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Cruzeiro, River e bastidores na Argentina

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 25 comentários



Duas impressões foram facilmente confirmadas: como o futebol argentino tem hoje, mais alma, e o respeito com o qual tratam o Cruzeiro…



Cruzeiro, River e bastidores na Argentina



- Impressão confirmada: como já coloquei aqui algumas vezes, a Argentina continua, de fato, mais distante das mazelas do chamado futebol moderno, coxinha… Nas imediações do Monumental, respira-se aquela atmosfera genuína da cultura do esporte bretão. Ir à cancha é um programa que transcende a questão da partida, os 90 minutos; é uma diversão repleta de simbolismos: comida típica, simples, regional… Às vezes tosca, quase sempre saborosa. A cerveja, a festa que começa bem antes. Enfim…



Dentro do estádio, tudo pulsa com mais força do que no Brasil, na Europa. A altura e a constância dos gritos, o concreto que ameaça a balançar; papéis, enfeites, bandeiras, luzes; músicas especiais e a plenos pulmões para saudar a entrada do time do coração de maneira infinitamente mais cativante do que nas arenas do nosso país. E olha que, para o padrão dos Hermanos, a torcida do River é mais contida, “comportada” do que as de Racing, Boca, Rosário Central, entre várias outras.



- Igual ao Brasil: Trânsito, perda de tempo, e aquele questionamento: vale a pena acompanhar o jogo in loco, tendo-se em vista o stress, as infinitas horas que se gasta para chegar ao local do duelo? No dia do confronto – que aconteceria às 22 horas – a área do estádio – um considerável raio – ficou isolada desde as 13. Taxistas, tanto “para levar”, quanto “para buscar”, frequentemente se recusam a fazer o trajeto, tamanha a confusão. Alguns alegam medo da violência, mas deu para sentir, pelas conversas que tive com membros da classe, que o empecilho principal é mesmo a “falta de saco” para o caos urbano, uma espécie de preguiça de enfrentar tanta chateação, canseira.



- Respeito ao Cruzeiro: No dia do jogo, era evidente o respeito que se tem pelo Cruzeiro na Argentina. Um jornal, ainda antes da vitória, chamava a Raposa de “carma” do River. Outro utilizou o já conhecido termo, La bestia negra. Nas ruas, cidadãos comuns, de diferentes níveis de iniciação futebolística, sabiam do bicampeonato nacional recente, e tinham o clube cinco estrelas como um dos mais fortes das terras tupiniquins. Após a vitória na quinta, todas as três rádios locais que escutei mencionaram, com ênfase e reverência, o feito que ganhou repercussão no Brasil somente na sexta: o Cruzeiro é a única equipe, de qualquer país, que já bateu River e Boca, em seus respectivos estádios, pela Libertadores.



- Finais com argentinos e polêmica: Também no rádio local, na prévia do duelo, num programa que adota aquele formato de jornalistas/torcedores defendendo seus clubes de predileção, lembraram-se da frequência com que o Cruzeiro já enfrentou argentinos em finais importantes. Recordaram-se das batalhas diante de River, Racing, Estudiantes, e Boca. No caso da última, pela Libertadores de 77, abordou-se com naturalidade um suposto erro contra o clube mineiro ocorrido na disputa por pênaltis. Alguns participantes cravaram que o Boca foi beneficiado. A alegação é de que o juiz se equivocou ao mandar voltar a primeira cobrança do time argentino, que bateu na trave – é possível achar muito sobre a polêmica na Internet e os lances no You Tube; convenhamos, porém, que, nas imprensas de Minas, do Brasil, essa história é pouquíssimo contada…



- China azul: A torcida cruzeirense foi maior do que pareceu. Alguns compraram ingresso no setor dos mandantes. Outros, não conseguiram bilhetes. Horas antes do apito inicial encontrei brasileiros com relatos surreais. Diziam, por exemplo, que não conseguiram entradas mesmo seguindo as orientações divulgadas na imprensa e, para piorar, que, ao buscarem esclarecimentos com autoridades, ouviram a seguinte resposta: “vão assistir jogo no Brasil”. É duro…

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Certo e errado no Cruzeiro

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 51 comentários



Em muitos momentos, as críticas à diretoria e a subestimação do time foram exageradas. O Cruzeiro pode, sim, ganhar a Libertadores.



Certo e errado no Cruzeiro



Na imprensa esportiva e entre os torcedores, frequentemente, a análise do que está certo e errado no futebol passa, em excesso, sem bom senso, estritamente pelos resultados. Nesse sentido, usualmente, o oportunismo reina.



Fabiano… Destaque da Chapecoense no ano passado. Bem avaliado na mídia nacional. Elogiado em partidas importantes, como aquela diante do Galo, no Horto. Em premiações conceituadas, criteriosas, em certo aspecto “matemáticas” – por apreciarem, a cada rodada, a atuação de cada um, com o endosso de especialistas, imparcialidade –, como a “Bola de Prata”, esteve sempre bem cotado, entre os melhores da posição no certame.



Eis que o Cruzeiro contrata esse jogador. Noves fora os mencionados predicados, lembremos que a Raposa seguiria com seu titular absoluto – Mayke – e com o experiente e, em determinada medida, confiável, Ceará. Ou seja: a novidade não chegaria com status de solução, com qualquer centelha de protagonismo. Ademais, vale salientar que o reforço aqui destacado não sairia caro.



Por essas e outras razões, basicamente todos os jornalistas, de Minas e em âmbito nacional, aprovaram a aquisição. Com razão.



Em um clássico contra o Atlético, Fabiano, de fato, errou. Mereceu ser expulso. Em outro duelo, mais recente, quando o adversário era o Corinthians, não esteve bem. Bastaram esses dois episódios para muitos comentaristas – esquecendo o que disseram à época da chegada do atleta – apontarem o dedo e decretarem: “esse lateral nunca mais deve vestir a camisa do Cruzeiro”. Precipitação pouca é bobagem. Falta de senso de medida. Incapacidade até para julgar, corretamente, o lance do vermelho no Superclássico – um equívoco do futebolista, como disse; um acerto do juiz; mas um lance que, quem acompanha para valer o esporte bretão, sabe que está longe de ser um crime; pelo gestual, pelas circunstâncias, pela constatação de que às vezes os movimentos e a luta por espaço se dão numa linha fina, tênue, entre a naturalidade, o automatismo, as frações de segundo, as reações humanas, os reflexos…



Mais comum ainda foram os casos de profissionais dos meios de comunicação que passaram a citar a contratação de Fabiano como um dos erros da diretoria. Quanto oportunismo! Esses mesmos arautos corriqueiramente tentavam relacionar a presença do “pobre jogador” no elenco com o rendimento hesitante dos celestes, de modo geral, na temporada. O cara é reserva! Quase não joga! Não é por aí. Mas os torcedores, muitas vezes afeitos aos argumentos fáceis, simplórios, que soam “corajosos” – sem merecer, nem por um segundo, este adjetivo –, pensam que estão diante de um analista que “diz a verdade”.



Erros mesmo, na realidade, da cúpula cruzeirense na montagem do plantel, para mim, foram dois: Seymour e Riascos. O primeiro pela parte técnica, pelo currículo, pela “excentricidade da coisa”, por parecer algo “sem lugar”. O segundo, entre outros motivos, sobretudo pela similaridade, em termos de estilo, com várias alternativas que o Cruzeiro já tinha no elenco. Logo, não era nem um pouco necessário. O valor investido deveria ter sido empregado para um nome de outra posição.



Willians, Arrascaeta e Damião mostraram-se grandes acertos. Joel e Mena foram boas tacadas. O camaronês para compor o grupo e pela versatilidade. O chileno – apesar de não ter convencido até aqui, não podemos ser profeta do acontecido – pela experiência, pelo nível técnico “ok”, “aceitável”, e pela escassez de alternativas na posição dentro do mercado.



A Raposa, em vários jogos, em 2015, não se apresentou bem. Mas justamente em busca da crítica fácil, muitos acabaram exagerando na subestimação da equipe e do trabalho da diretoria – que poderia sim ter sido melhor, mas não foi ruim (falo mais em breve). Nessa esteira, afirmo: o clube cinco estrelas tem chances consideráveis de ganhar a Libertadores.

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Boca, River e hipocrisia

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 48 comentários



Os jogadores do Boca erraram. Mas vendo as críticas de alguns, inevitável era lembrar-se da história do “sujo falando do mal lavado”.



Boca, River e hipocrisia



Um dos aspectos mais comentados das atrocidades ocorridas na Bombonera, na última quinta, foi o aplauso dos jogadores do Boca para a torcida quando deixavam o campo. A atitude dos atletas acabou desancada na imprensa. Em última análise, com razão. Ainda assim, mesmo concordando que o ato tinha mesmo de ser criticado pelos jornalistas, penso que, na abordagem desse ponto específico do caso, faltou profundidade. Vejamos por quê.



Para começar, é preciso olhar para os lados. Tratando-se de mídia, então, principalmente no Brasil, necessária é a autocrítica. As palmas dos futebolistas Xeneizes para seus hinchas, no fundo, eram uma manifestação populista. O famoso “jogar para a galera” – no caso, literalmente.



E se tal comportamento é corriqueiramente deplorável, sobretudo quando parece condescender com condutas tão lamentáveis como as vindas das arquibancadas naquele dia, duas observações são indispensáveis: poucas coisas parecem tão epidêmicas no planeta hoje como o populismo – a hipocrisia, o politicamente correto, entre outros parentes próximos –, visto o tempo todo, por exemplo – e raramente criticado pela mesma imprensa –, na falsidade do “mundo oficial”, dos políticos, das celebridades, do futebol, das coisas que aparecem nos meios de comunicação; em segundo lugar, não podemos deixar de notar a ironia no fato de que boa parte dos jornalistas que condenaram com veemência a conduta aqui em análise, no exercício de suas profissões, é extremamente populista; joga para a galera o tempo todo. Na própria forma de desaprovar o episodio em apreciação, no tipo de discurso adotado para tal, caem naquela linguagem, naquele estilo de falar que exala o popularesco, que lembra os monólogos abraçados nesses programas jornalísticos da TV aberta brasileira que só tratam de episódios bizarros de crime, “daquele jeito”.



Assim como os políticos, ao invés de serem sinceros, procuram adotar discursos que sejam aprovados no povão; da mesma maneira que a “atriz” – às vezes sem aspas – dá entrevistas para revistas de fofoca calculadamente tentando soar “original”, “descolada”, pensando na sua imagem, no que “vai pegar bem”; que um comentarista esportivo não fala a verdade por ter medo de ser execrado por determinada torcida; que um atleta diz “aqui é Galo”, “eu sou Cruzeiro”, mesmo estando se lixando para esses clubes; que o mundo “artístico” brasileiro se reúne em programas de auditório achando tudo lindo, trocando elogios sem fim – e falsos –, os jogadores do Boca, para agradar o seu público, com medo da reação da sua plateia, sem pensar exatamente no que é correto, automaticamente, aplaudiram os seus súditos.



Repito: está errado. Era hora de ter coragem, convicção, e, no mínimo, sair sem fazer nada. Só não deixa de ser curioso enxergar uma imprensa que apresenta, com “louvor”, os mesmo defeitos, condená-los de cabeça erguida, peito estufado, com tanta “moral”. E sabe por que muitos fizeram isso? Porque pega bem. Pelo vício populista. Porque qualquer discurso contra a violência tem boa aceitação no populacho, é bem ingerido pelas massas – nota: óbvio que não estou dizendo que necessariamente não deveriam.

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Hipocrisia dos torcedores

públicado em by Cadu Doné em Destaque | 237 comentários



No torcedor que alardeia sobre a sujeira do futebol, a contradição fica clara quando ele mesmo apoia sua própria diretoria independentemente dos subterfúgios utilizados…



Hipocrisia dos torcedores



Quando se discute política no Brasil, frequentemente se diz que há certa hipocrisia do povo nas reclamações contra a interminável, a imensurável, a incrível e sistêmica corrupção que assola a nação. O argumento central desta crítica passa pela constatação de que muitas vezes o cidadão comum, aquele que surge como o arauto da hora, o moralista da vez, à sua maneira, e dentro dos limites de seu campo de atuação, também faz parte do mal assinalado, para o qual ele mesmo aponta o dedo; afinal, no seu cotidiano, não atua com a ética devida, quer invariavelmente levar vantagem, mostrando-se, na essência, assaz corruptível.



A sensação é a de que bastaria a oportunidade para este indivíduo, mero eleitor, assim como os políticos, fazer parte da chamada corrupção oficial; que os tão execrados desvios de conduta e moral não se limitam, portanto, àquela classe que “nos representa” – em determinado sentido, seria melhor até tirar as aspas aqui… –, via de regra, completamente podre; por fim, que a decantada “doença” faria parte da sociedade de modo mais profundo, estaria nela impregnada, no dia a dia de gente comum, nas interações mais banais dos seres humanos.



Sabe aquela história do sujeito que condena o vereador por um desvio de verbas, porém adora furar fila, não cumpre regras de trânsito, compra ingressos de cambista, vive querendo dar uma de “esperto”, não tem o menor pudor de prejudicar o outro – parece querer ignorar que está fazendo isso durante certos atos – para obter a mais ínfima “vantagem”? É por aí. Todos já ouviram algo assim.



Embora acredite que esse tipo de opinião – este que tem como objetivo desnudar a hipocrisia no discurso aqui abordado –, corriqueiramente, seja aplicado de maneira um tanto determinista, simplória – afinal, é preciso contextualizar e ter senso de medida, entender o grau de gravidade dos variados desvios, a profundidade de suas consequências, seu verdadeiro alcance e poder de interferência na vida alheia, entre outras coisas –, é inegável que ele tem, sim, algum fundo de verdade. E para quem possui acesso a um mar de manifestações populares dos chamados “torcedores de futebol”, evidente se torna, também, que o mesmo sintoma prolifera-se no mundo do esporte bretão, que raciocínio análogo pode, com toda certeza, ser aplicado a esse universo. Pode parecer bobagem. Mas ver a linha de pensamento, de “lógica” que vigora entre muitos fãs “apaixonados” – até pelo fato de ele ser muitíssimo comum, espalhado –, é um exercício que gera sensações dúbias. Por um lado, o asco de revirar o estômago ao enxergar tamanha mesquinharia e carência de princípios, zelo, pudor, enfim, virtudes diferentes, moverem-se pela cegueira ancorada naquilo que, no fundo, não tem tanta importância – o futebol. Por outro, até determinado “fascínio” de vislumbrar revelada, talvez num tema “secundário”, a baixeza da condição humana em sua mais pura verdade.



Mais sobre o tópico em breve. Por ora, fiquemos apenas com a reflexão: reclamar da desonestidade dos cartolas? Como? Se boa parte dos mesmos torcedores que os condena é incapaz de enxergar, por exemplo, a razão da diretoria rival em determinada polêmica? No fã que alardeia sobre a sujeira do futebol, a contradição fica clara quando ele mesmo apoia “seus” próprios dirigentes independentemente dos subterfúgios utilizados, das artimanhas, do mérito da questão…

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Cruzeiro e São Paulo: impressionantes

públicado em by Cadu Doné em Esportes | 92 comentários



Nas estatísticas, historicamente, o domínio de Cruzeiro e São Paulo na Libertadores, entre os brasileiros, chega a ser impressionante.



Cruzeiro e São Paulo: impressionantes



Se fizermos uma média entre diferentes critérios de avaliação, historicamente, São Paulo e Cruzeiro são os times brasileiros mais bem-sucedidos na Libertadores, donos dos melhores números. Chega a ser curioso: em quase todas as estatísticas, nos mais diversos quesitos que medem o desempenho das equipes tupiniquins na mais importante competição das Américas, em todos os tempos, a dupla reveza nas duas primeiras posições. Nas poucas ocasiões em que isso não acontece, aquele que ficou de fora dessas colocações, surge em terceiro; na pior das hipóteses, entre os cinco. Vejamos alguns exemplos.



A Raposa é a única agremiação que, tendo participado mais de uma vez do badalado certame, nunca foi eliminada na primeira fase. Entre os brasileiros, desponta como o time de melhor aproveitamento dos pontos – 64,14%. O Santos fica em segundo nesse ranking, com 62,5%, seguido por Flamengo, Corinthians, e São Paulo (este último, com 58,84%).



O clube da China Azul também encabeça a relação dos detentores de melhor rendimento dentro de casa na nossaChampions League: em lista divulgada pela revista Placar antes da fase de grupos de 2015, o Cruzeiro liderava com 82,4% de aproveitamento em seus domínios; o Corinthians aparecia em segundo; o São Paulo, em terceiro, com 79,7% – com as partidas realizadas após essa pesquisa, pequenas variações podem ter ocorrido, mas essas posições principais não mudaram; o pódio segue o mesmo.



Levando-se em conta, porém, o número de vitórias em geral, o tricolor paulista, depois do êxito de quarta, se isolou na liderança histórica entre os esquadrões nacionais. As equipes do Morumbi e da Toca da Raposa chegaram ao recente confronto direto rigorosamente iguais nesse ponto: 84 triunfos para cada um em partidas de Libertadores. Com o placar de 1 a 0, os paulistas se isolaram na primeira colocação nesse critério – sempre entre os tupiniquins. O Cruzeiro, agora em segundo, tem folga para o terceiro – o Palmeiras, com 76 vitórias.



Em número de títulos – três, ao lado do Santos –, participações – 17 –, jogos pela Libertadores – 166 –, e pontos – 293 – , o São Paulo lidera. Em quase todos esses critérios, o Cruzeiro é o segundo: títulos – dois, junto a Internacional e Grêmio –, participações – 15, mesma quantidade de Grêmio e Palmeiras –, e pontos – 279, de novo com folga para o terceiro, o Palmeiras, com 256. Em número de jogos, o clube cinco estrelas está em quarto, com 145, atrás, além do São Paulo, de Palmeiras e Grêmio, mas muito próximo desses dois últimos mencionados, que surgem, respectivamente, com 148 e 147.



Pela camisa, pela tradição, pelos bons times, e pela aura que carregam de instituições fortes dentro do continente – na Libertadores, porém não somente; Supercopa, Recopa e outros torneios também trazem boas lembranças para a dupla como a quase nenhum outro –, o duelo de quarta entre Cruzeiro e São Paulo, promete.



No reino das estatísticas, os cruzeirenses podem se apegar ao melhor desempenho como mandante; e caso passe de fase – obrigatoriamente com uma vitória – fica a lembrança de que, automaticamente, os celestes voltariam a igualar-se ao tricolor no número de triunfos pela Libertadores; e, obrigatoriamente, no mínimo empatariam com o Palmeiras na segunda colocação em número de jogos, já que, além do cotejo de quarta, realizariam, necessariamente, pelo menos mais duas partidas.

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