Arenas Padrão FIFA”, e consequentemente, razão central para bilheterias pífias, para as médias de público irrisórias de quase todos os grandes tupiniquins. Só que este tipo de análise, vale reforçar, é voltada apenas à realidade das equipes de maior tradição e, via de regra, da capital, salvo raras exceções. Óbvio que no interior os altos preços dos ingressos também são/seriam empecilhos. Talvez até maiores – poder aquisitivo médio inferior… O que digo aqui, portanto, não é que em boa medida os mesmos argumentos não se aplicariam à realidade dos municípios pequenos, e sim que, no debate público acerca das razões para as bilheterias diminutas no chamado “país do futebol”, não é costume incluir o interior. Que o futebol dos pequenos, por algumas peculiaridades, haveria de estar numa apreciação à parte. E aqui, especificamente, o ponto central seria: sim, os altos preços também afastam no interior; mas o que dizer dos públicos ridículos em jogos dos grandes nestes locais mesmo quando a entrada não é cara? Onde estaria o interesse gigantesco pelos bichos-papões da capital? Precisamos falar sobre isso. Rever certos discursos clichês. Afinal, nos últimos anos, em vários jogos envolvendo Atlético e Cruzeiro em cidades menores, mesmo quando o ingresso foi barato, ou pelo menos “aceitável”, “ok”, o público não foi minimamente considerável.


No frigir dos ovos, em meio a todas estas reflexões há um ponto que já desenvolvi em diferentes artigos – em outros contextos, entrelaçando-o a outros temas centrais –, de cunho sociológico e filosófico, mais complexo, e de difícil aceitação para as pessoas – por desmistificar “verdades” (mentirosas) altamente enraizadas no nosso país –, que não pode ficar de fora das apreciações arroladas e está altamente vinculado a qualquer discussão a respeito de baixos públicos no Brasil: o torcedor tupiniquim médio que aparenta, ou de fato é fanático por futebol, não o consome (em sentido amplo) da maneira que este suposto (ou real) interesse nos faria presumir. E, numa acepção ainda mais profunda, e que transcende totalmente o esporte bretão: o estereótipo do brasileiro como “povo feliz”, extrovertido, que gosta de sair, de rua, de entretenimento de maneira geral, precisa ser bastante relativizado. Há algo de pacato no nosso povo, de certo tipo de acomodação, preguiça, desinteresse, torpor, que se relaciona, sim, à dificuldade de encher eventos de toda ordem – não falo aqui só de esporte. Mais sobre isso em breve.

Mano, Arrascaeta e Cabral

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 388 comentários


Detalhes do funcionamento tático do Cruzeiro que podem fazer entender as escalações do treinador…


Mano, Arrascaeta e Cabral


Mano Menezes gosta que Arrascaeta jogue com liberdade. Em muitos momentos, bastante avançado, se aproximando do atacante mais adiantado da equipe. Nas duas partidas da temporada em que o Cruzeiro atuou com os titulares, o uruguaio chegou a trocar de posição frequentemente com Rafael Sóbis – que tem funcionado como uma espécie de “falso 9”, saindo da área, flutuando, abrindo espaços. Os dois gols que a Raposa anotou em 2017 com bola rolando, inclusive, nasceram em instantes nos quais este câmbio se concretizava. Diante do Villa Nova, no tento anotado por Cabral, esta inversão de papéis foi completa: bem recuado, como um meia, Sóbis lançou para Arrascaeta, que dentro da área, qual um legítimo atacante, ajeitou a bola que acabou sobrando para o volante argentino finalizar.


Toda essa dinâmica, essa mobilidade do ataque, me parece positiva. Sempre digo que a indicação dos sistemas táticos tem sua validade por diversos motivos, mas que está longe de explicar/refletir toda a estratégia, todo o funcionamento de um conjunto. Como os atletas se movimentam, se agrupam, sincronizam suas ações – quando um sobe, outro segura, por exemplo… Tudo isso costuma produzir impacto ainda maior no rendimento de cada esquadrão. Além do mais, dependendo de como as peças programam suas mexidas em campo, das variações pensadas pelo treinador, também se torna mais complicado decretar qual o esquema selecionado por aquele escrete.


Ainda é possível dizer que o Cruzeiro joga no 4-2-3-1. Henrique primeiro volante; Cabral segundo homem; no trio de meias, Robinho pela direita, Arrascaeta centralizado, e Alisson na ponta canhota; Sóbis na frente. Só que justamente pelos pedidos de Mano para que Arrascaeta encoste no atacante mais avançado, na medida em que estas investidas acontecem quando as opções de beirada não estão tão adiantadas, é possível ver os celestes num 4-4-2 (ou 4-4-1-1). Sem a posse, o sistema fica mais nítido: 4-4-2 com duas linhas de quatro fechando bem a marcação, e dois jogadores combatendo de forma mais leve e sem tanta obrigação de recompor, apertando a saída de bola, importunando volantes/defensores inimigos (Arrascaeta e Sóbis são estes que não precisam recuar tanto).


Gosto de Ariel Cabral. Mas mesmo antes das chegadas de Hudson e Lucas Silva, costumava preferir Romero como segundo volante. Vendo o clássico de perto, e refletindo sobre as questões táticas aqui descritas, uma ideia me ocorreu: como Mano gosta que Arrascaeta se lance ao ataque em muitas ocasiões, para não existir um buraco muito grande, frequente, entre os volantes e o meia armador centralizado – que teoricamente seria o próprio uruguaio –, ele escolhe Cabral para o trabalho de segundo homem; afinal, entre as alternativas do elenco azul para o setor – deixando de lado Robinho, que atua por ali circunstancialmente –, o argentino é o que mais se aproxima de um meia, um arquiteto, em determinadas acepções; e como tal, em certo sentido, seria o mais indicado para fazer esse elo, dando ao time, também, mais uma opção de armação pelo centro – algo que poderia ser “perdido” por instantes preciosos quando Arrascaeta estivesse mais como atacante e Robinho, que sai do lado para construir por dentro, se encontrasse aberto.


Em um futebol no qual se prega que todos devem fazer de tudo, grosso modo: Arrascaeta seria um híbrido de armador e atacante, e Cabral uma mistura de volante com meia. Com tudo isso, com jogadores, digamos, teoricamente mais completos, o todo ficaria mais homogêneo, a “soma” de características daria um “número maior”, e a combinação, a harmonia entre os setores, as linhas, ficaria mais garantida.


Não quero com estes argumentos dizer que estou definitivamente convencido de que Cabral deve ser titular. O objetivo aqui é apenas pensar, aprofundar, e tentar entender a cabeça do treinador – exercício válido principalmente quando ele é tão bom quanto Mano Menezes.

Roger e Mano: as estratégias de um clássico de ótimos treinadores

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 468 comentários


Além de ambos serem excelentes treinadores, Mano e Roger têm muitas coisas em comum…


Roger e Mano: as estratégias de um clássico de ótimos treinadores


Entre os técnicos em atividade nos clubes do futebol brasileiro Mano e Roger são, para mim, ao lado de Dorival, os melhores. E além da qualidade, do grande conhecimento, do altíssimo nível de entendimento tático, do jogo de modo geral, os comandantes de Cruzeiro e Atlético têm muitas coisas em comum em termos de estilo, filosofia, preferências futebolísticas.


Valorizar a posse, o controle, o passe; a tranquilidade para entrar tocando na defesa adversária de forma consciente, técnica e apoiada, com compactação e muita gente participando do momento ofensivo; resistência para não sucumbir facilmente aos chutões e ligações diretas: eis alguns pontos de convergência entre os treinadores dos dois gigantes mineiros. Mas isso não é teórico demais, difícil de ser percebido pelo torcedor comum que acompanha o esporte por paixão/entretenimento? Nem tanto. Reparem no seguinte – logo no início desta temporada isto deve acontecer com frequência: Galo e Raposa, em diversos momentos, quando estiverem buscando o ataque, quando se depararem com uma defesa fechada, não vão se desesperar; não “forçarão a barra”; nesta esteira, ao “baterem no muro” da marcação, ao invés de recorrerem a um chuveirinho não muito cerebral/programado, meio na linha do “seja o que Deus quiser”, estas equipes vão voltar um pouco a jogada, tocarão para trás, e recomeçarão a agredir o oponente num novo ataque. Neste processo, lembremos: goleiros e zagueiros serão mais exigidos como integrantes da saída de bola, e muitos torcedores precisarão entender essa espécie de mudança de cultura.


Nas arquibancadas do nosso país comum é a impaciência e a visão de qualquer recuo para o arqueiro, qualquer retorno da bola para a defesa como algo pejorativo. Notem que nos estádios aquele murmurinho de insatisfação é corriqueiro quando jogadas deste tipo acontecem. Não deveria ser assim. É óbvio que todo mundo quer ver seu esquadrão trocando passes bonitos, agudos, objetivos, no terço final e machucando o inimigo. Mas enxergar este cenário o tempo todo é utopia no futebol de hoje mesmo em jogos contra clubes pequenos. Marcação, evolução tática/física, enfim… Há uma infinidade de fatores que tornam essa hipótese uma quimera. Assim, seguindo esse raciocínio, precisa-se concluir: se vai ser complicado entrar na retaguarda alheia, se será necessário para isso trabalhar, melhor fazê-lo com calma, tendo o domínio de tudo – e detalhe: ao ficar com a posse, automaticamente você está evitando que o oponente te agrida –, do que contando com a bondade do acaso, lançando na área para zagueiros fortes, altos e invariavelmente técnicos que estarão de frente, com total “preferência” para afastar o perigo; afinal, escolhendo esta opção pouco sofisticada, não apenas você diminui suas chances de sucesso para anotar o gol como, via de regra, entrega a posse para o rival com facilidade e passa a ter de se preocupar com o que ele vai fazer no ataque.


Atlético e Cruzeiro montaram ótimos elencos. E que bom que teremos, em Minas, dois técnicos mais que à altura destes grupos para que nossos talentos não sejam desperdiçados. Que venha o clássico e, mais do que isso, que comece pra valer a temporada 2017!

Novo sistema no Galo?

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 389 comentários


Eis um sistema que, quem sabe, pode viabilizar o trio Robinho, Fred e Pratto.


Novo sistema no Galo?


Talvez pelo fato de o Atlético ter dois dos melhores centroavantes em atividade no Brasil, Fred e Pratto, não se fala de uma possibilidade tática interessante: a de jogar com Robinho de “falso 9”. Não seria minha opção prioritária, mas vale a menção, a discussão. Suponhamos que o argentino saia, e Fred esteja indisponível para uma partida qualquer. Neste cenário, por mais que considere Rafael Moura um bom jogador, aí sim preferiria a formação com Robinho como homem mais adiantado. Cazares seria o meia central; Luan atuaria aberto pela direita; Maicosuel e Otero brigariam pela vaga na ponta canhota.


Robinho deu certo no Galo, foi bem demais na temporada passada. Deve continuar, óbvio, como titular. O talento dele é impressionante – a ponto de torná-lo indispensável, melhor pedida mesmo com eventuais limitações físicas e/ou de combatividade (e sim, eles existem, não dá para negar). O que não se fala é que, na difícil montagem de uma frente que reúna quase todos os principais talentos do elenco, em certos sentidos, quem mais “complica” a construção de um todo equilibrado é Robinho. Fred e Pratto são centroavantes; por mais que possam ajudar, combater na saída de bola, e eventualmente fechar o lado, não vão fazer exatamente o labor da recomposição. Não por falta de vontade; simplesmente não compete ao homem mais adiantado realizar esse tipo de coisa – afinal, entre outras questões, no instante em que a equipe recuperar a posse, estes caras não podem estar tão longe do gol assim; é preciso prender zagueiros, dar profundidade, ser a válvula de escape/referência lá na frente para um eventual contragolpe, uma bola longa.


Originalmente, Robinho não é nem um centroavante, nem um armador clássico. Essas são as duas únicas posições que, em boa parte dos sistemas táticos hoje adotados, têm a prerrogativa de marcar menos. Só que, como Robinho atualmente não volta para combater, fechar o corredor, acompanhar o lateral inimigo – e ao mesmo tempo, pelo seu talento, continua merecendo ser escalado –, o time precisa a ele se adaptar. De determinada maneira, se aguentasse o tranco de voltar, e realizar trabalho hoje compatível à sua posição original – peça ofensiva, aguda, que joga pelos lados do campo –, Robinho permitiria que mais um dos “especiais” integrasse a escalação titular. Como não é o caso, ele “queima” uma das duas vagas de jogadores com “menos obrigação de recompor”. Até por isso, jogou quase o ano passado todo como meia central – e não aberto pela esquerda; se este espaço ocupasse com eficiência defensiva razoável, o esquadrão poderia ter, por exemplo, Cazares ou Pratto centralizados, Luan na direita, e Fred na frente, sem se preocupar demais em novas adaptações mirabolantes para se tornar competitivo no momento defensivo.


Feito todo o exposto, cabe destacar: saindo do 4-2-3-1, em outro desenho, e com compactação/funções delineadas, mesmo com as limitações físicas de Robinho, talvez seja possível juntá-lo a Fred e Pratto. Conforme falei no “Os Donos da Bola” há algumas semanas, e em linha análoga à que apresentei analisando possibilidades para o Cruzeiro na última coluna, o 4-3-2-1, esquema “árvore de natal”, pode ser a solução. Três meio-campistas preenchendo bem os espaços – Luan entre eles, não mais como um meia tão aberto pela direita e num posicionamento mais recuado; Robinho e Pratto fazendo a ligação; Fred como centroavante: penso que valeria o teste no campeonato mineiro.