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Grêmio e Galo: virtudes de um, defeitos do outro


Até que ponto uma atuação especialmente ruim, um oponente claramente bagunçado pode servir como parâmetro?


Grêmio e Galo: virtudes de um, defeitos do outro


Quando um time supera o outro com bastante facilidade, imponência, muitas vezes é difícil delinear até que ponto a discrepância aconteceu por méritos do vencedor, ou por um desarranjo completo do derrotado. No primeiro jogo da final da Copa do Brasil, o Grêmio teve atuação excelente. Entre as principais virtudes, um toque de bola digno de nota; uma capacidade ímpar de envolver o inimigo, colocá-lo na roda. Não foi a primeira vez que, com Renato Portaluppi, o tricolor desfilou em campo com essas qualidades. Diante do Cruzeiro, na fase anterior da mesma competição – também no confronto do Mineirão –, neste sentido, o cenário foi bem similar. Por outro lado, em termos proporcionais, acompanhando todo o calendário da equipe, desempenhos desta magnitude, com esse nível de excelência, têm sido bem raros. Na realidade, nem um patamar de performance minimamente próximo ao aqui descrito chega a ser exatamente regular. Mistérios do futebol… Afinal, qual é o verdadeiro Grêmio? O que assombrou o gigante da Pampulha duas vezes consecutivas, ou aquele esquadrão “normal”, “nem lá, nem cá”, do dia a dia? Especial, ou mero mortal, mais um na multidão?


No triunfo dos gaúchos sobre o Galo, semana passada, especificamente, a trupe de Marcelo Oliveira me pareceu tão coletiva e taticamente desorganizada, com defeitos tão graves e escancarados nesta seara que, confesso, fico um tanto ressabiado para elogiar Douglas e seus Blue Caps sem medo de ser feliz. Com aquela desenvoltura, o desprendimento e a leveza que só a mais inabalável convicção – ainda que sem prova – é capaz de produzir. E vejam bem: isso está longe de ser o mesmo que tirar o merecimento, os atributos dos vitoriosos.


Acompanhei este cotejo in loco, comentando-o, e depois novamente, pela TV. Os espaços entre as linhas do escrete mineiro eram tão cristalinos e exagerados; a falta de sincronia, entrosamento, programação dos movimentos defensivos – não somente – tão chamativa; o posicionamento das peças, seus deslocamentos, tão equivocados e indignos de um grande clube profissional; os mandantes marcavam com um número tão pequeno de atletas – os quatro da frente ajudavam pouquíssimo na recomposição, no combate atrás da linha da bola; os meias abertos auxiliavam os laterais de maneira tão rara e primária que, somando isso tudo, no latifúndio que o Grêmio tinha para trabalhar a posse e encontrar sempre alguém livre, no arremedo que exalava carência de treino, consciência individual e coletiva do que dever-se-ia fazer que era o alvinegro, não se tinha um quadro adequado para se realizar a mais precisa apreciação a respeito dos predicados dos pampas. Será que numa situação infimamente normal, com um rival razoavelmente organizado defensivamente – notem: não falo de brilhantismo –, os porto-alegrenses são capazes, regularmente, de apresentar tanta fluência, dinamismo e precisão no toque de bola? O ponto é: não devemos insinuar que não e, de novo, não se deve retirar os elogios devidos para uma ótima atuação, o atropelamento advindo no Mineirão. Circunstâncias excepcionais, contudo, em todos os segmentos, raramente se mostram parâmetros recomendáveis. Logo, a cautela, o conhecimento de futebol e, mais do que isso, a observação do Grêmio numa amostragem global, indicam inapeláveis: melhor esperar uma pugna contra um competidor pelo menos medíocre estrategicamente para algo decretar – claro que me refiro ao Atlético naquele dia; se Marcelo Oliveira, de fato, não conseguiu montar um time na acepção da palavra, óbvio que a realidade durante sua passagem não foi sempre tão devastadora quanto aquilo que vimos na última quarta.


No mais, ainda no plano tático, algumas observações para a peleja desta final: como “falso 9”, com frequência, Luan recua, deixa o ataque vazio, cria superioridade numérica no centro do campo, e se prepara para municiar o ponta que entra na diagonal como elemento surpresa; Ramiro, volante de origem e meia pela direita no desenho inicial da equipe, flutua entre a beirada do campo, e um posicionamento mais próximo de Maicon e Walace – eis mais um recurso que, além de dar solidez defensiva e flexibilidade estratégica aos comandados de Potaluppi, pode propiciar superioridade numérica no centro do campo.

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públicado em by Cadu Doné em Esportes

About Cadu Doné

Cadu Doné é jornalista e escritor. Publicou seu primeiro romance, “Um Filósofo no Ninho”, em 2012, que está disponível para venda nos links abaixo. Uma obra de filosofia e outro romance serão lançados em breve. No jornalismo, foi colunista de política, cultura e esporte da Rádio 98FM. Atualmente, escreve para os jornais Metro e Hoje em Dia e tem participação diária no programa “Os Donos da Bola” na TV Bandeirantes. Na Rádio Itatiaia faz parte da equipe de esportes como comentarista participando também do programa Bastidores e de outras atrações. Compre o livro "Um filósofo no ninho", com desconto, no site da Leitura, de BH: http://www.leitura.com/descricao.php?id=1692981 Compre o livro "Um filósofo no ninho", com desconto, no site da Travessa do Rio: http://www.travessa.com.br/Busca.aspx?d=1&cta=1&tq=Um%20fil%c3%b3sofo%20no%20ninho

560 Respostas para Grêmio e Galo: virtudes de um, defeitos do outro

  1. José geraldo

    Cazares de mãe Joana!
    Otario Otelo!
    Menino nojentinho!
    Leandro rebaixado à soldado donizete
    Erasno
    Robinho caminhada (não pedala mais)
    Pratto descartavel
    Não cheira,nem fred
    Marcos brocha.
    Kkkkkkkkkkkkkkk

  2. Alex

    E assim vamos ter o maior hino do Brasil.
    Não temos e nunca teremos o melhor time do Brasil,mas teremos o maior hino.
    E viva o time de maior hino do Brasil.
    Aqui é 6aylo porra!!!

  3. Julio Avila (Mariana)

    Cachazares ja virou moeda de troca rs
    como estaria a cara de quem disse que ele era craque agora hein? rs como parar de rir? toda hora uma nova piada

  4. Julio Avila (Mariana)

    HENRIQUE ANDRÉ ‏@ohenriqueandre 2 hhá 2 horas
    Oficial de justiça recolhe camisa número 3 da Loja do Galo por denúncia de pirataria

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